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19/06 - Facebook cria inteligência artificial que 'abre' olhos de quem piscar em fotos
Engenheiros recorreram a técnica usada para criar rostos artificialmente. Facebook cria inteligência artificial que 'abre' os olhos de quem piscar em foto Divulgação/Facebook Piscou bem na hora do clique do fotógrafo? Isso pode ser um problema do passado. O Facebook criou um sistema de inteligência artificial que não só identifica quando alguém saiu de pálpebras cerradas em uma foto mas também consegue "abrir" seus olhos. A tecnologia, criada pelos engenheiros da rede social, Brian Dollahnsky e Christian Canton Ferrer, foi descrita em um estudo divulgado nesta segunda-feira (18). O que o mecanismo faz é estudar várias fotos em que aparece o rosto do sujeito para entender como são suas expressões faciais quando ele está de olhos abertos. VÍDEO: Cientistas usam inteligência artificial para 'colocar palavras' na boca de alguém “Para o problema particular de transformações faciais, ela [a tecnologia] aprende não só a preservar características como iluminação ou o tom da pele mas pode também abranger alguma noção de plausibilidade semântica”, escreveram os dois engenheiros. “Dando um conjunto de treinamento de tamanho apropriado, a rede irá aprender como um rosto humano ‘deve’ parecer.” Mas não só. Além disso, eles recorreram a técnicas avançadas de inteligência artificial para driblar o chamado “uncanny valley”, aquele ar de foto tratada no Photoshop que ocorre quando imagens passam por modificação mal feitas. Para fugir desse risco, os dois lançaram mão de um recurso geralmente usado para desenhar rostos do zero, chamada de rede adversarial generativa (GAN, na sigla em inglês). Você já deve ter visto a técnica em ação, já que ela é usada para criar faces de celebridades que não existem ou mudar o clima em vídeos. A mescla do uso desses dois sistemas é o que faz a diferença. Depois de aprender como são os olhos do indivíduo, o sistema usa a informação para criar uma reprodução fiel deles. Leva em conta o tamanho da cavidade ocular na foto em que o sujeito aparece de olhos fechados, a posição do rosto, a iluminação sobre a pele e qual o efeito da luz sobre os olhos.
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19/06 - Petroleira norueguesa compra 50% de projeto de geração de energia solar na Argentina
O projeto possui potencial para uma capacidade de 117 megawatts (MW), na região de San Juan, na região oeste do país A petroleira noruguesa Equinor (ex-Statoil) assinou acordo com a Martifer Renewables para adquirir uma participação de 50% no projeto de geração de energia solar de Guanizul 2A (G2A), na Argentina, informou a companhia nesta terça-feira (19). O projeto possui potencial para uma capacidade de 117 megawatts (MW), na região de San Juan, na região oeste do país. O projeto tem contrato de fornecimento de energia de 20 anos arrematado em leilão organizado pela Cammesa, a agência reguladora do setor elétrico argentino, ao preço de aproximadamente US$ 50 por megawatt-hora (MWh). O início de produção está previsto para 2019. O investimento estimado para o empreendimento é de US$ 95 milhões, cujo valor será obtido com 40% de recursos da Equinor e da Scatec Solar (parceira da norueguesa no projeto) e 60% por um empréstimo-ponte fornecido por um consórcio da Equinor. Segundo a companhia, a Argentina é o terceiro maior mercado de energia da América Latina, com meta de alcançar uma fatia de 20% de sua matriz elétrica preenchida por fontes renováveis até 2025. Nos últimos 18 meses, 1,5 GW de projetos solares arremataram contratos em leilões do tipo na Argentina.
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19/06 - Negociações comerciais com a China não avançam, diz assessor da Casa Branca
Donald Trump ameaçou nesta terça-feira impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar. O conselheiro de comércio da Casa Branca, Peter Navarro, disse nesta terça-feira (19) que as diversas rodadas de diálogo entre autoridades norte-americanas e chineses não produziu avanços sobre a crescente disputa comercial, resultando em tarifas que ele disse serem necessárias para defender os interesses dos EUA. "Nossas linhas de telefone estão abertas, elas sempre estiveram abertas", disse Navarro a jornalistas em uma conference call. "A realidade fundamental é que falar é fácil... o presidente tomou ação em nome do povo americano e é uma defesa necessária das jóias da coroa da tecnologia e propriedade intelectual americanas contra o roubo chinês." 'Guerra comercial' O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta terça-feira (19) impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo. A mais recente ação de Trump foi inesperadamente rápida e incisiva. Foi uma retaliação pela decisão da China de elevar as tarifas sobre US$ 50 bilhões em bens dos EUA, que foi tomada depois de Trump anunciar taxas similares sobre bens chineses na sexta-feira (15). "Depois que o processo legal estiver finalizado, essas tarifas entrarão em vigor se a China se recusar a mudar sua práticas, e também se insistir em avançar com novas tarifas que anunciou recentemente", disse Trump em comunicado na segunda-feira (18).
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19/06 - Visa estima que 5,2 milhões de pagamentos foram afetados por falha técnica
Reino Unido concentrou metade das operações afetadas no dia 1º de junho, diz empresa. -HN- Cartões de crédito da bandeira VISA Jason Reed/Reuters A empresa de tecnologia de pagamentos Visa revelou, nesta terça-feira (19), que a grande falha técnica sofrida neste mês afetou 5,2 milhões de operações, metade delas no Reino Unido. A Visa, que fez esta revelação em uma carta ao comitê parlamentar britânico que investiga o apagão, disse que muitos consumidores não puderam pagar na Europa durante 10 horas em 1º de junho. A empresa se desculpou "sem reservas" e traçou um plano de compensações. "Ao todo, para os cartões emitidos no Reino Unido e no resto do mundo (...), se iniciaram 51,2 milhões de operações Visa", escreveu a diretora-executiva da Visa Europe, Charlotte Hogg. "Destes, 5,2 milhões não foram corretamente processados", acrescentou. O problema aconteceu, devido a "um defeito parcial muito raro" no interruptor de um dos seus centros de dados.
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19/06 - Vendas de aço plano caem quase 16% em maio devido a greve dos caminhoneiros
Compras somaram 224,4 mil toneladas, 3% a menos do que no mesmo mês de 2017 e baixa de 15% ante abril. A rede associada ao Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) vendeu 203 mil toneladas de aços planos em maio, informou há pouco a entidade. O desempenho foi derrubado pela greve de caminhoneiros que parou o setor durante quase duas semanas. Em comparação anual, o volume representou forte queda de 15,8%, e na relação com abril, houve recuo de 9,8%. EUA fecham acordo preliminar com Brasil sobre taxa de aço e alumínio O instituto também revelou que as compras totalizaram 224,4 mil toneladas no mês passado, 3% a menos do que o mesmo mês de 2017 e baixa de 15% perante abril. As importações, por sua vez, somaram 110,5 mil toneladas, queda de 1,2% em comparação anual, mas crescimento de 13,2% sobre o período imediatamente anterior. Estoque de aço da Usiminas. Usiminas/Divulgação Com isso, a distribuição terminou maio com estoques de 947,3 mil toneladas, um aumento de 2,3% frente a abril. O giro desse volume armazenado totalizou 4,7 meses. Em junho, o Inda projeta que tanto as vendas quanto as compras de aços planos pela rede associada irão subir cerca de 15%, quando comparadas
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19/06 - Economia cresce 0,1% em abril, diz monitor do PIB da FGV
Em relação ao trimestre findo em abril de 2017, atividade econômica cresceu 1,3%, e na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 2,9%. A economia brasileira subiu 0,1% em abril na comparação com março, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (19). Em relação ao trimestre findo em abril de 2017, atividade econômica cresceu 1,3%, e na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 2,9%. Já no trimestre terminado em abril, na comparação com o terminado em janeiro, houve retração de 0,4%. O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Desempenho por setores Pela ótica da oferta, na comparação com o trimestre findo em abril de 2017, à exceção da agropecuária, que apresentou variação negativa de 3,6%, indústria e serviços apresentaram as maiores taxas do ano, com crescimento de 2,7% e 1,8%, respectivamente. Pela ótica da demanda, todos os componentes apresentaram desempenho positivo, com destaque para o consumo das famílias (3%) e a formação bruta de capital fixo (5,7%). O crescimento do consumo das famílias veio principalmente pelo desempenho no consumo de produtos duráveis (alta de 17,3%). A formação bruta de capital fixo teve crescimento puxado por máquinas e equipamentos, com alta de 18,1%. O segmento da construção, apesar de ainda estar negativo, apresentou pela primeira vez, após 48 meses de retração, variação positiva na comparação com abril de 2017 (alta de 3,9%). A exportação cresceu 3,3%, e importação avançou 8,8%. Na comparação com abril de 2017, os melhores desempenhos vieram da indústria da transformação (10,8%), comércio (7,2%), transporte (7,1%) e impostos (6,5%). A construção cresceu 5,1% após ter retraído por 48 meses consecutivos. As únicas atividades a apresentarem queda foram a agropecuária (-3,5%) e os serviços de informação (-2,7%). "No mês de abril a economia retomou sua trajetória com crescimento acentuado de 2,9%, em comparação a abril de 2017, que se espalhou por quase toda a atividade econômica. Este resultado, entretanto, foi fortemente influenciado pelos três dias úteis a mais no mês de abril do corrente ano, em comparação a abril de 2017. O resultado na margem, a despeito de descontar os dias úteis a mais, aponta crescimento de 0,1%, da atividade econômica, revelando certa estagnação”, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.
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19/06 - Itaú Cubo faz parceria com a Kroton para abrigar startups de educação
Gigante de ensino vai administrar um andar inteiro da incubadora do banco, que será dedicado às empresas de educação.  A Kroton Educacional informou nesta terça-feira (19) que firmou uma parceria com o Cubo Itaú, incubadora de startups do Itaú-Unibanco, para abrigar empresas da área de educação digital, com o objetivo de estimular e acelerar seu crescimento e de seus projetos. A parceria prevê que a Kroton será responsável por administrar um andar inteiro do Cubo Itaú, que será dedicado para startups de educação. O local, previsto para ser inaugurado no próximo semestre, colocará a disposição das empresas espaços de aprendizagem, estúdios para gravação de vídeos e salas de aulas preparadas para teste de formatos, metodologias e tecnologias. Parte da equipe de inovação da Kroton ficará no local e será responsável por gerir o relacionamento com as empresas, acompanhar o desenvolvimento de projetos e identificar oportunidades. Segundo a companhia, a iniciativa é parte de sua estratégia de se tornar “a empresa de educação mais digital do mundo”. “A iniciativa contribuirá para um avanço significativo na jornada de transformação digital da companhia, nos colocando numa posição diferenciada para criar novas soluções educacionais que apoiem a transformação da vida de nossos alunos”, diz, em nota, o diretor-presidente da Kroton, Rodrigo Galindo.
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19/06 - BCE será paciente e gradual com aumento dos juros, diz Draghi
BCE decidiu na semana passada encerrar seu programa de compra de títulos de 2,6 trilhões de euros até o fim do ano.  Presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi AFP O Banco Central Europeu (BCE) terá paciência no aperto da política monetária, disse o presidente da instituição, Mario Draghi, acrescentando que a precificação do mercado para a primeira alta de juros pós-crise é consistente com o objetivo de agir gradualmente. O BCE decidiu na semana passada encerrar seu programa de compra de títulos de 2,6 trilhões de euros até o fim do ano, mas disse que as taxas de juros permanecerão inalteradas pelo menos até o próximo verão (do hemisfério norte), uma redação que adiou as expectativas de aumento em três meses, até setembro de 2019. Mas a incerteza está aumentando à medida que a ameaça de uma guerra comercial global se aproxima, enquanto a aceleração na inflação ainda não pode ser dada como certa já que salários mais altos podem não se traduzir em crescimento mais rápido dos preços, disse Draghi em um fórum em Sintra, Portugal. "Vamos continuar sendo pacientes na determinação do momento do primeiro aumento dos juros e adotaremos uma abordagem gradual no ajuste da política monetária a partir de então", disse Draghi. "A trajetória das taxas de juros de curtíssimo prazo que está implícita na estrutura a termo das taxas de juros atuais do mercado monetário reflete amplamente esses princípios." Isso foi de encontro à reação brutal do mercado às palavras de Draghi em Sintra um ano antes, quando a mera sugestão de uma redução do estímulo monetário fez com que o euro avançasse em relação ao dólar. Este ano, Draghi conseguiu a rara proeza de enfraquecer o rendimento dos títulos e o euro enquanto anunciava o aperto da política monetária em uma coletiva de imprensa em 14 de junho. O BCE tem como meta inflação abaixo de 2%, mas superou essa meta por mais de cinco anos, apesar de ter adotado um coquetel de medidas não convencionais sem precedentes para reavivar o aumento dos preços. Embora os preços estejam agora em alta, em parte devido ao aumento do petróleo, e o BCE veja a inflação perto de sua meta até 2020, Draghi disse que a incerteza prevalece, nublando as perspectivas de alta dos preços.
