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18/09 - Número de greves no Brasil caiu 25% em 2017, aponta Dieese
No ano passado, foram realizadas 1.566 paralisações no país, sendo que 16% delas duraram mais de 10 dias. Em 2017, foram registradas 1.566 greves no país, o que representa uma queda de 25% na comparação com 2016, segundo balanço anual divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo o levantamento, das 1.566 greves ocorridas no ano passado, 814 foram promovidas por trabalhadores do setor público e 746 por trabalhadores da esfera privada. Em tempo de duração, 54% das greves (839) foram encerradas no mesmo dia em que foram deflagradas, e cerca de 16% (244) alongaram-se por mais de 10 dias. Segundo o Dieese, 81% das greves realizadas em 2017 incluíam itens de caráter defensivo na pauta de reivindicações, sendo que mais da metade (56%) referia-se a descumprimento de direitos. A exigência de regularização de vencimentos em atraso (salários, férias, 13º ou vale salarial) esteve presente na pauta de 44% e foi a principal reivindicação. A reivindicação por reajuste de salários e pisos aparece na sequência, presente em 32% das paralisações. De 570 greves (36% do total anual) sobre as quais o Dieese conseguiu reunir informações sobre o desfecho, 78% tiveram algum êxito no atendimento às suas reivindicações, segundo o balanço. Apesar da queda do número de greves no ano passado, o Dieese destaca que o número ainda é bastante superior aos registrados antes de 2013, quando o patamar variava ao redor de 500 greves por ano. "Os reveses no mercado de trabalho, com o aumento do desemprego e o recuo nos números do trabalho formalizado, certamente têm impacto negativo na disposição do trabalhador para a greve, especialmente na esfera privada. Entre os servidores públicos, por outro lado, a crise fiscal do Estado tem funcionado como um incentivo à deflagração de greves", afirma o Dieese no relatório.
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18/09 - Conab eleva previsão de safra de café para recorde de 59,9 milhões de sacas
Boas condições climáticas e avanço da tecnologia elevaram rendimento por hectare plantado, segundo o órgão. Café: Minas Gerais, maior produtor do produto no Brasil, teve colheita estimada em 31,9 milhões de sacas Ely Venâncio/EPTV A safra de café do Brasil em 2018 foi estimada nesta terça-feira (18) em recorde de 59,9 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 3,2% na comparação com o número apurado no levantamento anterior, divulgado em maio pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O terceiro levantamento oficial de safra de café do maior produtor e exportador global da commodity apontou um aumento de 33,2% na colheita ante 2017, com a Conab citando boas condições climáticas e bienalidade positiva do arábica em 2018. "Soma-se a isto, o avanço da tecnologia neste setor, sobretudo no tocante à produtividade", afirmou a Conab em relatório, destacando que o rendimento agrícola por hectare foi recorde. A colheita supera com folga o último ano de bienalidade positiva do Brasil, em 2016, quando a colheita total somou 51,37 milhões de sacas. A produção de café arábica do Brasil, que representa a maior parte do total, foi projetada em 2018 em 45,9 milhões de sacas, ante 44,33 milhões na previsão de maio. Na comparação com 2017 (ano de baixa produtividade do arábica), o aumento é de 34,1%. A produção de café robusta (conilon) do país em 2018 foi estimada em cerca de 14 milhões de sacas, ante 13,7 milhões na previsão anterior. A Conab apontou um aumento de 30% ante o ano passado, quando as lavouras ainda se recuperavam de uma seca. A produtividade média do arábica na atual safra foi estimada em 30,74 sacas por hectare, um recorde histórico, sendo 33% maior do que aquela obtida em 2017. Já a produtividade média brasileira do robusta foi estimada em 38 sacas/hectare, um incremento de 35,3% em relação a 2017, também um recorde histórico. Minas Gerais, maior produtor de café do Brasil, teve colheita estimada em 31,9 milhões de sacas, sendo 31,6 milhões do arábica. "O aumento estimado para essa safra é em razão do aumento da produtividade, decorrente das boas condições climáticas, além do uso de irrigação e da bienalidade positiva." No Espírito Santo, a produção estimada chegou a 13,5 milhões de sacas, com 8,8 milhões para conilon e 4,7 milhões para arábica. Em São Paulo, a produção é exclusivamente de café arábica e a quantidade chegou a 6,2 milhões de sacas. Outro Estado que apresentou bons resultados foi a Bahia, com produção de 2,9 milhões do conilon e 1,9 milhão do arábica, segundo a Conab. Em Rondônia, a produção deve somar 1,9 milhão de sacas, devido ao maior investimento na cultura, com a produtividade aumentando significativamente nos últimos seis anos, passando de 10,8 sacas por hectare em 2012 para 30,9 sacas na safra atual. A área total de cafezais em formação e em produção em todo o país deve alcançar 2,16 milhões de hectares, sendo 1,86 milhão de hectares em produção. A Conab apontou redução de área total na ordem de 2,3% ante 2017. Quando a Conab realizou o levantamento, em agosto, o Brasil já havia colhido grande parte da safra. Na semana passada, em sua última estimativa, o órgão divulgou que a produção de grãos no Brasil somou 228,3 milhões de toneladas, a segunda maior da história do país, atrás apenas da temporada anterior.
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18/09 - Tarifas de energia de Alagoas terão reajuste médio de 6,68%
Novas tarifas podem ser aplicadas a partir do dia 28 de setembro. Reajuste para os consumidores residenciais será de 6,6% e, para os industriais, de 6,89% . A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (18) um reajuste médio de 6,68% para as tarifas de energia da Companhia Energética de Alagoas (Ceal). O reajuste pode ser aplicado a partir do dia 28 de setembro de 2018. Pela proposta da Aneel, o reajuste médio para os consumidores de alta tensão, compostos principalmente por indústrias, será de 6,89%, e para os consumidores atendidos em baixa tensão – residenciais e comerciais – será de 6,6%. A Ceal atende 1,8 milhão de unidades consumidoras no estado de Alagoas. A Ceal é uma das distribuidoras que pertenciam à Eletrobras e que o governo pretende privatizar. Quatro das seis distribuidoras já foram vendidas. Ainda aguardam o leilão a Amazonas Energia e a Ceal. No caso da companhia de Alagoas, o leilão está suspenso por uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF). Em julho o governo vendeu a Companhia Energética do Piauí (Cepisa) e no dia 30 de agosto a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e Boa Vista Energia, de Roraima.
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18/09 - Mato Grosso lidera exportações de grãos no primeiro semestre de 2018
Para os produtores, o desempenho do país atualmente só não é melhor porque o país não conseguiu avançar em melhores de estradas e ferrovias. Estado é o maior produtor de soja do país REUTERS/Andres Stapff Mato Grosso liderou o ranking de exportações no primeiro semestre deste ano. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o estado exportou 10 milhões de toneladas e dessa quantidade cerca de 80% são de produtos derivados da soja. Foi responsável por 17,30% da soja vendida para países como a China e a União Europeia. O principal produto vendido pelo estado foi a soja, sendo que o estado é o maior produtor do grão. Depois de Mato Grosso, São Paulo foi o estado maior exportador de produtos agrícolas (16,85%), seguido do Paraná (14,12%) e do Rio Grande do Sul (11,79%). Para os produtores, o desempenho do país atualmente só não é melhor porque o país não conseguiu avançar em melhores de estradas e ferrovias. Mato Grosso é o campeão nas exportações Uma indústria instalada em Várzea Grande, região metropolitana, esmaga os grãos da soja para produzir farelo e óleo. Cerca de 76 mil toneladas foram compradas dos produtores somente neste ano. A empresa não exportava há cinco anos. Segundo o gerente da indústria, Carlos Eduardo Atkinson, a empresa tem planos planos para a produção da safra de soja para 2019. "Estamos investindo para que ano que vem, possamos esmagar mais soja e exportar mais", disse. Esse ano as exportações brasileiras do agronegócio chegaram a R$ 60 bilhões de dólares. De acordo com o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), Zildo Donadello, explicou que a alta do dólar e a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos da América, colaboraram para o aumento das vendas. "Essa guerra comercial que existe no momento está sendo boa. Mas não sabemos até que ponto irá durar", afirmou. Ele contou que o desempenho não foi melhor devido à falta de avanço nas melhorias das estradas e ferrovias. "O que nos limita hoje é a logística, porque o governo não está investindo em melhorias", disse Zildo.
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18/09 - Ministro da Fazenda diz que é preciso pensar em 'soluções estruturais' para o preço do diesel
Segundo ele, é necessário pensar em 'soluções alternativas', que podem passar por uma maior competição no setor de refino ou um tributo para absorver a variação no preço internacional. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia Gustavo Raniere/Ministério da Fazenda O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse nesta terça-feira (18), em evento sobre o setor de energia, que é preciso pensar em "soluções mais estruturais" para o preço do diesel. Segundo o ministro, as soluções passam por uma maior competição no setor de refino ou um tributo que possa absorver a variação no preço internacional. Em maio deste ano, a subida no preço do diesel, acompanhando as cotações internacionais do barril do petróleo e a alta do dólar, repassadas aos consumidores por meio da política de preços da Petrobras, culminou na greve dos caminhoneiros, gerando desabastecimento generalizado de produtos pelo país – com reflexos na economia e na inflação. "Precisamos pensar soluções mais estruturais para esse problema, que não está o programa de subsídios, pois é temporário. A redução de impostos é permanente, que foi compensada na LRF. Precisamos pensar em soluções alternativas, que podem passar por uma maior competição no setor de refino, ou um tributo como um 'buffer' [colchão] para absorver variações de preço internacional que exigirão mudanças na lei [LRF]", afirmou o ministro da Fazenda. Ele lembrou que a solução para reduzir o preço do diesel em R$ 0,46 até o fim deste ano passou por subsídios para compensar a redução de R$ 0,30 (que terminam no fim de 2018) e uma redução de tributos para compensar os outros R$ 0,16 por meio do fim de benefícios (como a desoneração da folha de pagamentos). Deste modo, a redução de R$ 0,16 é permanente, afirmou o ministro. "A saída foi um sistema de subsídios para lidar com a greve dos caminhoneiros. Foi uma situação emergencial que foi criada. Não aguentaríamos mais uma semana de greve. Uma situação transitória que não transferiu custos ao próximo governo", afirmou o ministro da Fazenda durante palestra em Brasília.
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18/09 - EUA poupam aparelhos da Apple em novas tarifas sobre produtos chineses
Apple Watch e fones sem fio AirPods foram deixados de fora da lista; produtos que ajudam a operação de redes de computadores, como roteadores, serão afetados. Jeff Williams, diretor de operações da Apple, durante apresentação do novo Apple Watch Series 4. Stephen Lam/Reuters Os Estados Unidos pouparão os relógios da Apple e alguns outros aparelhos pessoais da mais recente rodada de tarifas impostas sobre bens chineses, de acordo com uma lista de produtos divulgada segunda-feira (17) pelo Representante do Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês). No entanto, partes para servidores de computadores e equipamento de rede usados em centros de dados em nuvem e serviços de internet agora enfrentam um encargo, assim como algumas peças para máquinas usadas na fabricação de semicondutores. O presidente dos EUA, Donald Trump, ampliou sua guerra comercial com a China segunda-feira, impondo 10% sobre o equivalente a US$ 200 bilhões em importações chinesas e alertou que se a China tomar medidas de retaliação contra os setores agrícola e industrial dos EUA, "nós vamos imediatamente avançar para a fase três, que envolve tarifas sobre aproximadamente US$ 267 bilhões de importações adicionais". A proposta da administração levou a protestos de empresas de tecnologia anteriormente neste ano, mas a lista final de equipamentos tarifados pelo USTR evita muitos grandes nomes de marcas de consumo e produtos. O iPhone não estava entre a ampla lista de produtos que a Apple disse a reguladores que seriam atingidos pela rodada de tarifas sobre bens equivalentes a US$ 200 bilhões em uma carta de 5 de setembro para autoridades comerciais. A Apple temia por seu Apple Watch e seus fones sem fio AirPods, mas ambos foram deixados de fora da lista anunciada segunda-feira. A nova rodada de tarifas entra em vigor em 24 de setembro com um encargo de 10%, que sobe para 25% em 1º de janeiro de 2019. China anuncia que irá retaliar novas tarifas dos EUA Entretanto, se Trump expandir as tarifas para um adicional de bens equivalentes a US$ 267 bilhões, quase toda a importação chinesa seria afetada, incluindo o iPhone, assim como todos outros smartphones. As ações da Apple caíram 0,7%, a US$ 216,29 no after market da véspera. China promete reagir às novas tarifas de importação dos Estados Unidos As ações de fornecedores da Apple em Taiwan e na China caíram nesta terça-feira. Os papéis da Foxconn, uma fabricante de Taiwan formalmente conhecida como Hon Hai Precision Industry, caíram 2,6%, enquanto as ações da Pegatron recuaram 1,37%. A fabricante de lentes para câmeras Largan Precision despencaram quase 10%. Apesar das exclusões, alguns produtos que ajudam a operação de redes de computadores, como roteadores, vão permanecer na nova lista, disse a autoridade. Isso pode afetar empresas menores de tecnologia, como Eero, uma startup que fabrica roteadores de uso doméstico e que havia pedido para ser excluída das tarifas. Juntando tudo, cerca de 300 categorias de produtos foram deixadas de fora, incluindo alguns aparelhos pessoais fora do setor de tecnologia, como capacetes para bicicletas e cadeiras para transportar crianças em carros. A Apple não respondeu ao pedido da Reuters por comentário e a Eero se recusou a comentar. O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, teve um jantar com o presidente dos EUA no mês passado, mas nenhum detalhe das discussões foi divulgado.
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18/09 - Bovespa opera em alta, de olho em guerra comercial entre EUA e China
Na véspera, o Ibovespa fechou em alta 1,80%, a 76.788 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em leve alta na manhã desta terça-feira (18), com os investidores monitorando o cenário eleitoral no país e o cenário externo após anúncio de novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos chineses. Às 10h21, o Ibovespa subia 0,17%, a 76.952 pontos. Veja mais cotações. Na véspera, a bolsa fechou em alta 1,80%, a 76.788 pontos, passando a acumular alta de 0,15% no mês e de 0,51% no ano.
