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19/05 - Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste abre 173 vagas de emprego; veja oportunidades
Interessados devem levar RG, CPF e Carteira de Trabalho na unidade a partir desta segunda-feira. Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste (SP) divulga 173 vagas de emprego. Prefeitura de Santa Bárbara d'Oeste/Divulgação A Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste (SP) recebe inscrições para 173 vagas de emprego a partir desta segunda-feira (20). São 37 cargos diferentes e há oportunidades para todos os níveis de formação. Essas ofertas podem ser encerradas sem aviso prévio, segundo a prefeitura. As funções com maior número de vagas são: costureira (10), ajudante de produção promotor de negócios (10), ajudante de obras (10) e promotor externo (50). Também há vagas exclusivas para pessoas portadoras deficiência física (PCD). Informações como a experiência necessária e a remuneração serão divulgadas a quem se candidatar. [Veja todas as vagas disponíveis abaixo] Os candidatos interessados devem ir à Casa do Trabalhador com RG, CPF e Carteira de Trabalho. A unidade fica no VIC Center, na Avenida Santa Bárbara, e funciona de segunda à sexta-feira das 7h30 às 16h30. O telefone é (19) 3499-1015. Oportunidades Vagas para alfabetizado: Ajudante de chapeiro Impressor Marceneiro Motorista rodoviário carreteiro Rebobinador Serralheiro Vendedor Vagas para ensino fundamental (1º grau): Ajudante de cozinha Carpinteiro Engrupador Motorista Truck e carreta Operador e programador de centro de usinagem Urdidor/ Urditriz Seccional Vagas para ensino médio (2º grau): Açougueiro Confeiteiro/padeiro Consultor de vendas Contra mestre Cozinheiro Desenhista projetista de moldes Marceneiro Motorista/promotor Operador de máquina CNC Processista de fundidos em alumínio Promotor de negócios. Vagas que exigem cursos: Assistente técnico - curso técnico em eletrônico Instrutor de idiomas - Inglês fluente Operador de draga - operador de máquina. Vagas para graduação: Analista de processos Têxteis Assistente fiscal contábil, Bibliotecário (a) Engenheiro Estagiário de markerting Farmacêutico Vagas para pessoas com deficiência (PCD): Auxiliar de confecção Auxiliar de informática Jardineiro Oficial de serviços gerais Repositor de mercearia Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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19/05 - Google suspende alguns negócios com Huawei sob pressão da 'lista negra' de Trump, diz agência
Próximos telefones da fabricante chinesa deixarão de ter acesso ao Gmail e à loja de aplicativos Play Store. Huawei apresentou tecnologias para o setor automobilístico durante o Saláo de Xangai. REUTERS/Aly Song O Google suspendeu negócios com a Huawei que exigem a transferência de produtos de hardware e software, exceto aqueles cobertos por licenças de código aberto, disse uma fonte próxima à agência Reuters. A decisão é um golpe à empresa chinesa de tecnologia, que o governo dos Estados Unidos tem buscado marginalizar em todo o mundo. O site americano de tecnologia "The Verge" também confirmou a informação com uma pessoa familiarizada com as duas empresas. A Huawei Technologies perderá imediatamente a licença para acesso a atualizações do sistema operacional Android. A próxima versão de seus smartphones fora da China também deixará de ter acesso a aplicativos e serviços populares, incluindo o aplicativo Google Play Store e o Gmail. Os detalhes dos serviços específicos ainda estão sendo discutidos internamente no Google, de acordo com a mesma fonte. Os advogados da Huawei também estão estudando o impacto das ações do Departamento de Comércio dos EUA, disse um porta-voz da Huawei na sexta-feira (17). China critica decisão dos EUA que afeta a gigante Huawei Em guerra