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19/06 - Greve dos caminhoneiros elevou preços de hortaliças e frutas, diz Conab
Tomate, por exemplo, subiu 90% na Ceasa Pernambuco; batata ficou 76% mais cara na Ceasa/RJ. Quilo da batata chega a R$ 8 na feira noturna do Ceagesp Reprodução/TV TEM O preço das hortaliças e frutas mais consumidas pelos brasileiros ficaram mais caras no mês de maio em função da greve dos caminhoneiros, segundo o 6º Boletim Hortigranjeiro, divulgado nesta terça-feira (19) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O problema de abastecimento fez com que os consumidores sofressem com a baixa oferta de produtos hortigranjeiros na sua mesa e grandes oscilações de valores para compra. Para as cinco principais hortaliças destacadas pelos técnicos – alface, batata, cebola, cenoura e tomate – houve variações de preços no mercado. A alface na Ceasa Rio de Janeiro, por exemplo, teve um aumento de 32%, e o tomate, na Ceasa Pernambuco, de 90%. Algumas Ceasas nem incluíram alguns produtos na pesquisa devido à falta de entrega pelos transportadores. Cebola e batata também apresentaram aumento em todos os mercados. A batata ficou em cerca de 76% na Ceasa/RJ e 10% na Ceasa/Minas, enquanto a cebola atingiu o máximo de 25% na Ceasa/ES e 24% na Ceagesp. Apesar dos aumentos, a cenoura teve redução de preços em Vitória (23%), Rio de Janeiro (16%) e Belo Horizonte (7%). Houve reduções de preços também na couve-flor (38%) berinjela (21%), jiló e pimentão (20%), agrião (17%), além de chuchu, alcachofra e cará (15%). Frutas Entre os cinco principais tipos de frutas pesquisados, que também sofreram influência negativa pela falta de transporte no período, a banana, laranja e mamão apresentaram reduções de preços. O destaque foi o mamão, que registrou percentuais de redução de preços em todas as Ceasas, com exceção de Pernambuco, onde teve aumento de 8%. O motivo da redução, segundo o estudo, está associado à necessidade de comercialização urgente do produto sob pena de perda. Por isso, os preços foram praticados no mesmo ou em menor nível que antes. A vilã foi a melancia, campeã no quesito elevação de preços, com aumento na Ceasa/ES (75%), na Ceasa/Minas (60%), Ceasa/RJ (33%), Ceasa/GO (30%), Ceagesp (19%) e Ceasa/PE (7%). Os menores preços foram registrados na tangerina (26%), caju (21%), atemoia (16%) e, na sequência, seriguela, abacaxi, morango e ameixa (11%). Melhora nos próximos meses De acordo com a análise do boletim, a tendência é que a situação melhore nos próximos meses, com a entrada da safra de inverno das hortaliças como tomate, cenoura e alface, e a regularização do abastecimento do mercado das laranjas. No início do próximo mês, o mercado citrícola já começa a se normalizar com a demanda firme nas áreas de produção para regularizar o abastecimento da fruta.
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19/06 - Ausência de reformas vai colocar 'camisa de força' nos gastos do próximo governo, diz ministro
Esteves Colnago apontou que reformas vão garantir mais recursos para que o próximo governo gaste com liberdade. LDO prevê para 2019 menor verba para custeio e investimento em 12 anos. O Ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse nesta terça-feira (19) que a ausência de reformas, como a da Previdência, vai colocar o próximo governo em uma "camisa de força" que vai limitar sensivelmente os chamados gastos discricionários, que são aqueles que o poder público tem liberdade para fazer. De acordo com o ministro, as despesas sobre as quais o governo não tem controle, chamadas de obrigatórias e que incluem a Previdência, estão subindo acima da inflação, deixando menos espaço para os gastos que o governo pode manejar. Além disso, desde o ano passado as contas do governo precisam respeitar a regra do teto, que proíbe que as despesas totais aumentem, em um ano, acima do índice de inflação registrado no ano anterior. Dados do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que o governo federal encaminhou ao Congresso em abril, mostram que o próximo presidente da República deve contar em 2019, primeiro ano de seu mandato, com a menor verba para custeio e investimentos dos ministérios dos últimos 12 anos. Com o teto de gastos, a proposta do Ministério do Planejamento para as chamadas despesas discricionárias em 2019 é de R$ 98,386 bilhões, o equivalente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2017 o limite para essas despesas que podem ser alteradas pelo governo foi de R$ 124,400 bilhões e faltou recursos para a impressão de passaportes, para investimentos federais em infraestrutura e para as fiscalizações contra o trabalho escravo, por exemplo. Segundo Colnago, portanto, apenas com as reformas será possível reduzir as despesas obrigatórias e, assim, permitir que haja mais recursos para o próximo governo gastar com liberdade. "Todo ajuste está sendo feito na despesa primária [na qual o governo pode mexer]. Mas está deixando para o próximo governo uma camisa de força absurda. Isso precisa ser revisto", declarou o ministro durante seminário da Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado Federal. Ministro defende teto de gastos Apesar das limitações impostas pelo teto de gastos públicos, o ministro do Planejamento defendeu esse sistema. "O problema não é o teto [de gastos]. Ele dá credibilidade para a situação que estamos vivendo. Precisamos atacar o problema, que é a sustentabilidade das contas públicas. Não temos que ficar discutindo o teto do gasto. Se precisamos discutir, precisamos ver o que vai vir no lugar. Precisa vir outra coisa para dar sustentabilidade", declarou Esteves Colnago. Segundo ele, o próximo governo terá de levar adiante reformas como a da Previdência Social, e realizar "alguma reforma administrativa", englobando também os servidores, além de ver se os recursos alocados nos programas sociais estão atingindo as pessoas que precisam. Neste ano, o governo está fazendo um pente fino em programas sociais para deixar apenas as pessoas elegíveis dentro deles. Sem as reformas estruturantes, o ministro declarou que haverá um "enrijecimento absurdo do orçamento". "Talvez em 2021, 98% das dotações do governo irão para despesas obrigatórias. O próximo governo vai poder fazer o que? Talvez ele seja gestor de folha de pagametnos, como muitas prefeituras fazem hoje. É muito pouco para o governo, preveito ou governador. Não posso pegar todo meu orçamento e aplicar em coisas pre-determinadas", avaliou. Contas públicas e impacto no setor privado O ministro do Planejamento afirmou que as contas públicas, que têm registrados rombos fiscais superiores a R$ 100 bilhões nos últimos anos, deverão continuar no vermelho pelo menos até 2020, mas observou que elas podem deixar a sequência de déficits primários (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros) somente em 2025. "Hoje a iniciativa privada tem plenas condições de crescer. O que está reduzindo, penalizando o crescimento econômico, é a incerteza sobre a sustentabilidade da contas públicas. O governo não só não está sendo promotor do crescimento, como poderia ser, mas está trazendo incerteza para a sociedade, impedindo que atinja o crescimento potencial. O setor público está dificultando a sociedade", declarou Colnago.
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19/06 - Empresa de refrigerantes Dolly confirma demissão de 700 funcionários em Tatuí
Segundo assessoria, a unidade na cidade foi fechada devido ao bloqueio de bens da empresa realizado pela Justiça. Unidades de Diadema e São Bernardo do Campo funcionam normalmente. Empresa Dolly suspendeu as atividades em Tatuí TV TEM/Reprodução/Arquivo Cerca de 700 funcionários foram demitidos após a empresa de refrigerantes Dolly fechar nesta segunda-feira (18) a unidade que mantinha em Tatuí (SP). A informação foi confirmada pela assessoria da empresa na manhã desta terça-feira (19). Ainda de acordo com a assessoria, o fechamento da unidade que culminou com as demissões é resultado do bloqueio de bens da empresa realizado pela Justiça. A empresa informou ainda que as unidades de São Bernardo do Campo e de Diadema estão funcionando normalmente, e que estão tomando as devidas providências para desbloquear suas contas. Fraude fiscal No mês passado, o dono da empresa, Laerte Codonho, ficou preso por oito dias suspeito de fraude fiscal. A informação foi noticiada pelo Jornal da Globo. O Ministério Público (MP) acusa a companhia de fraude fiscal estruturada, organização criminosa e lavagem de dinheiro. De acordo com a Promotoria, a Dolly, comandada por Codonho, demitiu funcionários e os recontratou em outra companhia para fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo as investigações, o dinheiro desviado nos últimos 20 anos com a fraude é estimado em R$ 4 bilhões. Em maio do ano passado, a empresa foi alvo da operação Clone, da Secretaria da Fazenda, que interditou a fábrica de Tatuí durante investigação de sonegação de impostos. Veja mais notícias da região no G1 Itapetininga
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19/06 - Bovespa vira e passa a subir quase 3%, puxada por bancos
Na véspera, o principal índice de ações renovou a mínima do ano e fechou abaixo de 70 mil pontos. O principal índice de ações da bolsa (B3) descolava-se do exterior e subia mais de 2% nesta terça-feira (19), após cair e operar abaixo dos 70 mil pontos pela manhã. O setor bancário responde pela principal influência positiva, após fortes quedas recentes, enquanto as tensões globais envolvendo Estados Unidos e China pressionam os papéis da Vale. Às 13h59, o Ibovespa subia 2,7%, aos 71.694 pontos. Veja mais cotações. Perto do mesmo horário, as ações preferenciais do Bradesco subiam 5,62%, enquanto as do Itaú Unibanco avançavam 4,54%, influências positivas do Ibovespa devido ao peso desses papéis em sua composição. As duas ações caíram em quase todos os dez pregões anteriores, período em que acumularam perdas superiores a 15% cada. "É uma oportunidade de compra depois de uma realização de lucro", disse à Reuters o diretor de operações da Mirae, Pablo Spyer. Ainda no setor bancário, Banco do Brasil avançava 7,01%, enquanto as units do Santander tinham alta de 6,33%. Nos últimos dez pregões, esses papéis também tiveram fortes quedas em quase todas as sessões, acumulando perdas ao redor de 20% cada no período. Alguns profissionais de renda variável citaram ainda, além das fortes quedas recentes, a possibilidade de votação do cadastro positivo na Câmara dos Deputados nesta terça-feira como favorável para o setor bancário. Outro fator que reforçava o tom positivo no mercado era a mudança de sinal das ações da Petrobras, com as PN avançando 3,17% e as ON em alta de 2,56%. Vale ON, por outro lado, seguia entre os destaques negativos e caía 1,67%, em meio aos receios de uma guerra fiscal entre Estados Unidos e China e com a queda nos contratos do minério de ferro na China. Cenário externo e local No exterior, as preocupações sobre uma disputa comercial entre Washington e Pequim ganharam corpo após Donald Trump ameaçar tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertar que irá retaliar. A ameaça dos Estados Unidos ocorre após uma troca mútua de barreiras tarifárias anunciadas entre as duas potências. EUA e China anunciaram sobretaxas de R$ 50 bilhões sobre importação de produtos de cada um dos países na semana passada. A cena política local também provocava instabilidade. O mercado teme a vitória na eleição presidencial deste ano de um candidato pouco comprometido com a agenda de reformas, sobretudo na área fiscal. Abaixo de 70 mil pontos Na véspera, o principal índice de ações da bolsa fechou em queda e renovou a mínima do ano. O Ibovespa caiu 1,33%, a 69.815 pontos. A bolsa não fechava abaixo do patamar dos 70 mil pontos desde 21 de agosto do ano passado (68.634).