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18/09 - China diz que apresentou queixa à OMC contra últimas tarifas dos EUA
EUA anunciaram tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos da China, que prometeu retaliar. O Ministério do Comércio da China informou nesta terça-feira (18) que apresentou na Organização Mundial do Comércio (OMC) uma queixa contra as tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, informou a agência Reuters. O governo norte-americano anunciou na segunda-feira que vai impor tarifas de 10% sobre os produtos chineses a partir de 24 de setembro, marcando a mais recente intensificação em uma disputa comercial cada vez mais longa entre as duas maiores economias do mundo. A China disse nesta terça-feira que vai retaliar, mas ainda não especificou quais medidas irá adotar, aumentando o risco de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa em breve adotar taxas sobre praticamente todos produtos chineses que o país compra. China promete reagir às novas tarifas de importação dos Estados Unidos "Para proteger seus direitos e interesses legítimos, assim como a ordem mundial do livre comércio, a China se verá obrigada a adotar medidas de represália de maneira recíproca", afirmou o Ministério do Comércio chinês. Através de um comunicado, o ministério afirmou que a China lamenta "profundamente" a decisão dos EUA e afirmou que a medida trará "novas incertezas" para as negociações comerciais em curso entre os dois países. "A China sempre enfatizou que a única maneira correta de resolver a questão comercial entre China e EUA é através de negociações e consultas realizadas em uma base de respeito igual, sincero e mútuo. Mas nesse momento, tudo que os EUA fazem não dá a impressão de sinceridade ou boa vontade", acrescentou o governo chinês. EUA ameaçam sobretaxas adicionais Na véspera, os Estados Unidos anunciaram a cobrança de novas tarifas para importação de produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A Casa Branca informou que EUA vão impor sobretaxa de 10% sobre cerca de US$ 200 bilhões em importações da China. A cobrança de tarifas para importação terá início em 24 de setembro, e a taxa aumentará para 25% no fim de 2018. Trump ameaçou ainda com tarifas adicionais sobre mais US$ 267 bilhões se a China retaliar. Economista fala sobre os reflexos da disputa comercial entre EUA e China no Brasil Trump considera que o déficit comercial dos EUA no comércio com a China, de US$ 376 bilhões anuais, é inaceitável e tem que ser redimensionado. O presidente dos EUA alertou na segunda-feira que se a China adotar medidas retaliatórias contra as indústrias ou os agricultores norte-americanos "vamos buscar imediatamente a fase três, que trata-se de tarifas sobre aproximadamente US$ 267 bilhões em importações adicionais". A escalada das tarifas de Trump sobre a China ocorre após negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver diferenças comerciais não produzirem resultados. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou na semana passada altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado. Esse conflito parece, até o momento, ter pouco efeito na primeira economia mundial, embora as medidas de represália sejam sentidas em algumas regiões e setores de atividade. O Tesouro americano advertiu em várias ocasiões que a maior ameaça para o crescimento econômico americano era uma guerra comercial. A Câmara de Comércio dos EUA na China (AmCham China) criticou as novas tarifas e afirmou que as empresas americanas que operam no gigante asiático serão prejudicadas. Escalada da tensão comercial O governo dos Estados Unidos tem adotado uma série de medidas conta produtos chineses e de outras economias. Até então, a administração Trump tinha anunciado tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Desse montante, US$ 34 bilhões estavam sobretaxados desde julho. Os outros US$ 16 bilhões começaram a ser sobretaxados em agosto. As ações dos EUA tentam pressionar a China a fazer mudanças radicais na sua política comercial, na transferência de tecnologia e em subsídios industriais para o setor de alta tecnologia. O governo chinês tem adotado represálias ao movimento dos EUA. Em agosto, Pequim também adotou tarifas de 25% para US$ 16 bilhões de produtos americanos. Desde agosto, as tarifas de importação adotadas mutuamente por Estados Unidos e China já alcançavam US$ 100 bilhões de dólares. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências 5 fatos sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China
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18/09 - Publicado edital de concurso para seis vagas de professor da UFPB
Duas das vagas já estão com inscrições abertas. Salários chegam a R$ 9,6 mil. Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Krystine Carneiro/G1 Foi divulgado nesta terça-feira (18) um edital de concurso para seis vagas de professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com remunerações que chegam à R$ 9,6 mil. As vagas exigem curso superior e doutorado na área escolhida. O edital foi divulgado no Diário Oficial da União. Veja edital de concurso para professor da UFPB Das seis vagas, duas já estão com inscrições abertas até o dia 18 de outubro. Uma é para o departamento de medicina interna e outra para o departamento de administração. Ambas são com dedicação exclusiva. No dia 24 de setembro, abrem as inscrições para professor no departamento de promoção e saúde, com duas vagas, sendo uma no regime T-20 e outra com dedicação exclusiva, e uma vaga para o departamento de metodologia da educação, em dedicação exclusiva. Já entre 1º e 30 de outubro, estão abertas as inscrições para a vaga de professor no departamento de finanças e contabilidade, que exige dedicação exclusiva. Conforme o edital, as inscrições para o regime T-20 custam R$ 69 e a remuneração bruta é de R$ 3.449,83. Já para o regime de dedicação exclusiva, a remuneração é de R$ 9.600,92 e a inscrição custa R$ 192. As provas variam de acordo com cada concurso e os candidatos vão ser informados pelo departamento responsável acerca da data. As inscrições devem ser feitas nos departamentos escolhidos. O concurso tem validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período. Concurso para professores da UFPB Vagas: 6 (em áreas variáveis) Nível: superior (exige doutorado) Salários: R$ 3.449,83 e R$ 9.600,92 Prazo de inscrição: variável de acordo com a área Local de inscrição: secretarias dos departamentos responsáveis Taxas de inscrição: R$ 69 (regime T-20) e R$ 192 (dedicação exclusiva) Provas: variáveis de acordo com a área Edital do concurso para professores da UFPB
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18/09 - 99 testa monitoramento por câmeras em viagens de SP em meio à pressão por segurança
Controladora chinesa da 99 reformula procedimentos de segurança. O aplicativo de transporte urbano por aplicativo, 99, inicia testes com câmeras de monitoramento em veículos do serviço em São Paulo nesta terça-feira (18).A empresa espera inibir eventuais incidentes com a medida, que ajude o aplicativo a identificar situações de risco e pessoas que cometam infrações, disse a 99 em comunicado. Carros com câmeras serão identificados para que passageiros saibam que estão sendo filmados 99 POP/Divulgação O movimento acontece enquanto a chinesa Didi Chuxing, que comprou o controle da 99 em janeiro, reformula procedimentos de segurança após uma passageira ser estuprada e assassinada por seu motorista na China. "A tecnologia vai operar aliada à inteligência artificial da 99, que monitora o perfil de todas as chamadas. Assim, o aplicativo pode identificar situações de risco e tomar as medidas cabíveis", disse a 99 em comunicado. As câmeras serão instaladas inicialmente em alguns carros do serviço de viagens compartilhadas e táxis que atendem pelo aplicativo, disse a empresa, acrescentando que os carros serão identificados para que os passageiros saibam que estão sendo filmados, e os motoristas assinaram termos de conformidade. Em alguns meses, a 99 quer ampliar o monitoramento de vídeo para outras cidades do país e instalar equipamentos de visão noturna e lentes "olho de peixe", que criam um ângulo maior de gravação nos veículos do aplicativo. As imagens, que podem ser acessadas em tempo real pela empresa, serão armazenadas na central de segurança da 99 e monitoradas por uma equipe incluindo ex-militares, engenheiros de dados e psicólogos. A equipe trabalhará 24 horas por dia e pode ajudar passageiros e motoristas caso necessário.
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18/09 - Dona das redes Viena e Frango Assado rescinde acordo de fusão com a Sapore
Segundo IMC, decisão ocorreu após realização de auditoria prevista no acordo e falta de consenso com os representantes da Sapore. O conselho de administração da International Meal Company Alimentação (IMC), dona das redes Frango Assado e Viena, decidiu rescindir acordo de associação com a Sapore, empresa de refeições corporativas, de acordo com fato relevante divulgado na noite de segunda-feira. A decisão de cancelar o acordo de fusão, anunciado em junho, ocorreu após realização de auditoria prevista no acordo, quando, segundo a IMC, as condições suspensivas previstas no acordo não foram implementadas. "Diante disso, e considerando que não houve consenso com os representantes da Sapore quanto a certas questões identificadas na auditoria, o conselho de administração da IMC, visando a preservar o interesse da companhia e de seus acionistas, se reuniu nesta data e deliberou rescindir o acordo de associação nos termos ali previstos", disse a IMC em fato relevante. As duas empresas anunciaram em junho um acordo de fusão, que previa uma oferta pública de aquisição de até 24% das ações da IMC, de modo que os acionistas da Sapore seriam detentores de 41,79% do capital social da IMC. O acordo de fusão entre a IMC e a Sapore já havia sido aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em julho. A IMC disse que seguirá trabalhando para geração de valor para acionistas e que não deixará de avaliar futuras novas oportunidades, inclusive com a própria Sapore. O conselho de administração da IMC também aprovou um programa de recompra de 13 milhões de ações ordinárias, correspondentes a 7,98% dos papéis em circulação, por prazo de um ano, e a redução do capital social da companhia no valor de R$ 100 milhões.
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18/09 - Dólar tem alta ante real de olho no exterior e pesquisa eleitoral
Na véspera, moeda dos EUA fechou em queda pelo 2º pregão seguido, a R$ 4,1261. Dólar Reprodução/TV Globo O dólar opera em alta nesta terça-feira (18), em meio às expectativas de mais uma rodada de pesquisa de intenção de votos para a eleição presidencial e após os Estados Unidos anunciarem novas tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos importados da China. Às 11h28, a moeda norte-americana avançava 0,39%, vendida a R$ 4,1422. Na máxima do dia até o momento chegou a R$ 4,1503. Já o dólar turismo era negociado a R$ 4,32, sem considerar a cobrança de tributo (IOF). Veja mais cotações. Na véspera, o dólar fechou em queda de 0,98%, a R$ 4,1261. No mês até o pregão anterior, a moeda acumula alta de 1,33% e, no ano, tem valorização de 24,62%. 6 pontos para entender por que o dólar está subindo tanto Novo patamar e perspectivas A recente disparada do dólar acontece em meio a incertezas sobre o cenário eleitoral e também ao cenário externo mais turbulento, o que faz aumentar a procura por proteção em dólar. Investidores têm comprado dólares em resposta a pesquisas que mostram intenção de voto mais baixa para candidatos considerados mais pró-mercado. Na avaliação do mercado, os candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto são menos comprometidos com determinados modelos de reformas econômicas considerados fundamentais para o ajuste das contas públicas. Podcast do G1: Onde o dólar vai parar? Dólar mais caro tem impacto sobre preços de carnes, massas e importados Na prática, as flutuações atuais ocorrem principalmente conforme cresce a procura pelo dólar: se os investidores veem um futuro mais incerto ou arriscado, buscam comprar dólares como um investimento considerado seguro. E quanto mais interessados no dólar, mais caro ele fica. Outro fator que pressiona o câmbio é a elevação das taxas básicas de juros nas economias avançadas como Estados Unidos e União Europeia, o que incentiva a retirada de dólares dos países emergentes. O mercado tem monitorado ainda a guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais e a crise em países como Argentina e Turquia. A visão dos analistas é de que o nervosismo tende a continuar até que se tenha uma maior definição da corrida eleitoral. A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,80 para R$ 3,83 por dólar, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,70 para R$ 3,75 por dólar. Saiba como proteger as compras do cartão de crédito das fortes oscilações do dólar
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18/09 - Hopi Hari dobra limite de público e eleva atrações um ano após reabrir, mas dívidas com maiores credores seguem abertas
Parque de diversões em Vinhedo (SP) passou a receber, em agosto, até 10 mil visitantes por dia. Presidente afirma que estrutura trabalha para acertar débitos com órgãos públicos. Roda-gigante no parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo Luciano Calafiori/G1 O Hopi Hari, em Vinhedo (SP), completou um ano de reabertura com limite de 10 mil visitantes por dia, o dobro do estipulado quando as atividades foram retomadas, e alta no índice de atrações disponíveis ao público, segundo o presidente, José David Xavier. Por outro lado, as dívidas com os maiores credores, excluídos do plano de recuperação judicial, e com a Prefeitura seguem abertas. Após permanecer fechado por 84 dias durante 2017, o parque reabriu com capacidade para receber até 5 mil visitantes e com venda de ingressos somente pela internet. Desde então, explica Xavier, houve crescimento gradativo para garantir segurança aos visitantes: alcançou 7,5 mil em março e chegou ao número atual em agosto, quando a reabertura completou um ano. "Nosso alvará de operação é de até 26 mil pessoas, o público máximo pode variar em dias de shows", menciona o presidente ao lembrar que o parque está em dia com alvarás e autos de vistoria do Corpo de Bombeiros. Segundo ele, não há necessidade de agendamento, mas está mantida recomendação para que as compras sejam antecipadas pelos canais de venda. Público no Hopi Hari, em Vinhedo, após a reabertura em agosto de 2017. Felipe Koharo/Hopi Hari Atrações abertas Neste período, o índice de atrações abertas passou de 85% para 95%, de acordo com o Hopi Hari. O plano do parque é reabrir três brinquedos antes de reativar o brinque La Tour Eiffel (elevador), fechado desde a morte da adolescente Gabriela Nichimura, em 2012, quando teve início a fase mais crítica do parque. Antes disso, a previsão era de volta do funcionamento até dezembro deste ano. "Nossos engenheiros estão trabalhando para reativação das três atrações restantes do quadro. [...] Após a conclusão deste escopo, poderemos informar com mais precisão a previsão de reativação [do elevador]", explicou Xavier. Reveja 12 momentos que marcaram a trajetória do Hopi Hari Brinquedo onde houve acidente segue fechado desde 2012. Patrícia Teixeira/G1 Em relação ao número de funcionários, o presidente cita que também houve aumento no período comparado. "Na reabertura contávamos com 168 habitaris [colaboradores]. Hoje contamos com 630 colaboradores diretos", destaca o presidente. À época da reabertura ao público, entretanto, o parque de diversões indicava já contar com aproximadamente 400 trabalhadores. O presidente do Hopi Hari, José David Xavier Patrícia Teixeira/G1 Recuperação judicial A 1ª Vara de Vinhedo aprovou, em abril, a proposta de recuperação judicial apresentada pelo Hopi Hari que contempla pagamentos para fornecedores, prestadores de serviços, ex-colaboradores e funcionários, mas excluiu os quatro maiores credores do empreendimento, incluindo o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), que reivindica montante estimado em R$ 229,4 milhões. O advogado do parque no processo, Sérgio Emerenciano, explica que desde então já foram pagos pelo menos 200 credores desde o acordo e que a dívida está sendo "reduzida consideravelmente" por causa do plano e discussões judiciais autônomas em andamento. À época da assinatura, o total de débitos estava estimado em pelo menos R$ 400 milhões, mas o defensor não citou valores. Sobre a contestação dos credores excluídos, ele alegou que elas "são naturais" em planos de recuperação judicial, e eles podem aderir ao formato de pagamento estipulado no processo. O grupo contemplado na proposta homologada pela Justiça representa 10% do total da dívida do parque. Pelo plano, quem tem créditos de até R$ 1 milhão receberá 53% do valor em 48 parcelas iguais; enquanto as dívidas superiores a R$ 1 milhão serão parceladas em até 21 anos. Com relação aos processos trabalhistas, a proposta aprovada prevê o pagamento das dívidas em até 12 meses, com descontos que variam de 20% a 60% dependendo do tempo da ação. Acionistas e credores do Hopi Hari no teatro do parque temático, em Vinhedo Patrícia Teixeira/G1 Dívidas com Prefeitura A assessoria da administração municipal informou que o Hopi Hari deve R$ 43,1 milhões em taxas e Imposto Sobre Serviços (ISS) acumulados desde 2000, e mais R$ 22,8 milhões relativos ao Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) contabilizados desde 2003. O presidente do parque diz que o ISS voltou a ser recolhido desde junho deste ano, "o que não ocorrida desde 2012", e afirma que desde agosto houve recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário. "Nessa próxima fase trabalharemos para recompor os débitos perante todos os órgãos públicos". Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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18/09 - Intenção de investimento da indústria no Brasil cai no 3º tri para menor nível em 1 ano, diz FGV
Indicador reforça leitura de perda de fôlego da recuperação da economia em 2018. A intenção de investimentos da indústria no Brasil voltou a cair no terceiro trimestre e atingiu o nível mais baixo em um ano, devido ao quadro de incertezas e fraco crescimento econômico, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (18). O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria recuou para 113,0 pontos no terceiro trimestre, queda de 3,1 pontos sobre os três meses anteriores, de acordo com a FGV, no nível mais baixo desde o terceiro trimestre do ano passado (105,1 pontos). O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas. "A redução do ímpeto de investimentos industriais no terceiro trimestre é mais um sinal de perda de fôlego da economia em 2018. A contínua elevação das incertezas e o baixo crescimento da economia continuarão contendo uma retomada mais firme dos investimentos até o final deste ano", afirmou, em nota, o superintendente de estatísticas públicas da FGV IBRE, Aloisio Campelo Jr. Mas embora tenha sofrido a segunda queda seguida, o indicador de intenção de investimentos permanece acima de 100 pontos, nível em que a proporção de empresas que prevê aumentar o volume de investimentos produtivos nos 12 meses seguintes é superior à das que projetam reduzir os investimentos, destacou a FGV. No terceiro trimestre, a proporção de empresas que estavam certas quanto à execução do plano de investimentos era de 27,5%, ante 31,9% de empresas incertas. A economia brasileira vem mostrando um ritmo lento de crescimento, com avanço do Produto Interno Bruto (PIB) de apenas 0,2 por cento no segundo trimestre sobre o período anterior, segundo dados do IBGE, em meio ao desemprego ainda alto e às incertezas às vésperas da eleição presidencial de outubro. Para este ano, os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central vêm reduzindo suas projeções para o PIB, e preveem agora um crescimento de 1,36 por cento.
