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18/02 - Concursos abertos oferecem mais de 780 vagas de emprego na Paraíba
Oportunidades são em João Pessoa, São José dos Ramos, Areia e Riachão. Pelo menos quatro concursos públicos e seleções na Paraíba oferecem pelo menos 781 vagas de emprego. Há vagas em João Pessoa, Areia, São José dos Ramos e Riachão. Arte/G1 Concurso da prefeitura de São José dos Ramos O concurso da Prefeitura de São José dos Ramos, na Mata paraibana, inscreve para 143 vagas de emprego em cargos em todos os níveis de escolaridade e salários que variam de R$ 937 a R$ 10 mil. De acordo com o edital do concurso da prefeitura de São José dos Ramos, as inscrições vão até sexta-feira (23) Veja edital do concurso da prefeitura de São José dos Ramos UPA de Cruz das Armas, em João Pessoa Juliana Santos/Secom-JP/Arquivo Concurso da saúde de João Pessoa Estão abertas as inscrições para o concurso da área da saúde da Prefeitura de João Pessoa, com 587 vagas para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos Bancários e Augusto Almeida Filho, em Cruz das Armas, e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). As inscrições acontecem apenas via internet, no site da organizadora, o Instituto AOCP, até 16 de março. Veja edital do concurso da saúde de João Pessoa Concurso da Prefeitura de Riachão Também estão abertas as inscrições para o concurso público da Prefeitura do Riachão. A seleção oferece mais de 40 vagas. De acordo com o edital, os salários oferecidos variam de R$ 937 a R$ 5.000, com oportunidades para candidatos com escolaridade do nível fundamental ao nível superior. As inscrições vão até 2 de março, de segunda a sexta feira, das 8h às 12h, na sede da Prefeitura do Riachão ou pela internet, no site da organizadora Facet. Veja o edital do concurso da Prefeitura do Riachão Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Krystine Carneiro/G1 Concurso para professor da UFPB A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está com seleção aberta para os cargos de professor adjunto e professor assistente. São seis vagas que abrangem os campi de João Pessoa e Areia. As inscrições podem ser feitas até 11 de março, nos departamentos específicos de cada área. A remuneração para o cargo varia entre R$ 2.304,66 e R$ 9.878,28, dependendo da carga horária e da titulação do candidato. Confira o edital do concurso para professor da UFPB
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18/02 - PAT Mogi Guaçu tem vagas de emprego para sete ocupações; veja a lista
Profissionais encontram oportunidades para mecânicos, auxiliar administrativo, manicure e mais. Profissionais interessados devem levar a Carteira de Trabalho no PAT. Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas Os profissionais que buscam uma oportunidade de emprego em Mogi Guaçu (SP) encontram sete ocupações com vagas abertas, nesta segunda-feira (18), no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT). A função de mecânico tem destaque. Pessoas com deficiência (PCD) podem se candidatar à vaga de auxiliar administrativo. Os interessados devem ir pessoalmente ao PAT, localizado na Rua São José, 49, no Centro. O horário de funcionamento é das 8h e 16h. É preciso levar os documentos: Carteira de Trabalho, RG, CPF e número do PIS. Para todas as funções é exigido período de seis meses de experiência. As vagas podem expirar no decorrer do dia, pois o PAT possui limite de encaminhamento de candidatos. Os telefones para mais informações: 3841-7323/3851-5300. Veja as vagas abertas Auxiliar administrativo para PCD (apresentar laudo médico) Ajudante de recarga de extintor (saber informática básica) Manicure Mecânico de motos Mecânico alinhador de autos Oficial de manutenção (precisa ter curso de elétrica) Operador de telemarketing (trabalho com vendas e atendimento ao cliente) Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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18/02 - Japonês inventa tela de LED comparável a uma segunda pele
Ultrafina e flexível, invenção poderia ser usada por médicos e até por esportistas. Homem segura tela de LED ultrafina em Tóquio Toru Yamanaka/AFP Uma tela ultrafina e flexível como uma bandagem que se pode colar na mão para receber, ou enviar mensagens. É a invenção de um acadêmico japonês, que sonha com que sua criação seja utilizada no campo da saúde. O dispositivo, de um milímetro de espessura, permite ao paciente comunicar dados clínicos a seu médico a distância, explica o inventor, Takao Someya, professor da Universidade de Tóquio. Colado na palma, ou no dorso da mão, o aparelho também pode servir para enviar mensagens aos pacientes para que não se esqueçam de tomar sua medicação, ou para permitir que as crianças se comuniquem com seus avós quando estiverem longe. "Se você o coloca diretamente sobre a pele, tem a impressão de que faz parte do seu corpo. Quando alguém lhe envia mensagens à mão, isso o aproxima emocionalmente do remetente", entusiasma-se Someya. O acadêmico ressalta que sua invenção é particularmente útil em um Japão que envelhece, porque permite estabelecer uma vigilância contínua e não invasiva das pessoas idosas dependentes. A imagem, ou as mensagens, aparecem em um painel de micro LED de 16 x 24 luzes conectadas entre si por cabos elásticos e encapsulados em uma folha de borracha. Conta também com um sensor ultraleve e um sistema de comunicação sem fio. Inventor acredita que mecanismo pode ser usado na área da saúde Toru Yamanaka/AFP "Como o dispositivo é elástico, permite colar uma tela a coisas com superfícies complexas, como a pele", ressalta o inventor. Poderia ser utilizado também por esportistas para monitorar seu ritmo cardíaco, ou comprovar sua rota de corrida, ou por funcionários que poderiam receber instruções de trabalho em sua mão sem interromper sua atividade. O aparelho poderia ser comercializado em uma janela de três anos. Outra ideia é usar o dispositivo para monitoramento de ritmo cardíaco nos esportistas Toru Yamanaka/AFP
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18/02 - Emprego: semana começa com mais de 700 vagas abertas no ES
São mais de 500 vagas nas agências do Sine administradas pelo governo do estado, 136 vagas em Vitória, 54 na Serra. A semana começa com mais de 777 oportunidades de emprego no Espírito Santo. São mais de 500 vagas nas agências do Sine administradas pelo governo do estado, 136 vagas em Vitória, 54 na Serra e 23 em Guarapari. Os dados são do Sine e das prefeituras. Segundo o governo, somente em São Mateus são 457 oportunidades. Há vagas para montador mecânico, pintor industrial, auxiliar de produção, soldador, operador de motosserra. Nas demais agências, há oportunidades para encarregado de manutenção civil e analista financeiro para pessoas com deficiência, Fisioterapeuta, instrumentista tubista, pedreiro, entre outras. Os interessados em alguma das vagas anunciadas, precisa criar – junto à unidade do Sine – um cadastro com informações pessoais, qualificação e experiência profissional. Para isso, é necessário apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência. As agências selecionam os candidatos que atendem aos requisitos predeterminados pelas empresas. Para mais informações sobre as exigências para concorrer às oportunidades anunciadas é necessário entrar em contato com o Sine. As vagas são atualizadas diariamente e podem sofrer alterações sem aviso prévio. Vagas de emprego em Vitória Vagas de emprego na Serra SINE ANCHIETA Endereço: Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, esquina com a Rodovia do Sol, s/n, Centro (Casa do Cidadão). Cozinheiro – 01 Encarregado de Supermercado – 01 Repositor de mercadorias – 03 SINE ARACRUZ Endereço: Av. Venâncio Flores, s/nº, Centro - Aracruz. Fisioterapeuta – 01 Mecânico (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Técnico de enfermagem do trabalho – 01 Vidraceiro – 01 Vendedor – 01 Pintor industrial – 20 Operador de motosserra – 01 Soldador (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Instrumentista Tubista – 15 Acabador de mármore e granito – 01 Eletricista – 02 Escalador supervisor – 01 Escalador de pintor industrial – 01 Técnico de laboratório de análises clínica – 01 SINE BARRA DE SÃO FRANCISCO Endereço: Rua Vereador Vantuil Ribeiro Fagundes, 100 - Centro. Mecânico de Motocicletas – 01 SINE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM Endereço: Avenida Beira Rio, Nº 141, Ed. Portela, Bairro Guandu, Cachoeiro de Itapemirim. Ajudante de mecânico 01 Analista financeiro (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Cadista – 01 Encarregado de manutenção civil (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Encarregado de produção de álcool (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Gestor ambiental (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Mecânico de caminhão – 02 Operador de cozedor (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Pedreiro (vaga para pessoa com deficiência) – 02 Pintor automotivo – 01 Polidor de mármore – 01 Pregoeiro eletrônico e presencial – 01 SINE CARIACICA Endereço: Av. Aloizio Santos, 500, Santo André, Cariacica. Arte-finalista – 01 Cuidador de Idosos – 01 Marceneiro – 02 Mecânico de Automóvel – 01 Montador de Instalação de Calefação e Refrigeração – 01 Projetista de Móveis – 02 SINE COLATINA Endereço: Av. Getúlio Vargas, 98, Centro. Costureira overloque – 05 Garçonete – 01 Chapeiro – 01 Auxiliar administrativo – 01 Cuidadora de idosos – 03 SINE LINHARES Endereço: Avenida Governador Lindenberg, 660, Centro. Acabador de mármore – 02 Analista de marketing – 01 Consultor de vendas – 01 Mecânico de máquinas pesadas – 01 Mecânico automotivo – 04 Operador de empilhadeira – 01 Operador de máquina de sorvete – 01 Serralheiro – 01 Vidraceiro – 01 SINE NOVA VENÉCIA Endereço: Rua Espírito Santo, 85 - Beira Rio. Promotor de Vendas - 01 Costureira - 01 Vendedor externo - 02 Instalador de internet - 01 SINE SÃO MATEUS Endereço: Praça Anchieta, 152 – Centro. Operador de escavadeira hidráulica – 01 Operador de rolo compactador – 01 Motorista de caminhão caçamba – 03 Motorista de caminhão pipa – 01 Auxiliar de obras – 01 Auxiliar de cozinha – 01 Auxiliar de saúde bucal – 01 Costureira – 01 Cozinheiro – 03 Dentista – 01 Eletricista automotivo – 01 Enfermeiro – 01 Mecânico de moto serra – 01 Nutricionista – 01 Odontopediatra – 01 Operador de auto carregável – 03 Operador de caixa – 01 Operador de motosserra – 30 Operador de trator guincho – 03 Técnico agrícola – 01 Técnico em enfermagem – 01 Técnico em refrigeração – 01 Técnico de higiene bucal – 01 Trabalhador rural polivalente – 01 Vendedor de Picolé – 10 Vendedor interno/externo – 03 Vendedor porta a porta – 03 Soldador MIG/MAG – 65 Pintor automotivo – 10 Eletricista automotivo – 05 Montador mecânico – 50 Montador de produção – 50 Montador de acabamentos – 50 Operador de conj. Automotor – 50 Pintor industrial – 50 Auxiliar de produção – 50 Guarapari Ajudante de açougueiro 02 vagas Ajudante de cozinha 01 vaga Cozinheiro de restaurante 01 vaga Cozinheiro industrial 02 vagas Caseira 01 vaga Massagista para clínica de estetica 01 vaga Nutricionista júnior 02 vagas Oficial de serviços gerais 03 vagas Operadora de caixa 02 vagas Pintor industrial 01 vaga Representante comercial autônomo 01 vaga Sorveteiro 01 vaga Supervisor de vendas comercial 01 vaga Vendedor externo 04 vagas Viana 1 vaga: lanterneiro 1 vaga: cobrador de ônibus 1 vaga: motorista 1 vaga: açougueiro
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18/02 - Conheça a história da música "Romaria", de Renato Teixeira
Canção fala do povo do campo e de sua relação com a fé. A música se tornou um hino à Nossa Senhora Aparecida.    A música popular brasileira é riquíssima e muitas canções ficam tão famosas que viram símbolos de nossa cultura. Uma delas é Romaria, de Renato Teixeira. O repórter José Hamilton Ribeiro conta a história dessa canção, que fala do povo do campo e de sua relação com a fé. "Eu quis fazer uma música sofisticada. Nunca imaginei que ela fosse se transformar numa canção tão popular. A força dela está exatamente em mexer com um símbolo brasileiro muito forte, que é Nossa Senhora Aparecida. Ela é uma canção do romeiro. E aí você começa a ver como ela penetra no inconsciente coletivo do povo brasileiro", afirma Renato Teixeira. A reportagem foi exibida em outubro do ano passado, quando se comemorou os 300 anos do aparecimento da imagem da padroeira do Brasil no Rio Paraíba, em São Paulo. Confira a matéria completa exibida em 08/10/2017.  