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19/06 - Boeing destaca parceria com Embraer para desenvolver biocombustível
Empresas desenvolvem testes em uma aeronave, o Ecodemonstrador, na qual compartilham experiências e investimentos para que o biocombustível possa ser utilizado em larga escala pela indústria da aviação. Aeronave modelo E170, batizada de ecodemonstrador, é testada em Gavião Peixoto Rodrigo Sargaço/ EPTV A presidente da Boeing na América Latina, Donna Hrinak, disse nesta terça-feira (19) que acredita no modelo de uso sustentável de biocombustível na aviação. A executiva destacou que, embora atue em pesquisas relacionadas a esse tema em vários lugares do mundo, apenas no Brasil a companhia americana tem uma parceria contratual com uma outra empresa local, no caso a Embraer. Juntas, Boeing e Embraer desenvolvem testes em uma aeronave, o Ecodemonstrador, na qual compartilham experiências e investimentos para que o biocombustível possa ser utilizado em larga escala pela indústria da aviação. “O Brasil tem condições para assumir a liderança nesse processo", disse Hrinak, a uma plateia de especialistas e empresários no evento organizado pela União Brasileira do Biocombustível e Bioquerosene (Ubrabio), em São Paulo. A iniciativa que envolve Embraer e Boeing é o Centro Conjunto de Pesquisa em Biocombustíveis Sustentáveis de Aviação, criado em 2015, com o objetivo de desenvolver e amadurecer o conhecimento e tecnologias que possibilitem o estabelecimento da cadeia de biocombustíveis sustentáveis para a aviação. Em parceria com o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) foi desenvolvido um estudo para a criação de biorrefinarias a partir de usinas de cana-de-açúcar, utilizando três rotas já homologadas para biocombustíveis. A indústria aeronáutica assumiu o compromisso de reduzir seu impacto ambiental e estabeleceu metas ambiciosas para atingir um crescimento neutro em carbono até 2020 e para reduzir emissões de dióxido de carbono em 50% até 2050, quando comparado aos níveis de emissão de 2005. Hoje, a indústria gera aproximadamente 2% das emissões de dióxido de carbono no planeta. Boeing e Embraer negociam, desde fim do ano passado, uma combinação de negócios, em que, por meio de uma joint venture, vão desenvolver, produzir e comercializar jatos comerciais. Nem a presidente da Boeing na América Latina nem o vice-presidente de tecnologia da Embraer, Daniel Moczydlower, também presente ao evento, quiseram comentar o estágio da atual negociação, que foi tornada pública em dezembro. As negociações em andamento desde então envolvem também o governo brasileiro, que tem uma ação (golden share) com direito a veto no controle da Embraer.
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19/06 - Happn libera busca por ‘crush’ em mapas interativos
'Estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas', diz o CEO do aplicativo de relacionamento. Happn implanta no app mapa internet em que é possível achar 'crush' Divulgação/Happn O Happn, aplicativo de relacionamento para achar aquele “crush” que te deu mole no busão, vai mudar a forma de achar o paquera: a partir de agora, será possível buscar em um mapa por pretendentes que curtem ir aos mesmos lugares que você. Até agora, o Happn organizava os perfis em ordem cronológica. Funcionava assim: como usa o GPS do smartphone do usuário para saber por quais locais ele passou, o app identifica pessoas que cruzaram com ele e que podem interessá-lo; depois disso, os perfis dessas pessoas são exibidos de acordo com o horário em que o encontro se deu. A conversa só começa caso haja interesse mútuo – nesse sentido, o serviço é bem parecido com o Tinder. A partir desta terça-feira (19), o Happn vai mostrar em um mapa interativo todos os pretendentes que estiveram em um lugar visitado pelo usuário. Bastará tocar na imagem de uma rua, estabelecimento comercial ou evento, e o aplicativo mostrará os possíveis “crushs” que estiveram lá nos últimos sete dias. Encontros reais A versão antiga do Happn já ensaiava explorar mais intensamente a localização geográfica dos encontros – mapas eram mostrados, no entanto, apenas quando um perfil era aberto. Com a novidade, chamada de "Happn Maps", o mapa interativo assume possição central no app: ficará no topo do aplicativo. “Agora, ele pode lembrar onde viu uma certa pessoa, ou de um lugar em que teve a sensação de ter pessoas interessantes, e ir diretamente para esse lugar no mapa do Happn para checar se tem algum potencial Crush lá”, afirmou Dider Rappaport, presidente-executivo e cofundador do Happ. O executivo explica que “aparecerão somente aqueles [perfis de pessoas] que estiveram no mesmo lugar que você e na mesma hora, ou seja, com quem, de fato, você cruzou”. O sistema rastreará pessoas dentro de um raio de 250 metros a partir do ponto em que o usuário esteve. “As pessoas que vão aos mesmos lugares têm maior probabilidade de ter o mesmo estilo ou preferências que você. Por exemplo: se você vai a uma academia, show, evento esportivo ou bar, você pode encontrar pessoas no mesmo lugar e imediatamente ter algo em comum com ela”, afirma Rappaport. “Com o mapa do Happn, nós vamos além em nossa promessa ao separar as dimensões do tempo e espaço; porque o tempo voa, mas os lugares permanecem parados.” O executivo diz que a inclusão dos mapas são uma acentuação do DNA do aplicativo. “Em 2013, alguns sites de relacionamento e poucos apps já existiam, mas a experiência promovida por eles era virtual demais, consumia muito tempo e a combinação de pessoal era baseada em interesses e preferências mútuas. O Happn surgiu com o pensamento de que nós estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas.” País do amor O Brasil é um dos principais polos para empresas que desenvolvem apps e sites voltados a construir relações amorosas. Por aqui, há 6,6 milhões de usuários do Happn, o que faz do país o segundo maior mercado para o serviço. Mais de 1 milhão de pessoas usam o aplicativo só em São Paulo, cidade mais importante para a empresa, que possui 50 milhões de usuários no mundo todo. Outra companhia que tem no Brasil sua segunda maior operação é o Match Group, dona de mais de 45 serviços voltados a formar casais, como Tinder e Par Perfeito.
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19/06 - Tarifas de energia do Paraná terão reajuste de 15,99%
Novas tarifas podem ser cobradas a partir do dia 24 de junho. Consumidores residenciais terão reajuste médio de 15,13%. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (19) um reajuste médio de 15,99% para as tarifas de energia da Copel Distribuição, concessionária que atende os consumidores do Paraná. Segundo a Aneel, o reajuste médio para os consumidores industriais, atendidos em alta tensão, será de 17,55% e para os consumidores residenciais e comerciais, atendidos em baixa tensão, o reajuste médio será de 15,13%. As novas tarifas podem ser aplicadas a partir do dia 24 de junho. A Copel atende diretamente a 4,5 milhões de unidades consumidoras em 395 municípios
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19/06 - CPAT divulga 60 vagas de emprego e estágio para Campinas e região
Estágio é na área administrativa. Confira todos os cargos. CPAT de Campinas (SP) oferece 60 vagas de emprego, nesta terça-feira (19). Reprodução EPTV O Centro Público de Apoio ao trabalhador (CPAT) tem 60 vagas de emprego disponíveis, nesta terça-feira (19). As oportunidades são para várias áreas de conhecimento. A maior parte delas exige experiência de, no mínimo, seis meses na função. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas O salário que mais se destaca é o de administrador de condomínios, R$ 2,5 mil. As vagas têm como pré-requisito ensino fundamental, médio, técnico ou superior incompleto, dependendo do cargo. Entre elas, algumas são destinadas a pessoas com deficiência (PCD). Outras funções de destaque são a de recepcionista e dedetizador, com 20 e 10 vagas disponíveis, respectivamente. Além disso, o CPAT informa que as oportunidades divulgadas online, estão sujeitas a alterações ao longo do dia. Informações mais específicas podem ser encontradas na página do CPAT. Para se candidatar, os interessados devem ir pessoalmente até uma das três unidades do CPAT na cidade levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Os endereços podem ser consultados abaixo. Confira todas as vagas Estagiário administração - 3 vagas Açougueiro - 1 vaga Administrador de condomínio - 1 vaga Agente de viagem - 1 vaga Ajudante de motorista - 3 vagas Atendente de telemarketing - 2 vagas Auxiliar de escritório - 1 vaga Balconista - 3 vagas Balconista de açougue - 2 vagas Costureira de máquinas industriais - 1 vaga Dedetizador - 10 vagas Empacotador - 4 vagas Estoquista - 1 vaga Motorista veículo - 1 vaga Recepcionista atendente - 20 vagas Serralheiro de ferro - 1 vaga Supervisor de vendas - 1 vaga técnico de análise - 1 vaga Vendedor de consórcio - 3 vagas Vendedor externo - 1 vaga Serviço Unidade Centro Avenida Campos Sales, 427 – Centro, Campinas, SP. Horário de funcionamento - Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Unidade Ouro Verde Rua Armando Frederico Renganeschi, 197, Jd. Cristina. Horário de funcionamento - Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Unidade Campo Grande Rua Manoel Machado Pereira, 902 (em frente à Praça da Concórdia). Horário de funcionamento - Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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19/06 - PAT abre 20 vagas de emprego em Hortolândia com salários até R$ 2,3 mil
Três das oportunidades são para pessoas com deficiência. Confira a lista de documentos necessários para a candidatura. PAT de Hortolândia (SP) tem 20 vagas de emprego disponíveis Reginaldo Prado/Prefeitura de Hortolândia O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Hortolândia (SP) oferece 20 vagas de emprego, sendo três delas para pessoas com deficiência (PCD), nesta terça-feira (19). A remuneração varia de R$1,6 mil a R$ 2,3 mil. Os interessados devem comparecer à unidade no prédio da Hortofácil, na Rua Argolino de Moraes, 405, na Vila São Francisco, das 9h às 17h. Confira a lista de vagas disponíveis Operador de empilhadeira - 3 vagas, com ensino médio completo, experiência na área e CNH Encarregado e líder de supermercado - 13 vagas, ensino médio completo e com experiência na área Assistente administrativo - ensino superior na área Empacotador - 3 vagas (PCD) Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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19/06 - Dólar ronda estabilidade nesta terça-feira em movimento de correção
Na véspera, o dólar subiu 0,29%, vendido a R$ 3,7398 O dólar operava próximo da estabilidade no início da tarde desta terça-feira (19), com um movimento de correção que colocou o Brasil na contramão do exterior. Nos mercados mundiais, predominava a aversão ao risco por causa do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim. Às 13h58, a moeda norte americana subia 0,01%, a 3,7402 na venda. Na máxima do dia, a cotação chegou a R$ 3,7845. Veja mais cotações. Na véspera, o dólar subiu 0,29%, vendido a R$ 3,7398. "Passou a histeria. Mercado sabe que o BC está atuando, deu uma acomodada", comentou o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado, segundo a Reuters. Tensão comercial A bolsa de Xangai despencou quase 4% nesta terça-feira, para a mínima em dois anos, diante da iminência de uma guerra comercial entre Estados Unidos e China. O iuan também caiu para o menor nível em mais de cinco meses em relação ao dólar. O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou impor novas tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar com medidas "quantitativas" e "qualitativas", em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo. Na sexta-feira (15), os EUA já haviam anunciado tarifas de 25% sobre US$ 50 bilhões de importações chinesas, e prometido ainda mais taxas caso a China revidasse, o que aconteceu. Pequim anunciou tarifa adicional de 25% sobre 659 produtos dos Estados Unidos avaliados em US$ 50 bilhões. Os riscos de uma guerra comercial desenham um pano de fundo mais adverso para ativos de risco. O aumento do protecionismo das duas maiores economias do mundo aumenta preocupações sobre o crescimento global num momento que alguns dos principais bancos centrais reduzem a liquidez, trazendo uma perspectiva mais dura para emergentes, segundo a Reuters. Esse movimento de aversão ao risco já içou o dólar em relação à grande maioria das moedas no exterior, subindo frente a cesta e também frente a divisas como os pesos chileno e mexicano. Incerteza política No Brasil, a alta da moeda também é influenciada pela cena política. Os investidores temem a vitória algum candidato considerado menos comprometido com o ajuste fiscal e as reformas nas eleições de outubro. O mercado também opera sob a expectativa de atuação do Banco Central por meio de swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Nesta sessão, o BC ainda não anunciou qualquer intervenção excepcional. Fez apenas o leilão de swap para rolagem, no qual vendeu integralmente a oferta de até 8.800 contratos, já rolando US$ 5,720 bilhões do total de US$ 8,762 bilhões que vencem no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral. Para conter a volatilidade no câmbio, o BC anunciou na semana passada que vai ofertar nesta semana US$ 10 bilhões desse tipo de contrato, que equivale à venda futura de dólares. Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares Na véspera, fez apenas um leilão de novos contratos de swap cambial, com 20 mil contratos, injetando US$ 1 bilhão no sistema.
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19/06 - De ajudante de carga a representante comercial: PAT de Sumaré oferece 10 vagas de emprego
Oito das oportunidades oferecidas são para pessoas com deficiência (PCD). Veja como se candidatar. PAT de Sumaré (SP) abre 10 novas vagas de emprego Romero Mendonça/Secom O Posto de Atendimento ao Trabalhador de Sumaré (SP) está com dez vagas de emprego abertas, nesta terça-feira (19), sendo oito voltadas para pessoas com deficiência. Os candidatos interessados nas oportunidades devem procurar a unidade do PAT na cidade, que está localizada no prédio do "É pra Já", da Prefeitura, que fica na Praça das Bandeiras, n°650. O horário de funcionamento do local é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16 h. É necessário apresentar a Carteira Profissional, CPF, RG, número do PIS e comprovante de endereço com CEP para efetuar a candidatura. Veja a lista de vagas abertas Ajudante de carga e descarga - 2 vagas para PCD Auxiliar administrativo - 2 vagas para PCD Auxiliar de logística - PCD Auxiliar de limpeza - 3 vagas para PCD Vendedor externo de TV a cabo Representante comercial Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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19/06 - Elon Musk diz que fábrica da Tesla sofreu sabotagem de funcionário
Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora.