comercial, Trump declara emergência nacional e proíbe equipamentos 'suspeitos' A Huawei não fez mais comentários sobre o tema. Representantes do Departamento de Comércio dos EUA tampouco fizeram comentários imediatos. A Huawei continuará a ter acesso à versão do sistema operacional Android disponível através da licença de código aberto, que é livremente aberta a qualquer um que deseje usá-la. Portanto, as atualizações de segurança dos celulares da empresa chinesa só serão feitas quando forem disponibilizadas por meio do sistema de código aberto. Mas o Google deixará de fornecer suporte técnico e colaboração para os serviços do Android e do Google para a Huawei, disse a fonte. Segundo o "The Verge", a Huawei está trabalhando no desenvolvimento de seu próprio sistema operacional, pois já previa uma proibição de usar os sistemas Android e Windows. No entanto, também avalia a possibilidade de que esse sistema enfrente ainda mais restrições nos Estados Unidos. Na quinta-feira (16), o governo Trump oficialmente adicionou a Huawei a uma "lista negra" de comércio. A lista é feita de empresas de telecomunicações que, segundo o governo, representem um risco à segurança nacional. Foram impostas restrições que tornarão extremamente difícil para a gigante de tecnologia fazer negócios com empresas norte-americanas. Trump proíbe empresas americanas de usar equipamentos de telecomunicação estrangeiros
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19/05 - Grande Recife e Zona da Mata oferecem 100 vagas de emprego
Oportunidades estão em Camaragibe, Cabo, Goiana, Igarassu, Ipojuca, São Lourenço da Mata, Nazaré da Mata, Paulista, Recife e Vitória. Há 24 vagas para pessoas com deficiência. Entre as vagas oferecidas, há oportunidades para mecânico de motor Governo de Pernambuco/Divulgação A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq) oferece, na segunda (20), 100 vagas de emprego em dez cidades do Grande Recife e da Zona da Mata. Há oportunidades nas áreas de comércio e serviços e, do total de vagas, 24 são para pessoas com deficiência. As oportunidades são oferecidas nas cidades de Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paulista, Recife, São Lourenço da Mata e Vitória de Santo Antão. Caso haja interesse em alguma das vagas, é necessário comparecer a uma das unidades da Agência do Trabalho. Confira as oportunidades Vagas em Camaragibe Vagas no Cabo de Santo Agostinho Vagas em Goiana Vagas em Igarassu Vagas em Ipojuca Vagas em Nazaré da Mata Vagas em Paulista Vagas no Recife Vagas em São Lourenço da Mata Vagas em Vitória de Santo Antão Vagas para pessoas com deficiência
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19/05 - Multinacional de tecnologia em Campinas abre processo seletivo para emprego; veja vagas disponíveis
Vagas são direcionadas para profissionais de tecnologia e requisitos variam de acordo com o perfil da vaga. Inscrições devem ser realizadas pela internet. Samsung está com processo seletivo de emprego aberto em Campinas. Reprodução/EPTV A Samsung Instituto de Desenvolvimento para a Informática (SiDi) de Campinas (SP) oferece vagas de emprego em diversas áreas de atuação. Os interessados devem enviar o currículo pelo site, onde também estão disponíveis mais informações sobre as oportunidades, como salário e tempo de experiência. Veja todas as vagas disponíveis abaixo. Os requisitos profissionais variam de acordo com o perfil da vaga. Os candidatos a analista de UX/UI, por exemplo, devem possuir formação em design, marketing ou área afim. Para o cientista de dados, os requisitos incluem formação em ciências ou engenharia da computação, matemática, estatística (ou área correlata) e especialização em inteligência artificial. Confira as oportunidades Desenvolvedor (a) de testes de software (TR e JR) - 19 vagas Desenvolvedor (a) de software DSP - 2 vagas UX / UI Designer - 2 vagas Analista de Departamento Pessoal Jr. - 1 vaga Desenvolvedor (a) de Software (I.A.) - 1 vaga Engenheiro (a) de Machine Learning - 1 vaga Estagio em Desenvolvimento - 1 vagas Desenvolvedor (a) Android - número de vagas não divulgado Cientista de dados - número de vagas não divulgado Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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19/05 - Veja concursos e seleções com editais publicados na Paraíba nesta semana de 19 a 26 de maio