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18/09 - Brasil Pharma inclui venda de Drogarias Farmais em plano de recuperação judicial
Credores voltam a se reunir no dia 27 de setembro para apreciar o plano de recuperação revisado. O conselho de administração da Brasil Pharma se manifestou favoravelmente ao plano de recuperação revisado da companhia, que contempla a possibilidade de venda da rede de Drogarias Farmais, informou a empresa em comunicado na noite segunda-feira (17). A inclusão da possibilidade de venda da Farmais foi apresentada por credores em reunião realizada no último dia 6 de setembro e aceita pelo conselho em reunião na segunda-feira. Além da venda da rede Farmais, o plano de recuperação revisado também prevê foco na manutenção da operação de franquias de varejo farmacêutico, dada sua baixa necessidade de capital de giro e reduzido custo de expansão, para desenvolver operações nas regiões Norte e Nordeste, por meio de franquias das bandeiras Farmácias Santana e Drogarias Big Benn, cujas marcas têm grande força regional, disse a empresa. Os credores voltam a se reunir no dia 27 de setembro para apreciar o plano de recuperação revisado. Com dívidas de mais de R$ 1 bilhão, a Brasil Pharma estáem recuperaçã o judicial desde janeiro. O grupo afirma possuir 288 lojas espalhadas por todo o país, 430 franquias e mais de 4.500 funcionários.
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18/09 - China anuncia que irá retaliar novas tarifas dos EUA
Na véspera, Trump anunciou tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. China promete reagir às novas tarifas de importação dos Estados Unidos A China informou nesta terça-feira (18) que vai adotar "represálias" após o anúncio dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobe US$ 200 bilhões em produtos chineses, aumentando o risco de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa em breve adotar taxas sobre praticamente todos produtos chineses que o país compra. "Para proteger seus direitos e interesses legítimos, assim como a ordem mundial do livre comércio, a China se verá obrigada a adotar medidas de represália de maneira recíproca", afirmou o Ministério do Comércio. Através de um comunicado, o ministério afirmou que a China lamenta "profundamente" a decisão dos EUA e afirmou que a medida trará "novas incertezas" para as negociações comerciais em curso entre os dois países. "A China sempre enfatizou que a única maneira correta de resolver a questão comercial entre China e EUA é através de negociações e consultas realizadas em uma base de respeito igual, sincero e mútuo. Mas nesse momento, tudo que os EUA fazem não dá a impressão de sinceridade ou boa vontade", acrescentou o governo chinês. Os índices acionários se recuperar à tarde e fecharam em alta depois que Pequim prometeu revidar. Os ganhos nos papéis de infraestrutura sustentaram o mercado, com alguns investidores apostando que a China aumentará o investimento em estradas e pontes para compensar o impacto da última rodada de tarifas de Trump, grande parte da qual já foi precificada pelos mercados. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 2%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,82%. Trump anuncia novas tarifas sobre produtos chineses EUA ameaçam sobretaxas adicionais Na véspera, os Estados Unidos anunciaram a cobrança de novas tarifas para importação de produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A Casa Branca informou que EUA vão impor sobretaxa de 10% sobre cerca de US$ 200 bilhões em importações da China. A cobrança de tarifas para importação terá início em 24 de setembro, e a taxa aumentará para 25% no fim de 2018. Trump ameaçou ainda com tarifas adicionais sobre mais US$ 267 bilhões se a China retaliar. Trump considera que o déficit comercial dos EUA no comércio com a China, de US$ 376 bilhões anuais, é inaceitável e tem que ser redimensionado. Trump alertou na segunda-feira que se a China adotar medidas retaliatórias contra as indústrias ou os agricultores norte-americanos "vamos buscar imediatamente a fase três, que trata-se de tarifas sobre aproximadamente US$ 267 bilhões em importações adicionais". A escalada das tarifas de Trump sobre a China ocorre após negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver diferenças comerciais não produzirem resultados. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou na semana passada altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado. Esse conflito parece, até o momento, ter pouco efeito na primeira economia mundial, embora as medidas de represália sejam sentidas em algumas regiões e setores de atividade. O Tesouro americano advertiu em várias ocasiões que a maior ameaça para o crescimento econômico americano era uma guerra comercial. A Câmara de Comércio dos EUA na China (AmCham China) criticou as novas tarifas e afirmou que as empresas americanas que operam no gigante asiático serão prejudicadas. Economista fala sobre os reflexos da disputa comercial entre EUA e China no Brasil Escalada da tensão comercial O governo dos Estados Unidos tem adotado uma série de medidas conta produtos chineses e de outras economias. Até então, a administração Trump tinha anunciado tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Desse montante, US$ 34 bilhões estavam sobretaxados desde julho. Os outros US$ 16 bilhões começaram a ser sobretaxados em agosto. As ações dos EUA tentam pressionar a China a fazer mudanças radicais na sua política comercial, na transferência de tecnologia e em subsídios industriais para o setor de alta tecnologia. O governo chinês tem adotado represálias ao movimento dos EUA. Em agosto, Pequim também adotou tarifas de 25% para US$ 16 bilhões de produtos americanos. Desde agosto, as tarifas de importação adotadas mutuamente por Estados Unidos e China já alcançavam US$ 100 bilhões de dólares. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências 5 fatos sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China
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18/09 - Qual a melhor opção para financiar compra de terras?
Pergunta: “Qual a melhor opção para fazer um financiamento para compra de terras?”. Samy Dana responde sobre financiamento para compra de terras
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18/09 - A curiosa razão por que o relógio sempre marca 9:41 nos anúncios da Apple
Tudo na empresa da maçã tem uma razão de ser, até mesmo os detalhes mais insignificantes que aparecem nas imagens de promoção de seus dispositivos. O horário é um deles. Produtos da Apple Site da Apple Na Apple, nada é por acaso, nem mesmo o que aparece nas telas dos dispositivos de suas imagens publicitárias. Está lá, na página oficial da companhia - e não é a maçãzinha que simboliza a marca. Todo aparelho traz no relógio o horário 9h41. Sempre. Esse é o número que aparece também nos comerciais da empresa, tanto online quanto nos jornais e na televisão. O motivo foi revelado recentemente por um antigo desenvolvedor do sistema iOS da Apple, Scott Forstall, a Jon Manning, outro desenvolvedor que trabalha para a empresa Secret Lab, na Austrália. Tudo planejado "Planejamos as apresentações de novos produtos para que a grande revelação ocorra aos 40 minutos", disse Forstall. "Quando aparece a imagem grande do aparelho na tela, queremos que o tempo marcado lá seja o mesmo do relógio do público. Mas sabemos que não acertaremos exatamente 40 minutos." Por exemplo, na apresentação dos primeiros iPhones, a hora que aparecia nas imagens de promoção era 9h42, porque o anúncio foi feito 42 minutos depois de o evento ter começado, e não 40, como estava previsto. A hora mudou para as 9h41 quando, em 2010, foram apresentados os primeiros iPads, e o nome do primeiro tablet foi revelado nesse horário. É a que permanece até hoje. Nem todas as apresentações da Apple são feitas às 9h, por isso, nem todas as suas novidades são anunciadas às 9h41. Na verdade, na última, em que foi apresentado o novo iPhone XS e o iWatch, a imprensa havia sido chamada às 10h. O anúncio foi, portanto, às 10h41, e não às 9h41. Mas esse horário especial também tem sua razão de ser. Foi às 9h de 9 de janeiro de 2007 que Steve Jobs apresentou um produto inovador que daria um novo impulso à empresa da maçã. "Hoje a Apple vai reinventar o futuro do telefone", disse Jobs, mostrando pela primeira vez o primeiro iPhone da história, alguns segundos depois das 9h40.
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18/09 - 9 em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental
Levantamento da Page Personnel aponta que 90% dos colaboradores são desligados das empresas por conduta inesperada ou inapropriada; veja alertas que devem ser considerados quando houver problemas desencadeados pelo lado comportamental. Inteligência emocional tem peso decisivo na manutenção do emprego, mostra pesquisa Freepik Nove em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental. É o que aponta o levantamento da Page Personnel, consultoria global de recrutamento para cargos de nível técnico e suporte à gestão. O estudo leva em conta as respostas de 1.400 executivos de recursos humanos de janeiro até agosto, de empresas dos setores de varejo, vendas, TI, propriedade e construção, marketing, finanças, engenharia e RH. De acordo com Renato Trindade, gerente da Page Personnel, há muitos profissionais qualificados tecnicamente, com um currículo repleto de bons cursos e atividades complementares, mas tanto repertório não é suficiente para conquistar uma boa vaga. "O profissional precisa ter uma forte inteligência emocional e buscar novas habilidades, como trabalhar em equipe, respeito ao próximo, inspirar e desenvolver pessoas. Muitos executivos acabam sendo atropelados pelo próprio ego e pagando um preço alto, muitas vezes acarretando em demissão”, explica. Renato Trindade elenca 5 alertas que os profissionais devem considerar quando houver problemas desencadeados pelo lado comportamental: Curva de aprendizado em declínio (alerta: baixo desenvolvimento) Quando foi a última vez que você adquiriu uma nova habilidade? Ou que enfrentou um desafio real? Se você não tem se sentido estimulado ultimamente, talvez seja melhor começar a pensar em um novo rumo para a carreira. Aprender com o trabalho é extremamente importante. Chances de promoção fora do radar (alerta: estagnação) Permanecer estagnado na mesma posição por muito tempo pode afetar a satisfação e até a performance no emprego. Quando não há chance de promoção, as pessoas tendem a ficar desmotivadas. Quando isso acontece, o trabalho se torna uma obrigação. Trabalho é sempre trabalho, mas é possível e importante gostar daquilo que se faz. Caso isso não seja uma opção, é outro sinal para sair de onde está. Dificuldades para ser autêntico (alerta: adaptação inviável) Você evita falar o que pensa no trabalho? O ambiente é tão engessado que você não consegue nem ter uma conversa relaxada com seus companheiros de equipe? Suas ideias sempre são imediatamente descartadas? Então, provavelmente, você já começou a se autossabotar. Quando paramos de ser autênticos, os problemas vão começar a surgir. Quando não há liberdade para expressar minimamente as verdades, é muito difícil que haja uma boa combinação até mesmo com a cultura da companhia. No longo prazo, as chances de a companhia buscar alguém com perfil mais bem adaptado à realidade imposta é muito grande. Falta de autenticidade prejudica inclusive o potencial de liderança. Problemas de saúde com frequência (alerta: estresse e somatização) Em casos mais sérios, o estresse ocasionado pelo trabalho pode ser o gatilho para vários tipos de complicações de saúde. Desde problemas de pressão até ataques de pânico e ansiedade, afetando de forma realmente negativa o cotidiano. O estresse pode ser considerado como elemento comum de qualquer rotina, até mesmo quando chega a níveis mais alarmantes. Porém, quando ataques de pânico e ansiedade se tornam comuns, infelizmente é sinal de que não há outra alternativa. Não cabe julgamento, mas vale pensar em mudança. Saúde é prioridade. E outro detalhe: sem saúde mental e física, não existe alta produtividade. Quando as pressões externas refletem no corpo, ocorre o processo de somatização, um vilão para a vitalidade. Dificuldades para se desligar dos problemas (alerta: riscos à reputação) Falar apenas sobre o trabalho pode ser um sinal de problema. O equilíbrio entre vida profissional e pessoal está cada vez mais em foco no mundo corporativo, e com um bom motivo. Se você não consegue tirar sua cabeça do local de trabalho, é provável que ele esteja demandando muito de você. Todos falam sobre a carreira com amigos e família, mas há sempre outros tópicos de conversa. Além disso, uma pessoa que não está conseguindo se livrar dos problemas pode estar queimando a reputação perante colegas e gestores. Um profissional de alto nível pode se tornar aos olhos mais próximos alguém com baixa capacidade de lidar com crises. A reputação é um valor intangível, porém, crucial numa troca de trabalho. Não existe networking sem boa dose de reputação.