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19/06 - Trump promete a presidente da Apple que iPhones serão poupados de tarifas da China, diz jornal
Smartphones da Apple são feitos na China e levados até EUA; na semana passada, Trump anunciou uma tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões em bens importados da China. Donald Trump fala em reunião do Conselho Espacial Nacional, na Casa Branca, nesta segunda-feira (18) Reuters/Jonathan Ernst O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao presidente-executivo da Apple, Tim Cook, que o governo norte-americano não vai impor tarifas de importação para iPhones montados na China, informou o jornal "New York Times" nesta segunda-feira (18), citando fontes com conhecimento do assunto. Segundo o periódico, Cook viajou para a Casa Branca no mês passado para alertar Trump sobre os potenciais efeitos adversos sobre a Apple da China gerados pelas políticas comerciais de seu governo. Os iPhones são feitos pela Foxconn, que possui plantas na China, de onde saem os aparelhos levados para os EUA, e no Brasil, que atende o mercado brasileiro. O "NYT" não informou quando Trump se comprometeu com Cook a não taxar iPhones. Representantes da Apple e da Casa Branca não estavam disponíveis de imediato para comentar o assunto. Em abril, os EUA divulgaram uma lista de produtos vindos da China que sofreriam uma sobretaxa de importação, mas deixaram de fora de parte produtos eletrônicos de consumo, como smartphones. Na semana passada, porém, Trump anunciou a cobrança de tarifas adicionais de 25% sobre produtos chineses importados, que movimentam US$ 50 bilhões ao ano. A lista revisada incluiu várias categorias de chips, o que criou temores de que as sobretaxas poderiam afetar o setor de tecnologia norte-americano.
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19/06 - Para comemorar aniversário de 10 anos, CPAT Campinas oferece serviços extras nesta terça-feira
Confira todos os serviços que serão prestados nesta comemoração. Candidata visita o CPAT de Campinas para buscar uma oportunidade de emprego Murillo Gomes/G1 Em comemoração ao aniversário de dez anos, o Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT) de Campinas (SP) oferece serviços extras como orientações para microemprendedores e qualificação profissional para quem busca uma vaga no mercado de trabalho. O atendimento será realizado na unidade do Centro, entre 9h e 16h, desta terça-feira (19). (Correção: o G1 errou ao informar que todas as três unidades do CPAT oferecem as atividades comemorativas nesta terça-feira. Somente a unidade do Centro sedia a programação de aniversário. As demais funcionam normalmente para o cadastro de pessoas em busca de emprego. A informação foi corrigida às 11h19.) Veja as oportunidades da região de Campinas Entre as instituições que farão atendimento especial estão o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e profissionais de fonoaudiologia e fisioterapia. O atendimento é gratuito. Cpat oferece serviços extras em comemoração aos dez anos de existência, em Campinas (SP). Reprodução/EPTV Serviço CPAT Unidade Centro Avenida Campos Sales, 427 – Centro, Campinas, SP. Horário de funcionamento - Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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19/06 - China critica 'chantagem' dos EUA após Trump fazer nova ameaça comercial; mercado chinês despenca
EUA e China anunciaram sobretaxas de R$ 50 bilhões sobre importação de produtos; agora Trump ameaça impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar. Homem se desespera ao olhar o mercado de ações em uma corretora de Xangai, na China Yin Liqin/CNS via REUTERS O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta terça-feira (19) impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo. A mais recente ação de Trump foi inesperadamente rápida e incisiva. Foi uma retaliação pela decisão da China de elevar as tarifas sobre US$ 50 bilhões em bens dos EUA, que foi tomada depois de Trump anunciar taxas similares sobre bens chineses na sexta-feira (15). "Depois que o processo legal estiver finalizado, essas tarifas entrarão em vigor se a China se recusar a mudar sua práticas, e também se insistir em avançar com novas tarifas que anunciou recentemente", disse Trump em comunicado na segunda-feira (18). As declarações derrubaram os mercados acionários globais e enfraqueceram tanto o dólar quanto o iuan nesta terça-feira. As ações de Xangai atingiram mínimas de dois anos. O Ministério do Comércio da China disse que Pequim vai reagir com medidas "qualitativas" e "quantitativas" se os EUA publicarem uma lista adicional de tarifas sobre bens chineses. "Tal prática de pressão extrema e chantagem diverge do consenso alcançado por ambos os lados em várias ocasiões", disse o ministério em comunicado. "Os Estados Unidos iniciaram uma guerra comercial e violaram regulações de mercado, e estão prejudicando os interesses não apenas do povo da China e dos EUA, mas do mundo." Grupos empresariais dos EUA disseram que seus membros estão se preparando para uma reação do governo chinês que afetará todas as empresas norte-americanas na China, não apenas em setores que enfrentaram tarifas. Entenda a ‘guerra comercial’ entre EUA e China e como ela pode afetar a economia Queda nas bolsas da China As ações de Xangai despencaram quase 4% nesta terça-feira (19), para a mínima de dois anos, enquanto o iuan caiu para o menor nível em mais de cinco meses em relação ao dólar, uma vez que as novas ameaças tarifárias de Washington contra a China aumentaram os indícios de uma guerra comercial plena. As perdas, que acontecem apesar de uma injeção de liquidez inesperada pelo banco central, podem desencadear uma espiral descendente que pode tirar dos trilhos a tentativa de Pequim de atrair grandes listagens internacionais, particularmente de gigantes de alta tecnologia. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 3,55%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 3,82%, depois de chegar a cair mais de 5% durante o pregão. Enquanto isso, o iuan enfraqueceu para uma mínima de 6,4754 por dólar, nível mais fraco desde 12 de janeiro. "É o momento mais sombria e o momento mais agonizante do primeiro semestre deste ano ... há vítimas de desastres em todos os lugares", escreveu Zhang Yidong, estrategista da Industrial Securities, nesta terça-feira, em nota. O restante do mercado asiático também foi pressionado pelas ameaças do presidente dos EUA de novas tarifas e pelo agravamento da disputa comercial entre norte-americanos e chinesas. O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha queda de 1,99% às 7h57 (horário de Brasília). Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,77%, a 22.278 pontos. Em Hong Kong, o índice HANG SENG caiu 2,78%, a 29.468 pontos. Em Xangai, o índice SSEC perdeu 3,82%, a 2.906 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, retrocedeu 3,55%, a 3.620 pontos. Em Seul, o índice Kospi teve desvalorização de 1,52%, a 2.340 pontos. Em Taiwan, o índice Taiex registrou baixa de 1,65%, a 10.904 pontos. Em Cingapura, o índice Straits Times desvalorizou-se 0,68%, a 3.301 pontos. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,03%, a 6.102 pontos. Ações europeias são afetadas A intensificação da guerra protecionista entre os Estados Unidos e a China também ampliou as vendas generalizadas no mercado acionário europeu, com as ações de automóveis, mineração e tecnologia no olho do furacão. Às 8h27 (horário de Brasília), o índice FTSEEurofirst 300 caía 1,01%, a 1.494 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdia 0,96%, a 382 pontos, na mínima desde 26 de abril. "Por enquanto estamos falando de EUA e China, não da Europa diretamente, mas certamente no geral é uma fuga do risco porque o comércio global integra tudo", disse Britta Weidenbach, chefe de ações europeias da DWS. As ações de automóveis registravam o maior peso, com a Daimler, a Volkswagen e a BMW caindo. O setor de automóveis do STOXX atingiu o menor nível em sete meses, com os operadores precificando tarifas mais altas. "O setor automotivo é um dos principais setores que poderiam ser impactados pelas tarifas de importação", disse Weidenbach, acrescentando que o impacto sobre diferentes montadoras alemãs pode depender do quanto de sua produção é baseada nos EUA. Em Londres, o índice Financial Times recuava 0,62%, a 7.583 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caía 1,61%, a 12.626 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdia 1,28%, a 5.380 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib tinha desvalorização de 0,63%, a 21.959 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrava baixa de 0,93%, a 9.678 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 desvalorizava-se 0,28%, a 5.554 pontos. Entenda as sobretaxas A ameaça dos Estados Unidos de sobretaxar em 10% US$ 200 bilhões em bens chineses ocorre após uma troca mútua de barreiras tarifárias anunciadas entre as duas potências. Na sexta-feira (15), o governo de Donald Trump anunciou a implementação de uma tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões em bens importados da China e prometeu impor mais taxas se a China adotasse medidas retaliatórias. Parte dos produtos já começam a ser sobretaxados a partir de 6 de julho. A lista final de produtos sobretaxados é formada por 1.102 itens, como painéis de LED e LCD e aeronaves. Para 818 desses produtos, a tarifa adicional de 25% começa a ser cobrada já em 6 de julho. O valor referente a essa parte da lista corresponde a US$ 34 bilhões. Em março, os EUA haviam ameaçado sobretaxar 1.332 itens. Já a China vai impor uma tarifa adicional de 25% sobre 659 produtos dos Estados Unidos avaliados em US$ 50 bilhões. Tarifas sobre iguais US$ 34 bilhões em bens dos EUA incluindo produtos agrícolas, aquáticos e automóveis também entrarão em vigor logo em 6 de julho. A lista de 659 produtos importados dos EUA foi mais longa do que uma lista preliminar de 106 produtos publicada pelo Ministério do Comércio chinês em abril, embora o valor dos produtos afetados tenha permanecido inalterado em US$ 50 bilhões. A data efetiva das tarifas sobre os US$ 16 bilhões remanescentes de mercadorias dos EUA será anunciada mais tarde, de acordo com o Ministério do Comércio. Entre os US$ 16 bilhões em produtos dos EUA, estão petróleo bruto, gás natural, carvão e alguns refinados de petróleo. Estados Unidos e China ensaiam uma guerra comercial desde março, quando o governo norte-americano decidiu que iria sobretaxar em 25% todo o aço e em 10% todo alumínio importados pelo país. Alguns governos, porém, conseguiram isenção dessa sobretaxa. No caso do Brasil, foi adotada a taxação de 10% sobre o alumínio e cotas máximas para a importação de aço. Depois disso, a China retaliou os EUA e teve início uma série de ameças protecionistas entre os dois país. Em maio, após longas reuniões, o governo norte-americano e o governo chinês concordaram em suspender as tarifas e trabalhar juntos num plano para reduzir o déficit comercial de US$ 335 bilhões em bens e serviços entre as duas potências. Na ocasião, a China se comprometeu aumentar "consideravelmente" a compra de produtos fabricados nos EUA.