São 1.868 vagas de emprego em 10 editais publicados. Mais de 1.800 vagas de emprego são oferecidas em 10 editais de concursos e empregos publicados na Paraíba nesta semana de 19 a 26 de maio. Confira. Editoria de arte/G1 Concurso da Prefeitura de Guarabira Vagas: 218 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 2,5 mil Prazo de inscrição: até este domingo (19) Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental), R$ 80 (médio) e R$ 100 (superior) Provas: 14 de junho Edital do concurso da Prefeitura de Guarabira Concurso da prefeitura de Nova Floresta Vagas: 34 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 1.678,42 Prazo de inscrição: até este domingo (19) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio) e R$ 105 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da prefeitura de Nova Floresta Concurso da Prefeitura de Nova Palmeira Vagas: 28 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 2,237,89 Prazo de inscrição: até domingo (26) Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental), R$ 80 (médio) e R$ 100 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da Prefeitura de Nova Palmeira Concurso da Prefeitura de Cuité Vagas: 142 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 6 mil Prazo de inscrição: até domingo (26) Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental), R$ 80 (médio) e R$ 100 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da Prefeitura de Cuité Concurso da Prefeitura de Picuí Vagas: 46 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 3.928,15 Prazo de inscrição: até domingo (26) Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental), R$ 80 (médio) e R$ 100 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da Prefeitura de Picuí Concurso da prefeitura de Itaporanga Vagas: 99 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 1.424 Prazo de inscrição: até domingo (26) Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental), R$ 80 (médio) e R$ 100 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da prefeitura de Itaporanga Concurso da Prefeitura de São Domingos do Cariri Vagas: 19 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 2,430 Prazo de inscrição: até 30 de maio Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 65 (nível fundamental), R$ 85 (médio) e R$ 105 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da Prefeitura de São Domingos do Cariri Concurso da Prefeitura de Solânea Vagas: 121 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 7.600 Prazo de inscrição: até 30 de maio Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 65 (nível fundamental), R$ 85 (médio) e R$ 10 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da Prefeitura de Solânea Concurso para professor do Estado da Paraíba Vagas: 1 mil Nível: superior Vencimentos: R$ 2.110.12 Prazo de inscrição: até 6 de junho Local de inscrição: site da organizadora, Instituto AOCP Taxa de inscrição: R$ 39 Provas: 21 de julho Edital do concurso para professor do Estado da Paraíba Concurso da Prefeitura de Aroeiras Vagas: 158 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 1.006 a R$ 9 mil Prazo de inscrição: até 17 de junho Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Taxas de inscrição: R$ 50 (nível fundamental), R$ 70 (médio) e R$ 95 (superior) Provas: 21 de julho Edital do concurso da Prefeitura de Aroeiras