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18/02 - Produção de coco quase desaparece no sertão da Paraíba
Com cinco anos de estiagem intensa, a região de Sousa praticamente vê a fruta desaparecer das propriedades. Cenário é desolador.    O sertão da Paraíba já foi um grande produtor de coco, mas os tempos de fartura ficaram para trás por causa da longa estiagem. A realidade hoje é de dar pena. Sousax, no sertão da Paraíba, já foi a maior produtora de coco do estado. Além de abastecer o Nordeste, também era vendido para as regiões Sudeste e Centro-Oeste do país. No auge da produção, o município teve 1,2 mil hectares de área dominados pelos coqueirais. Quinhentos agricultores sobreviviam com a atividade. A região já produziu mais de 120 mil cocos por dia. Depois da estiagem, a área plantada caiu 95%. E esse é o cenário encontrado na maioria das propriedades. Seis anos consecutivos de seca transformaram o município, que vendia para outras regiões, em um comprador do fruto. O vendedor Raimundo Bezerra da Silva foi produtor. Viajava para Brasília levando o coco de Sousa. Hoje, traz o produto da Bahia e vende a água em um pequeno quiosque no centro da cidade. "Eu acredito que não vai vir inverno mais do jeito que vinha antigamente. Eu não tenho mais fé de plantar mais coco para daqui a cinco anos chegar a produzir", afirma.     No campo, famílias sofrem com a ausência dos parentes que precisaram partir para outras regiões em busca de emprego. “Quando eles saem, muitas vezes eu fico chorando. É muito triste. E ainda fico preocupado, porque esses que foram pra lá se deram bem, mas os que estão aqui estão sofrendo", diz emocionado o agricultor Raimundo Gonçalves Sobrinho. A queda na produção também afetou as empresas locais. A fábrica do empresário Francisco Ailton Mendes produz óleo, leite, manteiga e o coco ralado: “Toda a produção era comprada aqui em Sousa. Hoje, a gente compra toda essa produção fora em vários estados do Nordeste. Custa caro pra gente”. Não há boas perspectivas. Mesmo que as chuvas voltem a aparecer, os produtores vão ter que esperar vários anos para voltar a colher. “A partir dos três anos, uma planta vai produzir, em média, 30 cocos. E aí vai se levar até sete anos para ela estabilizar. E vai estabilizar a produção aos sete anos, com 150 cocos por planta", explica José Marques Furtado, agrônomo da Emater. Enquanto uns trazem a solução em caminhões de outros estados, o agricultor Raimundo Gonçalves ainda espera pela chuva: “Eu comparava aqui com um paraíso, melhor que isso aqui só era o céu naquela época”. A previsão do tempo para o Sertão Paraibano é de chuvas abaixo da média para os próximos três meses, segundo o relatório de um grupo que reúne vários institutos oficiais que lidam com estudos climáticos.
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18/02 - Agricultores de MT enfrentam dificuldades para escoar a produção
Buracos, lama e poeira na BR-163 desafiam os caminhoneiros.    Depois de todo o trabalho do cultivo e da colheita da safra, os produtores de Mato Grossox ainda enfrentam sérios problemas para escoar seu produto até os portos do Norte. A principal ligação, a BR-163, continua um desafio para os caminhoneiros. A viagem pela BR-163 deu prejuízo de novo para o caminhoneiro Antônio Luiz Cardos. Mais um pneu do caminhão dele foi destruído. “Todas as descidas têm buraco e tem que frear. Por que não coloca uma terra, um troço pra arrumar aquilo? Isso é um absurdo”, reclama. A BR-163 é uma rota importante para escoar a safra de grãos do norte do Mato Grosso. São quase mil quilômetros entre Sinopx e o porto de Miritituba, em Itaitubax, no Paráx. No trecho paraense são, pelo menos, 100 quilômetros sem asfalto. Buracos, lama e poeira exigem sacrifício dos caminhoneiros.   “Eu caí num buraco chegando em Miritituba, que se viesse alguém de frente, a gente tinha batido, porque o caminhão desgovernou. É perigoso”, relata o caminhoneiro Joaquim Fernandes. A parada obrigatória na estrada pegou de surpresa muitos caminhoneiros que vêm do Centro-Oeste carregados de grãos. Desse ponto, ainda tem muito chão pela frente até despachar a carga nos portos do Pará. Equipes do Exército trabalham em um trecho de serra para diminuir o risco de acidentes. Os caminhoneiros se revezam para passar pelo local. O tempo de viagem dobrou, porque a espera tem sido demorada e cansativa nos dois sentidos da rodovia. O caminhoneiro Diego Alves não esquece. Foram oito dias de sofrimento na estrada: “Se essa BR fosse toda asfaltada, seria um sonho pra todo mundo. Trabalhar tranquilo, trabalhar em paz. Isso aqui a gente vai, não sabe se caminhão quebra, a gente vai e não sabe se volta”. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) disse que as chuvas provocaram atraso no asfaltamento da estrada e que a obra deve terminar só no ano que vem.
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18/02 - Cresce a área plantada com algodão em Mato Grosso
Mesmo com o atraso no plantio, a expectativa é de uma boa safra.    Os agricultores têm pressa em colher a soja para plantar a segunda safra. Em Mato Grosso, tem mais gente apostando no algodão e a expectativa é boa. Em Campo Verdex, no sudeste do estado, as colheitadeiras trabalham para retirar a soja. A área precisa ser liberada para o cultivo do algodão.   A Abrapa, Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, estima que nesta safra as áreas de cultivo cresçam mais de 20% no país. Mato Grosso, que produz dois terços do algodão brasileiro, acompanha esse crescimento. O aumento no plantio será em torno de 16%. A produção de pluma será recorde. Está estimada em 1,142 milhão de toneladas. Em uma fazenda do grupo Terra Santa, em Nova Mutumx, no médio norte do estado, as áreas de milho perderam espaço para o algodão. O grupo vai semear 33 mil hectares. Na safra passada foram 27 mil. A expectativa é manter a mesma produtividade de cento e onze arrobas de pluma por hectare. “Esse ano nós vendemos um pouquinho acima do ano passado, preço de venda. Então a gente vai ter bons resultados no algodão. Eu diria que o grande resultado da empresa e eu acredito que todos os produtores esse ano vai ser em cima da cultura do algodão”, diz o gerente do grupo Terra Santa Arlindo de Azevedo Moura. Em Mato Grosso, a arroba da pluma de algodão está valendo R$ 80.
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18/02 - Começa a colheita de soja no Paraná
Estado é um dos principais produtores do país. A produção deve ser menor do que na safra passada.    Começou a colheita da soja no Paranáx, um dos principais estados produtores do país. A safra deve cair 1% em relação ao ano passado. As colheitadeiras começaram a trabalhar com cerca de 20 dias de atraso por causa do clima. O excesso de chuva em janeiro e a seca no fim do ano passado acabaram atrasando o plantio.   Em uma propriedade que fica em Cascavelx, na região oeste, são nove máquinas trabalhando. Logo no começo da colheita o produtor percebeu que o excesso de chuva do último mês pesou menos o grão, atrapalhando a produtividade. “Esse ano foi um pouco abaixo do que a gente vinha colhendo nos últimos anos”, diz o agricultor Carlos Alberto Baratter. Essa queda ajuda a entender porque a produção de soja esperada para este ano em todo o Paraná é um pouco menor do que a do ano passado: 19,3 milhões de toneladas. Isso mesmo com uma área 4% maior. Enquanto as colheitadeiras trabalham, os agricultores vão alimentando a esperança de não ter um prejuízo tão grande. “O mercado está um pouquinho abaixo do esperado. Os custos da gente são muito altos, combustível não para de subir. Insumos, fertilizantes cada dia mais caros. Tá abaixo do esperado”, completa o agricultor. saiba mais Produção de soja no Paraná espera boa safra após problemas no plantio Produtores de soja do Mato Grosso sofrem para escoar a safra  
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18/02 - Início da colheita de maçã em Santa Catarina tem queda na produção
A safra deve ser menor do que a passada. Além da quebra, produtores estão preocupados com o baixo preço do produto nesse início de colheita.    A colheita da maçã começou em Santa Catarinax, um dos principais estados produtores do país. A safra deve ser menor esse ano, mas o que realmente preocupa os produtores é o preço. Os pomares estão cheios. A primeira variedade a ser colhida é a gala, depois a fugi. Só na região de São Joaquimx, na Serra Catarinense, são colhidas, em média, 400 mil toneladas de maçã por safra. Pra este ano, o número deve ser menor. “Acreditamos que a produção vai ser boa. Não ótima, mas vai ser boa, com uma quebra em torno de 10% a 15% com relação ao ano passado”, afirma Marcelo Cruz de Liz, engenheiro agrônomo da Epagri.   O clima também contribuiu para essa redução. Choveu pouco no período de floração da fruta, o inverno foi mais quente e ainda teve geada fora de época. “Tem uma área no meu pomar que teve um problema sério. Vou perder em torno de 50% da safra. A qualidade, como a geada deforma o fruto, vai ter que ser colocado pra indústria, pra fazer suco. É uma perca significativa”, explica o produtor Sandrigo Pereira Campos. No pomar do produtor Tulio Mattos, por exemplo, o clima não influenciou. A produção da safra passada, de 5,5 mil toneladas de maçãs colhidas, deve se repetir. A preocupação mesmo está no preço. O quilo da fruta para o produtor está em média R$ 0,90. “Ano passado foi um preço baixo e talvez esse ano tudo indica também que vai permanecer esse preço. Isso aí a gente não pode prever”, diz Tulio. A principal diferença da maçã deste ano está no tamanho. Ela vai ser um pouco menor, mas os produtores afirmam que a qualidade da fruta continua a mesma. "Nós vamos ter frutas boas para comercialização, para conservação, pra atender todo mercado brasileiro e até para exportação”, garante o engenheiro agrônomo Marcelo Cruz de Liz. A produção estimada de Santa Catarina é de cerca de 600 mil toneladas, quase metade da produção nacional. saiba mais Pera, maçã e caqui se adaptam às altas temperaturas no sertão de PE  
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18/02 - Romaria pela fé percorre 450 km até Aparecida, em São Paulo
Nélson Araújo acompanhou de perto essa viagem emocionante. Romaria celebrou os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida.    As grandes viagens dos tropeiros foram decisivas para a ocupação do território e formação da cultura do Brasil. No caminho das comitivas brotaram fazendas, vilarejos e cidades. Surgiram receitas e tradições. Em outubro de 2017, o Globo Rural exibiu uma reportagem especial que mostrou uma tropa motivada pela fé religiosa. Em cavalos e mulas, o grupo saiu de Belo Valex, em Minas Gerais, com destino à Aparecidax, em São Paulo, percorrendo 450 km. Uma viagem emocionante, que Nélson Araújox acompanhou de perto. Confira no vídeo acima. Veja a reportagem completa exibida em 01/10/2017