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19/06 - Saques do Fundo PIS-Pasep não devem impulsionar o PIB como FGTS inativo, dizem analistas
Economista estima que a medida ajude o PIB deste ano em 0,15 ponto percentual, enquanto impulso do FGTS no ano passado foi de 0,4 ponto em 2017. Fila para o saque do FGTS em agência da Caixa na região central de Campinas Ana Letícia Lima/G1 A liberação do pagamento de recursos do Fundo PIS-Pasep pelo governo pode ter um impacto positivo sobre o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, mas ele deve ser menor que os saques de contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em 2017. Pelo menos essa é a expectativa de analistas ouvidos pelo G1. Começou na segunda-feira o pagamento dos recursos do Fundo PIS-Pasep para quem tem a partir de 57 anos. Têm direito a esse dinheiro os trabalhadores de organizações públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o Pasep até 4 de outubro de 1988 e que não tenham resgatado todo o saldo. Quem passou a contribuir após essa data não tem saldos para resgate. VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O PIS-PASEP Em 2017, o consumo das famílias foi, ao lado do agronegócio, um dos puxadores do crescimento do PIB. E o avanço do consumo foi mais intenso no segundo e no terceiro trimestre do ano, indicando a influência dos saques do FGTS. Para as retiradas do PIS-Pasep, no entanto, a estimativa é diferente. O economista Rodolfo Margato, do Santander, aponta que a liberação dos recursos do FGTS teve um impacto positivo de 0,4 ponto percentual sobre o crescimento de 1% do PIB em 2017. Enquanto isso, a liberação dos saques do PIS-Pasep, se for sacado o montante previsto pelo governo, será de 0,15 ponto percentual. “É um impulso, mas não é algo que vai mudar o cenário do PIB neste ano”, diz Margato. Os números levam em conta a previsão do governo de que os saques somem R$ 15 bilhões. No entanto, mesmo se o cálculo for feito com o montante total disponível para saque, de R$ 34 bilhões, o impacto sobre o PIB deve ser menor que a liberação das contas inativas do FGTS: 0,3 ponto percentual. Calendário do Fundo PIS-Pasep da Caixa e BB Igor Estrella/G1 Montante menor na economia Em 2017, a liberação de R$ 44 bilhões das contas inativas do FGTS beneficiou 25,9 milhões de trabalhadores, de acordo com a Caixa Econômica Federal. Já os recursos do Fundo PIS/Pasep poderiam beneficiar cerca de 28 milhões de pessoas, em um total de R$ 39 bilhões. Porém, desse montante, somente R$ 5 bilhões foram sacados desde 2017, e, dos cerca de R$ 34 bilhões restantes, o governo prevê que apenas R$ 15 bilhões sejam realmente retirados pelas pessoas. O motivo para que esse dinheiro fique para trás é, segundo o próprio governo, a dificuldade das pessoas em buscarem as contas onde os recursos estão depositados. Isso porque os beneficiários que não têm conta na Caixa ou no Banco do Brasil precisam buscar seu dinheiro pessoalmente. De qualquer forma, se a projeção se confirmar e a medida injetar R$ 15 bilhões na economia, ela não será suficiente para cobrir ao menos a estimativa do governo de impacto negativo da greve dos caminhoneiros, de quase R$ 16 bilhões de prejuízos à economia. Confiança pesa Começa o pagamento dos recursos do fundo PIS-Pasep Mas os economistas apontam que o volume menor de dinheiro injetado na economia não é o único motivo pelo qual a liberação do Fundo PIS-Pasep deverá ter menos efeitos que o FGTS. Para os analistas, com a confiança das pessoas na economia piorando em relação a 2017, fica mais difícil apostar em aquecimento significativo do consumo. “Não é verdade que vai dar o estímulo que estão imaginando”, diz o economista João Luiz Mascolo, professor do Insper, que diz que a confiança do consumidor em queda não permite que seja projetado um aquecimento significativo do comércio. “Quando se tem um conjunto de incertezas, sejam políticas ou econômicas, as pessoas não vão levar para o consumo”, diz Mascolo. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), a confiança do consumidor perdeu força em maio, com o índice passando de 89 pontos no mês anterior para 86. Em maio do ano passado, o indicador havia crescido de 82 pontos para 83. Os analistas citam como fatores que pesam sobre a confiança a redução das estimativas do crescimento do PIB e a dificuldade que ainda permanece sobre a recuperação do mercado de trabalho, além do quadro político e das incertezas após a greve dos caminhoneiros. “O ambiente em 2017 era outro, o clima era bastante favorável no começo do ano. Se comparar [a liberação do PIS/Pasep] com a liberação do FGTS, o clima de confiança agora é muito menor”, comenta Mascolo. “Mesmo com a retomada em curso da economia, há dúvidas sobre a velocidade. A percepção é de lentidão”, complementa Margato. “A dinâmica da confiança do consumidor perdeu fôlego.”
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19/06 - Chances da Copa: Colômbia x Japão; Polônia x Senegal e Rússia x Egito
Para os jogos desta terça-feira (19), três matemáticos da Escola de Matemática Aplicada da FGV apostam em vitória da Colômbia sobre o Japão, da Polônia sobre o Senegal e da Rússia sobre o Egito. Eles analisaram 4.010 jogos entre seleções desde o início da Copa de 2014, incluindo 222 seleções, para fazer as previsões. Entenda aqui como funcionam os cálculos. Chances de vitória em jogo entre Colômbia e Japão FGV Chances de vitória em jogo entre Polônia e Senegal FGV Chances de vitória em jogo entre Rússia e Egito FGV Minha previsão Nem sempre os números batem. Para ter uma segunda opinião, montei os mesmos modelos com a minha previsão. Colômbia x Japão Polônia x Senegal Rússia x Egito
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19/06 - Metade dos profissionais se sentiu prejudicada em processos seletivos, aponta pesquisa
Levantamento revela que mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência e profissionais mais qualificados foram os que mais se sentiram em desvantagem na disputa por um emprego. Entre profissionais que se sentiram prejudicados em seleções de emprego estão as pessoas com deficiência. Natália Normande/G1 Mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência e profissionais mais experientes e qualificados foram os que mais se sentiram afetados em processos de recrutamento e seleção, revelou uma pesquisa da Vagas.com, empresa de soluções tecnológicas de recrutamento e seleção, e da Talento Incluir, que atua na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Discriminação racial é frequente no mundo corporativo, diz presidente da Bayer Empresa é denunciada por exigir 'hétero e magro' para vaga de garçom A pesquisa, feita com mais de 3,2 mil candidatos entre 6 de fevereiro e 13 de março, mostra que 50% dos candidatos respondentes se sentiram prejudicados em dinâmicas seletivas. Dentro desse grupo, 54% são mulheres, 55% são pessoas pretas, 59% são pessoas com deficiência, 64% são pessoas com mais de 55 anos e 59% são pós-graduados. Ao serem questionados sobre os motivos da discriminação, os candidatos afirmaram as seguintes razões: idade (37%) local de moradia (15%) raça/etnia (12%) estilo e condição social (11%, cada) peso (10%) faculdade que frequentaram (9%) gênero (6%) religião ou crença (5%) deficiência (1%) Discriminação de colegas Outro aspecto abordado com os candidatos foi referente à discriminação de colegas de trabalho. Os que afirmaram ter vivenciado esse tipo de situação representaram 43%. Desse total, 48% são mulheres, 48% são pessoas pretas, 65% são pessoas com deficiência e 47% têm idade de 36 a 40 anos. Entre os motivos apontados, destacam-se a idade (20%), condição social (19%), estilo (16%), raça e local que mora (11%, cada), peso e religião (10%, cada), gênero (9%), orientação sexual (6%), faculdade que estudou (5%), idioma ou sotaque e altura (4%, cada) e deficiência (2%). A pesquisa também procurou saber se os episódios de exclusão são constantes. Houve mais de uma ocorrência em 25% dos casos, 10% em apenas um caso e 8% dos episódios acontecem frequentemente. Ainda de acordo com esse mesmo grupo, esses episódios causaram danos psicológicos (13%), danos sociais (10%), dificuldades no trabalho (7%), comprometimento do senso crítico e ético (4%), dificuldades na aprendizagem (3%), desvios comportamentais (2%). Nenhum somou 16%. PCDs sofrem com discriminação As pessoas com deficiência também sofrem com a discriminação no mercado de trabalho. Mais da metade (59%) dos respondentes se sentiram prejudicados em processos seletivos, ante 50% da base total de candidatos. Os PCDs acreditam que a deficiência (74%) é a principal barreira para conquistar uma vaga de trabalho. Também são mais representativos (65%) em exclusão de colegas de trabalho contra 57% do total de candidatos respondentes. A frequência constante dos episódios também é maior para eles: 19% ante 8% da base de candidatos. Em contrapartida, sentem que as empresas onde trabalham possuem programas de diversidade (59%), contra 31% dos demais candidatos. E também conhecem mais beneficiados por ações afirmativas: 46% contra 23% do restante. Sem programas de diversidade O levantamento mostra ainda que a maioria das empresas não possui programas de diversidade e não está totalmente preparada para lidar com o assunto. A maioria dos profissionais de RH (60%) afirmou que a empresa onde trabalham não possui um programa de diversidade. E aqueles que informaram que contam com a iniciativa (40%), as ações são voltadas, em sua maioria, a pessoas com deficiência (88%) e jovem aprendiz (84%). Para 62% dos profissionais de RH respondentes, as empresas onde trabalham não estão totalmente preparadas para lidar com a diversidade. Outros 25% acreditam que as companhias onde atuam não estão aptas a tratar do tema, enquanto 3% não souberam opinar. Somente 10% desse público profissional afirmou que suas corporações estão prontas para essa questão. Entre as dificuldades apontadas, aparecem preconceito ou falta de informação (48%), aceitação e respeito dos gestores (25%), aceitação e respeito dos colegas (14%), falta de preparo da área de recursos humanos (9%), discriminação (4%). A maioria dos especialistas de RH (55%) acreditam que as ações afirmativas (medidas para eliminar desigualdades) relacionadas à diversidade podem compensar perdas provocadas pela discriminação. Para 27%, não é possível, enquanto 18% não opinaram. Ainda sobre as ações afirmativas, os profissionais de RH acham que elas impactarão o mercado.
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19/06 - DF vai abaixar imposto sobre querosene em 2019, em troca de voos internacionais
Companhias com maior volume de rotas entre o DF e o exterior receberão descontos maiores. Hoje, alíquota de ICMS já é usada para fortalecer a malha aérea das capitais. Aeroporto de Brasília Felipe Menezes/Divulgação A partir de 2019, o Distrito Federal dará isenção tributária progressiva às companhias aéreas que lançarem voos internacionais a partir da capital. O desconto será dado no ICMS cobrado no querosene de aviação (QAV) dos trajetos nacionais – o da aviação internacional já tem "taxa zero". Quanto mais viagens, maior será o abatimento concedido. Segundo o governo, a ideia é fazer do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek um "hub" da América Latina – ou seja, um ponto estratégico com grande tráfego de passageiros. O decreto que traz a novidade foi publicado na última sexta-feira (15) em uma edição extra do Diário Oficial. Atualmente, o ICMS sobre o querosene no DF é de 12%. Essa alíquota já é considerada vantajosa em relação a outros locais, como São Paulo, que taxa o querosene em 25%. Já com o benefício, o ICMS pode cair para até 7%, dependendo da quantidade de viagens internacionais partindo de Brasília. Voos internacionais continuam com imposto sobre querosene zerado. Confira o cálculo projetado pelo governo: Até 14 viagens internacionais saindo de Brasília: ICMS em 12% 14 viagens: 11% 18 viagens: 10% 24 viagens: 9% 28 viagens: 8% A partir de 28 viagens: 7% Aeroporto de Brasília Aeroporto de Brasília Estímulo econômico Ao G1, o secretário de Fazenda, Wilson de Paula, disse que a medida representa uma “mudança de filosofia” na forma de conceder o benefício às empresas. “Não estamos já reduzindo o imposto ‘de cara’. Estamos concedendo o benefício em troca de um crescimento aqui em Brasília”, afirmou. Com o desconto, o governo abrirá mão de até R$ 50 milhões no ano. No entanto, o secretário de Fazenda declarou que o dinheiro será compensado. “O voo internacional agrega um volume de negócios interessante. Quando um voo parte do DF para o exterior, há mais conexões até aqui, mais aeronaves abastecendo aqui. É uma cadeia que a gente está estimulando, sem falar que Brasília está em uma posição estratégica geograficamente no país.” Segundo ele, a redução de imposto não tem nada a ver com a greve dos caminhoneiros, que acendeu a discussão em relação à tributação sobre combustíveis. “Isso é de um projeto aprovado no ano passado e que agora foi regulamentado.” Aeroporto de Brasília Felipe Menezes/Divulgação O impacto da greve Apesar da negativa do governo, durante a greve dos caminhoneiros, o Aeroporto de Brasília teve dificuldades em aproveitar uma "vantagem competitiva" gerada pelo baixo ICMS. Aliada à localização privilegiada, a alíquota baixa faz com que as companhias carreguem uma "reserva extra" nas aeronaves ao passar pelo DF. Isso significa que o avião pode chegar em São Paulo, por exemplo, e passar esses litros, comprados à taxa de 18%, para o tanque principal. Durante os dez dias de contingenciamento de querosene no Aeroporto JK, essa reserva foi proibida, e apenas aeronaves com autonomia para o voo seguinte foram autorizadas a pousar. Nesse regime, as empresas tiveram de completar os tanques e as reservas extras onde havia combustível disponível – qualquer que fosse o ICMS cobrado. Turismo turbinado Para o secretário de Turismo, Jaime Recena, a novidade vai facilitar a vida de quem mora em Brasília e quer fazer uma viagem internacional sem escalas. Mas também vai permitir que pessoas em passagem pela América Latina optem por conhecer Brasília, em meio à viagem que já planejaram. “Isso acontece em Portugal. Há companhias aéreas que permitem você parar naquela cidade, que antes seria apenas uma conexão, sem cobrar a mais por isso. Acaba estimulando novos mercados.” “Quando você tem a conectividade, aumenta a capacidade de captar turistas pra esse local.” Ainda segundo o secretário, a criação de voos internacionais promove efeito cascata. "Estudos estimam que há criação de 20 voos nacionais para alimentar cada voo internacional." Caminhões-tanque com querosene de aviação chegando ao Aeroporto Internacional de Brasília Vinicius Cassela/G1 Poucos voos internacionais Há poucos anos, a capital chegou a ensaiar esse papel de hub internacional. A crise financeira, no entanto, levou as companhias a desativar itinerários. A lista inclui o voo da Delta até Atlanta, o da Aerolineas Argentinas com destino a Buenos Aires, o da Air France até Paris e o da Latam até Orlando. Atualmente, Brasília conta com voos para Lisboa (TAP), Panamá (Copa Airlines), Miami (American Airlines) – estes, operados por empresas estrangeiras. Das companhias nacionais, a Latam faz viagens diárias para Buenos Aires e duas vezes por semana para Punta Cana. Segundo a Inframerica, que administra o aeroporto, em novembro, a GOL vai oferecer voos diretos para Miami e Orlando, todos os dias. Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.