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19/05 - Um ano depois, preço do diesel ultrapassa patamar da greve e variação entre estados aumenta; valor vai de R$ 3,52 a R$ 4,68 no país
Dados de relatório semanal da ANP mostram que a diferença do preço médio do diesel entre os estados aumentou nos últimos anos. Valor é maior no Norte e menor no Sul. Um ano depois da paralisação dos caminhoneiros, que teve início em 21 de maio de 2018 e terminou em 31 de maio de 2018, a categoria desembolsa valores ainda mais variados para abastecer o caminhão e percorrer as estradas do Brasil. O preço médio nacional do diesel S10 é de R$ 3,73, enquanto o do diesel S500 fica a R$ 3,65. Esse valor é o maior registrado em 2019 e já ultrapassa o patamar alcançado na segunda semana de maio de 2018, antes da greve de caminhoneiros, quando o S10 estava a R$ 3,64 e o S500, a R$ 3,55. 1 ano após greve dos caminhoneiros, economistas apontam incertezas que ainda persistem O caminhoneiro que dirige de Norte a Sul se depara também com uma diferença de preços que pode chegar a R$ 1,16 no diesel S10. Para abastecer com esse combustível, o valor médio varia de R$ 3,52 (no Paraná) a R$ 4,68 (no Amapá). Os estados do Sul registram os menores preços, enquanto a Região Norte apresenta os maiores. Há um ano, em 2018, essa diferença de valores no diesel S10 era menor: R$ 1,09. Há cinco anos, essa diferença de valores era de R$ 0,59. Na época, o preço médio mais baixo era R$ 2,84 (no Paraná) e o mais alto, R$ 3,43 (no Acre). Os dados são do relatório da segunda semana deste mês (12 a 18 de maio) da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), com pesquisa feita em postos de combustíveis. Preço médio do diesel nos estados: valor é mais caro no Norte e mais barato no Sul Rodrigo Sanches e Guilherme Gomes / G1 Já a diferença de preços para o diesel S500, usado em caminhões fabricados antes de 2012, é ainda maior: R$ 1,29. O Paraná registra o preço médio mais barato (R$ 3,44); o Acre tem o preço médio mais caro do Brasil (R$ 4,73). Esse valor é maior que há um ano, quando a diferença era de R$ 0,97. Há cinco anos, quando os preços do diesel S500 oscilavam de R$ 2,71 (São Paulo) a R$ 3,37 (Acre), a diferença registrada era de R$ 0,66. COMO É FORMADO O PREÇO DO DIESEL CRONOLOGIA DA GREVE Para Gustavo Gama, professor da pós-graduação de Direito e Contabilidade Tributária do Ibmec-RJ, isso se deve principalmente à situação fiscal dos estados, que piorou nos últimos anos. Como consequência, diz o professor, os estados elevaram o ICMS em busca de aumentar a arrecadação. Ainda segundo ele, os estados com uma economia menos desenvolvida tendem a subir o ICMS de produtos essenciais, como os combustíveis, também para elevar a arrecadação do estado. “As pessoas não deixam de consumir [combustível] porque é um bem essencial. Realmente isso explica um pouco por que a carga tributária de combustíveis em alguns estados é muito alta. E ela costuma ser especialmente mais alta em estados com dificuldade financeira, porque o estado sabe que pode aumentar a carga tributária naquele produto já que as pessoas não podem deixar de consumir”, diz Gama. Para ele, a questão do preço do diesel ainda não foi resolvida. Uma possibilidade, segundo Gama, é que o governo federal dê algum tipo de ajuda aos estados para que haja uma redução do ICMS. Segundo ele, “não é possível pensar que estados nas atuais situações financeiras possam reduzir os impostos sem nenhum tipo de compensação”. Procurado, o Ministério da Infraestrutura não comenta o preço médio do diesel nem a variação entre estados. A pasta afirma, porém, que o atual governo criou um novo modelo de diálogo com os caminhoneiros e que o Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas passou a