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18/02 - Preço do leite continua em queda e MG tem as menores cotações
As cotações, que encerraram o ano em baixa, continuam em queda no mês de janeiro. Produtores mineiros relatam prejuízo com a atividade.    O preço do leite caiu no começo de 2018. Essa situação já vinha acontecendo no final de 2017. Minas Gerais registrou as maiores perdas. Um exemplo é a fazenda de José Macedo, que fica em Pratax, no Triângulo Mineiro. Foram muitos investimentos, entre eles equipamento de ordenha, silagem, barracão e formação de pastagem. Em um ano, foram gastos cerca de R$ 280 mil. Só que hoje para produzir um litro ele gasta R$ 1,25 e recebe entre R$ 1,12 e R$ 1,15. “Para a gente que investiu, esse custo é muito difícil de reduzir em momentos de crises”. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o preço médio pago ao pecuarista brasileiro pelo litro de leite no mês de janeiro foi de R$ 0,98, o menor valor em oito anos. O estado de Minas Gerais foi o que teve a maior desvalorização mensal: 2,93%. A média CEPEA teve recuo de 20% em um ano.   Em 2017, o Brasil importou da Argentina, Chile e Uruguai mais de 98 milhões de quilos de leite em pó, segundo o Ministério da Agriculturax Pecuária e Abastecimento. Para o consultor de mercado leiteiro, Marco Aurélio Nunes, o cenário é reflexo dessa procura pelo produto de fora do país. “Foi favorável para indústria, mas hoje nós estamos colhendo o resultado negativo ao produtor rural um preço muito baixo que está desestimulando o produtor rural brasileiro”, explica o consultor. Os prejuízos chegam também às cooperativas. A Cooprata tem bancado as perdas no preço do leite nos últimos meses. Isso porque apesar de vender para a indústria o litro por R$ 0,98, a cooperativa paga aos produtores R$ 1,27, o que gerou oito milhões a mais nos custos em 2017. "Isso pra nós gera prejuízo, porém a gente tem resultados pra isso. Entrou o ano, a gente segurou o preço até dezembro e esses produtores ficaram com a gente, se não talvez esse produtor tivesse saído da atividade", explica Rubens Andrade, presidente da Cooprata. Em outra fazenda que fica em Uberlândiax, foram gastos no ano passado R$ 4 milhões. Isso para atender a demanda de 22 mil litros de leite por dia. A alta produtividade permite que o dono da fazenda ainda consiga uma margem de lucro de 25%, mesmo com a queda no preço do leite. “Nós produzimos hoje o dobro de leite de um ano atrás. Isso possibilitou que nós tivéssemos a redução de R$ 0,25 no custo de produção. É o que tá fazendo com que a gente se mantenha na atividade e consiga operar no azul”, comenta o produtor de leite Thiago Silveira. Os produtores também apontam a oferta maior de leite no mercado para a queda nos preços. saiba mais Produtores de leite em Minas Gerais enfrentam dificuldades  
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18/02 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 18/02/2017
Veja como obter informações sobre as empresas citadas no programa Veja a reportagem: Planejamento é fundamental para os empreendimentos em 2018 TC PILATES – UNIDADE PERDIZES Rua Cardoso de Almeida, 1513 – Perdizes São Paulo / SP – CEP: 05013-001 Telefone: (11) 3804-7253www.trabalhandocompilates.com.brwww.tcpilates.com.br PROSPHERA EDUCAÇÃO CORPORATIVA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br Veja a reportagem: Procura por produtos personalizados para festas cresce no verão PERSONALIZE ME Alameda dos Anapurus, 1912 , loja 1 – Moema São Paulo / SP – CEP: 04087-007 Telefone: (11) 3791-3240 Email: info@personalizeme.com.br Instagram: @personalize_mewww.personalizeme.com.br Veja a reportagem: Advogada investe em esmalteria com ambiente agradável para clientes UNHA DE BONECA ESMALTERIA Clsw 303, bloco C, loja 48 - Sudoeste Brasília/DF – CEP: 70673-622 Telefone: (61) 3026-0404/99845-3198 E-mail: unhadebonecaesmalteria@gmail.comwww.unhadebonecaesmalteria.com.br Veja a reportagem: Aplicar dinheiro de forma correta é fundamental para sucesso de startups STARTUP FARM Endereço: Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar, Campus São Paulo São Paulo/SP – CEP: 04003-000 Email: hello@startupfarm.com.brwww.startupfarm.com.br EMPÓRIO CHELMI Rua Dr Renato Paes de Barros, 108 – Itaim Bibi São Paulo/SP - CEP: 04530-000 Telefone: (11) 3079-1589 E-mail: emporiochelmi@gmail.comwww.emporiochelmi.com FHINCK Campus São Paulo - Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar São Paulo/SP – CEP: 01313-902www.fhinck.com Veja a reportagem: Confira os tipos de startups que são  objetos de desejo das aceleradoras WAYRA SAO PAULO - TELEFONICA OPEN FUTUREwww.openfuture.org LIGA VENTURES email: contato@liga.ventures Facebook: https://www.facebook.com/ligaventures/http://ligaventures/ ACEhttps://acestartups.com.br/ Veja a reportagem: Empresárias investem em e-commerce com a ajuda de pet CANSEI DE SER GATO Instagram: @canseidesergatowww.canseidesergato.com
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18/02 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios - 18/02/2018
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18/02 - Confira os tipos de startups que são objetos de desejo das aceleradoras
O big data é a bola da vez. Outro setor que as aceleradoras adorariam investir é o de blockchain.   O PEGN.TEC ouviu seis aceleradoras, empresas que ajudam startups a crescer, para saber o que elas buscam aqui no Brasil para investir. Todas são unânimes: o big data, que é o conjunto de informações que uma empresa usa para traçar estratégias de vendas e outras ações, é a bola da vez. “A gente tem visto aplicações de inteligência artificial e big date em diferentes mercados. É esse grande volume de dados analisado em tempo real, dá pra analisar perfil de crédito no mercado financeiro, até a análise de comportamento de um consumidor dentro de uma loja, seja ela física ou online. E até mercado menos óbvios, pra aplicar na indústria, pra aumentar a performance e eficiência dos equipamentos”, afirma Daniel Grossi, co-fundador de aceleradora. Outro setor que as aceleradoras adorariam investir é o de blockchain, a tecnologia de validação de transações. Mas falta startup disposta a atuar nesse mercado. “Você manda a transação pro blockchain e espalha numa rede de computador. Não precisa que alguém valide, o computador valida. Pode ser uma transação de moeda, pode ser contrato, tem várias aplicações. O que acontece é que ela é cara e lenta, mas não é comercialmente viável agora, tem empresas e startups discutindo isso. E a gente está de olho”, explica Daniel. WAYRA SAO PAULO - TELEFONICA OPEN FUTUREwww.openfuture.org LIGA VENTURES email: contato@liga.ventures Facebook: https://www.facebook.com/ligaventures/http://ligaventures/ ACEhttps://acestartups.com.br/
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18/02 - Vale a pena vender casa para comprar apartamento menor e aplicar o restante?
Eu e minha esposa temos uma casa avaliada em R$ 800 mil e pensamos em vender para comprar um apartamento menor (cerca de R$ 600 mil) e aplicar o restante. Neste cenário de juros baixos, vale a pena fazer isso?  
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18/02 - Empresárias investem em e-commerce com a ajuda de pet
Duas empresárias largaram os empregos para cuidar de um site. A carta na manga? O gato Chico.   Amanda Nori e Stefany Guimarães abandonaram os empregos em São Paulox para cuidar de um site. O trunfo era o pet delas: o gato Chico. Tudo começou com uma foto dele no Facebookx vestindo uma fantasia de unicórnio, um presente de um amigo da Amanda. Depois dessa fantasia, vieram outras junto com uma chuve de likes na rede social. Este foi o ínicio de tudo para transformar o sucesso do Chico em um negócio. As donas perceberam que ele tinha potencial para ser muito mais do que só um gatinho fotogênico - e foi tudo muito rápido. No primeiro mês, a página já tinha 20 mil seguidores. Amanda e Stefany decidiram então se dedicar integralmente ao Chico. Depois da página no Facebook veio o livro e depois o e-commerce com produtos para gatos e seus donos. O investimento inicial foi de R$ 10 mil. No começo, as empresárias faziam as fotos com o celular e em seguida compraram uma câmera para deixar o negócio mais profissional. Elas têm outros três gatos, que nas redes sociais fomam a família do Chico. Todos foram adotados. Chico é o gato-propaganda de todos os produtos vendidos no site. As empresárias não revelam o faturamento do negócio, mas dizem que a maior parte vem do e-commerce, apesar de uma boa parte vir com publicidade na página, que são marcas que procuram o Chico para divulgar os seus produtos. Confira a reportagem completa acima! CANSEI DE SER GATO Instagram: @canseidesergatowww.canseidesergato.com
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18/02 - Aplicar dinheiro de forma correta é fundamental para sucesso de startups
Nem sempre ter muito capital significa garantia de sucesso. É preciso saber como aplicar esse dinheiro da melhor forma.     Na hora de investir em uma startup, nem sempre ter muito capital significa garantia de sucesso. É preciso saber como aplicar o dinheiro. Na mão do empresário Paulo Silva, por exemplo, o dinheiro foi embora e ele nem viu o que aconteceu: “Ter muito dinheiro faz com que você não enxergue seus limites, você gasta de forma desenfreada. Tome cuidado com excesso de dinheiro, ele também pode te afundar”. Paulo e o sócio criaram uma startup em 2012 para desenvolver games. O grande erro deles foi gastar os R$ 900 mil que captaram de investimento antes de validar o produto no mercado. Paulo vendeu a startup e hoje dá consultoria. O erro na hora de aplicar o dinheiro valeu como experiência. “Como a gente não tinha muitos limites pra gasto, a gente achou que estava fazendo um produto que solucionava os problemas, mas não era bem isso”, afirma. Alan leite, CEO de uma aceleradora, dá dicas para as startups não caírem no canto da sereia logo que se lançam no mercado: - Evitar ao máximo os gastos fixos elevados, por exemplo com aluguel de escritório. Hoje temos espaços que são gratuitos para os empreendedores trabalharem logo no início. - Não investir todo capital em marketing. - Não contratar pessoal com custo muito alto. O empresário Paulo Castello fez isso quando montou uma startup em 2014 com o sócio Claudio Ferreira. Eles passaram um ano desenvolvendo um software de inteligência artificial para medir a produtividade de empresas. Conseguiram R$ 100 mil de um investidor anjo e não gastaram nada até terem a validação do produto no mercado. “O que acontece é que empreendedores que não têm muito essa consciência gastam, não percebem que estão gastando, querem colocar mais dinheiro, ir atrás de investidor pra colocar mais dinheiro naquele negócio. É como se fosse um ralo que está indo dinheiro embora”, afirma Alan. Na dúvida de como investir o dinheiro, o empreendedor deve procurar ajuda. Alan Leite diz que a dica para quem está começando é buscar alguém que ajude o empreendedor a cometer menos erros e ser mais efetivo nesse gasto. STARTUP FARM Endereço: Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar, Campus São Paulo São Paulo/SP – CEP: 04003-000 Email: hello@startupfarm.com.brwww.startupfarm.com.br EMPÓRIO CHELMI Rua Dr Renato Paes de Barros, 108 – Itaim Bibi São Paulo/SP - CEP: 04530-000 Telefone: (11) 3079-1589 E-mail: emporiochelmi@gmail.comwww.emporiochelmi.com FHINCK Campus São Paulo - Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar São Paulo/SP – CEP: 01313-902www.fhinck.com