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18/09 - Proposta dos economistas dos presidenciáveis para 5 temas: Previdência
Assessores econômicos responderam sobre idade mínima, homens e mulheres, servidores e regime geral; G1 publica série sobre propostas das campanhas para a economia. Eleições 2018 Arte G1 No começo do ano, o governo Temer desistiu da reforma da Previdência que havia apresentado ao Congresso, deixando o assunto pendente para o próximo presidente. O G1 ouviu as opiniões dos assessores econômicos dos candidatos à presidência sobre esse tema (veja mais abaixo). Três perguntas sobre previdência A Previdência Social deve terminar 2018 com um rombo de R$ 291 bilhões, segundo as previsões oficiais. A reformulação do sistema de aposentadorias e pensões fazia parte do ciclo de reformas da equipe econômica de Michel Temer, mas enfrentou resistência no Congresso durante meses até ter sua tramitação oficialmente suspensa. Isso aconteceu após a intervenção federal no Rio de Janeiro, em fevereiro. A legislação proíbe, durante vigência de intervenção federal, a aprovação de emendas à Constituição. Conheça o cenário econômico que o futuro presidente da República encontrará As despesas previdenciárias estão entre as classificadas como "obrigatórias", ou seja, o governo não tem a opção de cortá-las. Para alterar esses gastos, é preciso mudar a legislação. O gasto com a Previdência vem exercendo forte pressão sobre o orçamento público, com temores sobre a capacidade do governo de cumprir a regra do teto de gastos. Entrevistas O G1 publica ao longo desta semana uma série de reportagens sobre as propostas eleitorais em relação aos principais temas econômicos. Foram consultados os assessores econômicos dos cinco candidatos mais bem posicionados nas pesquisas. Assim como os demais partidos, a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) foi procurada com 2 semanas de antecedência, mas não aceitou conceder entrevista no prazo proposto pelo G1. As opiniões sobre os temas, são as que constam do programa de governo do candidato e as expressadas pelo economista do partido em entrevista à Globonews. A série de reportagens vai abordar os seguintes temas: 17/09 - Contas públicas 18//09 - Previdência 19/09 - Desemprego 20/09 - Fraco crescimento econômico 21/09 - Reforma trabalhista. Veja abaixo a avaliação e propostas dos economistas (em ordem alfabética): Guilherme Mello, assessor econômico de Fernando Haddad (PT) Central das Eleições entrevistou o economista Guilherme Mello (PT) GloboNews/Reprodução “Quem só acha a Previdência um grande problema do Brasil não vê o benefício que ela gera. No meio de uma crise deste tamanho, você só segura as pessoas para fora da linha da pobreza porque alguém da família recebe uma aposentadoria. A gente acha necessário mexer em alguns aspectos. Tem que atacar o foco do problema, e não fazer um ataque geral. Não vai mexer em Benefício de Prestação Continuada, na aposentadoria dos mais pobres e na aposentadoria rural. O setor público mantém privilégios dada a existência de diversos regimes próprios. Se o foco for no combate ao privilégio que está na mão de uma pequena minoria, já terá resolvido em grande medida o problema da Previdência.” Idade mínima “No Brasil, 80% já se aposentam por idade. A parcela que não se aposenta por idade vai estar sujeita à regra 85/95, que vai subindo ano a ano e que na prática vai estabelecer uma idade mínima” Aposentadoria de homens e mulheres “A diferença entre homens e mulheres tem a ver com a realidade. Claro que eu gostaria que não houvesse diferença, mas na prática tem. A mulher tem a dupla, tripla jornada.” Setor público e privado “A ideia é aproximar ao máximo os dois regimes. É evidente que algumas profissões têm tratamento diferenciado. Mas são exceções. Militares têm alguma coisa diferente, professores são exceções. A regra é que todos se aposentem pelo mesmo regime.” Marco Bonomo, assessor econômico de Marina Silva (Rede) O economista Marco Bonomo Reprodução / site do economista “Os gastos primários vêm crescendo de forma explosiva. E uma das fontes desse aumento é o gasto previdenciário. O Brasil gasta hoje 13% do PIB em Previdência e estamos num processo demográfico em que está havendo uma transição muito rápida. O Brasil faz em 10 anos a transição demográfica que a França fez em 50 anos.” Idade mínima “A idade de aposentadoria é um fator fundamental. É preciso ter uma idade mínima que seja indexada com a expectativa de vida para que a gente não tenha mais adiante o mesmo problema. A população vai continuar envelhecendo, mais adiante vai ter que fazer uma outra reforma da Previdência de novo. É melhor fazer uma reforma que equacione o longo prazo o problema.” Aposentadoria de homens e mulheres “A Marina é muito preocupada com a situação das mulheres pela dupla jornada de trabalho. Esses problemas de desigualdade têm de ser atacados em paralelo. A ideia é que não haja, num primeiro momento, uma igualdade entre homem e mulher, mas que a gente caminhe gradualmente para isso conforme o outro lado social, o lado das condições entre homens e mulheres, vá se tornando mais igual.” Setor público e privado “Funcionários públicos e do setor privado terão o mesmo tratamento, com uma transição. A Previdência é desigual, certas categorias têm benefícios maiores do que outras. É preciso tratar as pessoas com igualdade.” Nelson Marconi, assessor econômico de Ciro Gomes (PDT) Economista Nelson Marconi Divulgação/FGV “A reforma da Previdência é essencial. Ela deve ter alguns pilares. Um deles é o de renda mínima. Todas as pessoas que estão aposentadas ou que vão se aposentar pelo regime rural, quem está no Loas, ou seja, todo esse grupo que não tem condição de contribuir tem de ter uma renda mínima. Além disso, uma parcela das pessoas vai estar sujeita ao regime de repartição e outra ao regime de capitalização. Vai depender da renda. Se ela tiver uma renda que não é elevada, vai ficar só no regime repartição. Um regime que é somente de repartição tende a se mostrar inviável. Precisa ter uma combinação entre as duas coisas. ” Idade mínima “Queremos aumentar a idade mínima. Deve chegar perto dos 65 anos, mas devemos preservar algumas categorias. Algumas categorias de trabalho têm um esforço físico maior e muitas não conseguem chegar até os 65 anos com o mesmo desempenho.” Aposentadoria de homens e mulheres “A tendência é aproximar (a idade de aposentadoria).” Setor público e privado “A ideia da nossa proposta é igualar funcionários do setor público com o do setor privado." Paulo Guedes, assessor econômico de Jair Bolsonado (PSL) Paulo Guedes (Gnews) Reprodução GloboNews “A Previdência brasileira está condenada. Ela está destruída. Antes de o Brasil envelhecer, ela quebrou. E ela tem pelo menos 5 ou 6 bombas-relógio dentro dela. A primeira, que todo mundo está falando, é a bomba demográfica, o tempo. (...) A segunda bomba mistura, bota junto, a assistência social com a Previdência. (...) Aí tem a terceira bomba-relógio, essa é uma arma de destruição em massa de empregos, é um crime contra a população brasileira. A população economicamente ativa são 96 milhões de brasileiros. Para você ter 40 milhões com carteira assinada, você tem 56 sem carteira. Eles vão envelhecer, eles vão se aposentar e eles não contribuem. Isso é um crime, porque para dar um emprego para um, você deixa o outro desempregado, porque custa 2. Os encargos custam quase 100%. (...) Eu quero fazer a reforma paramétrica. Vamos parametrizar isso, vamos trabalhar isso aí, vamos ver como a gente torna isso mais republicano, faz essa convergência”, disse Guedes à Globonews. No programa de governo, o partido defende: “Há de se considerar aqui a necessidade de distinguir o modelo de previdência tradicional, por repartição, do modelo de capitalização, que se pretende introduzir paulatinamente no país. E reformas serão necessárias tanto para aperfeiçoar o modelo atual como para introduzir um novo modelo. A grande novidade será a introdução de um sistema com contas individuais de capitalização. Novos participantes terão a possibilidade de optar entre os sistemas novo e velho. E aqueles que optarem pela capitalização merecerão o benefício da redução dos encargos trabalhistas. Obviamente, a transição de um regime para o outro gera um problema de insuficiência de recursos na medida em que os aposentados deixam de contar com a contribuição dos optantes pela capitalização. Para isto será criado um fundo para reforçar o financiamento da previdência e compensar a redução de contribuições previdenciárias no sistema antigo.” Idade mínima, aposentadoria de homens e mulheres e setor público e privado Os assuntos não são mencionados na proposta de governo e não foram comentados por Guedes na entrevista à Globonews. Pérsio Arida, assessor econômico de Geraldo Alckmin (PSDB) Persio Arida (Gnews) Reprodução GloboNews “Se nós tivéssemos no mundo ideal, eu gostaria muito de ter um sistema misto de repartição e capitalização porque é um sistema que protege os mais pobres da sociedade, ao mesmo tempo que preserva o essencial para os demais, que é a responsabilidade do indivíduo de formar sua própria poupança para sua velhice. Essa é a vantagem de ter um sistema híbrido. No entanto, hoje, nós temos um déficit de tal ordem que qualquer conversa de capitalização, por mais atrativa e sedutora que seja, leva a aumentar o déficit público no curto prazo, e nós temos um problema emergencial. (...). Em algum momento nós vamos ter um superávit fiscal tão grande que será suficiente para pagar o custo de transição para o sistema de capitalização. Mas eu não vejo isso acontecer nos próximos 4 anos.” Idade mínima “O princípio da idade mínima é fundamental, porque ele é imposto pela demografia, das mudanças demográficas que o Brasil teve – que foram para o bem, vive-se hoje muito mais. Só que isso gera um desequilíbrio no sistema previdenciário enorme. Então, idade mínima é fundamental para todos os brasileiros. É claro que militares têm regime diferenciado de previdência em quase todo o mundo, cabe uma discussão sobre mulheres e homens com a mesma idade, mas como norma a idade de 65 anos me parece uma idade boa.” Aposentadoria de homens e mulheres “Nós vamos analisar. Estamos vendo ainda exatamente isso. Isso é uma construção social. (...) A sociedade entende que as mulheres devem ter aposentadoria mais cedo por uma série de motivos. Nós não temos nenhum problema com a aposentadoria mais cedo para as mulheres, aposentadoria diferenciada para os militares. O que nós temos que ter é o conceito. E o conceito tem que ser um conceito bem firmado, que é o conceito da idade mínima de referência.” Setor público e privado “O nosso objetivo é um único regime de previdência para todos os brasileiros. (...) Hoje nós temos dois sistemas diferentes, um sistema de funcionários públicos e um sistema do setor privado, o regime geral. As injustiças sociais estão fortemente concentradas nos funcionários públicos. A dinâmica de gastos, a dinâmica é realmente explosiva muito mais no sistema geral do que no dos funcionários públicos. Então isso exige, conceitualmente, que lidemos com a questão de forma separada. A ideia de ter uma solução única para todos não é uma boa ideia, são problemas diferentes.”
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17/09 - EUA anunciam tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses
Cobrança de tarifas terá início em 24 de setembro; taxa aumentará para 25% no fim deste ano. Governo dos EUA anuncia novas taxas sobre produtos chineses Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (17) tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A cobrança de tarifas para importação terá início em 24 de setembro, e a taxa aumentará para 25% no fim de 2018. Em comunicado, o presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que, se a China adotar medidas de retaliação contra os agricultores ou produtores indústrias dos EUA, "nós iremos imediatamente buscar a fase três, que é de aproximadamente US$ 267 bilhões de importações adicionais". Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências O anúncio ocorreu depois que as negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver suas diferenças comerciais não avançaram. Na semana passada, o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado. O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, durante evento com empresários no Grande Salão do Povo, em Pequim Nicolas ASFOURI / AFP Photo Mais cedo, nesta segunda, o principal assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, já havia sinalizado o percentual de 10% para produtos chineses importados. Trump considera que o déficit comercial dos EUA no comércio com a China, de US$ 376 bilhões anuais, é inaceitável e tem que ser redimensionado. "Com sorte, este problema comercial será resolvido. Em último caso, por mim e pelo presidente da China, Xi Jinping, por quem tenho grande respeito e afeto", afirmou Trump em seu comunicado desta segunda-feira. Uma ampla categoria de dispositivos conectados à internet de US$ 23 bilhões seguirá sujeita a tarifas, mas alguns produtos foram removidos da lista final. As novas tarifas deixaram de fora os relógios inteligentes da Apple e outros produtos como capacetes de bicicleta e cadeirinhas infantis para automóveis. Também foram poupados das tarifas os insumos chineses para os produtos químicos produzidos nos EUA usados na manufatura, têxteis e agricultura. A retirada desses produtos da lista, no entanto, não foi suficiente para conter a insatisfação de representantes dos setores de tecnologia e varejo. Na avaliação deles, a imposição de novas tarifas deve afetar duramente os consumidores. "A decisão do presidente Trump de impor mais US$ 200 bilhões é imprudente e vai causar danos duradouros", disse o presidente do Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação, Dean Garfield, para a agência Reuters. O conselho representa as principais empresas de tecnologia. US$ 100 bilhões em guerra comercial O governo dos Estados Unidos tem adotado uma série de medidas conta produtos chineses e de outras economias. Até agora, a administração Trump anunciou tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Desse montante, US$ 34 bilhões estavam sobretaxados desde julho. Os outros US$ 16 bilhões começaram a ser sobretaxados em agosto. Produtos importados dos EUA em um mercado de Pequim, China. AP Photo/Andy Wong As ações dos EUA tentam pressionar a China a fazer mudanças radicais na sua política comercial, na transferência de tecnologia e em subsídios industriais para o setor de alta tecnologia. O governo chinês tem adotado represálias ao movimento dos EUA. Em agosto, Pequim também adotou tarifas de 25% para US$ 16 bilhões de produtos americanos. Até o anúncio desta segunda-feira, a guerra comercial entre os dois países já alcançou US$ 100 bilhões em produtos.
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17/09 - Coca-Cola está de olho em mercado de bebidas com infusão de maconha
Potencial parceria poderia ajudar os esforços da empresa para superar a fraca demanda por refrigerantes com alto teor de açúcar. A Coca-Cola informou nesta segunda-feira (17) que monitora de perto o crescimento do mercado de bebidas com infusão de maconha, respondendo a informações na mídia de que a maior fabricante de bebidas do mundo estava em conversas com a canadense Aurora Cannabis. Garrafas de Coca-Cola em prateleira de supermercado. Reuters/Regis Duvignau Os produtos da potencial parceria, relatada pela emissora financeira canadense BNN Bloomberg, poderiam ajudar os esforços da Coca-Cola para superar a fraca demanda por refrigerantes com alto teor de açúcar, diversificando-se para bebidas saudáveis e a base de café. Mercado legal de maconha eleva arrecadação em Estados americanos Grandes nomes corporativos têm entrado na indústria da maconha desde que o Canadá aprovou o uso recreativo, vendo o país como uma base de testes e produção até que ocorram mudanças na Lei Federal dos Estados Unidos. "Embora existam oportunidades em certos Estados dos EUA para a Coca-Cola desenvolver e vender um produto, isso colocaria em risco suas relações bancárias", disse Bruce Campbell, gerente de portfólio na Stonecastle Investiment Management, que investe em produtos de maconha. "A entrada em um mercado canadense legalizado permite que as empresas desenvolvam e construam uma marca sem infringir nenhuma lei", acrescentou Campbell. Interesse em mercado de canabidiol Em declarações separadas, a Coca-Cola e a Aurora disseram que estavam interessadas em bebidas com infusão de canabidiol, mas não comentariam nenhuma especulação de mercado. As empresas provavelmente desenvolveriam bebidas que aliviam inflamações, dores e cólicas, disse a BNN, citando pessoas familiarizadas com o assunto. O movimento tornaria Coca-Cola a primeira grande fabricante de bebidas não alcoólicas a entrar no mercado de produtos a base de cannabis, após anúncios da Constellation Brands, fabricante da cerveja Corona, e da Molson Coors Brewing. A maior fabricante de bebidas alcoólicas do mundo, a Diageo, também está negociando com pelo menos três produtores canadenses de cannabis, considerando um possível investimento. Mercado bilionário As vendas em mercados legalizados dos Estados Unidos devem quase triplicar para US$ 16 bilhões até 2020, ante US$ 5,4 bilhões em 2015, de acordo com a pesquisadora de mercado Euromonitor International, e a Constellation disse que a cannabis poderia gerar globalmente US$ 200 bilhões em 15 anos.