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19/06 - Deputados analisam nesta terça proposta que revoga a Lei de Licitações
Projeto em tramitação em uma comissão especial da Câmara muda regras sobre dispensa de licitação, critérios para avaliação de propostas e punições por infrações administrativas. Deputados vão analisar, nesta terça-feira (19), em uma comissão especial da Câmara, a proposta que promove alterações nos procedimentos de licitação realizados pela União, Estados e municípios. O projeto pretende revogar a atual Lei de Licitações, de 1993. Pela Constituição, a Administração Pública - nos níveis municipal, estadual e federal - é obrigada a fazer licitações quando precisa contratar obras, serviços ou realizar compras, por exemplo. Estas licitações ocorrem sob as regras previstas na lei de 1993. A proposta em discussão na Câmara, que veio do Senado em 2016, cria um novo marco regulatório para o setor. Leia abaixo os principais pontos do projeto em análise na Câmara: Sigilo em fases da licitação - A lei atual deixa claro que a licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis os atos de seu procedimentos. A exceção fica por conta do conteúdo das propostas realizadas pelos concorrentes, até a apresentação. O texto do projeto em discussão pelos deputados estabelece que os atos são públicos, mas faz uma ressalva mais genérica, para "as informações cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado, na forma da lei”. A proposta permite, por exemplo, que o orçamento estimado pela Administração Pública seja sigiloso, "havendo motivos relevantes devidamente justificados". Mas este sigilo não vai valer para órgãos de controle interno e externo. Critérios de julgamento de propostas - A Lei de Licitações estabelece os seguintes critérios para julgamento das propostas concorrentes: menor preço; melhor técnica; técnica combinada com preço; maior lance ou oferta. A proposta nova altera estes critérios, prevendo: menor preço; maior desconto; melhor técnica ou conteúdo artístico; técnica e preço; maior lance, maior retorno econômico. Dispensa de licitação - A lei atual permite a dispensa de licitação para serviços e compras até R$ 8 mil, além de obras e serviços de engenharia até R$ 15 mil. A proposta em discussão aumenta estes limites: R$ 50 mil para compras e R$ 100 mil para serviços. Fases da licitação - A proposta prevê as seguintes fases: preparatória; divulgação do edital de licitação; apresentação de propostas e lances; julgamento; habilitação; recursal; homologação. Na prática, a habilitação passa a ser uma etapa posterior ao julgamento. Modalidades de licitação - A proposta nova altera as modalidades de licitação, excluindo o convite (previsto na lei atual) e incluindo o diálogo competitivo. Punição por infrações administrativas - A lei atual prevê punições que variam de advertência, passando por multa até a declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração. O texto em discussão mantém as hipóteses, mas no caso da declaração de inidoneidade, foi suprimida a previsão da lei atual de que ela vai se manter enquanto existirem os motivos determinantes da punição, ou até que a empresa seja reabilitada. A proposta atual também estabelece diretrizes a serem observadas no momento da punição: natureza e gravidade da infração, circunstâncias agravantes e atenuantes. E determina um valor mínimo e máximo para a aplicação de multas: não podem ser menores de 0,5% e nem maiores que 30% do valor do contrato licitado. Punição por fraude em licitação - A lei atual estabelece pena de 3 a 6 anos para quem fraudar licitações. A proposta em discussão amplia a pena, para 4 a 8 anos de prisão. Se houver sobrepreço ou superfaturamento, a pena passa a ser entre 4 e 12 anos de prisão. Medidas cautelares de tribunais de contas - Quando os tribunais de contas suspenderem os processos de licitação, em decisão provisória, eles terão de se pronunciar definitivamente sobre o mérito das supostas irregularidades no prazo de 30 dias, prorrogável pelo mesmo período uma única vez. Portal sobre licitações - A proposta da Câmara cria o Portal Nacional de Contratações Públicas (PCNP), um site oficial que vai centralizar as informações sobre as licitações realizadas. Manifestação de interesse - O novo texto cria a possibilidade de realização do procedimento de manifestação de interesse. Por este mecanismo, a Administração Pública pede à iniciativa privada a realização de estudos e projetos, que podem posteriormente serem usados em licitações - se isso ocorrer, a empresa que fizer o projeto poderá ser ressarcida. Mediação e arbitragem - Na solução de controvérsias surgidas nas licitações, o texto novo vai permitir o uso de mediação e arbitragem, meios alternativos a processos judiciais.
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19/06 - ‘Queremos liderar a internet via satélite no Brasil’, diz executivo da operadora do satélite da Telebras
Parceria entre Telebras e a norte-americana é contestada na Justiça. 'Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados', diz Kevin Cohen, gerente da Viasat. Kevin Cohen, gerente geral da Viasat para a América Latina. Divulgação/Viasat Os problemas compartilhados por Telebras e Viasat começaram muito antes de a Justiça brasileira suspender o acordo que as duas fecharam para operar o satélite brasileiro que custou R$ 2,78 bilhões e está há mais de um ano no espaço, mas impedido de levar banda larga a qualquer lugar do Brasil. No ano passado, uma greve de trabalhadores da Guiana Francesa atrasou o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que só acabou ocorrendo em maio de 2017. “Essa greve também nos feriu um pouco”, afirmou ao G1 Kevin Cohen, gerente geral da Viasat para a América Latina. "Depois do SGDC, o próximo satélite da fila era o nosso. Tínhamos marcado a data e não deu certo.” O cruzar de braços fez a norte-americana postergar o lançamento de seu quarto satélite, o Viasat 2, somente levado ao espaço em julho. Quase um ano depois, Telebras e Viasat estão no centro de outra paralisação: uma ação judicial, que foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no começo do mês, suspendeu a parceria entre as duas. Isso congelou dois importantes programas do governo federal criados para levar banda larga móvel a lugares remotos: o Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) e o Internet para Todos. O processo judicial foi movido pela Via Direta, uma empresa amazonense que diz ter sido preterida durante o processo privado que levou a Telebras a contratar a Viasat. “Nós sabíamos que o Brasil é bem complicado e difícil de entrar. Mas, como o Brasil é o maior mercado da América Latina, nós já planejávamos vir e ficar por um longo prazo.” Em conversa com o G1, Cohen contou como a possibilidade de operar o SGDC surgiu como um atalho para a Viasat chegar ao Brasil. Já estava nos planos da norte-americana aportar no país, mas somente em 2020. Nesse ano, a companhia pretende lançar o primeiro de uma constelação de satélites, chamada de Viasat 3, e o equipamento inaugural já será capaz de cobrir todo o continente americano. Para Cohen, a insatisfação gerada entre as empresas preteridas ocorre porque a entrada de um novo concorrente costuma pressionar os preços para baixo. Ele diz também que, ainda que os desdobramentos na Justiça não sejam favoráveis, nem pensa em encerrar a parceria com a Telebras. A aposta, diz, é virar líder em internet via satélite no Brasil. “Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados. Nosso plano é de captar muito da participação de mercado por aqui e crescer. Nosso objetivo é ser primeiro em internet satelital no Brasil”, diz Cohen. Veja abaixo os principais trechos da entrevista, concedida pelo executivo em São Paulo: G1 - Vocês pensavam que seria assim tão difícil chegar ao Brasil? Kevin Cohen - Nós sabíamos que o Brasil é bem complicado e difícil de entrar. Mas, como o Brasil é o maior mercado da América Latina, nós já planejávamos vir e ficar por um longo prazo. G1 - A Telebras vem enfrentando problemas com esse satélite desde sua concepção. Por que vocês escolheram um projeto de uma outra empresa para começar a operar no Brasil? Cohen - Com 32 anos desenvolvendo tecnologia satelital, temos 4 satélite no espaço. Fazemos do satélite até as antenas e estações terrestres, além de operamos o serviço. Usam os nossos serviços 19 empresas aéreas. Enquanto você está lá em cima, nosso serviço permite fazer streaming de vídeos e todas as coisas que feitas no chão. Há sete anos, lançamos nosso terceiro satélite, o ViaSat 1, com capacidade de 140 Gigabits por segundo e com cobertura para EUA, Canadá e norte do México. Em junho passado, lançamos o Viasat 2, que cobre América Central e Caribe e tem capacidade de 260 Gbps. A certas zonas, pode fornecer conexão de até 100 Mbps. Em 2020, teremos uma constelação de satélites chamada ViaSat 3, que terá mais de 1 Terabit por segundo de capacidade. Esses três satélites terão cobertura de um terço do globo; o primeiro vai cobrir as Américas e o segundo, Europa e Oriente Médio. Nosso plano de expansão não era ficar só nos EUA, mas entrar em outros países, como fizemos no México. Já sabíamos que o Brasil é um país muito grande, tem muita oportunidade e tem milhões de pessoas que estão desatendidas, em comunidades e vilarejos remotos. Uma parceria com uma empresa como a Telebras nos ajudaria a entrar no mercado, porque nós planejamos ficar e crescer. Foi muito atraente. Por isso, entramos no Brasil antes do ViaSat 3. Queríamos aprender. O mercado do Brasil é tão grande que não queríamos perder a oportunidade. G1 - O Brasil está saindo de uma crise econômica, mas ainda muito lentamente. Vale a pena entrar no país ainda que nessas condições e ainda mais oferecendo banda larga, que, apesar de onipresente e popular, não é um serviço essencial? Cohen - Eu diria que a internet é um direito humano básico, como eletricidade, água, comida e casa. A conectividade melhora a educação. Como nós já estamos levando um serviço de conexão a preços acessíveis para quem mora em aldeias no México, nosso objetivo é atender esse mercado desatendido, de milhões de brasileiros. O Brasil está em crise, mas, como ficaremos aqui por muito tempo, sabemos que o mercado está aqui. G1 - Vocês esperavam que as dificuldades nascessem da concorrência? Cohen - Sempre que entramos em um mercado, sabemos que vamos mudar o negócio. Por exemplo, com o aumento de capacidade para satélite, os preços para backhaul de celular estão caindo. Por isso, já com o SGDC, os preços iriam cair ainda mais e a velocidade seria ainda melhor. Alguns concorrentes não querem abraçar a redução dos preços. G1 - Como a entrada de um novo concorrente faz os preços caírem? Cohen - Se você pensar no modelo anterior do satélite, a prática era vender capacidade para sinal de TV, do tipo DTH. Mas com os novos satélites, como Viasat 1 e Viasat 2 e o de outros concorrentes que estão criando constelações satelitais, tem muito mais capacidade do que demanda para DTH. Então estamos vendendo capacidade com preços menores para poder, ao menos, fazer a venda. Há bastante capacidade e não tanta demanda nos negócios anteriores. G1 - Por que vemos alguns lugares no Brasil sem conexão nenhuma? Cohen - É uma questão econômica. Se você tiver que instalar uma torre de celular, seja de 3G ou de LTE, custa muito caro. E ela vai cobrir um raio de alguns quilômetros. Se fizer esse investimento para atender poucas pessoas e o poder aquisitivo delas for de R$ 10 por mês, não dá. O cálculo não fecha. Como não temos que instalar torres de celular, a diferença é que podemos levar internet de alta qualidade e a preços menores para comunidades isoladas geograficamente. G1 - Como a Viasat pretende atuar aqui no Brasil? Cohen - Nosso plano principal é primeiro atender o Gesac, que pretende de levar internet a 15 mil pontos, como escolas, centros de saúde, postos na fronteira etc. Além disso, teremos os planos de Wi-Fi comunitário, que faz parte do programa Internet para Todos. Além de atender as comunidades desatendidas de classe baixa, também teremos outros serviços no futuro. Nos EUA, na Europa e na Austrália, por exemplo, temos serviço comercial para aviões. No Brasil, já assinamos um acordo com a Embraer para os jatos privados dela. Essa parceria não inclui o SGDC, e sim o Viasat 1, porque 80% dos aviões da empresa operam nos EUA. G1 - Há a intenção de competir pelos consumidores de grandes centros no Brasil? Cohen - Nosso objetivo é ficar nas áreas periféricas, não nas áreas urbanas centrais. Podemos levar um serviço de alta velocidade a um baixo preço para onde não tem nada. G1 - Quanto isso custaria? Cohen - O plano é levar internet em pacotes pequenos, por dados ou por hora. Eu diria que o preço seria o mesmo para comprar uma Coca-Cola ou um pacote de salgadinhos. G1 - Quanto a Viasat vai investir no Brasil? Cohen - Estamos investindo mais de US$ 50 milhões. G1 - A Telebras diz que está perdendo dinheiro com a suspensão do acordo. O mesmo está ocorrendo com vocês? Cohen - Primeiro, quem mais está perdendo é o povo brasileiro, porque já estaríamos em milhares de comunidades com o Wi-Fi comunitário e o Gesac. Estaríamos em escolas com conexões 10 vezes mais rápidos. Segundo, um satélite só tem vida útil para 15 anos, e o SGDC já está no espaço há mais de 10 meses. Além disso, por não estarmos funcionando no Brasil, já perdemos milhões de dólares, mas não posso precisar quanto. G1 - Concorrentes reclamam que começaram a negociar e foram preteridas no meio do processo. A forma como a Telebras escolheu a Viasat foi justa? Cohen - A Telebras fez um chamamento público, não apareceram interessados. Depois disso, recebeu propostas de todos os concorrentes. Nós confiamos na Justiça e no processo, porque fizemos tudo direito. G1 - A Viasat já se tornou operadora de um satélite de outra empresa em algum lugar do mundo? Cohen - Sim, na Austrália, instalamos as estações terrestres e operamos o serviço, porque o país possui dois satélites próprios. G1 - Em algum lugar do mundo, a Viasat já foi obrigada a retirar equipamentos que estávamos instalados? Cohen - Essa é a primeira vez. Essa ideia de retirar os equipamentos foi muito chocante. Antes, as crianças tinham um serviço em que tinham de esperar. Cada um tinha de fazer sua tarefa para dar lugar a próxima criança. Depois, quando chegou o serviço do SDGC, eles podiam fazer as tarefas ao mesmo tempo. Esse serviço atendia a necessidade delas. G1 - Há alguma chance de a Viasat desistir do acordo com a Telebras, já que os resultados na Justiça não têm sido nada favoráveis? Cohen - Nós confiamos no processo e estamos aqui para ficar. Estamos confiantes de que poderemos recomeçar o trabalho com o SGDC. G1 - Operando o SGDC, a Viasat já gerou um desconforto entre os concorrentes. Espera o mesmo quando o Viasat 3 entrar em operação? Cohen - Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados. Nosso plano é captar muito da participação de mercado por aqui e de crescer. Nosso objetivo é ser primeiro em internet satelital.