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18/02 - Advogada investe em esmalteria com ambiente agradável para clientes
Bruna Doberstein conta como montou seu negócio em Brasília. Ela abriu uma esmalteria em 2016 e dois meses depois já tinha a segunda unidade.   Já imaginou um salão de beleza sem barulho? Uma advogada investiu nessa ideia quando decidiu abrir o próprio negócio. A advogada Bruna Doberstein é de Brasília, não estava feliz na sua área de atuação e resolveu montar um negócio: “Fiz muitas pesquisas antes de optar por montar algo na área de beleza. Nestas pesquisas observei que, na época de crise, o setor de serviços foi um dos poucos que teve crescimento. Foi por isso que optei em investir nesse mercado”. Ela abriu uma esmalteria em Brasília no final de 2016. Dois meses depois já tinha uma segunda unidade. O faturamento médio é de R$ 7 mil por mês. “Iniciamos com investimento de R$ 60 mil e sem dívidas, o que nos ajudou a ter um melhor equilíbrio financeiro. Quando pensei no modelo de empresa, eu queria algo diferente do que vemos nos salões de beleza convencionais. Na esmalteria, a gente não trabalha com serviço de cabelo, o objetivo é tornar um ambiente agradável pra nossos clientes, sem barulho de secador e cheiro de produtos químicos”, conta. Um dos maiores desafios para a empresária foi encontrar profissionais altamente qualificados. Hoje, ela diz que conseguiu atingir um padrão de excelência. UNHA DE BONECA ESMALTERIA Clsw 303, bloco C, loja 48 - Sudoeste Brasília/DF – CEP: 70673-622 Telefone: (61) 3026-0404/99845-3198 E-mail: unhadebonecaesmalteria@gmail.comwww.unhadebonecaesmalteria.com.br
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18/02 - Planejamento é fundamental para os empreendimentos em 2018
Os empresários precisam driblar os altos e baixos da economia e avaliar o que foi positivo e o que deu errado no passado pra fazer a coisa certa este ano.   O ano de 2018 tem 14 feriados e pontos facultativos, Copa do Mundo e eleições. É um ano cheio de incertezas políticas e econômicas. Nesse cenário, o pequeno empresário se prepara para enfrentar tudo isso. Segundo o consultor Haroldo Matsumoto, planejamento é fundamental: “As empresas não quebram por falta de cliente ou por falta de dinheiro, elas quebram por falta de planejamento”. O planejamento é a arte de conquistar um objetivo no prazo programado e Haroldo fez um plano em três etapas: informação, planilha e adaptação. Viviane Vales e Gerusa Gurak são donas de um estúdio de pilates e detalham tudo o que vão fazer, de janeiro a dezembro, mês a mês. Elas seguiram direitinho o script do planejamento, desde o início do negócio, em 2012. As sócias começaram investindo R$ 10 mil, R$ 5 mil cada uma. No ano passado, faturaram R$ 1,2 milhão. “Se você sabe pra onde você vai, se tem um caminho que você estabeleceu pra percorrer, você mantém o foco e segue, firme e forte, não deixa nenhuma outra estratégia te tirar desse caminho. É o que o planejamento te dá”, afirma Viviane. Haroldo explica que é preciso começar buscando informações e que essa é a primeira fase do planejamento: “Se você já tem a empresa, você vai buscar no histórico do ano passado o que você fez, o que deu certo, o que deu errado, pra poder se planejar pra esse ano. Se você não tinha empresa, tem que buscar informações do setor, dos concorrentes, do público que você quer atingir e tentar entender como ele pensa, como ele age pra poder se planejar pra esse ano”. As empresárias contrataram uma empresa de pesquisa de mercado e visitaram estúdios de pilates até no exterior, de onde trouxeram novidades. “Esse é um trabalho de pilates em grupo, onde a gente usou o planejamento dessa unidade pra se diferenciar dos concorrentes e oferecer um serviço de qualidade por um custo menor”, explica Gerusa. Planilha e adaptação Depois da fase da informação, chega hora da planilha, ou seja, colocar todos os dados levantados no computador ou em um caderno. “Você determina quais são os objetivos de acordo com as oportunidades que você já teve nesse levantamento de informação”, orienta o consultor. Viviane e Gerusa seguiram exatamente esse roteiro para faturar. Por exemplo, elas não ficam de olho só nos alunos e dedicam duas semanas, entre dezembro e janeiro, para planejar. “Nesse primeiro semestre, que a gente percebe uma confiança maior das pessoas na economia, em gastar um pouco mais, é hora de fazer um fluxo de caixa, de investir mais nas nossas propostas e conseguir se preparar pra uma talvez queda no segundo semestre, por causa das eleições”, explica Viviane. E se nada disso der certo? Há um planejamento até para o furo no planejamento. Viviane explica: “A gente faz um provisionamento. Cerca de 40% do lucro da empresa vai para um fundo que a gente pode manter a operação por até seis meses, sem recorrer a banco ou qualquer outro empréstimo”. O planejamento nunca é rígido, ele tem que ter elasticidade. Essa é a terceira fase: a adaptação. “O mercado muda, o concorrente muda, o cliente muda de opinião, e você tem que mudar junto, pra continuar no mercado”, afirma Haroldo. As empresárias já estão no segundo estúdio de pilates e é a meta do planejamento deste ano é faturar 20% mais. “Para nós, o planejamento é a bussola. É pra onde a gente tá guiando, vai caminhar. Então, se algum momento a gente se perdeu, a gente volta a olhar praquelas planilhas e segue no caminho do sucesso”, conclui Gerusa. TC PILATES – UNIDADE PERDIZES Rua Cardoso de Almeida, 1513 – Perdizes São Paulo / SP – CEP: 05013-001 Telefone: (11) 3804-7253www.trabalhandocompilates.com.brwww.tcpilates.com.br PROSPHERA EDUCAÇÃO CORPORATIVA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br
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18/02 - Procura por produtos personalizados para festas cresce no verão
Variedade de produtos é um prato cheio pra quem trabalha nesse mercado. Dá pra customizar tudo o que o cliente pede: copos, canecas, broches.   Quem é que não gosta de uma festa? Ainda mais na praia ou na beira da piscina... Pensando nisso, tem um negócio que lucra muito no verão: produtos personalizados para festas. Victoria Sabino, por exemplo, queria personalizar produtos para a formatura dela. Ela descobriu um serviço na internet e se encantou com os kits da empresa das irmãs Paola Sarcedo e Lélia Doumit, que nasceu há quatro anos. A variedade de produtos é um prato cheio pra quem trabalha nesse mercado. Dá pra customizar quase tudo o que o cliente pede: copos, canecas, broches, bodies e bonés. Agora, para sobreviver nesse mar de opções tem que se diferenciar da concorrência. “Nosso diferencial é a criatividade. A gente acompanha as tendências, o que está na moda, a música que lançou, alguma novidade. A gente está sempre trazendo o que está acontecendo no mundo pros nossos produtos”, afirma Lélia. A empresa nasceu quando Lélia se casou e Paola improvisou kits para a despedida de solteira dela, em Punta Del Leste, no Uruguai. Conclusão: a brincadeira virou negócio. Paola deixou o trabalho que tinha na indústria, para se dedicar à nova empresa. Por mês, as irmãs recebem 130 encomendas de kits. Os preços dos produtos variam de R$ 10, uma taça, a R$ 400, uma super boia. O valor cai se a quantidade de peças aumenta. Os produtos são muito focados no verão, mas as empresárias estão começando uma linha focada no inverno. As sócias não revelam o faturamento, só dizem que no ano passado cresceram 7% e que a expectativa para este ano é que o crescimento chegue a 10%. PERSONALIZE ME Alameda dos Anapurus, 1912 , loja 1 – Moema São Paulo / SP – CEP: 04087-007 Telefone: (11) 3791-3240 Email: info@personalizeme.com.br Instagram: @personalize_mewww.personalizeme.com.br
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18/02 - Dicas para cuidar da saúde financeira da empresa
Alguns cuidados simples são fundamentais e servem para qualquer tipo de empresa Não é coisa fácil lidar com dinheiro. Se a gente se enrola com conta do cartão de crédito ou se esquece de guardar um dinheirinho para as emergências, imagina com as finanças de uma empresa. Para ensinar a fazer um bom planejamento, eu entrevistei a Maiara Xavier que é educadora financeira. No vídeo abaixo ela dá três dicas fáceis de colocar em prática:   Então, não importa o tamanho da sua empresa ou se você só está começando a empreender, siga esses conselhos: - Separe as contas da empresa das contas pessoais. Mesmo que a empresa ainda seja só você, seus gastos pessoais não são da empresa. - Encare a divulgação e o marketing como investimentos. Afinal, é preciso ser visto. Porém, fique atento ao momento certo de investir. - Tenha um capital de giro, ou seja, o dinheiro necessário para as operações da empresa. Se o faturamento da empresa cair momentaneamente, por exemplo, ou se um cliente não pagar no prazo, você não fica na mão, porque terá o dinheiro para pagar suas despesas. - Uma dica um pouco mais difícil de colocar em prática é fazer uma projeção mensal dos valores de receitas e despesas para o período de um ano ou, pelo menos, para seis meses. O passo seguinte é saber as datas em que são pagas as despesas e recebidas as receitas para então projetar o fluxo de caixa. Depois, compare mensalmente os valores realizados com os valores projetados. Feito isso, a próxima etapa é rever os valores projetados para os meses seguintes. - Seja pessimista nas projeções ou conservador, como dizem os profissionais da contabilidade. Se você fez uma boa projeção dos valores, mesmo assim, aumente em 10% o valor das despesas e diminua em 10% o valor das receitas. Ter um bom planejamento financeiro é fundamental para construir uma empresa saudável. Mesmo assim, tenha um plano alternativo para casos de emergência.