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17/09 - Petrobras aguarda receber até R$ 2,5 bilhões da subvenção ao diesel
Maioria dos concorrentes no setor reduz importações do combustível para não incorrer em perdas. Passados mais de três meses do início do programa de subsídio ao diesel, a Petrobras ainda não recebeu um centavo dos valores prometidos pelo governo federal, enquanto aguarda até R$ 2,5 bilhões em subvenções que já teria direito, ao passo que a maioria de suas concorrentes no setor reduz importações do combustível para não incorrer em perdas. Nesse cenário, a Petrobras precisou ainda elevar a produção de diesel e já responde por mais de 90% das importações do combustível, uma vez que precisa garantir o abastecimento interno, enquanto importadoras privadas cortam suas operações, alegando que não compensa comprar o derivado de petróleo no exterior com a atual metodologia de cálculo das subvenções. Funcionários da Petrobras trabalham em um tanque de empresa em Brasília. A empresa anunciou que iria aumentar o preço da gasolina em 6% e do diesel em 4% nas refinarias do país. A mudança entra em vigor nesta quarta-feira (30) Ueslei Marcelino/Reuters A Petrobras espera receber de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões de subsídios da reguladora de petróleo do país, a ANP, dentro de duas semanas, para compensar o fato de estar segurando as cotações nas refinarias, disse diretor-executivo financeiro e de relacionamento com investidores da estatal, Rafael Grisolia, em entrevista à Reuters publicada nesta segunda-feira (17). Ele não entrou em detalhes sobre possíveis perdas sofridas pela empresa no período pelo atraso nos pagamentos, enquanto a ANP diz que a demora para quitar as subvenções se deve ao grande número de notas fiscais que têm de passar por checagens – o governo separou no orçamento R$ 9,5 bilhões para subsídios ao diesel até o fim do ano, quando termina o programa. Concorrentes menos atuantes Se enfrenta uma demora no recebimento dos subsídios, a Petrobras verificou um ganho de mercado no Brasil, na medida em que suas concorrentes privadas estão menos atuantes. Redução do preço do diesel foi uma das reivindicações da greve dos caminhoneiros TV TEM / Reprodução Uma fonte de uma empresa do setor de combustíveis afirmou à Reuters que o programa está prejudicando a competição no país e afastando os necessários investimentos para ampliação da oferta. "O programa de subvenção, do jeito que está, está acabando com a competição na importação. Colocando todo o mercado somente na Petrobras, e a própria Petrobras não está tendo lucratividade... a culpa é da morosidade... se os pagamentos estivessem sendo feitos, você tornaria o cenário menos incerto", afirmou a fonte, na condição de anonimato. "Tudo isso vai trazer preço mais caro na bomba, risco de desabastecimento, incerteza... não consigo enxergar quem está se beneficiando nessa história." Programa de subvenção O programa prevê que produtoras e importadoras de diesel reduzam preços de venda em troca de serem ressarcidas pelo governo em até R$ 0,30 por litro, uma resposta à histórica greve de caminhoneiros em maio contra os altos preços do diesel. Contudo, após uma mudança no preço de referência do programa de subsídio ao final de agosto, houve uma alta média de 13% no combustível na refinaria da Petrobras, e nas bombas a cotação da última semana já alcançou R$ 3,638, valor acima até da média registrada antes da greve dos caminhoneiros, de R$ 3,595 por litro, mesmo com o programa de subsídios. Além da Petrobras, que detém quase 100% da capacidade de refino do Brasil, algumas empresas importadoras e pequenas refinarias aderiram ao programa no início. Até o momento, no entanto, a ANP realizou pagamentos pequenos, de R$ 185.749. A Petrobras vem afirmando que permanece com as margens de lucro preservadas na área de abastecimento. No entanto, também reconhece que vem precisando aumentar a oferta do combustível no país devido a uma debandada de concorrentes que não conseguem mais obter rentabilidade desde o lançamento do programa. "As margens de lucro da Petrobras nas importações estão preservadas, na medida em que a companhia aplica preços para o diesel alinhados à paridade internacional, conforme dispõe sua política de preços para o derivado", disse a empresa em resposta a perguntas da Reuters. Ao contrário de suas concorrentes, a petroleira defende que o programa "gera resultados aderentes ao esperado pela política de preços da Petrobras vigente". "Vale destacar que a companhia possui infraestrutura logística eficiente, que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes", disse a Petrobras. Prejuízos da importação Mas a fórmula da ANP não permite que as empresas sejam devidamente remuneradas, disse o presidente da associação que representa as distribuidoras de combustíveis Plural, Leonardo Gadotti. "A conta não fecha. A fórmula (da ANP) foi atualizada de acordo com o que se pedia, que era que se considerassem os custos de logística e internação... atualizaram a fórmula só que os valores... estão abaixo do que na prática se paga pelo mercado. Então... isso está inibindo as importações", disse. "É lógico que vai chegar um momento em que vai ter que existir uma saída para isso, porque o Brasil não produz 100% do diesel que consome", acrescentou Gadotti. O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que representa nove importadoras, Sérgio Araújo, afirmou que a expectativa agora é zerar as importações. "Não tem como importar", ressaltou. Prova desse cenário, as importações de diesel pelo Brasil caíram 42% desde o início do programa de subsídio ao combustível, em junho, até o mês passado, ante igual período do ano anterior. Não ficou clara a participação da Petrobras nessas compras. A fonte do setor de combustíveis disse também que, diante da dificuldade de importar, distribuidoras estão precisando demandar volumes adicionais à Petrobras, que tem atendido aos pedidos, mas "já com alguma dificuldade". Questionada sobre o crescimento da responsabilidade da Petrobras, a ANP afirmou que "não há qualquer risco de desabastecimento de diesel". O movimento vai na contramão do que defendia o ex-presidente da Petrobras Pedro Parente, que buscou até seu último dia reduzir a responsabilidade da petroleira estatal em garantir o suprimento de combustíveis no país. Ele renunciou logo após o governo lançar o programa de subvenção, em meio a uma série de pressões políticas. "A intervenção que foi feita no caso do diesel é da pior qualidade, técnica e política. Além disso você não estruturou uma saída desse problema", disse o ex-diretor da ANP Helder Queiroz, para quem a Petrobras, como monopolista, segue como responsável em última instância pela garantia da segurança do abastecimento. Diante de preços mais altos do petróleo, um novo governo pode voltar a enfrentar os desafios de reajustes expressivos no diesel, uma vez que o programa se encerra ao final de 2018.
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17/09 - Suspeita de fraude faz governo de SP bloquear prêmio de R$ 500 mil sorteado para consumidora de Indaiatuba
Fazenda afirma que 'quase todas' as compras feitas por contribuinte, com registro do CPF dela, eram de uma rede de combustíveis e foram feitas em sequência. Prazo de apuração não foi confirmado. Prêmio de R$ 500 mil foi bloqueado pelo governo de SP Reprodução / Fazenda de SP A Secretaria da Fazenda de São Paulo bloqueou um prêmio de R$ 500 mil, sorteado no Prêmio da Nota Fiscal Paulista para uma consumidora de Indaiatuba (SP), por suspeita de irregularidade. Segundo a assessoria da pasta, quase todas as compras em que a contribuinte registrou CPF dela eram na verdade de uma rede de postos de combustíveis. Além disso, foram feitas em sequência, o que pode indicar tipo de fraude. "É necessário indicar o CPF em suas compras próprias", diz nota divulgada na tarde desta segunda-feira (17). A contribuinte participou do sorteio com 63 bilhetes. A assessoria do governo não confirmou quanto tempo deve durar a auditoria e quantas compras foram feitas, mas destacou que o prêmio só pode ser liberado após término do procedimento. "Os demais ganhadores do sorteio de setembro não foram prejudicados. Os outros de R$ 500 mil saíram para moradores de Bauru, Jundiaí, e Santos", informa texto. O sorteio número 118 ocorreu na sexta-feira e o prêmio de R$ 1 milhão foi sorteado para um morador do bairro Parque Fernanda, na zona sul da capital paulista. Uma entidade de Americana (SP) também ficou com um dos principais prêmios de setembro, de R$ 100 mil. Veja lista abaixo. Resultados Mais detalhes do sorteio estão disponíveis no site da Secretaria da Fazenda. Para verificar, o consumidor deve acessar o sistema com o CPF, senha cadastrada e fazer o seguinte caminho: "sorteios", "visualizar sorteios" e "sorteio nº 118", informou a assessoria da pasta. Prêmios principais do 118º sorteio Bairro/Município R$ 1 milhão - Parque Fernanda, São Paulo R$ 500 mil - Boqueirão, Santos R$ 500 mil - Jardim Terra Branca, Bauru R$ 500 mil - Jardim das Samambaias, Jundiaí R$ 100 mil - Cond. Granja Olga, Sorocaba R$ 100 mil - Jardim Anchieta, Mauá R$ 100 mil - Pirituba, São Paulo R$ 100 mil - Vila Liberdade, Presidente Prudente R$ 100 mil - Pinheiros, São Paulo R$ 100 mil - Jardim Aurélio, São Paulo R$ 100 mil - Palmital, Marília R$ 100 mil - Vila Clementino, São Paulo R$ 100 mil - Brooklin Paulista, São Paulo R$ 100 mil - Jardim Santo Antônio, Mogi Guaçu Entidade Bairro/Município R$ 100 mil - Nova Araçoiaba, Araçoiaba da Serra R$ 100 mil - Vila Maia, Guarujá R$ 100 mil - Distrito de Juruce, Jardinópolis R$ 100 mil - Campo Limpo, São Paulo R$ 100 mil - Jardim Ipiranga, Americana Para concorrer, o consumidor que pede Nota Fiscal Paulista deve fazer cadastro no site e aderir ao regulamento. As adesões até o dia 25 de cada mês permitem a participação no mês posterior. "Uma vez feito o aceite às regras dos sorteios, não há necessidade de repetir a adesão, que vale para todas as extrações. Cada R$ 100 em compras dá direito a um bilhete eletrônico para disputar aos prêmios", informa nota da assessoria da pasta. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/09 - Surto de febre suína na China  favorece criadores de frango 
Com carne de porco em falta, procura por frango aumentou, levando preços da carne às máximas em 2,5 anos.  Febre suína não tem cura e é muitas vezes fatal para os porcos Edgard Garrido/Reuters Um surto de febre suína africana na China está gerando uma vantagem inesperada para os produtores de carne de frango, ao levar os preços da segunda carne mais popular no país para as máximas em dois anos e meio. Com a carne suína em falta, na medida em que as autoridades tentam conter a doença altamente contagiosa, os consumidores se voltam para o frango como um substituo, com alguns clientes também preocupados sobre a segurança. A mudança é um impulso para os criadores do maior produtor de carne de frango no mundo, depois do crescimento tépido da demanda nos últimos anos após uma série de questões sobre segurança alimentar e gripe aviária. Os preços do frango na região de Shandong, maior produtor da China, atingiram os 9,7 iuans (1,41 dólar) por quilo mais cedo neste mês, sua máxima desde março de 2016. "Os recentes surtos de gripe suína africana alavancaram os preços de compra do frango em lanchonetes e restaurantes. Mais pessoas podem escolher frango agora, especialmente nas regiões infectadas com casos de gripe suína africana", disse Li Jinghui, diretor na China Poultry Association. Novos casos A febre suína não tem cura e é muitas vezes fatal para os porcos. Depois de mais de uma dúzia de surtos desde que o primeiro caso no país foi reportado no começo de agosto, Pequim abateu cerca de 40 mil porcos e proibiu o transporte de animais vivos de e pelas áreas infectadas. Nesta segunda (17), um novo surto da doença foi registrado em uma fazenda na região da Mongólia Interior, informou o Ministério da Agricultura chinês. Oito porcos morreram e 14 foram infectados na propriedade, que tem 159 animais. O surto é o 16º da China desde o início de agosto, e acontece apesar de uma série de novas e duras regras anunciadas por Pequim na semana passada para combater a disseminação da doença.
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17/09 - TrustHub libera crédito, com análise em até duas horas para empresas
Todos os procedimentos são realizados online, com agilidade e segurança, para valores de R$ 5 mil a R$200 mil As empresas no Brasil têm tido cada vez mais dificuldade de obter crédito para capital de giro. As pequenas e médias sofrem com a falta de garantias. As de maior porte perderam boa parte das linhas com o aperto de liquidez de 2016 para cá, com a concentração bancária e os prazos cada vez mais curtos para pagamento dos empréstimos. As fintechs têm ocupado esse espaço no mercado de crédito, mas as soluções oferecidas nem sempre satisfazem as necessidades das companhias, seus controles e processos internos. Depois de muito tempo em expansão, o crédito entrou numa rampa de desaceleração, em especial a partir de 2016. Fintechs mais estruturadas têm conseguido oferecer financiamento a empresas com toda segurança e dentro das mais rigorosas boas práticas de mercado. É assim que opera, por exemplo, a TrustHub, maior especialista do mercado B2B, que recebe pedidos, analisa risco e libera financiamento online em até duas horas. “Nosso objetivo é atender o empresário com agilidade e segurança, na hora em que ele quer equilibrar o caixa de sua empresa, precisa pagar uma despesa extraordinária ou investir para expandir seu negócio”, assinala Rodrigo Thedim, Diretor de Desenvolvimento de Produtos e Vendas da TrustHub. “Por isso, há diversas ferramentas que facilitam a operação, como um simulador online. Com ele, antes de pedir o financiamento, o empresário pode verificar as condições do empréstimo, quanto deverá pagar, em quantas parcelas e , assim, avaliar, o que pode ser mais adequado na sua situação”. A inteligência da plataforma da fintech permite uma análise de crédito personalizada, o que resulta em taxas mais justas e diferenciadas para cada perfil de cliente e numa aprovação livre de burocracias, totalmente online. Para isso, basta que a empresa se cadastre na plataforma (www.trusthub.com.br). Podem ser pedidos financiamentos de R$5mil a R$200 mil, pagáveis em até seis vezes. Para valores acima de R$ 50 mil, também é necessário acrescentar o comprovante de faturamento anual. Embora o mercado aposte que, com o tempo, haverá uma recuperação gradual do crédito bancário, essa trajetória tende a ser demorada, já que depende da evolução ainda muito lenta de três fatores: a queda da inadimplência, a recuperação da capacidade de endividamento das empresas e consumidores e a retomada da atividade econômica. De qualquer forma, a concessão de empréstimos continuará sendo tão burocrática quanto sempre foi, enquanto que a agilidade da TrutHub, apoiada numa robusta tecnologia, tende a descomplicar cada vez mais os processos de análise do crédito, elaboração da capacidade de crédito do cliente e configuração do perfil de risco de cada operação.