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19/06 - Quais os times com mais chances de ganhar a Copa do Mundo?
Veja quais os times com mais chances de ganhar a Copa Após cinco dias de jogos, Samy Dana traz um novo panorama das Seleções mais bem posicionadas no Mundial. Confira a reportagem e o comentário acima.
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19/06 - Pagseguro lança nova oferta de ações de até US$ 1,1 bilhão
Antes do lançamento do acordo, o Pagseguro fechou o pregão da Nyse em US$ 32,10, queda de 3,7% na sessão, mas acima do preço de US$ 21,50 dólares em seu IPO. A empresa de meios eletrônicos de pagamento Pagseguro lançou uma nova oferta de ações de até US$ 1,1 bilhão, uma das raras empresas da América Latina a se aventurar nos mercados de capitais nos últimos meses. O plano, que ocorre meses após o IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) de US$ 2,26 bilhões de dólares em janeiro, é a terceira emissão de ações da América Latina desde abril, segundo dados da IFR. O Goldman Sachs e o Morgan Stanley consultaram o mercado nesta segunda-feira sobre a venda de 33 milhões de ações, sendo 11,55 milhões de uma oferta primária (papéis novos) e 21,45 milhões da secundária (ações detidas pelo controlador UOL). O roadshow de três dias é mais longo do que os dois dias exigidos pelas regras de valores mobiliários dos EUA para emissores listados há menos de um ano. Antes do lançamento do acordo, o Pagseguro fechou o pregão da Nyse em US$ 32,10, queda de 3,7% na sessão, mas acima do preço de US$ 21,50 dólares em seu IPO em janeiro. O Pagseguro divulgou um lucro líquido de R$ 148,5 milhões no primeiro trimestre, alta de 144,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, já que a receita mais que dobrou para R$ 928 milhões. A Pagseguro planeja usar os recursos da oferta primária para investir em novas tecnologias para dar suporte à sua rede de pagamentos digitais. O UOL reduziria sua fatia para 52,2% sobre o negócio, embora deva continuar a ter 91,6% das ações com direito a voto.
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19/06 - Ex-ministro Eliezer Batista, pai de Eike Batista, morre no Rio
Empresário morreu na noite desta segunda-feira (18) no Hospital Samaritano. Eliezer Batista foi o primeiro empregado de carreira a se tornar presidente da Vale do Rio Doce. Eliezer e Eike Batista em foto de 2007, em entrega do prêmio 'O Equilibrista', do Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros (IBEF), a Eike, noo Rio de Janeiro Tasso Marcelo/AE O empresário e ex-ministro Eliezer Batista morreu na noite desta segunda-feira (18), aos 94 anos. Ele estava internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Engenheiro, Eliezer foi, entre outros cargos, presidente da Vale do Rio Doce, ministro de Minas e Energia, em 1962, e secretário de Assuntos Estratégicos do governo Fernando Collor de Mello em 1992. Batista também participou do segundo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como membro do Conselho Coordenador das Ações Federais no Rio de Janeiro. Morre, aos 94 anos, o ex-ministro Eliezer Batista Empresário no ramo da mineração e natural de Nova Era (MG), Eliezer era pai do também empresário Eike Batista e outros seis filhos. No ramo empresarial, Eliezer foi diretor-presidente da Minerações Brasileiras Reunidas S.A., vice-presidente da Itabira International Company, diretor da Itabira Eisenerz GMPH, presidente da Rio Doce Internacional (subsidiária da Vale em Bruxelas). Depois de retornar à presidência da Companhia Vale do Rio Doce, em 1979, Batista desenvolveu o Projeto Ferro Carajás, primeira iniciativa de exploração das riquezas da província mineral dos Carajás, com áreas do Pará até o Xingú, Goiás e Maranhão. Eliezer também foi um dos fundadores, em 1997, do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentado (CEBDS). Vale lamenta morte Em nota, a Vale lamentou o falecimento de Eliezer Batista, "primeiro empregado de carreira a ocupar o principal posto na empresa". "Presidente por duas vezes, Eliezer preparou a então Companhia Vale do Rio Doce para o crescimento que ocorreria a partir da década de 1980, criando uma estratégia de comercialização de minério em grandes volumes e a longo prazo com as siderúrgicas japonesas", diz o texto. "Estamos consternados. Nosso maior engenheiro, o homem que teve a visão de preparar a Vale para ser a empresa que conhecemos hoje, se foi. Eliezer Batista, que um dia recebeu a alcunha de 'Engenheiro do Brasil', bem que poderia ser conhecido por: 'o Construtor da Vale'. Sim, temos orgulho de dizer que fomos a sua principal obra", afirmou o diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman. 'Sempre acreditou no Brasil', diz Temer Initial plugin text No microblog Twitter, o presidente Michel Temer também lamentou a morte de Eliezer Batista. "O Brasil perdeu um de seus maiores engenheiros. Eliezer Batista foi um dos responsáveis pelo sucesso da Vale no mundo. Muito trabalhou pelo nosso país e sempre acreditou no Brasil", escreveu o presidente. Além do presidente, o Sistema Firjan também manifestou lamentação pela morte de Eliezer Batista. "Eliezer dedicou sua vida à questão da infraestrutura e da logística. Presidiu a Vale, dando início a uma trajetória que transformaria a companhia em um dos maiores grupos do mundo. E foi responsável por uma aproximação com empresas do Japão, que resultou em importantes investimentos em nosso país", diz a nota. O sistema lembrou que, em 1995, Batista assumiu cadeira no Conselho Coordenador das Ações Federais no Rio de Janeiro, ligado à presidência da República e que ficava sediado na Federação. "Foi o começo também de uma inestimável colaboração para a Firjan", recorda o texto. Em 2016, a Firjan destacou que Batista passou a integrar o Conselho de Eméritos da Federação, criado para debater grandes temas da indústria fluminense. "O Brasil e o Rio de Janeiro devem muito a Eliezer, um dos maiores brasileiros da história", ressaltou a instituição.
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18/06 - ANP diz que 31 empresas aderem a nova fase programa de subsídio ao diesel
Programa foi criado durante as negociações para encerrar uma greve dos caminhoneiros. Um total de 31 companhias, dentre produtoras e importadoras, inscreveram-se para participar da segunda fase do programa de subsídios ao diesel, do governo federal, em vigor entre 8 de junho e o fim de julho, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em seu site. Preço do diesel recua 5 centavos na semana, segundo ANP Após subsídios ao diesel, mercado sobe estimativa de rombo para R$ 151 bi Dentre as inscritas, estão a Petrobras, que detém quase 100% da capacidade de refino no país-- além das pequenas refinadoras Refinaria de Petróleo RioGrandense e Dax Oil Refino S.A., assim como diversas importadoras, como a Alesat Comercial Importações e Exportações Ltda. As 31 empresas, de acordo com a agência reguladora, se inscreveram até esta segunda-feira (18). Programa de subsídio O programa de subvenção ao combustível, do governo federal, foi criado como resultado das negociações para encerrar uma greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias em maio e protestava contra os altos preços do combustível. O objetivo do governo é que as empresas reduzam seus preços, sem que sejam prejudicadas financeiramente. Ao aderirem ao programa, as produtoras e importadoras se comprometeram a congelar os seus preços de comercialização do diesel no país em valores estipulados pelo governo federal, ao passo que serão ressarcidas em até 30 centavos por litro pela União, dependendo das condições do mercado.
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18/06 - Rússia e Arábia Saudita propõem aumento de produção de petróleo da Opep
Opep acertou em janeiro de 2017 uma redução conjunta da produção e retirou 1,8 milhão de barris diários do mercado. A Rússia e a Arábia Saudita propuseram nesta segunda-feira (18), em reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que a entidade amplie sua produção em 1,5 milhão de barris diários durante os próximos meses. "Essa é a proposta dos dois principais países", afirmou o ministro de Hidrocarbonetos do Equador, Carlos Pérez, que chegou hoje a Viena para participar da reunião da Opep. O ministro equatoriano não quis avaliar a proposta, mas admitiu que vários países que fazem parte da organização discordam de russos e sauditas, dois dos maiores exportadores de petróleo do mundo. Proposta será estudada na reunião da Opep de sexta-feira Getty Images A proposta será estudada na 174ª reunião da Opep na sexta-feira. Caso seja aprovada, a Rússia levará a sugestão aos seus aliados, que estão fora da organização, no sábado. "Vai ser uma reunião difícil", previu o ministro equatoriano. A Opep acertou em janeiro de 2017 uma redução conjunta da produção, retirando 1,8 milhão de barris diários do mercado para forçar uma alta nos preços do petróleo. A medida fez com que as cotações chegassem a um patamar não visto desde 2014. "Temos que ser cuidadosos, queremos que as reservas de petróleo estejam equilibradas. Na reunião, temos que ver como está o cumprimento do corte, as expectativas do mercado. Há uma série de análises que temos que fazer", explicou Pérez. "Sabemos que Rússia e Arábia Saudita queriam liberar a produção contida, mas temos que revisar os números em detalhe antes de tomar uma decisão", continuou o ministro, evitando responder se o Equador apoia o aumento de produção proposto pelos dois países. Pérez não descarta um impasse dentro da Opep, o que pode fazer com que alguns membros da organização deixem de lado o acordo firmado em 2016. No entanto, ele afirmou que nem todos os países têm capacidade para ampliar a extração de petróleo atualmente. Sobre o atual nível de preços do barril, o ministro do Equador classificou as cotações como "adequadas" e "razoáveis", mas reconheceu que seu país preferiria uma alta nos próximos meses.