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18/02 - Concursos: 10 órgãos abrem as inscrições nesta segunda para 1,1 mil vagas
Os cargos são de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ R$ 11.434,19. Pelo menos 10 órgãos abrem nesta segunda-feira (19) as inscrições de concursos públicos para 1,1 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 11.434,19. CONFIRA A LISTA DE CONCURSOS Veja as informações de cada concurso abaixo: Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul) Inscrições até 20/03/18 20 vagas Salários de até R$ 7.114,22 Cargo de engenheiro nuclear Vagas para São Paulo Veja o edital Câmara Municipal de Alto Jequitibá (MG) Inscrições até 22/03/18 3 vagas Salários de até R$ 1.200,00 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura de Anori (AM) Inscrições até 23/02/18 188 vagas Salários até R$ 5.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Corinto (MG) Inscrições até 20/03/18 134 vagas Salários de até R$ 2.401,30 Cargos de nível fundamental, médio e superior Corinto Minas Gerais Veja o edital Prefeitura de Iranduba (AM) Inscrições até 21/02/18 259 vagas Salário de R$ 1.357,20 Cargos de professores Veja o edital Prefeitura de Nova Roma (GO) Inscrições até 14/03/18 98 vagas Salários de até R$ 5.039,19 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Pompéu (MG) Inscrições até 20/03/18 87 vagas Salários de até R$ 4.767,47 Cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santa Maria do Pará (PA) Inscrições até 18/03/18 203 vagas Salários de até R$ 2.144,14 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Serviço de Assistência Médica de Francisco Morato (SP) Inscrições até 23/03/18 46 vagas Salários de até R$ 11.434,19 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Inscrições até 12/03/18 61 vagas Salários de até R$ 4.180,66 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital
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18/02 - Estágio aos 40: profissionais mais velhos voltam a ser estagiários para recomeçar no mercado de trabalho
Para mudar de carreira, profissionais mais velhos apostam no estágio como porta de entrada; G1 conta histórias de quem recomeçou após os 40 anos. Fabíola Sereda de Almeida descobriu após os 40 anos que sua verdadeira vocação é dar aula; antes disso ela fez carreira no setor farmacêutico Fábio Tito/G1 Fabíola Sereda de Almeida está recomeçando sua carreira aos 47 anos, depois de ser demitida após anos de trabalho na indústria farmacêutica. Ela aproveitou o período desempregada para repensar seu futuro profissional e retomar um sonho antigo de trabalhar como pedagoga. Fabíola fez magistério quando adolescente e agora está cursando pedagogia. Na esperança de conseguir seu primeiro emprego, ela voltou a ser estagiária 30 anos depois. Mesmo se sujeitando a ganhar menos que um salário mínimo de bolsa-auxílio, que nem se compara, segundo ela, à remuneração do antigo emprego, Fabíola diz que quem faz estágio mais velho precisa pensar a longo prazo, pois é uma chance de ser efetivado na empresa ou de acrescentar experiência ao currículo. Assim como Fabíola, o perfil dos estagiários mais velhos é basicamente de pessoas que já têm uma profissão, mas sem formação superior, e que decidem fazer a graduação e tentar uma nova carreira, explica Luiz Gustavo Coppola, superintendente nacional de atendimento do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee). Segundo ele, também é comum que mulheres acima de 40 anos que interromperam a carreira para cuidar dos filhos ou não tiveram tempo nem renda para estudar antes busquem uma graduação tardia e ingressem em programas de estágio na expectativa de conseguir depois um emprego na nova área. “O perfil do estagiário acima de 40 anos é de quem quer uma segunda carreira. Ou descobre que tem um dom, mas por força da necessidade fez outro curso. É uma oportunidade que a pessoa se dá pra fazer uma nova faculdade”, diz. "O perfil não é de quem estava parado e voltou para o mercado na mesma ocupação." No caso de Fabíola, a crise foi o empurrãozinho para que ela buscasse a tão sonhada realização profissional, adiada porque a carreira acabou tomando outra direção. “A vida dá voltas. Tive que ficar desempregada para descobrir que minha vida é o magistério. Eu nasci para isso, é o que eu quero de agora em diante”, diz. Estágio 30 anos depois Fabíola conta que fez estágio no magistério, quando tinha 17 anos, mas é difícil comparar a experiência anterior com a atual. “O olhar que eu tenho agora é com muito mais maturidade, com mais objetivo, sabendo que é aquilo mesmo que eu quero”, afirma. A estudante de pedagogia é a mais velha entre os estagiários da escola e, por isso, sua postura é diferente dos demais. “É um pouco desgastante porque os mais jovens não sabem bem o que querem e levam mais na brincadeira. Quando se é mais velha leva-se as coisas com mais seriedade, mas de um modo geral é interessante porque um aprende com o outro”, explica. Seu trabalho é auxiliar as professoras, distribuindo as atividades e acompanhando o trabalho dos alunos. Para ela, sua experiência ajuda muito para lidar com as crianças a partir de 5 anos de idade. “É preciso paciência, saber lidar, ser muito ponderada”. A futura pedagoga considera a bolsa-auxílio que recebe mensalmente muito baixa por trabalhar como auxiliar de classe. "Poderiam rever isso, mas encaro como uma fase para adquirir experiência", afirma. Fabíola se forma em julho e tem o desejo de ser efetivada na escola. “A educação é minha paixão, era uma coisa que eu deveria ter feito aos meus 19 anos. Às vezes a gente tem que dar uma volta para depois voltar ao princípio. Mas tudo que eu aprendi antes só soma hoje”, conclui. Fabíola fez magistério e pretende seguir nova carreira na área de educação; ela termina o curso de pedagogia em julho Fábio Tito/G1 Volta ao mercado após 4 anos Laurinda Mendes em seu estágio numa faculdade em São Paulo; mesmo aos 55 anos, ela diz que tem muito a aprender Marcelo Brandt/G1 Para Laurinda Mendes da Costa Hora, de 55 anos, o primeiro estágio significa o retorno ao mercado de trabalho após uma pausa de quase 4 anos. Formada em administração de empresas há 27 anos, ela foi demitida em 2013, depois de trabalhar por 23 anos na área corporativa de uma grande varejista. Naquele ano, ela se aposentou. Aproveitou a calmaria para cuidar de sua vida pessoal e dos filhos. Mas a necessidade de voltar a estudar e se atualizar falou mais alto e ingressou no curso técnico em administração no ano passado. Alguns meses depois, começou a fazer estágio em uma faculdade de São Paulo. Ambos terminam em julho. Segundo ela, a graduação lhe deu a visão do todo, mas o curso técnico traz um nível de detalhamento maior de cada segmento, como recursos humanos, logística, finanças e contabilidade. Laurinda conta que no começo ficou receosa de ser a estagiária mais velha, mas a acolhida foi ótima. “Me sinto como uma mãe, dou conselho, é uma troca de carinho”, diz. No processo seletivo ela teve de concorrer com jovens de 17 e 20 anos. E “tirou a ferrugem” depois de anos sem fazer uma entrevista de emprego. “Meu currículo foi elogiado pela experiência e graduação. No dia seguinte me ligaram para começar na mesma semana”, diz. Seu trabalho atual é no departamento de finanças, atendendo alunos presencialmente e por telefone, cuidando das matrículas e dos pagamentos. “Está sendo muito bom para o meu currículo. Mesmo aos 55 anos a gente tem muito o que aprender. Estou com muita disposição para trabalhar”, diz. Laurinda reconhece que ser remunerada com bolsa-auxílio - pouco menos que um salário mínimo, que atualmente é de R$ 954 - na sua idade é um desafio e, no seu caso, só é possível porque ela tem uma aposentadoria. Seu benefício é cerca de 3,5 salários mínimos (ao redor de R$ 3,3 mil). Em comparação com o antigo emprego, pelos seus cálculos, o valor da bolsa-auxílio é cinco vezes menor. “Acho pouco, só consigo encarar esse valor porque tenho minha aposentadoria. Mas vejo o estágio como oportunidade e aprendizado, que servirá para a minha volta ao mercado de trabalho, na área financeira, em um departamento que para mim é novidade”, diz. Segundo ela, a faculdade acenou com a possibilidade de efetivá-la, pois estão precisando de funcionários. Laurinda pretende ainda fazer pós-graduação em contabilidade ou finanças. Laurinda Mendes trabalha no departamento de finanças atendendo estudantes, fazendo matrículas e recebendo pagamentos Marcelo Brandt/G1 Vagas e perfil Em janeiro, o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) contabilizava 6,2 mil estagiários com idades acima de 40 anos, 3,5% do total de 179 mil. Segundo levantamento feito pela recrutadora de estagiários, essa proporção tem se mantido desde 2013 – veja na tabela abaixo: Número de estagiários e proporção da faixa etária acima dos 40 entre o total Já no Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), o número de vagas para essa faixa etária tem se mantido perto de 200 ao ano desde 2012 – veja na tabela abaixo: Número de estagiários acima dos 40 anos no Nube No Ciee, os cursos mais procurados pelos estagiários com mais de 40 anos são pedagogia, direito, psicologia e enfermagem. No Nube são pedagogia, administração e direito. Segundo o superintendente do Ciee, a instituição identifica o candidato que seja mais próximo do perfil da vaga, e isso independe da idade. “Em alguns casos, os mais velhos levam vantagem por serem mais experientes nas situações de trabalho e acabam se tornando mentores dos mais novos”, afirma Coppola. Ele aponta que a rotatividade nos estágios é menor entre os mais velhos. “O estagiário de mais idade está mais decidido com o que quer, ele vai em busca do que o realiza. Normalmente ficam até o final do contrato até serem efetivados. Já o jovem ainda está experimentando, se percebe que não é o que quer, ele vai buscar uma outra oportunidade. Para Yolanda Brandão, gerente de treinamento do Nube, os estagiários mais velhos buscam a faculdade que não puderam fazer para ter a carreira que os realize ou fazem a segunda graduação para ter outras opções de inserção no mercado. Segundo ela, esses profissionais preferem cursos tradicionais e valorizados, como pedagogia e direito, ou que tenham um leque grande de empregabilidade, como administração. Menos chances que os jovens Yolanda reconhece que os estagiários acima dos 40 anos têm um pouco mais de dificuldade de conseguir um estágio do que aquele que tem 20. Porém, ela afirma que esse preconceito está diminuindo porque as empresas estão percebendo que as equipes heterogêneas trazem melhores resultados. “Os estagiários mais velhos têm experiência, maturidade, comprometimento, bagagem, experiência de vida, além de estrutura emocional para uma negociação difícil”, aponta. Dicas para quem busca estágio Para quem tem mais de 40 e vai se candidatar a estágio, Yolanda dá algumas dicas. “As empresas vão questionar por que vocês estão fazendo aquela escolha, as suas pretensões, os seus projetos futuros. Isso vale tanto para quem está na primeira faculdade quanto para quem está fazendo uma nova graduação para mudar de área”, afirma. Segundo ela, o profissional que vai buscar a oportunidade tem que ter clareza do que o estágio significa para o seu projeto de carreira. Yolanda salienta que o estagiário tem contrato com tempo determinado, ganha menos que um funcionário e não há certeza de efetivação. “Pode ser que ele não tenha essa noção. Uma transição de carreira é muito complicada, então tem que estar com isso resolvido quando for falar com o entrevistador”, aconselha.
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18/02 - Horário de verão termina em 10 estados e no DF; relógio deve ser atrasado em 1 hora
Ajuste deve ser feito por moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O horário de verão, em vigor desde outubro do ano passado, terminou na virada deste sábado (17) para domingo (18). Desse modo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal terão que atrasar os relógios em uma hora. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal). Com isso, o horário no leste do Amazonas e nos estados de Roraima e Rondônia fica 1 hora "atrasado" em relação a Brasília, enquanto oeste do Amazonas e Acre ficam 2 horas atrás. Fim do horário de verão Infografia: Alexandre Mauro/G1 Economia de energia O horário de verão foi instituído com o objetivo de economizar energia no país em função do maior aproveitamento do período de luz solar. A medida foi usada pela primeira vez em 1931 e depois em outros anos, sem regularidade. Em 2008, ganhou caráter permanente e passou a vigorar do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. O governo federal chegou a avaliar o fim do horário de verão neste ano, depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia indicou que o programa vem perdendo efetividade. A análise mostrou que a intensidade de consumo de energia elétrica estava mais ligada à temperatura do que ao horário, com picos nas horas mais quentes do dia. Porém, o Brasil enfrenta um período de estiagem, com hidrelétricas com níveis de água reduzidos, o que vem obrigando o governo a ligar as termelétricas (de operação mais cara) e até mesmo a importar energia de outros países. Começa mais tarde O presidente Michel Temer acabou editando um decreto que reduz a duração do horário de verão, e não o elimina. Assim, neste ano, ele começará em 4 de novembro, um fim de semana após o segundo turno das eleições, marcado para 28 de outubro. A mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito. Um dos exemplos citados pelo tribunal foi o Acre, onde as urnas são fechadas três horas depois de a contagem de votos já ter sido iniciada nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste.