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17/09 - Assessor econômico de Trump diz que EUA querem negociações comerciais sérias com a China
Larry Kudlow confirmou que a Casa Branca tem a intenção de aplicar uma sobretaxa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses importados. Os Estados Unidos estão prontos para negociar um acordo comercial com a China tão logo Pequim esteja preparado para conversas sérias que levem a redução de tarifas e eliminem barreiras comerciais não-tarifárias, disse o principal assessor econômico da Casa branca, Larry Kudlow, nesta segunda-feira (17). Donald Trump conversa com jornalistas AP Photo/Evan Vucci "Estamos prontos para negociar e conversar com a China em qualquer momento em que eles estejam prontos para negociações sérias e relevantes em direção ao livre comércio para reduzir tarifas e barreiras não-tarifárias, para abrir mercados, para permitir que a economia mais competitiva do mundo, a nossa, exporte mais e mais produtos e serviços para a China", disse Kudlow ao Clube Econômico de Nova York. Kudlow também confirmou que a Casa Branca tem a intenção de aplicar uma sobretaxa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses importados. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências O assessor também informou que o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, está em contato com o governo da China e que Trump não está satisfeito com as conversas. No entanto, Kudlow ressaltou que Washington se dispõe a dialogar quando Pequim quiser "negociações sérias e essenciais".
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17/09 - PAT de Hortolândia oferece 32 vagas de emprego; função de auxiliar de limpeza é destaque
Os interessados devem comparecer à unidade com carteira de trabalho, RG, CPF e número do PIS. PAT de Hortolândia (SP) oferece 32 vagas de emprego nesta segunda-feira (17). Reginaldo Prado/Divulgação O PAT de Hortolândia (SP) divulga 32 vagas de emprego nesta segunda-feira (17). Dessas, 20 são para a função de auxiliar de limpeza, que exige ensino fundamental completo. Veja a relação completa de oportunidades, abaixo. Atendente de lanchonete - 2 vagas Auxiliar de limpeza - 20 vagas Copeiro - 8 vagas Estoquista - 1 vaga Garçom - 1 vaga Para a vaga de garçom, o candidato deve ter concluído o ensino fundamental, ter experiência na função e CNH A ou B. O salário é de R$ 1.315. As vagas para ajudante de estoquista exigem ensino fundamental completo e experiência em pacote Office. O salário é de R$ 1.213. Para o cargo de atendente de lanchonete, o candidato deve ter concluído o ensino fundamental e ter experiência na função. O salário é de R$ 1.213. Candidatos às vagas de copeiro também devem ter concluído o ensino fundamental e ter experiência em copa de empresa. O salário é de R$ 1.271. Os interessados devem comparecer à unidade do PAT com Carteira de Trabalho, RG, CPF e número do PIS. O Posto fica na Rua Argolino de Moraes, nº 405, no Prédio do Hortofácil, na Vila São Francisco. O horário de funcionamento é das 9h às 17h. Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
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17/09 - Superávit da balança comercial atinge marca de US$ 40 bilhões na parcial de 2018
Houve queda de 19,2% frente ao mesmo período do ano passado, quando saldo comercial positivo somou US$ 49,57 bilhões. Governo estima superávit na balança de R$ 50 bilhões para 2018. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 40,038 bilhões na parcial de 2018, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira (17). Isso significa que, do início do ano até o último domingo (16), as exportações superaram as importações nesse valor. O resultado, porém, é 19,2% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo da balança foi de US$ 49,579 bilhões. No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 168,439 bilhões, com média diária de US$ 946 milhões (alta de 8,7% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 128,400 bilhões, ou US$ 721 milhões por dia útil (aumento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2017). Em todo ano passado, a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o início da série histórica do ministério, em 1989. Mês de setembro Somente no mês de setembro, até domingo (16), as exportações superaram as importações em US$ 2,361 bilhões. Segundo o governo, as exportações somaram, na parcial deste mês, US$ 9,535 bilhões (crescimento de 13,6% na comparação com o mesmo período do ano passado) e, as importações, US$ 7,174 bilhões (alta de 18,2%). Nessa comparação, aumentaram as exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (+9,2%), manufaturados (+11,4%) e básicos (+18,9%). Do lado das importações, cresceram as compras de adubos e fertilizantes (+71,2%), combustíveis e lubrificantes (+51,1%), siderúrgicos (+50,1%), veículos automóveis e partes (+48,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (+4,9%). Previsão para 2018 A expectativa do mercado financeiro para este ano é de piora do saldo comercial na comparação com 2017, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 55 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior para 2018. Para o Ministério da Indústria, o saldo positivo ficará na casa de US$ 50 bilhões neste ano. O Banco Central, por sua vez, prevê um superávit da balança comercial de US$ 61 bilhões para este ano, com exportações em US$ 228 bilhões e importações no valor de US$ 167 bilhões.
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17/09 - Mergulhador britânico chamado de pedófilo por Elon Musk entra com processo por calúnia
Vernon Unsworth, que auxiliou resgate de time de futebol em caverna na Tailândia, criticou minissubmarino em desenvolvimento pelo empresário. Em resposta, Musk disse que Unsworth é um 'pedófilo' e 'estuprador de crianças'. Elon Musk anunciou fusão da Tesla com a fornecedora de energia SolarCity REUTERS/Bobby Yip O mergulhador britânico Vernon Unsworth entrou com um processo contra o empresário Elon Musk, em uma ação judicial que alega calúnia e difamação, na Justiça da Califórnia. Unsworth auxiliou no resgate do grupo de meninos que ficou preso numa caverna inundada na Tailândia, em julho. Há duas semanas, Musk voltou a acusar Unsworth sem apresentar provas. Em um e-mail a um jornalista, Musk disse que Unworth - a quem havia chamado previamente de "pedófilo" - é um "estuprador de crianças". O advogado de Unsworth disse que as alegações são "completamente falsas". Musk e Unsworth tiveram um primeiro desentendimento quanto a um minissubmarino ofertado pelo empresário para ajudar no resgate dos 12 meninos, em julho (veja vídeo abaixo). À época, Unsworth disse à emissora CNN que o submarino era um "truque publicitário (que) não tinha nenhuma chance de funcionar" no resgate. Também disse para Musk "enfiar o submarino onde dói". Musk respondeu em uma série de tuítes, um deles acusando Unsworth de pedofilia, sem oferecer nenhuma prova disso. Initial plugin text Ainda em julho, Musk deletou os tuítes e se retratou da acusação. Mas, no começo de setembro, voltou a acusar Unsworth. Em um tuíte, ele disse achar "estranho" não ter sido processado legalmente pelo mergulhador britânico por conta das acusações. E, em um e-mail ao repórter Ryan Mac, do site BuzzFeed, ele disse: "Ligue para quem você conhecer na Tailândia, descubra a verdade e pare de defender estupradores de crianças", quando questionado sobre a ameaça de processo legal feita por Unsworth. "Ele é um britânico velho, solteiro e branco que viaja ou mora na Tailândia há 30 ou 40 anos, principalmente na praia Pattaya, até se mudar para Chiang Rai atrás de uma noiva criança de cerca de 12 anos na época", prossegue o e-mail de Musk. "(Ali) não é um lugar aonde você vai pelas cavernas, vai por outros motivos. Chiang Rai é conhecida por (ser um local de) tráfico sexual infantil." Musk concluía dizendo torcer para que Unsworth o processasse legalmente. 'Difamação' Ainda no começo de setembro, o advogado de Unsworth, Mark Kennedy, negou que houvesse base para as acusações de Musk. "Bem no momento em que estamos redigindo uma série de procedimentos legais, o senhor Musk acrescenta mais uma difamação (ao processo)", afirmou Kennedy à BBC. "Ele parece ter uma indiferença imprudente em relação à verdade. Não há qualquer evidência para sustentar (suas acusações). Vernon Unsworth é, para a maioria das pessoas, um herói. Não um pedófilo, como foi alegado. (...) Isso é tudo resultado de uma insatisfação pelo fato de que o tubo brilhante (em referência ao submarino) - nas palavras de um dos mergulhadores, não do meu cliente - não foi usado." Kennedy confirmou que Unsworth tem um relacionamento com uma mulher tailandesa chamada Woranan Ratrawiphukkun, que disse ao BuzzFeed ter 40 anos e estar com o mergulhador há sete. Segundo Kennedy, o casal se conheceu em Londres, onde Unsworth mora, e manteve o relacionamento no período em que o mergulhador foi à Tailândia visitar o complexo de cavernas Tham Luang. No mesmo e-mail, Musk também afirmou que Unsworth não fazia parte da equipe de resgate dos 12 meninos e foi rejeitado pelos demais mergulhadores. Infográfico mostra como foi o resgate dos meninos presos na caverna na tailândia Infografia: Karina Almeida, Juliane Monteiro, Betta Jaworski, Alexandre Mauro/G1
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17/09 - Receita Federal notifica 716 mil empresas do Simples Nacional para cobrar dívidas que somam R$ 19,5 bilhões
Empresas que não regularizarem situação serão excluídas do Simples Nacional (regime simplificado de pagamento de tributos) a partir de 2019, informou Receita Federal. A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (17) que está notificando 716.948 empresas inscritas no Simples Nacional (regime simplificado de pagamento de tributos) para cobrar dívidas que somam R$ 19,5 bilhões. As empresas que não regularizarem a situação serão excluídas do Simples Nacional a partir de janeiro de 2019, informou o Fisco. De acordo com o órgão, as notificações estão sendo feitas por meio de atos declaratórios executivos (ADEs) e envolvem débitos previdenciários e não previdenciários com a própria Receita Federal e também com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). "As microempresas (ME) e empresas de Pequeno Porte (EPP) devem ficar atentas para não serem excluídas de ofício do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devido pelas microempresas e empresas de pequeno porte (Simples Nacional) por motivo de inadimplência", informou a Receita. De acordo com a Receita, ao tomar ciência do ato declaratório, o contribuinte terá prazo de 30 dias para a regularização dos débitos, à vista, em parcelas ou por compensação. O teor dos ADEs de exclusão, informou o órgão, pode ser acessado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Atendimento Virtual (e-CAC), no site da Receita Federal, mediante certificado digital ou código de acesso. A Receita Federal informou que as empresas que regularizarem a totalidade dos débitos no prazo terão a exclusão do Simples Nacional "automaticamente tornada sem efeito, ou seja, o contribuinte continuará no Simples Nacional não havendo necessidade de comparecer às unidades da Receita Federal para adotar qualquer procedimento adicional". Os que não regularizarem no prazo de 30 dias a partir da data em que tomaram ciência serão excluídos do Simples Nacional a partir de 1º de janeiro de 2019.
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17/09 - G1 responde perguntas sobre eleição para presidente pelo assistente de voz do celular
Serviço 'G1 Eleições' traz opiniões de candidatos sobre temas importantes, além de últimas notícias e pesquisas eleitorais Conheça o assistente virtual G1 Eleições O G1 agora dá informações sobre a eleição presidencial, como as últimas pesquisas de intenção de voto e a opinião dos candidatos sobre assuntos como reforma da Previdência e maioridade penal, por meio do comando de voz no celular. Basta dizer 'Falar com o G1 Eleições' no seu telefone (veja especificações mais abaixo) e pedir a informação que você busca sobre a disputa eleitoral. Além disso, é possível perguntar sobre as últimas notícias que envolvam o nome de um candidato e consultar os últimos esclarecimentos a respeito de notícias falsas e boatos investigados pela equipe do Fato Ou Fake, o serviço de checagem de fatos do Grupo Globo. No vídeo acima, você aprende como acionar o G1 Eleições. O uso de voz para comandar o celular vem ganhando cada vez mais popularidade nos últimos tempos. Uma pesquisa do Pew Research Center, dos EUA, feita no ano passado, aponta que 46% dos americanos já usam algum assistente digital de voz - seja no smartphone ou em outros aparelhos. O serviço G1 Eleições faz parte de um conjunto de iniciativas que visam gerar aprendizado sobre a distribuição e o consumo de conteúdos da Globo em assistentes de voz. O G1 Eleições está no Google Assistente, assistente virtual do Google disponível nos celulares. No sistema Android 6.0 (Marshmallow) ou superior não é necessário baixar um app. Para iPhones que usam o sistema iOS 10 ou superior, baixe o aplicativo do Google Assistente e diga 'Falar com o G1 Eleições'.
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17/09 - Fnac fecha últimas lojas em São Paulo
Livraria Cultura controla desde o ano passado operações da rede de livrarias e produtos eletrônicos no Brasil. A loja da Fnac funcionava na Avenida Paulista desde 2003 Divulgação A rede de livrarias e produtos eletrônicos Fnac fechou suas últimas lojas que estavam em funcionamento na cidade de São Paulo. Na semana passada, foram encerradas as atividades na unidade da Avenida Paulista; recentemente, a do Shopping Morumbi foi transfomada em Livraria Saraiva. Cartazes colocados em frente a ambas as lojas informam que a Fnac continua atendendo em sua loja online. Em sua página na internet, a Fnac indicava nesta segunda-feira (17) apenas uma loja em funcionamento no país, em Goiânia, no shopping Flamboyant. Em julho do ano passado, a Livraria Cultura comprou as operações da Fnac no Brasil. Até então, a rede tinha 12 lojas em 7 estados do país. Initial plugin text ine questionada sobre os fechamentos, a Livraria Cultura nnão comenta nem divulga dados das suas operações. Procurada pelo G1 e questionada sobre os fechamentos, a Livraria Cultura informou que não comenta nem divulga dados das suas operações. A empresa confirmou, no entanto, que também foram fechadas as unidades da Fnac em Campinas, Curitiba e Brasília. "A Livraria Cultura segue o seu planejamento estratégico para os próximos anos: manter unidades com boa performance, qualificando sempre mais a experiência do cliente em loja, e reforçar a presença em e-commerce", afirmou a empresa, em nota. Em junho desde ano, já tinha sido fechada a unidade da Fnac em Pinheiros, a primeira loja da rede no Brasil, inaugurada em 1999.