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18/06 - Itaú consegue barrar julgamento de recurso contra processo bilionário no Carf 
Procuradoria da Fazenda informou que vai recorrer da decisão que livrou o banco de pagar tributos que seriam devidos à Receita na fusão com o Unibanco, em 2008. O Itaú Unibanco informou que conseguiu barrar o julgamento de um recurso da Fazenda Nacional contra um processo que livrou o banco de pagar mais de R$ 25 bilhões na Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ao G1, a Procuradoria Regional da Fazenda Nacional informou que entrou com um agravo de instrumento no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) contra a liminar obtida pelo Itaú. Em nota, o banco declarou que o processo julgado a seu favor no Carf "está encerrado" e que não caberia nova análise. Segundo o Itaú, o recurso da Fazenda admitido no Carf é "incabível" e, por isso, o banco disse ter recorrido à Justiça "de forma a manter seu direito já reconhecido' e para que a Justiça "reconheça que a decisão favorável no Carf é definitiva". O Carf é um tribunal administrativo ligado ao Ministério da Fazenda que julga recursos sobre multas aplicadas pela Receita a empresas. Entenda o caso O processo foi aberto após a Receita discordar da forma societária adotada para unir as operações do Itaú e do Unibanco, que originaram o maior banco privado do país em 2008. No entendimento do Fisco, o Itaú Unibanco teria deixado de recolher valores referentes a um ganho de capital na união das instituições. O auto de infração contra o banco foi imposto em junho de 2013, no valor de R$ 18,7 bilhões, referente à cobrança de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) acrescido de multa e juros. Corrigido até o ano passado, o montante havia sido calculado em cerca de R$ 25 bilhões, segundo O Globo. O Itaú discordou da cobrança e a contestou no Carf. Em abril de 2017, o órgão decidiu a favor do Itaú, mas a Procuradoria da Fazenda recorreu da decisão. Para tentar impedir o julgamento do recurso no Carf, o banco foi à Justiça e obteve a liminar. O caso também ganhou destaque após o o antigo relator do processo no Carf, o ex-conselheiro João Carlos de Figueiredo Neto, ser preso em 2016 pela Polícia Federal acusado de cobrar propina para conceder decisão favorável ao banco. Na ocasião, o Itaú disse ter sido "vítima de conduta inadequada" do conselheiro e que esperava "ter contribuído com a identificação de conduta contrária à ética e à lei".
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18/06 - Conta de luz pode ter bandeira vermelha nível 2 até reta final do ano, dizem analistas
Bandeira tarifária vermelha nível 2 adiciona R$ 5 às contas de luz a cada 100 kilowatts-hora consumidos. Previsões de chuvas abaixo da média ao longo dos próximos meses na região dos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração do Brasil, devem pressionar as chamadas bandeiras tarifárias, mecanismo criado para sinalizar ao consumidor eventuais reduções na oferta de energia, disseram especialistas nesta segunda-feira (18). Com isso, existe uma expectativa generalizada de que se mantenha nos próximos meses a chamada bandeira tarifária vermelha nível 2, já acionada para junho, que adiciona R$ 5 às contas de luz a cada 100 kilowatts-hora consumidos. Bandeira arifária vermelha nível 2 já foi acionada em junho Reprodução/TV Gazeta As bandeiras geram cobranças extras para os consumidores quando saem do verde para o amarelo ou para a bandeira vermelha, que é dividida em dois patamares, sendo o segundo o mais caro. "Nós esperamos que a bandeira vermelha 2 continue até o final do ano", escreveram analistas do banco UBS em relatório nesta segunda-feira. "Existe um certo consenso... tem vários agentes de mercado que estão indo nessa linha, até novembro com bandeira vermelha, por uma questão principalmente de hidrologia. Apesar de a carga não estar crescendo como se esperava, a hidrologia está ficando bem abaixo da média", disse à Reuters o presidente da comercializadora Copel Energia, Franklin Miguel. As chuvas na região das hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste estão estimadas para este mês em apenas 78% da média histórica, que já não é favorável porque a partir de maio tem início o chamado "período seco", com menores precipitações, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). "Estamos entrando agora no período de inverno e o cenário hídrico continua recessivo... estamos esperando bandeira vermelha nível 2 até o mês de outubro", disse o sócio da consultoria Pontoon-e, Marcos Severine. Ele estimou que, caso confirmada a projeção, a energia elétrica poderia contribuir em cerca de 0,60 ponto percentual para a inflação medida pelo IPCA em 2018. Na comercializadora de energia Compass, a projeção, mais conservadora, é de bandeira tarifária vermelha nível 2 ao menos até setembro. "Até lá com certeza é vermelha. Agora outubro, novembro e dezembro ainda não dá para afirmar", disse o diretor da Compass, Paulo Mayon. Ele disse que, ao final de maio, os modelos de projeção apontavam para a possibilidade de chuvas ruins em julho, que eventualmente poderiam se reverter em agosto, o que explica o cenário um pouco mais otimista da consultoria, que vê possibilidade de bandeira amarela em outubro e novembro.
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18/06 - Fujifilm processa Xerox em mais de US$ 1 bilhão após cancelamento de fusão
Empresa é acusada de quebra de contrato e envolvimento em 'conduta intencional e notória'. A Fujifilm processou a Xerox nesta segunda-feira (18) em mais de US$ 1 bilhão, culpando a empresa de impressoras e copiadoras de sucumbir à pressão dos investidores Carl Icahn e Darwin Deason para o cancelamento da proposta de fusão. Em uma queixa apresentada ao Tribunal Distrital dos EUA em Manhattan, a Fujifilm acusou a Xerox de quebra de contrato e envolvimento em "conduta intencional e notória" ao abandonar a fusão de US$ 6,1 bilhões anunciada em janeiro. A fusão foi cancelada em 13 de maio, quando a Xerox, em um acordo com Icahn e Deason, concordou em instalar vários novos diretores e substituir Jeff Jacobson como presidente-executivo pelo antigo diretor de tecnologia John Visentin. "A Xerox esteve recentemente sujeita aos caprichos dos investidores ativistas Carl Icahn e Darwin Deason, que, apesar de serem minoritários em ações da Xerox, puxaram a diretoria da Xerox em mais direções do que podem ser contadas", disse a Fujifilm. Os porta-vozes da Xerox não responderam de imediato aos pedidos de comentários. Icahn e Deason também não responderam imediatamente a pedidos semelhantes. A Xerox vem explorando opções estratégicas, incluindo transações com outras empresas, mas o processo poderia forçá-la a resolver as queixas da Fujifilm mais cedo. Uma fusão teria combinado a Xerox com a joint venture de 56 anos Fujifilm Xerox, na qual a Fujifilm e a Xerox detinham as respectivas participações de 75% e 25%. A Fujifilm teria, a partir de então, propriedade de 50,1% das ações ordinárias da Xerox, e os acionistas da Xerox teriam recebido um dividendo especial de US$ 2,5 bilhões. Icahn, o bilionário, e Deason juntos detêm 15% das ações da Xerox, e disseram que a fusão desvalorizou a empresa baseada em Norwalk, Connecticut. Deason também acusou Jacobson de organizar a fusão para manter seu emprego. A Fujifilm esperava que a fusão gerasse pelo menos US$ 1,7 bilhão em economia de custos e US$ 1 bilhão em novas receitas anuais. O processo também busca taxa de rescisão de US$ 183 milhões. Logo da Xerox em prédio da empresa na cidade de Minsk, na Bielorrússia Reuters/Vasily Fedosenko/File Photo
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18/06 - Suprema Corte dos EUA avalia comissões em App Store da Apple em caso antitruste
Donos de iPhones se queixaram de que a Apple monopoliza a venda de aplicativos de mensagens e jogos, o que eleva os preços. App Store, loja de aplicativo da Apple Divulgação/Apple A Suprema Corte dos Estados Unidos aceitou nesta segunda-feira (18) uma ação judicial que acusa a Apple de descumprir leis federais contra antitruste ao monopolizar o mercado aplicativos para o iPhone e fazer os consumidores pagarem mais do que deveriam. A Justiça vai ouvir a apelação da Apple sobre uma decisão em uma instância menor que reabriu uma ação de clientes do iPhone sobre as comissões que a fabricante recebe por meio de sua App Store. O caso pode expandir a ameaça de danos antitruste contra companhias no comércio eletrônico, que gera centenas de bilhões de dólares em vendas no varejo norte-americano. O governo do presidente Donald Trump apoiou a Apple e pediu que a justiça seja feita. Os negócios que podem ser ameaçados pelo litígio incluem marketplaces eletrônicos como a App Store, o site de ingresos StubHub, a plataforma de vendas da Amazon e o eBay, serviços em que vendedores individuais definem os preços. O caso antitruste contra a Apple surgiu de um processo de 2011 por vários compradores de iPhone na corte federal da Califórnia, incluindo Robert Pepper, principal autor da ação, segundo documentos judiciais. Eles se queixam que a Apple monopolizou a venda de aplicativos de mensagens e jogos, levando a preços maiores do que se os mesmos fossem disponibilizados por outras fontes. Embora os desenvolvedores definam os preços dos aplicativos, a Apple coleta os pagamentos de usuários do iPhone, cobrando dos desenvolvedores uma comissão de 30% em cada transação. Os desenvolvedores ganharam mais de US$ 20 bilhões em 2016, de acordo com a Apple.
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18/06 - Balança comercial registra superávit de US$ 2,8 bilhões na parcial de junho
Informação foi divulgada nesta segunda (18) pelo MDIC e abrange período entre 1º e 17 de junho. No acumulado deste ano, saldo positivo supera US$ 27 bilhões. O Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou nesta segunda-feira (18) que a balança comercial parcial de junho registrou superávit de US$ 2,8 bilhões. Isso quer dizer que as exportações superaram as importações em quase US$ 3 bilhões. O resultado abrange o período entre 1º e 17 de junho. Ao todo, informou o MDIC, as exportações em junho somam US$ 10,43 bilhões, e as importações, US$ 7,53 bilhões. Nas duas primeiras semanas deste mês, cresceram as exportações de produtos manufaturados (+13,5%). Produtos básicos (-2,2%) e semimanufaturados (-16,5%), porém, registraram queda nas vendas; Nas importações, aumentaram as compras de químicos orgânicos e inorgânicos (+44%), veículos automóveis e partes (+40,8%), farmacêuticos (+26,2%), equipamentos mecânicos (+25,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (+19,4%). Acumulado de 2018 Na parcial deste ano, até 17 de junho, a balança comercial registrou superávit de US$ 27,07 bilhões. O resultado é 17% menor do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo foi de US$ 32,6 bilhões. No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 104,06 bilhões, com média diária de US$ 912 milhões (alta de 6% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 76,99 bilhões, ou US$ 675 milhões por dia útil (aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2017). Em todo ano passado, a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o início da série histórica do ministério, em 1989. Expectativas A queda no superávit da balança comercial neste ano já era esperada pelo mercado e pelo governo. Uma pesquisa divulgada pelo Banco Central na semana passada, por exemplo, apontou que a estimativa do mercado financeiro é de saldo positivo de US$ 58,34 bilhões. Para o Ministério da Indústria e Comércio Exterior, o saldo positivo ficará em cerca de US$ 50 bilhões neste ano. O Banco Central, por sua vez, prevê superávit de US$ 56 bilhões, com exportações em US$ 225 bilhões e importações, em US$ 169 bilhões.
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18/06 - Brasil tem instrumentos poderosos para lidar com volatilidade do mercado, diz Guardia 
Durante evento em São Paulo, ministro citou as reservas de US$ 380 bilhões e o colchão de liquidez do Tesouro de R$ 575 bilhões. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, voltou a afirmar nesta segunda-feira (18) que o governo brasileiro tem instrumentos para lidar com os momentos de volatilidade no mercado financeiro. Durante evento em São Paulo, ele citou as reservas internacionais de US$ 380 bilhões e o colchão de liquidez do Tesouro de R$ 575 bilhões. Economia retomou crescimento e inflação está sob controle, diz Guardia “Temos instrumentos poderosos para atuar em momentos de alta volatilidade”, afirmou Guardia. “Se existe um movimento global de valorização do dólar, portanto de desvalorização das moedas emergentes, ninguém vai lutar contra um movimento dessa natureza. Nós vamos atuar se houver um descolamento dos preços dos ativos dos fundamentos da economia.” Nas últimas semanas, os mercados financeiros enfrentaram períodos de elevada turbulência, obrigando o Banco Central e o Tesouro Nacional a intervirem no mercado para reduzir a volatilidade no mercado de câmbio e juros. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia Gustavo Raniere/Ministério da Fazenda O humor dos investidores com a economia brasileira piorou depois da greve dos caminhoneiros. Há incerteza com a condução da política fiscal e com o quadro eleitoral diante da incerteza se a agenda de reformas vai ser mantida no próximo governo. O ministro da Fazenda reconheceu que o crescimento econômico deverá ser menor do que o esperado. No início do ano, a previsão dos economistas era de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país poderia crescer cerca de 3%. No relatório Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira, a previsão esperada pelos analistas é de apenas 1,76%. Na avaliação de Guardia, o cenário externo mais desafiador - com a normalização da política monetária nos EUA e a consequente desvalorização do real -, os efeitos secundários da greve dos caminhoneiros e a incerteza política colaboraram para a piora das expectativas. "A realidade se mostrou diferente das expectativas. Antes das manifestações dos caminhoneiros, já era possível observer uma redução da atividade", afirmou.
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