se reunir a cada dois meses, com mais entidades representadas. O ministério diz ainda que fez uma série de compromissos com a categoria em 22 de março deste ano, como o novo cálculo para o piso mínimo do frete. Tributação do diesel Os especialistas ouvidos pelo G1 apontam que a carga tributária é o principal motivo para a variação do preço médio entre estados. Enquanto os impostos federais (Cide, PIS e Cofins) são fixos e têm o mesmo percentual a todos os estados, o ICMS é o principal tributo nos combustíveis e a alíquota é definida por cada estado. No Amapá, por exemplo, o consumidor paga R$ 1,05 de ICMS a cada litro de diesel S10. É o maior valor do Brasil, seguido pelo Acre (R$ 0,75). Já no Paraná é cobrado o menor valor: R$ 0,40 de ICMS a cada litro do combustível. O número é próximo ao ICMS de Santa Catarina (R$ 0,41). O advogado Rafael Pandolfo, professor do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET), lembra que o combustível é um item "essencial ao desenvolvimento", já que o país depende do transporte rodoviário. Pandolfo destaca ainda que cerca de 1/4 do preço do combustível é composto por impostos. Segundo dados da ANP e da Fecombustíveis, o percentual maior de impostos ocorre no Amapá. Os tributos são 32,4% do preço médio do diesel S500 e 29,2% do diesel S10. Em outros estados, como Mato Grosso do Sul e Espírito Santo, esse percentual fica próximo a 20%. Pandolfo acrescenta que o aumento no combustível tem impacto na cadeia econômica e também gera encarecimento em tudo que depende de transporte. Para ele, o governo federal deve se reunir com os estados para propor “desoneração de elementos que são estratégicos para o crescimento do país, como os combustíveis”. Para ele, porém, o Brasil também precisa discutir a tributação após a aprovação da Reforma da Previdência. Pandolfo diz que já será um "grande avanço" se o governo federal unificar tributos como IPI, PIS e Cofins. “Porque, se você for mexer em ICMS e ISS, você está mexendo no bolso e na competência tributária de outros entes, de estados e municípios, e a negociação é mais difícil. O governo federal pode dar ainda o exemplo ao reduzir o número de tributos que incidem hoje sobre o consumo, grande gargalo do Brasil”, diz. Mudanças no ICMS Já o advogado tributarista Janssen Murayama afirma que, para melhorar o comércio de combustíveis, o país deve adotar uma simplificação do ICMS, em que todos os estados cobrem a mesma alíquota. Segundo ele, isso também pode contribuir para "diminuir a sonegação e a guerra fiscal entre estados". Ele diz que, assim como São Paulo e os estados do Sul, os demais estados também devem reduzir o ICMS. Para Murayama, essa redução terá um reflexo positivo ao estado no médio prazo. “Uma pessoa que faz a rota de São Paulo ao Rio prefere abastecer em SP. E aumenta a arrecadação em SP, ainda que com uma alíquota reduzida. Ele faz com que as mercadorias cheguem às mesas ao consumidor mais baratas, porque o ICMS do diesel é mais baixo, o frete é mais barato e, consequentemente, o consumidor vai ter acesso mais barato a esse produto. E aumenta a arrecadação também do ICMS desses produtos”, diz Murayama. Da mesma forma, acrescenta, com a diferença crescente entre estados do preço do combustível, as empresas aéreas também consideram o valor do querosene de aviação em cada estado para definir onde devem abastecer as aeronaves. Segundo ele, a cobrança mais baixa do ICMS no Sul e em São Paulo também provocou governadores de outros estados a repensar a tributação. “Todo mundo tem medo de reduzir a alíquota com medo de perder a arrecadação. Só que você tem que pensar um pouco no médio prazo. Quando você reduz, o setor se adapta à sua tributação. São Paulo foi na frente e gerou toda essa tributação. E o Rio de Janeiro, por exemplo, agora está tentando ir atrás”, diz Murayama.