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17/09 - Fundo PIS-Pasep: 5 milhões de cotistas não terão depósito automático e devem procurar Caixa e BB
Dos 6,5 milhões de beneficiários correntistas de oito bancos que tinham potencial de receber o dinheiro por meio de depósitos automáticos, 5 milhões terão de procurar uma agência da Caixa ou BB para poder sacar o dinheiro do benefício por terem problemas cadastrais. PIS Pasep Reprodução/TV Globo A 12 dias do término do prazo de pagamento das cotas do Fundo PIS/Pasep para quem tem menos de 60 anos, o Ministério do Planejamento informa que, dos 6,5 milhões de beneficiários correntistas dos bancos Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicred, Banestes, BRB e Mercantil com potencial de receber o dinheiro por meio de depósitos automáticos em suas contas, 5 milhões terão de procurar uma agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para poder sacar o dinheiro do benefício. É que esses cotistas apresentaram problemas cadastrais em seus bancos. VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS Por isso, é importante que os trabalhadores que atuaram formalmente na iniciativa privada ou no serviço público entre 1971 e 1988 procurem uma agência da Caixa Econômica Federal (cotistas do PIS) ou do Banco do Brasil (cotistas do Pasep) para verificar o saldo e retirar os recursos. Segundo o ministério, apesar do esforço em conjunto com a Febraban, que costurou uma parceria com os oito bancos, além da Caixa e do Banco do Brasil, para que os seus correntistas cotistas do fundo pudessem receber os depósitos automáticos em suas conta, apenas 1,5 milhão se mostrou apto a receber os créditos automáticos. Os depósitos automáticos dessas oito instituições começaram a ser feitos desde o dia 11 e vão até o dia 23 de setembro. Já os 6,3 milhões de cotistas com conta corrente na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil com o cadastro do Fundo PIS-Pasep atualizado receberam o depósito automaticamente. Segundo o Ministério do Planejamento, chegou-se ao número de 6,5 milhões após uma triagem que verificou quem estava com o CPF válido no sistema financeiro, e após a parceria com a Febraban, os oito bancos se interessaram em fazer os depósitos automáticos para seus correntistas/cotistas. Porém, o cadastro do cotista nem sempre está exatamente igual ao cadastro do correntista desses bancos. Por motivo de segurança, o depósito automático só é feito se bater exatamente as informações, para que o dinheiro não caia na conta de outra pessoa que não seja o cotista. Por isso, o ministério ressalta que todos que trabalharam no período de 1971 a 1988 com carteira assinada procurem a Caixa e BB para verificar se possuem saldo a receber. Prazo termina dia 28 O prazo para que todos os cotistas com menos de 60 anos possam retirar o dinheiro termina no próximo dia 28. Após essa data, volta a valer a regra de liberação dos saques somente para os casos de aposentadoria, idade a partir de 60 anos, invalidez (inclusive do dependente), morte do cotista (habilitando o herdeiro a sacar) e algumas doenças graves, como câncer, aids, Parkinson e tuberculose (incluindo o dependente). Nesses casos, é possível fazer os saques a qualquer momento, sem necessidade de seguir cronograma, e o prazo continua aberto por tempo indeterminado. 15,1 milhões já sacaram Entre outubro de 2017, quando começou a flexibilização do pagamento para os cotistas com idades a partir de 65 anos para homens e 62 para mulheres, até o dia 9 de setembro, quando já valia para os cotistas de todas as idades, 15,1 milhões do total de 28,5 milhões sacaram o dinheiro: Com 60 anos ou mais: 3,7 milhões Menos de 60 anos: 10,2 milhões Aposentados, enfermidades específicas, herdeiros: 1,2 milhão Dos 28,5 milhões de cotistas, 12,2 milhões têm 60 anos ou mais e 16,3 milhões têm menos de 60 anos. Em relação ao montante de recursos, o total disponível para saques em outubro de 2017 era de R$ 42,2 bilhões (valor já corrigido pelo rendimento do último exercício). Desse total, R$ 16,4 bilhões foram resgatados até 9 de setembro. Quem tem direito Quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada ou foi servidor público civil ou militar entre 1971 e 1988 tem direito a receber o Fundo PIS-Pasep. A média de valor para cada beneficiário é de R$ 1.375, mas o Ministério do Planejamento afirma que o valor a ser recebido depende de quanto tempo a pessoa trabalhou no período em que vigorou o Fundo PIS-Pasep. No ano passado, o governo decidiu estender a idade dos beneficiários, primeiro para o mínimo de 65 anos no caso dos homens e 62 no caso das mulheres, e no começo deste ano reduziu para 60 anos a idade mínima para recebimento. Em junho, o governo autorizou que todos os brasileiros que receberam esse dinheiro entre 1971 e 1988 pudessem retirá-lo. Como consultar o saldo Para consultar o saldo do Fundo PIS-Pasep, o cotista ou herdeiro devem acessar os sites da Caixa ou Banco do Brasil. Em ambos, com o número do CPF já é possível ver se há dinheiro a ser liberado. Veja abaixo como consultar os saldos: PIS Tela do site da Caixa na qual é preciso colocar os dados pessoais para acessar o saldo do PIS Reprodução As contas do PIS, vinculadas aos trabalhadores do setor privado, são administradas pela Caixa Econômica Federal. Os cotistas ou herdeiros poderão verificar se têm saldo a receber através do site do banco, no endereço www.caixa.gov.br/cotaspis Para consultar o saldo de cotas do PIS, é necessário ou o número do CPF ou o número do NIS do cotista, que pode ser encontrado: no Cartão do Cidadão; nas anotações gerais de Carteira de Trabalho antiga; na página de identificação da nova Carteira de Trabalho; no extrato do seu FGTS impresso. Veja como localizar o número do seu PIS ou NIS pela internet Em caso de consultar com o número do NIS, o beneficiário ou herdeiro também precisarão de uma senha. Quem já possui a Senha Cidadão pode fazer o login neste link, disponibilizado no site da Caixa, e informar a Senha Internet que deseja cadastrar. Quem não possui a senha pode clicar em "esqueci a senha" e preencher os dados solicitados, ou, se tiver o Cartão Cidadão, fazer um pré-cadastramento da senha pelo telefone 0800-726-0207. Para quem não tem o cartão, também é possível fazer o cadastramento em uma agência da Caixa. Pasep Tela do site do BB na qual é preciso colocar os dados pessoais para acessar o saldo do Pasep Reprodução Já as contas do Pasep, vinculadas aos servidores públicos civis ou militares, são administradas pelo Banco do Brasil e é esse banco que os cotistas devem procurar para informações e para os saques. O Banco do Brasil informou que as consultas às cotas podem ser realizadas no endereço eletrônico www.bb.com.br/pasep. A ferramenta informa ao participante se ele tem ou não cota, mas como os saldos do Pasep estão protegidos por sigilo bancário, não é informado o valor disponível para saque. Os correntistas do Banco do Brasil com saldo de cota podem consultar o valor disponível na internet e nos terminais de autoatendimento, por meio da conta corrente, acessando a seguinte opção: Extratos - Extratos diversos - Agenda financeira. Entenda os Fundos PIS-Pasep Os fundos do PIS e do Pasep funcionaram de 1971 a 1988 e davam direito ao trabalhador de receber o rendimento das cotas e sacar o dinheiro em caso de aposentadoria, doença grave ou ao completar 70 anos. A partir de outubro de 1988, após a promulgação da Constituição, a arrecadação do PIS-Pasep passou para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que faz empréstimos a empresas. Como as cotas do Fundo PIS-Pasep vigoraram durante um período específico, muitos beneficiários desconhecem esse direito e, no caso de morte do cotista, muitos herdeiros também não sabem que têm direito ao dinheiro. Por isso, o governo tem ampliado o limite de idade e estipulado calendários para incentivar os saques e injetar dinheiro na economia.
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17/09 - Paulínia abre inscrições para 112 vagas em 15 cargos na educação; salários chegam a R$ 11 mil
Inscrições para o concurso público devem ser realizadas na internet até dia 22 de outubro. Fachada da Prefeitura de Paulínia (SP), que abre inscrições para 112 vagas em 15 cargos públicos na educação. Reprodução/EPTV A Prefeitura de Paulínia (SP) está com inscrições abertas para 112 vagas em 15 cargos públicos na área da educação. Os salários chegam a R$ 11 mil e as inscrições devem ser realizadas na internet até dia 22 de outubro. Todas as vagas exigem que os candidatos tenham ensino superior completo. Na lista, 37 cargos são para suporte pedagógico e os outros 75 para professores de educação básica. Veja a lista completa de vagas abaixo. O concurso é composto por duas fases: realização de uma prova escrita, prevista para o dia 25 de novembro, e avaliação de títulos, em que a administração avalia os documentos comprobatórios da conclusão do curso superior do candidato. Confira a lista completa de vagas Suporte pedagógico Coordenador pedagógico - 12 vagas Orientador educacional - 12 vagas Supervisor educacional - 8 vagas Vice-diretor de unidade escolar - 5 vagas Docentes Professor de educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos - 65 vagas Professor de biologia - 1 vaga Professor de filosofia - 1 vaga Professor de física - 1 vaga Professor de geografia - 1 vaga Professor de história - 1 vaga Professor de inglês - 1 vaga Professor de química - 1 vaga Professor de sociologia - 1 vaga Professor de educação especial (deficiência auditiva) - 1 vaga Professor de educação especial (deficiência visual) - 1 vaga Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
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17/09 - Governo paga em agosto R$ 328 milhões em dívidas de Rio, Minas e Roraima
Como garantidor de operações de crédito, Tesouro Nacional é informado pelos credores sobre parcelas de dívidas dos estados que estão sob garantia da União e não foram pagas. A União pagou em agosto R$ 328,1 milhões em despesas atrasadas de dívidas contraídas por estados brasileiros com garantia do governo federal, informou nesta segunda-feira (17) a Secretaria do Tesouro Nacional. A dívida paga em agosto pelo Tesouro Nacional se refere a três estados: Rio de Janeiro - R$ 189,46 milhões Minas Gerais - R$ 135,88 milhões do Estado de Minas Gerais. Roraima - R$ 2,79 milhões No mês anterior, em julho, as dívidas de estados pagas pela União somaram R$ 602 milhões. Neste ano, o total de dívidas das unidades da federação quitadas pela União já acumula R$ 2,8 bilhões. Desde 2016, o Tesouro Nacional pagou R$ 9,2 bilhões para honrar garantias concedidas a operações de crédito dos estados, informou a instituição. Garantias da União O governo federal informou que, como garantidora de operações de crédito, a União – representada pelo Tesouro Nacional – é comunicada pelos credores de que parcelas de dívidas garantidas estão vencidas e não pagas. "Diante da notificação, a União informa o mutuário da dívida para que se manifeste quanto aos atrasos nos pagamentos. Caso haja manifestação negativa em relação ao cumprimento das obrigações, a União paga os valores inadimplidos", explicou o Tesouro recentemente. Após essa quitação, a União inicia o processo de recuperação de crédito na forma prevista em contrato, ou seja, pela execução das contragarantias. O Tesouro informou ainda que, sobre as obrigações em atraso, incidem juros e mora referentes ao período entre o vencimento da dívida e o efetivo pagamento dos débitos pela União. A exceção é o estado do Rio de Janeiro, que ingressou no regime de recuperação fiscal e, por isso, os novos débitos serão incoporados ao saldo devedor do estado com a União.