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17/02 - Patrick Demarchelier e outros fotógrafos de moda são acusados de assédio sexual
Jornal 'Boston Globe' publicou queixas contra pelo menos 25 fotógrafos, agentes, estilistas, diretores de casting e outros profissionais da indústria. O fotógrafo francês em foto de 12 de fevereiro de 2012ao lado de Mia Demarchelier (ao centro) e da tenista Maria Sharapova em evento de moda em Nova York Dimitrios Kambouris/Getty Images/AFP O jornal "Boston Globe" fez uma revelação explosiva nesta sexta-feira (16), ao denunciar mais de duas dezenas de profissionais da indústria da moda, entre eles o lendário fotógrafo francês Patrick Demarchelier, por má conduta sexual. A equipe de jornalismo investigativo do jornal, chamada Spotlight, que em 2002 revelou casos disseminados de abuso sexual por sacerdotes católicos em Boston, revelou que mais de 50 modelos detalharam atos de má conduta sexual dos quais foram vítimas, variando de toques impróprios a agressões. Coletivamente, as vítimas apresentaram queixas contra pelo menos 25 fotógrafos, agentes, estilistas, diretores de casting e outros profissionais da indústria, noticiou o "Globe". Ente os acusados está o badalado Demarchelier, o também fotógrafo Greg Kadel, que trabalhou para Victoria's Secret e Vogue, e o estilista Karl Templer, que trabalhou com as marcas Coach, Zara e Tommy Hilfiger. A investigação do "Globe" sobre o mundo da moda também questiona outros fotógrafos, entre eles Seth Sabal e Andre Passos, também por assédio sexual. Segundo o jornal, os acusados negaram as acusações. No entanto, o império editorial Condé Nast, que inclui a revista "Vogue", informou que parou de trabalhar com Demarchelier e Kadel. Patrick Demarchelier, de 74 anos, foi acusado de assédio sexual por sete mulheres que falaram ao "Boston Globe". O jornal evoca principalmente o caso de uma ex-assistente do fotógrafo veterano. Mantendo sua identidade em sigilo, ela contou ter cedido às insistentes investidas do chefe por medo de comprometer seu futuro profissional se continuasse dizendo não. Ela também contou ter pedido à diretora artística do grupo Condé Nast, a respeitada Anna Wintour, que não deixasse que o fotógrafo trabalhasse com modelos jovens. A AFP pediu um comentário de Demarchelier sobre o caso, mas não obteve resposta. Este não é a primeira vez que acusações de assédio surgem no mundo da moda. Depois do escândalo com o produtor de Hollywood Harvey Weinstein, vários fotógrafos de moda consagrados foram alvo de acusações de mesmo teor, principalmente Bruce Weber, Terry Richardson e Mario Testino. Vários clientes, incluindo o Condé Nast, informaram publicamente que não trabalharão mais com eles.
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17/02 - 8 dicas para ensinar seu filho a lidar com dinheiro
Muitos adultos queixam-se que não tiveram educação financeira quando eram crianças, seja oferecida pela escola ou pelo próprio ambiente familiar. Parte destes adultos tem buscado maneiras de aprender a lidar melhor com suas finanças. E quando eles começam a colher as benesses das boas práticas de educação financeira, muitos chegam a dizer: “por que eu não aprendi isso antes? - minha vida estaria muito melhor hoje em dia se eu tivesse começado desde cedo administrar melhor o meu dinheiro”.   Questões assim somente endossam a necessidade de que a educação financeira comece a ser ensinada desde cedo para as crianças, de modo que elas sejam adolescentes e adultos melhores nas suas relações com o dinheiro.   Especialistas afirmam que desde os 3 anos de idade já se pode conversar com as crianças sobre educação financeira com uma linguagem lúdica. Pensando nisso, alguns pontos podem e devem ser abordados pelos pais:   1 - Mostre qual é o seu padrão de vida Isso se aplica para o caso de brinquedos, por exemplo. É um momento de mostrar que não é saudável comprar algo só porque o coleguinha ou o parente também comprou. Uma das maiores causas das infelicidades é fazer comparações com os outros. Com isso, os pais devem, desde cedo, conversar com as crianças sobre o padrão de vida que a família pode levar.    2 - Estimule o desapego É importante despertar desde cedo a arte do desapego de itens como brinquedos, roupas, bem como outros objetos e utensílios que não servem mais para a criança e que podem ser doados, trocados ou até mesmo vendidos. E no caso da venda, a criança pode utilizar o dinheiro recebido para comprar algo que ela utilizará.     3 - Explique a diferença entre necessidade e desejo Outra questão é ensinar a diferenciar necessidades de desejos, além de mostrar a importância de atender primeiro as necessidades e de modo organizado, para que os desejos possam também ser atendidos a medida do possível, mesmo que não seja naquele de imediato. Por exemplo: existe a necessidade de comprar roupas, mas será que precisa ser de determinada marca? Será que a família pode comprar essa determinada marca?  É importante deixar claro para as crianças que o dinheiro vem do trabalho dos pais (ou provedores), de bons investimentos e de boas práticas de educação financeira.   4 - Coíba o desperdício Atualmente, 45 milhões de brasileiros vivem com um salário mínimo. É fundamental combater qualquer tipo de desperdício. Seja de alimentos (somente colocar no prato o que vai comer), de energia elétrica e de água (reduzindo o tempo no banho) etc. Os pais devem conversar com os filhos sobre a importância de cuidar bem dos brinquedos, de zelar pelo material escolar, entre outros.  Essa abordagem também ajuda na sustentabilidade.    5 - Ensine noções de como poupar Uma questão importante é ensinar os filhos a terem paciência nas decisões de consumo, mostrando a importância de não gastarem todo o dinheiro de imediato e pouparem uma parte para o futuro.    6 - Faça passeios fora do shopping Buscar opções de lazer em parques municipais, ambientes ao ar livre e em contatos com a natureza (pois muitos pais têm o hábito exclusivo de que lazer é passear em shoppings centers fazendo compras). As crianças precisam e gostam que os pais brinquem com elas, e não somente as presenteiem para suprir a ausência.   7 - Estimule hábitos saudáveis Ensinar as crianças a ter bons hábitos alimentares desde cedo, bem como a importância da prática de atividades física, vai contribuir para a saúde física, mental e financeira da família. Crianças saudáveis serão adultos com uma propensão maior a ter saúde e gastarão menos com despesas médicas com consultas, exames, medicamentos, etc.   8- Dê mesada  Dar dinheiro às crianças em forma de uma semanada ou uma mesada pode ser um bom começo para ensiná-los a gerir o "pouco" dinheiro que seja. Isso para que eles aprendam a tomar suas primeiras decisões intertemporais (consumirem uma parte agora e guardarem outra parcela para consumir no futuro, por exemplo).   Vale lembrar que essas são as orientações financeiras para praticar em casa. Muitas escolas já oferecem algum tipo de educação financeira em suas grades curriculares e outras abordam o tema de modo interdisciplinar nas aulas de matemática.    Artigo em coautoria com o prof. Fernando A. Agra Santos (Doutor em Economia Aplicada).    
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17/02 - Ponto Frio aposta em 'loja digital', com realidade virtual e vitrine eletrônica, para mudar a cara da rede; veja vídeo
Menor e com menos produtos, nova loja leva tecnologias digitais para o mundo físico e pode mudar estratégia de negócio da Via Varejo, rede dona de Ponto Frio e Casas Bahia com quase mil lojas no Brasil. Cliente experimenta óculos de realidade virtual em 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dona das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, a Via Varejo abriu em São Paulo uma loja diferente de todas as outras de sua rede. Conectada a todo momento na internet, é bem menor que o habitual, com menos produtos, mas abarrotada de tecnologia, como experiência com realidade virtual, exposição virtual de produtos e rastreamento de clientes. O G1 visitou a primeira loja digital do Ponto Frio, localizada no shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Para os executivos da companhia, trata-se de um conceito que pode ser replicado em outras unidades e tem o potencial de mudar a cara das cerca de mil lojas da Via Varejo. Vídeo: Loja conectada mescla mundos digital e real A digitalização das lojas físicas é uma tendência global do varejo, na medida em que a competição com empresas que vieram do e-commerce, como a Amazon, chega nas lojas físicas. Segundo eles, aliás, algumas das tecnologias de uma loja da Amazon nos Estados Unidos, que não possui funcionários nem caixas, já estão presentes no ponto de venda do Shopping da Vila Olímpia. “A gente quis construir um espaço onde o melhor dos mundos físico e online andassem juntos”, diz Marcelo Nogueira, diretor de modelo de vendas da Via Varejo. Mundo físico + Mundo virtual A loja é enxuta em dois aspectos. O espaço disponível é de apenas 170 metros quadrados, 15% do tamanho médio de outras lojas, que têm 1,1 mil metros quadrados. O estoque tem 150 produtos, quando o restante da rede possui mais de mil aparelhos em suas prateleiras. “A gente traz a tecnologia para complementar a exposição”, diz Nogueira. “Não é o produto real, mas não é só ver uma foto na internet.” Logo na entrada da loja, uma tela enorme exibe em tamanho real eletrodomésticos grandes, como geladeiras e máquinas de lavar. “Tem só dois refrigeradores expostos na loja, mas mais de 30 na tela virtual em tamanho real.” Prateleira digital mostra produtos que não estão na 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dentro do lugar, um painel vertical de LED, chamado de “prateleira infinita”, divide espaço com prateleiras físicas, repletas de ferros de passar e liquidificadores. A instalação mostra itens de linha existentes no catálogo da empresa, mas ausentes na loja. Assim como o telão da entrada, é sensível ao toque para permitir que o consumidor vire o produto e consiga ver mais detalhes. A loja também vende móveis, mas quem quiser comprá-los não encontrará um só armário por lá. Os interessados deverão vestir óculos de realidade virtual para mergulhar em um mundo digital. É por meio dos óculos que o cliente verá as estantes, armários, mesas e sofás à venda. Eles já estarão posicionados em uma sala de estar digital, mas é possível mudar cor, estilo e os modelos vistos. Por toda a loja, totens estão distribuídos para que produtos e preços sejam pesquisados diretamente no site do Ponto Frio. Análise de expressões faciais Posicionadas estrategicamente pela loja, câmeras captam imagens dos clientes. Elas são usadas para registrar quantas pessoas passam em frente à loja, quantas entram, por onde passam, os produtos mais interessaram e até se os clientes ficaram felizes ou decepcionados com o que viram exposto (um software detecta isso ao analisar as expressões faciais deles). Outra integração permitirá que o cliente continue na loja uma compra iniciada no site. “Se você se ‘logou’ no nosso site, procurou por produtos e abandonou o carrinho, chegou na loja, eu consigo te identificar e recuperar aquele carrinho. O vendedor não precisa começar a conversa do zero. O sistema vai trazer inclusive sugestões de produtos, dado o perfil e o seu histórico de pesquisa”, diz Nogueira. O cliente poderá ser identificado caso tenha o aplicativo instalado. Isso pode ser feito ao acessar a rede Wi-Fi da loja, por reconhecimento facial ou caso forneça ao vendedor algum dado pessoal, como CPF e e-mail. A Via Varejo analisa as informações do rastreamento dos clientes e das vendas da loja para decidir o que deve ser exposto e em que horário. “Da mesma forma que o site faz o rastreamento suas pesquisas dos clientes, essa loja aqui, com essas tecnologias combinadas, permite que façamos o mesmo”, diz o diretor da Via Varejo. 'Loja digital' do Ponto Frio, em São Paulo. Marcelo Brandt/G1 Mudando a cara das lojas A abertura da loja digital do Ponto Frio é o carro-chefe da estratégia da Via Varejo de modernização das suas lojas. “Há possibilidade para escalar tudo que a gente está fazendo nessa loja”, diz Nogueira. Se o modelo for replicado, ficam menores tanto o espaço destinado à exposição de produtos quanto o estoque. Segundo o diretor, esse espaço sobressalente pode: receber novas categorias de produto (a rede está testando vender pneus), ser usado para incluir lojas de parceiros (linha mole, perfume, cosmético), ser devolvido para reduzir custo de ocupação, ser usado para clientes experimentarem os produtos e serviços vendidos. A loja do Ponto Frio é uma loja-conceito, com uma diversidade de novas tecnologias em teste. Algumas tecnologias dela já serão adotadas em outras lojas, como o totem interativo, diz Marcos Teixeira, diretor de tecnologia da informação da Via Varejo. “Eles vão olhar uma solução, como a prateleira infinita, que tem sinergia com um cluster de lojas, e vão replicar. Não necessariamente o que a gente rodar aqui é para todas as outras lojas. Vai depender da localização, do público etc.” Para preparar o restante da rede, a Via Varejo ampliou a capacidade de conexão das lojas, para conseguirem manter conectados tanto os aparelhos da loja quanto os smartphones dos clientes. Um quarto dos pontos de venda já foram reformadas. O mesmo deve ocorrer com as outras até o meio do ano. Para dar esse banho de internet nas lojas, Teixeira conta que a Via Varejo dobrou o tamanho da área de tecnologia, que agora conta com 1,3 mil profissionais. Nas novas lojas, a visão é de que tamanho não é mais o diferencial. “As lojas novas já nascem com este conceito de que é preciso de 25% a 30% menos de espaço”, diz Nogueira. Via Varejo x Amazon Totem interativo na 'loja digital' do Ponto Frio mostra catálogo de produtos exibidos no site da rede. Marcelo Brandt/G1 A Via Varejo inaugurou sua aposta para conciliar os mundos físico e virtual dias antes de a Amazon abrir nos EUA uma loja sem atendentes nem caixa, que usa tecnologia tanto para registrar quando um produto sai da prateleira quanto para cobrar um cliente por ele. Os executivos garantem que a loja do Ponto Frio está em pé de igualdade com a da rival. “A tecnologia que a Amazon implementou é baseada em imagem. Aqui, a gente já está usando tratamento com imagem para finalidades diferentes das da Amazon. Eu consigo saber onde você está trafegando, se é homem ou mulher, seu estado de espírito. Já é um reconhecimento. Nós não estamos usando as imagens para ver se você retirou um produto da prateleira ou saber se é um celular. Mas é algo que amanhã, dependendo da categoria e do sortimento, talvez faça sentido”, diz Teixeira. A empresa brasileira mantém a concorrente norte-americana no radar, principalmente após ela ter lançado no Brasil sua iniciativa inicial no varejo online além dos livros e de seu leitor eletrônico. No ano passado, a Amazon abriu seu marketplace (venda de terceiros) de eletrônicos e produtos para casa e cozinha. “A Amazon está aí na agenda, mas isso aqui [loja digital] a gente está fazendo porque faz sentido para o cliente”, diz Nogueira. “O nosso direcionamento não pode ser Amazon, Walmart ou Magazine Luiza”, desconversa o executivo para, em seguida, apontar as diferenças em relação à norte-americana, que só opera na internet. “Eu não tenho dúvida de que ter uma loja física, faz uma diferença brutal, devido à comodidade. Ninguém quer ficar esperando em casa. Se você quer um telefone, você vem aqui e pega um. Só que as lojas da Via Varejo têm enfrentando uma queda no fluxo de clientes. A empresa não diz quanto. Mas 30% das visitas aos estabelecimentos são de pessoas que apenas vão retirar os produtos comprados na internet. Essa nova realidade já faz a companhia testar a retirada de aparelhos fora de sua rede, como em agências dos Correios e até mesmo em lockers. “Tem menos fluxo? Tem, mas é um fluxo mais qualificado. Os clientes vêm para uma experiência mais personalizada. Não adianta eu ficar aqui te dando um conteúdo irrelevante. Se eu aprender a fazer isso, você vai continuar comprando comigo”, diz Nogueira.