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19/05 - 1 ano após greve dos caminhoneiros, economistas apontam incertezas que ainda persistem
Paralisação teve forte impacto sobre o PIB em 2018; neste ano, dúvidas sobre o custo extra com tabelamento do frete e risco de nova greve preocupam setor produtivo. Caminhões são vistos no acostamento da Rodovia Rodoanel Mário Covas, na região de Embu das Artes (SP), durante protesto de caminhoneiros Marcelo Brandt/G1 A greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias e cujo início completa um ano nesta terça-feira (21), gerou fortes impactos sobre o crescimento da economia em 2018. Embora os resultados imediatos da paralisação tenham ficado para trás, as fragilidades que foram expostas ainda afetam a confiança e atrapalham a frágil recuperação da economia, segundo analistas ouvidos pelo G1. Um ano depois, preço do diesel ultrapassa patamar pré-greve e variação entre estados aumenta “A greve mostrou uma fragilidade da economia brasileira, a de ser muito dependente do transporte rodoviário”, comenta Juliana Cunha, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). “Ela continua atrapalhando no sentido de que a incerteza ficou maior desde aquele momento”. No setor produtivo, a questão dos transportes passou a ser “um componente adicional nas estratégias de negócio” das empresas depois da greve, aponta Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating,. “Outros indicadores passaram a ser acompanhados, como o movimento nas rodovias, os preços dos combustíveis e até riscos de uma nova paralisação", diz ele. Nesse sentido, a avaliação é que a greve de 2018 segue impactando a economia em 2019 por adicionar mais um fator de incertezas. “Se você volta com esse potencial risco de paralisação, é claro que o setor (produtivo) fica muito preocupado”, diz Agostini. Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos, aponta ainda preocupações sobre um aumento de custos de produção com a discussão sobre o tabelamento dos preços dos fretes. “O setor produtivo já opera com um custo fixo muito elevado, tem que lidar com problemas de infraestrutura. E aí vem uma greve que para tudo, tem um custo que você não recupera e ainda por cima um aumento no custo dos transportes”. Quanto custou a greve? Em maio de 2018, os caminhoneiros de todos os estados paralisaram suas atividades por 11 dias, em protesto contra o aumento do preço do diesel e más condições de trabalho. O movimento gerou desabastecimento do comércio, paralisou a produção industrial e prejudicou o agronegócio. Como resposta, o governo congelou o preço diesel nas refinarias até o final do ano e instituiu o tabelamento do preço dos fretes. CRONOLOGIA: greve dos caminhoneiros Embora seja consenso entre os economistas que a greve tenha puxado o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018 para baixo, os analistas apontam que é difícil calcular o impacto exato. Um levantamento feito por Juliana Cunha com dados da FGV e do IBRE aponta que o desempenho da economia em geral no ano passado piorou bastante depois da greve dos caminhoneiros – resultado da junção dos choques em diversos setores. Os números mostram que, enquanto o PIB cresceu 1,8% de janeiro a abril, de maio a dezembro o avanço desacelerou para 0,8%. Considerando apenas o resultado do comércio nos mesmos períodos a variação foi de crescimento de 5,6% para 0,8%. Nos serviços, foi de 2,2% para 0,9%. Na indústria, o choque foi ainda maior. O setor passou de crescimento de 2,5% para queda de 0,3%. Variação em 2018 dividida por setores Rodrigo Sanches/G1 Mas Juliana aponta que não é possível indicar o quanto dessa piora é especificamente reflexo da paralisação. “Não tem muito como separar o que foi a greve”, diz. Agostini lista outros fatores que ajudaram a puxar a economia para baixo no segundo semestre de 2018. “A greve desregulou toda a parte de produção, estoque do varejo, e isso demorou um pouco para se ajustar. Logo depois, teve o problema da eleição, aquele momento de indefinição que deixou todo mundo cauteloso. Teve também o período de Copa, que acabou afetando um pouco o mês de julho.” Já Zeina destaca a interrupção do crescimento da produção industrial com a greve. “É um quadro que talvez nem os números consigam estimar com precisão, mas de fato chama a atenção o quanto a dinâmica da indústria mudou depois da greve. Estava indo devagar, mas estava indo. E aí, a gente olha a curva pós-greve, e é uma tendência de queda.” “Não é coincidência que, passada a greve, a gente começou a ter uma piora do quadro econômico”, diz Latif.