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17/09 - Em meio a atrasos e incertezas, mais de 50 projetos de pacote de privatizações vão ficar para próximo governo
Da lista de cerca de 100 projetos que chegaram a ser previstos para o ano, apenas 30 saíram do papel. Governo prevê concluir mais 38 projetos em 2018. Leilões de ferrovia e de aeroportos ainda aguardam edital. Em meio a atrasos, dificuldades burocráticas, baixa atratividade e incertezas políticas e econômicas, mais de 50 projetos do pacote de privatizações do governo Temer prometidos para 2018 não sairão do papel neste ano e passarão a depender de decisão do próximo governo, segundo levantamento do G1 a partir dos cronogramas disponibilizados pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Da lista de cerca de 100 projetos que chegaram a ser previstos para o ano, apenas 30 já saíram do papel, a maioria no setor de energia e petróleo. Não foi realizado em 2018 ainda nenhum leilão de rodovias, ferrovias ou aeroportos. Segundo o último cronograma divulgado pela Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, 91 projetos do programa de privatizações seguem em andamento, e a previsão atual é que 38 serão concluídos ainda em 2018. Ou seja, pelo menos 53 empreendimentos serão empurrados para o próximo presidente (veja mais abaixo nesta reportagem a evolução dos números do programa). Entre os projetos que passaram a não ter mais data prevista estão as privatizações da Eletrobras, da Casa da Moeda, da CASEMG e da CeasaMinas; a venda da participação da Infraero nos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Confins; a concessão da Lotex, além de mais de 30 empreendimentos na área de rodovias, ferrovias e terminais portuários. O número de projetos que não sairão do papel neste ano pode crescer porque parte dos leilões não tem nem data marcada e muitos aindam aguardam aprovação do Tribunal de Contas da União. Há dúvidas também sobre o interesse de investidores, uma vez que algumas das licitações ocorrerão em meio a eleições e transição de governo. Distribuidora da Eletrobras no Piauí, Cepisa, foi arrematada em julho pela Equatorial Energia SUAMY BEYDOUN/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO Veja os 38 projetos do programa de privatizações previstos para 2018 Aeroportos (12 projetos) Bloco Nordeste : Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) e Juazeiro do Norte (CE) - aguardando análise do TCU Bloco Sudeste: Vitória (ES), Macaé (RJ) - aguardando análise do TCU Bloco Centro-Oeste: Cuiabá (MT), Sinop (MT), Rondonópolis (MT) e Alta Floresta (MT) - aguardando análise do TCU Óleo e gás (2 projetos) 5ª Rodada de Partilha do Pré-Sal - leilão agendado para 28 de setembro 5ª Rodada de licitações de áreas com acumulações marginais (oferta permanente) - entrega de propostas prevista para 18 de novembro Energia (11 projetos) Distribuidora Amazonas Energia - leilão agendado para 26 de setembro Leilão de lotes de linhas de transmissão - em consulta pública Ferrovias (5 projetos) Ferrovia Norte-Sul - aguardando análise do TCU Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) - aguardando aprovação dos órgãos públicos América Latina Logística Malha Paulista – ALLMP - em consulta pública Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) - em consulta pública Estrada de Ferro Carajás - em consulta pública Rodovias (1 projeto) Rodovia de Integração do Sul - BR-101/290/386/448/RS - leilão agendado para 1º de novembro Terminais portuários (5 projetos) MCP-01 - Terminal Portuário para movimentação de Cavaco de Madeira no Porto de Santana/AP - leilão agendado para 28 de setembro Decal – Terminal de Granéis - Porto de Suape/PE - aguardando aprovação do Ministério dos Transportes BEL-06 – Terminal de GLP de Miramar no Porto de Belém/PA - leilão agendado para 28 de setembro COPI – Terminal de fertilizantes no Porto de Itaqui/MA - aguardando aprovação do Ministério dos Transportes STS 13 – arrendamento de graneis líquidos no Porto de Santos/SP - leilão agendado para 28 de setembro Mineração (1 projeto) Direitos minerários de cobre, chumbo e zinco em Palmeirópolis (TO) - aguardando análise do TCU Outros PPP da Rede de Comunicações Integrada do Comando da Aeronáutica (COMAER) - entrega de propostas agendada para 12 de dezembro Trecho da ferrovia Norte-Sul, que o governo pretende leiloar ainda em 2018 Tina Coêlho/Terra Imagem Revisão dos números do programa Os números de projetos em andamento e prometidos para 2018 mudaram bastante ao longo do ano. Em janeiro, a previsão do governo era concluir 75 projetos neste ano, segundo mostrou o Mapa das Privatizações do G1. Desde então, novos empreendimentos foram incluídos no programa de privatizações e, até agosto, o secretário especial do PPI, Adalberto Santos de Vasconcelos, ainda trabalhava com a expectativa que o número de projetos concluídos de setembro até o fim deste ano poderia "passar de 50". Veja abaixo a evolução dos números e previsões do PPI: Evolução do programa de privatizações em 2018 No setor de rodovias, dos 8 projetos inicialmente previstos para 2018 apenas um restou na carteira que o governo promete transferir à iniciativa privada ainda este ano: a concessão da Rodovia de Integração do Sul, que inclui trechos da BR-101/290/386/448. Os 38 projetos que o governo espera concluir ainda em 2018 têm previsão de R$ 152 bilhões em investimentos ao longo da duração dos contratos, além de uma estimativa de arrecadação mínima de R$ 10 bilhões em outorgas a serem pagas ainda em 2018. O governo federal conta com essas receitas para cumprir a meta fiscal neste ano, que é de rombo de até 159 bilhões. O Orçamento de 2018 prevê uma arrecadação de R$ 23,114 bilhões com concessões e permissões, sendo a maior parte desta receita oriunda de leilões do setor de petróleo e energia. Único leilão de rodovia previsto para o ano é o do projeto Integração do Sul, que inclui trechos da BR-101/290/386/448. Reprodução/RBS TV Ferrovia Norte-Sul e aeroportos ainda aguardam edital Mesmo entre os projetos que seguem no cronograma de 2018, ainda há desafios pela frente que podem inviabilizar a realização dos leilões até o final do ano. A concessão da Ferrovia Norte-Sul, por exemplo, cujo projeto vem sendo anunciado desde o governo Dilma Rousseff, ainda não teve o edital publicado. Ainda depende de aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). É praxe estipular prazo de ao menos 100 dias entre o lançamento do edital e o leilão. Na mesma situação está também a transferência da administração de mais 12 aeroportos para a iniciativa privada e a concessão de direitos minerários em Palmeirópolis (TO). Já a concessão de novas linhas de transmissão de energia e as prorrogações de contratos de concessões de outras 3 ferrovias ainda se encontram em fase de consulta pública. O próximo leilão agendado é o da Amazonas Distribuidora de Energia. Mas a Eletrobras coloca em dúvida a realização do leilão no dia 26 de setembro, uma vez que o governo ainda corre contra o tempo para conseguir aprovar no Senado projeto de lei que resolve pendências financeiras da distribuidora. Já a venda da Companhia Energética de Alagoas (CEAL) segue suspensa por uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) e nem está no cronograma de previsões para 2018. O setor de óleo e gás é um dos poucos que tem conseguido cumprir sem atrasos o calendário de ofertas para a iniciativa privada. O próximo leilão será o da 5ª Rodada de Partilha do Pré-Sal, marcada para 28 de setembro. A ANP também prevê abrir, a partir de 18 de novembro, o recebimento de ofertas para os blocos de áreas de campos devolvidos ou em processo de devolução (oferta permanente). Para após das eleições também está marcado o leilão da Rodovia de Integração do Sul, agendado para o dia 1º de novembro. No dia 12 de dezembro, serão recebidas as propostas dos interessados em participar da primeira PPP (parceria público-privada) do programa federal, para a operação e gestão das redes de comunicação do Comando da Aeronáutica - Comaer. Já a Aneel prevê realizar o leilão de lotes de linhas de transmissão no dia 20 de dezembro. O Aeroporto do Recife está entre os 12 que o governo prevê leiloar ainda em 2018 Reprodução/TV Globo O que diz o governo O governo minimiza o fato de menos da metade dos empreendimentos prometidos para o ano ter saído do papel até o momento, e destaca que 52,3% dos projetos qualificados para o programa desde 2016 já foi foram realizados, garantindo um total de mais de R$ 153 bilhões em investimentos. Confira aqui a lista de todos projetos que fazem parte do PPI. "É um programa dinâmico. Não é um número fechado de projetos", diz Adalberto Santos de Vasconcelos, secretário especial do PPI. Segundo ele, boa parte dos projetos em andamento estão em fase avançada e poderão facilmente sair do papel em 2019. Segundo o último balanço do PPI, já foram concluídos desde maio de 2016, incluindo 4 aeroportos, 14 terminais portuários, 6 leilões de óleo e gás, 5 privatizações de distribuidoras de energia e 66 lotes de novas linhas de trasmissão. "O PPI não é só uma carteira. É governança na área de infraestrutura e porta de entrada para novos investidores. Até então, tinha uma carteira de obras, mas não tinha projetos" Entre os projetos que o próximo governo herdará com os estudos já concluídos e que poderão ser colocados já no início de 2019 para consulta pública e análise do TCU, o secretário cita a relicitação da BR-153, entre Goiás e Tocantins, e a ferrovia Ferrogrão (MT/PA). "O edital da BR-153 será entregue ainda neste ano. E pelo menos os estudos da Nova Dutra, Concer e CRT estarão prontos", afirma o secretário. Vasconcelos também se diz otimista em relação ao leilão da ferrovia Norte-Sul, e destaca que será o primeiro no setor em 11 anos. O governo federal fixou em R$ 1,097 bilhão a outorga mínima a ser paga à União. "Não tem entrave nenhum. Aprovado pelo TCU, será lançado o edital. Concorrentes temos grupos chineses, russos e as próprias concessionárias nacionais", afirma o secretário. Leilões de petróleo e gás da ANP realizados no ano já garantiram ao governo uma arrecadação de mais de R$ 11 bilhões Pilar Olivares/Reuters Incertezas e preocupações do mercado Entre os investidores e analistas, ainda há dúvidas sobre a capacidade do governo conseguir cumprir todo cronograma previsto para o ano. "Para que essa agenda seja factível ainda neste ano, os editais terão de ser publicados muito em breve e o governo terá de contar com a ausência de controvérsias na licitação, que podem atrasar o processo", avalia Fernando Vernalha, especialista em infraestrutura e sócio do escritório VGP Advogados. "Caso essas licitações não consigam ser concluídas neste ano, o receio é que o próximo governo não dê continuidade ao processo" Para a economista Tereza Fernandez, da MB Associados, diante da proximidade da mudança de governo, muitos investidores podem se sentir inseguros em participar dos leilões. Ele destaca que, dependendo da data em que for agendado o leilão, a assinatura dos contratos poderá só ocorrer em 2019. Ou seja, dependerão da concordância do novo presidente. "Demanda e interessa de algumas empresas existe. Minha maior preocupação é o timing disso. Nas rodovias eu sou muito cética, acho que não sai nada", afirma. O economista Fernando Camargo, especializado em infraestrutura e sócio da LCA Consultoria, destaca a frustração não só com o calendário dos projetos federais, mas também com os projetos de privatização de governos estaduais que não avançaram, como aqueles envolvendo companhias de saneamento básico. "Os governos estaduais que contrataram estudos de mercado para atração de capital romperam seus contratos com o BNDES ou desaceleraram pesadamente o ritmo para não fazer nada antes das eleições", afirma. Os analistas lembram ainda que a parceria com a iniciativa privada é fundamental para a recuperação da economia e retomada do nível de investimentos, sobretudo em um momento de rombo nas contas públicas e de pouco espaço nos orçamentos dos governos para obras de infraestrutura. Investimento do governo para 2019 é o menor em 14 anos, aponta estudo Segundo Tereza Fernandez, o volume de investimentos em relação ao PIB no Brasil caiu para menos de 2% nos últimos anos e, para se aproximar do nível de outros países vizinhos na América Latina e emergentes como China e índia, precisaria dobrar para algo como 4% nos próximos 25 anos. "Para a economia ganhar fôlego de novo, ela precisa dos investimentos. Temos problemas de logística gravíssimos e atacar esse setor é fundamental não só para dar o impulso para o retorno do crescimento, como também estratégico, uma vez que na infraestrutura os valores são volumosos, e o número de empregos gerados costuma ser bastante elevado" Foco das privatizações deve ser eficiência e não solução de caixa, dizem economistas O que já saiu do papel Até o momento, 30 projetos do PPI foram concluídos em 2018: 2 leilões de petróleo, a privatização de 4 distribuidoras da Eletrobras, a concessão de 20 lotes de linhas de transmissão de energia e o arrendamento de 4 terminais portuários. Dos projetos oferecidos à iniciativa privada no ano, apenas 3 não tiveram interessados: 2 terminais portuários no Porto de Paranaguá e a concessão da Lotex (loteria instantânea). Os leilões realizados até o momento já garantiram uma arrecadação de cerca de R$ 13 bilhões ao governo federal. Veja abaixo a lista dos 30 projetos do PPI que já foram leiloados no ano: Terminal portuário Caramuru - Porto de Santos Terminal portuário MIR 01 - Porto de Belém Terminal portuário BEL 05 - Porto de Belém Terminal portuário IQI 18 - Porto de Itaqui 15ª Rodada de Concessão de blocos marítimos 4ª Rodada do Pré-sal 20 lotes de linha de transmissão Companhia Energética do Piauí (Cepisa) Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre) Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) Boa Vista Energia
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17/09 - Nikon anuncia encerramento das atividades no Brasil
No final do ano passado, empresa japonesa já havia anunciado que iria desativar sua loja online no Brasil. Nikon anunciou em página o encerramento das atividades no Brasil Reprodução A fabricante japonesa de câmeras fotográficas Nikon informou que encerrou todas as suas atividades no Brasil. No final do ano passado, a empresa já havia anunciado que iria desativar sua loja online no país. Em comunicado publicado no dia 12 de setembro em sua página, a Nikon informou que "para produtos fotográficos com garantias válidas", os reparos continuarão sendo honrados pelo grupo. Segundo a Nikon, a assistência técnica e as solicitações de reparo de produtos em garantia deverão ser realizadas pelo site da Nikon do Brasil por meio de formulário online. "Equipamentos fotográficos e acessórios que estejam fora de garantia terão os serviços de assistência técnica assumidos diretamente pela marca nos Estados Unidos", acrescentou. Em relação à Nikon Instruments no Brasil, a empresa informou que as linhas de produtos de microscopia, bem como de acessórios e assistência técnica, continuarão a ser oferecidas no país pela empresa BioLab Brasil. A filial brasileira da Nikon tinha sido aberta em 2011, com investimento anunciado de US$ 10 milhões. Na ocasião, a empresa disse que a decisão de abrir no Brasil a primeira unidade da empresa japonesa na América do Sul visava aproveitar eventos esportivos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
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17/09 - PAT de Valinhos divulga 38 vagas de emprego; cargos vão de açougueiro a vendedor
Lista inclui 10 oportunidades para pessoas com deficiência (PCD). Interessados devem ir até a unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. PAT de Valinhos divulga 38 vagas de emprego em diferentes áreas de atuação. Claudio Barbisan/Arquivo pessoal Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Valinhos (SP) divulga 38 vagas de emprego na manhã desta segunda-feira (17). Dessas, dez são exclusivas para pessoas com deficiência (PCD). Na lista, os cargos vão de açougueiro a vendedor. De acordo com a Prefeitura, as vagas exigem experiência nas funções, exceto as oportunidades para operador de caixa. [Veja a lista completa de vagas, abaixo] Ainda segundo a Prefeitura, as oportunidades da lista estão sujeitas a alterações durante o dia. Confira a lista completa de vagas Açougueiro - 1 vaga Ajudante de eletricista - 1 vaga Auxiliar de limpeza - 9 vagas Consultor de vendas - 5 vagas Cozinheiro - 1 vaga Operador de caixa (PCD) - 10 vagas Operador de estacionamento - 1 vaga Vendedor (porta a porta) - 10 vagas Serviço Os interessados devem ir até o PAT com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. A unidade fica na Avenida dos Esportes, nº303, no Centro, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (19) 3849-7187. Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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17/09 - Economia do Reino Unido vai encolher sem acordo do Brexit, diz FMI
Reino Unido deve deixar a UE em pouco mais de 6 meses, mas Londres e Bruxelas ainda precisam fechar um acordo para garantir um período de transição. Vista do Parlamento Britânico, em Londres derwiki/Creative Commons A economia do Reino Unido vai encolher caso deixe a União Europeia sem um acordo do Brexit e vai sofrer algum dano qualquer que sejam os termos, disse o Fundo Monetário Internacional nesta segunda-feira (17), desafiando as promessas de alguns defensores do Brexit. O Fundo prevê que a economia do Reino Unido crescerá cerca de 1,5% ao ano em 2018 e 2019 - atrás da Alemanha e da França - caso um amplo acordo Brexit for fechado. "Sou uma otimista desesperada, e espero sinceramente e rezo para que haja um acordo entre a União Europeia e o Reino Unido", disse Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI. Mas o fracasso em conseguir um acordo levará a uma contração, disse ela. "Deixe-me ser claro, comparado com o mercado único suave de hoje, todos os cenários prováveis ​​do Brexit terão custos para a economia e, em menor grau, também para a UE", disse Lagarde, enquanto o FMI apresentava seu relatório anual sobre a economia britânica. "Quanto maiores os impedimentos para negociar no novo relacionamento, mais oneroso ele será. Isso deveria ser bastante óbvio, mas às vezes parece que não é." O Reino Unido deve deixar a UE em pouco mais de seis meses, mas Londres e Bruxelas ainda precisam fechar um acordo para garantir um período de transição. A primeira-ministra, Theresa May, tem lutado para reduzir a profunda divisão dentro de seu Partido Conservador sobre qual deverá ser a proximidade da relação entre o Reino Unido e a UE. Ela espera fazer progressos em direção a um acordo quando encontrar outros líderes da UE nesta semana. O ministro britânico das Finanças, Philip Hammond, falando ao lado de Lagarde, disse que o governo deve seguir os "avisos claros" do FMI sobre o Brexit.
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