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17/02 - Horário de verão termina neste fim de semana; moradores de 10 estados e DF devem atrasar o relógio em 1 hora
Ajuste deve ser feito por moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O horário de verão, em vigor desde outubro do ano passado, acaba na primeira hora deste domingo (18). À meia-noite entre sábado e domingo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal). Com isso, o horário no leste do Amazonas e nos estados de Roraima e Rondônia fica 1 hora "atrasado" em relação a Brasília, enquanto oeste do Amazonas e Acre ficam 2 horas atrás. Fim do horário de verão Infografia: Alexandre Mauro/G1 Economia de energia O horário de verão foi instituído com o objetivo de economizar energia no país em função do maior aproveitamento do período de luz solar. A medida foi usada pela primeira vez em 1931 e depois em outros anos, sem regularidade. Em 2008, ganhou caráter permanente e passou a vigorar do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. O governo federal chegou a avaliar o fim do horário de verão neste ano, depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia indicou que o programa vem perdendo efetividade. A análise mostrou que a intensidade de consumo de energia elétrica estava mais ligada à temperatura do que ao horário, com picos nas horas mais quentes do dia. Porém, o Brasil enfrenta um período de estiagem, com hidrelétricas com níveis de água reduzidos, o que vem obrigando o governo a ligar as termelétricas (de operação mais cara) e até mesmo a importar energia de outros países. Começa mais tarde O presidente Michel Temer acabou editando um decreto que reduz a duração do horário de verão, e não o elimina. Assim, neste ano, ele começará em 4 de novembro, um fim de semana após o segundo turno das eleições, marcado para 28 de outubro. A mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito. Um dos exemplos citados pelo tribunal foi o Acre, onde as urnas são fechadas três horas depois de a contagem de votos já ter sido iniciada nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste.
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16/02 - JBS muda política de proteção financeira e terá Grant Thornton como novo auditor independente
JBS não deu detalhes sobre o motivo das mudanças na política de hedge; supostas irregularidades em operações com derivativos financeiros motivaram prisão de Wesley Batista. A JBS informou nesta sexta-feira que seu conselho de administração aprovou uma revisão na sua política de gestão de riscos financeiros e de commodities (hedge). No comunicado, a JBS não deu detalhes sobre o motivo das mudanças ou de que forma ela será alterada. A empresa, que nos últimos anos tem sido bastante ativa em operações com os chamados derivativos financeiros, atribuía o movimento à necessidade de proteger os preços de seus ativos das variações cambiais e dos preços globais das commodities, obteve em alguns períodos fortes ganhos no mercado financeiro. O uso de informação privilegiada em algumas operações feitas pela empresa é a principal acusação contra Wesley Batista, ex-presidente da empresa, que está preso desde setembro. Wesley Batista, um dos donos da J&F e diretor presidente da JBS deixa a sede da Polícia Federal, para ir prestar depoimento na Justiça Federal, após ser preso na Operação Tendão de Aquiles, em São Paulo (SP), nesta quarta-feira (13) Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo Nova auditoria O conselho da JBS também aprovou contratar uma nova firma de auditoria independente, a Grant Thornton, em substituição à BDO RCS. Segundo o comunicado, a decisão obedece a regra da empresa que prevê rodízio obrigatório de auditores a cada cinco anos. A BDO RCS, no entanto, ainda deve emitir seu parecer sobre os resultados da companhia referentes a 2017. Os auditores financeiros da JBS também são investigados pela Comissão de Valores Mobiliários.
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16/02 - Petrobras vende participação no grupo São Martinho por R$ 444 milhões
As vendas das ações da Petrobras na São Martinho foram feitas em leilão da B3, a bolsa de São Paulo. A Petrobras levantou R$ 444,2 milhões com a venda de sua participação na São Martinho, produtora de etanol e açúcar. A estatal tinha 6,59% do capital social da empresa e vendeu a totalidade de suas ações, segundo comunicado da Petrobras divulgado nesta sexta-feira (16). A Petrobras vendeu em 2016 sua fatia na Nova Fronteira, uma joint venture formada com a São Martinho, para a própria São Martinho. Em troca, recebeu pouco mais de 24 milhões de ações, as quais a Petrobras poderia vender no prazo de até quatro anos. As vendas das ações da Petrobras na São Martinho foram feitas em leilão da B3, a bolsa de São Paulo.
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16/02 - Bolsas americanas sobem na semana, recuperando perdas anteriores
Movimento foi considerado uma correção do mercado, que teve momentos de pânico na semana anterior; Dow Jones subiu 4,25%, a maior alta semanal desde novembro de 2016. O mercado financeiro americano registrou alta nos seus principais índices de ações nesta semana, recuperando parte das perdas da semana anterior. Dow Jones avançou 4,25%, sua maior alta semanal desde novembro de 2016; Nasdaq subiu 5,31%, seu melhor desempenho em uma semana desde 2011; o S&P 500 teve alta de 4,51%, na melhor semana desde 2013. A queda das ações na semana anterior foi considerada uma correção de mercado, que nesta semana começou a se recuperar. "O ritmo da correção que tivemos marcou o ritmo da recuperação", disse o analista Art Hogan. A sexta-feira foi marcada por um dia de calmaria nos mercados, com poucas variações em seus principais índices. Dow Jones subiu 0,08%, a 25.219,38 pontos; Nasdaq cedeu 0,23%, a 7.239,47 pontos; S&P 500 ganhou 0,04%, a 2.732,22 pontos. O bom humor dos investidores também foi sentido no mercado de títulos do Tesouro americano, os Treasuries. O rendimento de um título com vencimento em 10 anos no mercado secundário caiu para 2,867%, ante 2,910% de quinta-feira.
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16/02 - Concurso em Corumbá prevê 269 vagas para Educação, segundo prefeitura
Há previsão de 127 vagas para professores e 142 para servidores administrativos e profissionais gestores. Prefeitura informa que edital deve sair em março e total de vagas pode ser ampliado. Sala de aula em Corumbá Renê Marcio Carneiro/PMC A prefeitura de Corumbá (MS) deve abrir, em março, concurso público para cargos na Secretaria Municipal de Educação. Segundo nota divulgada pelo Executivo corumbaense nesta sexta-feira (16), devem ser oferecidas 269 vagas, sendo 127 para professores e 142 para servidores administrativos e gestores. Conforme a prefeitura, o edital deve ser divulgado no dia 20 de março e a organizadora será a Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências (Fundatec). As inscrições deverão ser feitas pelo site da Fundatec entre 20 de março e 16 de abril. As provas estão previstas para o dia 6 de maio. No caso dos professores, haverá oferta para educação infantil e ensino fundamental I e II. As outras vagas serão para atuação nas secretarias das escolas, técnico de educação infantil, nutricionista, contador, fonoaudiólogo, psicólogo, advogados, engenheiros, entre outros cargos. De acordo com a prefeitura, os aprovados devem começar a trabalhar no segundo semestre de 2018.
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16/02 - Decreto tira direito a carro oficial de 1.052 ocupantes de cargos no governo federal, diz Planejamento
Segundo o ministério, manterão direito ao veículo 109 funcionários e servidores, entre eles presidente, vice-presidente e ministros. O Ministérido do Planejamento informou que um decreto publicado nesta sexta-feira (16) tira o direito a carro oficial de ocupantes de 1.052 cargos no governo federal. Entre as autoridades que deixam de ter esse direito estão presidentes de autarquias federais, reitores de universidades, secretários, diretores de agências reguladoras, além de chefes de gabinete dos ministérios. Segundo informações do Ministério do Planejamento, 109 autoridades continuam com o benefício do carro oficial: Presidente e vice-Presidente Ministros de Estado Comandantes das forças e chefe do Estado Maior Ex-presidentes Presidente ou diretor-geral de agência reguladora e cargos de natureza especial Os órgãos terão até o dia 15 de março para fazerem a adaptação ao novo modelo de transporte, o TaxiGov. Em estados onde o sistema do TáxiGov não estiver em operação, as autoridades devem utilizar veículos de serviço que já atendem aos órgãos. Os carros oficiais que deixarem de ser usados poderão ser destinados a atividades do próprio órgão, leiloados ou doados, dependendo das condições de cada um dos veículos. De acordo com o Ministério do Planejamento, a medida comprova o empenho no controle das contas públicas e "sinaliza que o Estado brasileiro está comprometido em eliminar gastos que não se justificam mais". A economia estimada com a redução de carros oficiais por autoridades, combinada com a utilização do TáxiGov (que foi iniciada em fevereiro de 2017), é de aproximadamente R$ 101 milhões por ano.