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19/05 - Café clonal é opção de renda para pequenos produtores no oeste de MT
Variedade é bem adaptada à região e tem dado resultados melhores aos pequenos produtores. Café clonal é opção de renda para pequenas propriedades de MT De um tempo para cá, os cafeicultores do oeste de Mato Grosso deixaram o tipo arábica de lado e escolheram fazer o plantio do café clonal. A variedade é bem adaptada à região e tem dado resultados melhores aos pequenos produtores. É o que aconteceu, por exemplo, na propriedade do pequeno produtor Antônio Beitum, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. No sítio dele foram plantados 10 mil pés de café em cinco hectares. Para Antônio, a troca foi proveitosa. “Primeiro era tudo difícil. Para plantar um pé de café, demorava 60 dias para brotar. Essa lavoura fez dois anos. Se fosse naquele tempo, essa lavoura estaria com 50 centímetros. Hoje ela tem dois metros de altura”, contou. Controlando as pragas, ele espera colher em média de 80 sacas por hectare. A produção ainda não vendida totalmente, mas nessa época do ano, o produtor diz que consegue até R$ 280 pela saca de café com 60 quilos. Depois de colhido, o café passa pelo beneficiamento. Na máquina, onde os grãos serão descascados e separados para a venda. O cultivo de café ainda é modesto em mato grosso, mas na região oeste do estado a Empaer incentiva os produtores a investirem nessa cultura, principalmente com as variedades de café clonal, que pode ser muito produtiva e trazer uma boa renda. A assistência que é dada nas propriedades tem o objetivo de reforçar a importância do café na agricultura familiar.
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19/05 - Por que o celular com Android vai ficando mais lento com o passar do tempo?
Blog também tira dúvidas sobre como remover a sincronização da conta do Google no Google Chrome, e a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Por que o celular com Android vai ficando mais lento com o decorrer do tempo? Eu tenho uma pergunta. Uso sempre os mesmos apps, não baixo joguinhos, mas percebo que com passar do tempo o meu celular com Android vai ficando mais lento. Então para voltar ao normal acabo tendo que fazer o reset das configurações originais de fábrica. Mas após alguns meses o aparelho volta a apresentar os mesmos travamentos. Por que isso acontece? Lidiane Olá, Lidiane! perda de desempenho do aparelho pode estar relacionada a instalação de atualizações do Android e também de aplicativos. É possível que a cada atualização, novas funcionalidades sejam disponibilizadas e por esse motivo, aumente o consumo de processador e memória RAM. Pouco espaço livre na memória interna também compromete o desempenho, pois o sistema de arquivos do celular não é apropriado para o acumulo definitivo de um volume grande de dados. O ideal sempre eliminar arquivos inúteis, e aqueles imprescindíveis armazená-los na nuvem. É recomendável revisar quais apps estão sendo executados em segundo plano, na maioria das vezes aplicativos desse tipo são carregados sem necessidade com a inicialização do Android. Limpar periodicamente o cache dos app de redes sociais, também é uma boa maneira de impedir a perda de desempenho. Símbolo do sistema operacional Android, do Google Divulgação/Google Como excluir informações sincronizadas no Chrome? Oi, Ronaldo! Eu habilitei a sincronização automática do meu usuário no Google no navegador Chrome do meu trabalho. O problema é que está aparecendo o histórico de navegação do meu computador pessoal no da empresa. Como eu faço para remover essa configuração? Ataíde Olá, Ataíde! Para remover a sincronizar no Google Chrome, siga os passos descritos abaixo: Clique no atalho em forma de "três pontinhos" ou se preferir, clique nesse link aqui chrome://settings para acessar as configurações do navegador; Na parte superior da tela, em "Pessoas", clique em Desativar; Clique em sair, para desconectar a sua conta no Google Chrome. Pronto, os dados pessoais sincronizados com o PC da empresa foram removidos. Qual é a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android? Olá, Ronaldo! Quando