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16/02 - Qualcomm diz estar aberta a conversar com Broadcom para melhorar proposta de aquisição
Executivos das empresas se reuniram para discutir oferta de aquisição no valor de US$ 121 bilhões. Snapdragon, chip da Qualcomm Divulgação/Qualcomm A Qualcomm informou nesta sexta-feira (16) que está aberta a discutir uma oferta melhor de aquisição pela Broadcom que reflita o "verdadeiro valor" da fabricante de chips e lide melhor com suas preocupações sobre potenciais obstáculos regulatórios ao acordo. Após se reunir com a Broadcom nesta quarta-feira (14), a Qualcomm classificou o encontro como "construtivo". Foi a primeira vez que as duas empresas se encontraram para discutir a oferta existente de US$ 121 bilhões. O conselho de administração da Qualcomm, no entanto, manteve sua visão de que a proposta desvaloriza substancialmente a fabricante de chips, que tem um nível inaceitavelmente alto de risco e que não é do melhor interesse de seus acionistas. Qualcomm diz que perderá clientes se for comprada pela Broadcom Brasil pode sair na frente em Internet das Coisas, diz CEO da Qualcomm Embora a Broadcom esteja disposta a realizar alguns desinvestimentos para satisfazer os reguladores antitruste, a empresa ainda está resistente a assumir "outros compromissos", que poderiam se exigidos dos reguladores, informou a Qualcomm. Segundo a empresa, a Broadcom também não comentou suas intenções para o futuro do negócio de licenças da Qualcomm. A Qualcomm informou novamente que a multa por desistência prometida pela Broadcom de US$ 8 bilhões, a ser paga no caso de reguladores bloquearem o acordo, não chegava perto de compensar os riscos relacionados ao negócio.
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16/02 - Intel é alvo de 32 ações na Justiça por falhas de segurança em processadores de PC
Usuários pedem compensação por ações e omissões da empresa na forma como tratou dos problemas Spectre e Meltdown. Brian Krzanich, CEO da Intel, fala durante a CES 2018, em Las Vegas, nos EUA. Rick Wilking/Reuters A Intel informou nesta sexta-feira (16) que se tornou alvo de 32 ações judiciais devido às falhas de segurança em seus processadores para computador. Nos processos, os usuários alegam que foram prejudicados por "ações e/ou omissões" da Intel no tratamento das falhas, que podem permitir que hackers roubem dados de computadores. Em documento enviado ao órgão regulador, a Intel informou não ser capaz de estimar a potencial perda que pode emergir dos processos. Pesquisadores de segurança divulgaram no mês passado as falhas que afetaram quase todos os equipamentos modernos de computação contendo chips da Intel, AMD e da ARM Holdings. Ajustes para a maioria dos sistemas afetados foram feitos pelas empresas desde então. Alguns deles diminuíram a velocidade dos computadores. Especialistas em segurança apostavam que a Intel enfrentaria queixas de que os ajustes desacelerariam os computadores e efetivamente forçariam os consumidores a comprar novo hardware ou que compradores corporativos buscariam compensação da Intel por qualquer ajuste em software ou hardware que fizessem. Falha em processadores Como a Intel é a maior fornecedora de chips de computadores, especialmente para servidores e notebooks, a falha tem alcance universal. A estimativa é que todos os chips da Intel desde 1995 sofrem do problema, à exceção de modelos Itanium e Atom produzidos até 2013. Mas os processadores da Intel não são os únicos afetados. Os chips da AMD e da ARM Holding também apresentam a falha. A fabricante dos iPhones não é a primeira a admitir que o problema com os processadores afeta seus produtos. A Microsoft já informou que vai liberar uma atualização do Windows para contornar a brecha nos computadores em que está instalado. O mesmo vai ocorrer com o Linux. A Mozilla já informou que alterar o Firefox por causa das falhas. Spectre e Meltdown Tanto Meltdown quanto Spectre permitem que programas maliciosos explorem brechas na forma como processadores funcionam. Por meio delas, um desses programas pode para ler a memória de outros programas e, a partir daí, acessar informações sensíveis. A diferença entre as duas brechas é que a Meltdown é exclusiva de chips da Intel, enquanto a Spectre também atinge outros fabricantes. Outro ponto que diferencia as duas é o tipo de memória que pode ser lida. Enquanto a Spectre permite a leitura da memória de outros programas, a Meltdown permite a leitura da memória do kernel -- o "coração" do sistema operacional. Em geral, o kernel não possui informações muito úteis, já que quase todos os dados pessoais e sensíveis ficam na memória usada por aplicativos. O kernel, no entanto, pode conter dados técnicos relevantes para que outras brechas sejam exploradas. Além disso, quem ler a memória do kernel pode, na prática, ver qualquer outra memória do computador, o que garante um acesso mais abrangente. A falha Meltdown é a mais grave e a mais fácil de ser explorada. Mas também é a mais fácil de ser corrigida, pois basta uma atualização do sistema operacional que roda na máquina atingida. Já a Spectre é bastante difícil de explorar e a mais difícil de corrigir. Isso porque é provável que diversos programas tenham que seu impacto seja minimizado.
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16/02 - Mercado Livre investirá US$ 100 milhões para abrir centros de distribuição no México
Empresa terá dois grandes centros de distribuição no país latino. O Mercado Livre, maior grupo de comérico eletrônicos da América Latina, informou na quinta-feira (15) que abrirá dois grandes centros de distribuição no México, como parte de esforços para melhorar a logística no país. A companhia sediada em Buenos Aires disse que investirá US$ 100 milhões para abrir os centros de distribuição, que serão os primeiros do grupo no país e devem resultar na abertura de 3 mil vagas. As instalações ajudarão a companhia a acelerar as entregas, afirmou o presidente-executivo do Mercado Livre, Ignacio Caride. "O mais rápido possível -- essa será a experiência do e-commerce", disse ele. "Essa é grande diferença entre as pessoas irem às lojas de varejo com pacotes nos braços, e pessoas que compram online -- o quanto demora." Os centros de distribuição, que somam 130 mil metros quadrados, estão localizados no estado do México, em torno da Cidade do México. O nascente mercado de comércio eletrônico do México está se aquecendo, com a gigante norte-americana Amazon.com também investindo pesadamente. A logística é o maior desafio para as companhias que atuam no e-commerce, disse Caride. "Essa é a parte mais difícil para resolver, porque é muito caro, e requer muitas pessoas, e requer um investimento muito grande", afirmou.
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16/02 - Justiça autoriza empresa do RN a mandar pescado para Europa; exportações estão proibidas no país desde janeiro
Pesqueira Nacional vai enviar 62,5 toneladas de atum e meca para a Espanha neste fim de semana. Carga é avaliada em mais de R$ 985 mil. Empresa de pesca potiguar conseguiu liminar para enviar carga de pescado para a Espanha, mesmo com proibição nacional Pesqueira Nacional/Divulgação A Justiça Federal do Rio Grande do Norte concedeu uma liminar permitindo que uma empresa sediada em Natal exporte 62,5 toneladas de pescado para a Espanha durante o final de semana. Esse tipo de operação está proibido em todo o país desde o dia 3 de janeiro, conforme determinação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), após uma inspeção realizada pela União Européia ter encontrado vários problemas em embarcações na região Sul do país. A decisão liminar foi condedida na noite desta quinta-feira (15) pelo juiz Janilson Bezerra de Siqueira, da 4ª Vara de Natal, a pedido da Pesqueia Nacional Ltda, que opera na capital potiguar desde 2002. De acordo com a empresa, a carga de atum e meca, avaliada em R$ 985 mil, deve sair do Porto de Natal no final de semana. Ela já está em contêineres no porto da cidade. O navio que vai levar a carga deve chegar a Natal neste sábado (17) e a previsão é que deixe o porto entre o domingo (18) e a segunda-feira (19), dependendo da maré. Segundo o advogado Sebastião Leite Júnior, que representa a empresa, essa foi a primeira decisão do tipo, na justiça brasileira, desde que entrou em vigor o Memorando n.º 209/2017, do Mapa, que proibiu as exportações de todo o pescado brasileiro para a Europa. O ministério tomou a decisão em dezembro após receber o relatório de uma auditoria realizada pelos europeus em setembro. Foram apontadas irregularidades sanitárias no produto brasileiro. A suspensão temporária, segundo o governo federal, permitiria a adoção de um plano de ação a fim de responder aos questionamentos dos europeus, dar solução para os problemas identificados e tentar evitar uma suspensão unilateral da exportação pela União Europeia - de acordo com representantes do setor, esse tipo de suspensão é mais difícil de ser revertida. A maior parte das empresas de pesca, no país, está nas regiões Sul e Sudeste. As visitas foram realizadas em Santa Catarina, maior estado exportador e, por amostragem, dez empresas foram visitadas, sendo identificadas irregularidades em seis. 62,5 toneladas de pescado chegaram a Natal na quarta-feira (7), mas sem decisão da Justiça não poderia embarcar para a Europa Pesqueira Nacional/Divulgação Decisão No pedido feito à Justiça Federal, porém, a empresa potiguar alegou que se reuniu com o Ministério da Pesca após a proibição para tentar reverter a determinação, uma vez que os próprios técnicos do Mapa reconheceram que ela cumpre todos os requisitos europeus. Além disso, a empresa ressalta que os próprios representantes da comunidade européia listaram 23 empresas brasileiras que estão adequadas às suas exigências. Entre elas, a própria Pesqueira Nacional. De acordo com a empresa, mesmo tendo reconhecido o cumprimento de todos os pré-requisitos técnicos, o Mapa não autorizou a empresa a exportar o produto. Durante a proibição a embarcação da empresa, o Navio-Fábrica Nuevo Rodrigo Duran, já estava em alto mar, onde passa cerca de quatro meses. O desembarque em Natal aconteceu na quarta-feira (7) e o caso foi judicializado na quinta-feira (8), quando as 62 toneladas de peixes já estavam nos conteineres do porto de Natal. "Considerando que as suspensões que recaíram sobre as emissões dos certificados foram motivadas pelo receio de que a União Européia cessasse definitivamente as exportações de pescados, não subsistem razões para que a referida vedação estenda-se à parte autora, especialmente em se tratando de uma empresa que, segundo informações nos autos, está inserida na lista de estabelecimentos brasileiros autorizados a ingressar na União Européia, destinados à Espanha", pontou o magistrado na decisão. Navio-indústria Embarcação espanhola, com tecnologia hispano-japonesa, o Navio-Fábrica Nuevo Rodrigo Duran é o único do tipo no Nordeste brasileiro, de acordo com a empresa. Ainda em alto mar, a equipe captura, processa e armazena o percado, que já chega a Natal pronto para exportação. A empresa é especializada em peixes do tipo espadarte, como meca e atum.
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16/02 - Sob pressão de investidores, Danone promete acelerar crescimento de lucro em 2018
A empresa, assim como rivais como a Nestlé e a Unilever, está sob pressão de investidores para melhorar os resultados e precisa entregar metas para margem de lucro e crescimento de vendas estipuladas para 2020 no ano passado. O grupo alimentício Danone informou nesta sexta-feira (16) que vai acelerar o crescimento das vendas neste ano e entregar uma alta maior no lucro, conforme busca responder à pressão dos investidores. A maior fabricante de iogurtes do mundo reportou lucro ligeiramente acima do esperado em 2017, com sólida demanda por produtos alimentícios para bebês e águas na China mais que compensando a fraqueza nas vendas de lácteos. As ações da Danone subiam cerca de 1,8%, superando o desempenho do principal índice acionário da França. Os papéis acumulam queda de 7% até agora em 2018, anulando quase metade dos ganhos do ano passado. A Danone, cujas marcas incluem a água Evian, os iogurtes Activia e a marca para bebês Bledina, informou que buscará um crescimento de dois dígitos no lucro por ação em 2018, excluindo o impacto da venda de uma fatia na japonesa Yakult por US$ 1,9 bilhão anunciada nesta semana. A empresa, assim como rivais como a Nestlé e a Unilever, está sob pressão de investidores para melhorar os resultados e precisa entregar metas para margem de lucro e crescimento de vendas estipuladas para 2020 no ano passado. "Estamos começando 2018 com fundações mais fortes e estou confiante de que estamos no caminho de acelerar nossa ambição para 2020", disse o presidente do conselho de administração e presidente-executivo da Danone, Emmanuel Faber, em comunicado. A companhia busca uma margem operacional acima de 16% das vendas e crescimento em vendas na mesma comparação de 4 a 5% até 2020. Em 2017, a margem operacional da Danone subiu 70 pontos-base, para 14,36% das vendas, ficando levemente acima das expectativas de analistas.
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