começo a perceber travamentos devido a pouco espaço disponível na memória ROM do Android, então recorro a limpeza do cache do sistema. No entanto, após finalizar a limpeza, o espaço livre permanece praticamente o mesmo. Qual é a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android? Alexandre Olá, Alexandre! Limpar os arquivos temporário do sistema não irá liberar espaço na memória do celular. Porque esses arquivos temporários não ocupam o espaço destinado ao armazenamento de dados do usuário. Removê-los também não irá melhorar o desempenho do sistema, e tornará mais demorado um reset de fábrica. A diferença é que esses arquivos são estruturas criadas com o objetivo de acelerar a restauração do sistema; o cache de aplicativos servem para otimizar a exibição de informações que permanecerão sem atualização, esse mecanismo possibilita carregar mais rápido as publicações no Instagram, evitando que elas sejam baixadas novamente a cada execução do app, por exemplo. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1
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19/05 - 'Frango 4.0': conheça o condomínio de granjas que produz 7 milhões de aves por ano
Parque único no país funciona sob sistema de parceria com criadores que moram no local e produzem para a Aurora. Grupo de investidores aportou R$ 30 milhões no projeto. 'Frango 4,0': conheça o condomínio de granjas que produz 7 milhões de aves por ano O Brasil é o maior exportador de frango do mundo, e continua inovando tanto na tecnologia quanto no jeito de trabalhar. No Paraná, surgiu um novo modelo criação, um condomínio de granjas. É um negócio enorme e já pode ser chamado de "frango 4.0". As cenas parecem de um núcleo residencial: famílias curtem um som em frente de casa, crianças brincam pelo gramado, um animado pula-pula. Mas tudo isso acontece dentro de um conjunto de granjas. O condomínio fica no Norte do estado, na confluência dos municípios de Mandaguari, Jandaia do Sul e Apucarana, região alcançada pela mais recente onda de tecnologia de ponta em avicultura. A modernização da produção da criação de frango se deu pela produção em escala. Hoje, já tem barracão capaz de abrigar até 50 mil aves. Mas em Jandaia do Sul, o que se faz é a escala em escala. O usual é ter barracões espalhados, isolados em cada propriedade. O condomínio tem um só CNPJ, mas os donos de cada unidade são diferentes. Vilmar Sebold é o idealizador e um dos nove donos do parque, único na avicultura nacional. Ele conta que foi difícil convencer os sócios, mas que a pregação valeu a pena. Formado em economia, Vilmar tem um princípio: "a necessidade é a mãe de todas as forças". No caso, a necessidade era abastecer um grande frigorífico, pilar de um projeto de intercooperação entre a Aurora, que é uma cooperativa de cooperativas, e a Cocari, a cooperativa local que se comprometeu a garantir a produção de 170 mil frangos por dia – e o condomínio veio para turbinar essa oferta. A engenharia do negócio permite, entre outras coisas, que os que cuidam diretamente das aves não sejam funcionários, mas parceiros. Os donos do empreendimento contratam os parceiros para cada aviário. São 18 casais, que moram no local. A mulher, cuida do galpão mais próximo da casa e o marido, do detrás. Os primeiros parceiros do projeto são Marcelo Henrique da Silva e Maria Aparecida Sebastião da Penha. Os dois moravam na cidade e tinha profissões impensáveis para quem hoje cria frango: ela cuidava de uma idosa, e ele, era DJ e animador de festa. Ambos dizem que não se arrependem da troca. 'Frango 4.0': conheça o condomínio de granjas que produz 7 milhões de aves por ano - 2/2 O casal chegou ao condomínio em 2013. Até então, a única experiência que Maria Aparecida tinha com frango era na panela, conta. "Não exigimos nenhum nível de formação. Exigimos que tenha responsabilidade, ética e capacidade de relacionamento", diz Vilmar. Maria e Marcelo têm duas filhas: Daniela, de 11 anos, e Maria Vitória, de 9. "Na cidade a gente vivia com salário mínimo, pagava aluguel, água, luz e ficava mais difícil", conta Maria. Eles fazem parte de uma comunidade de parceiros diversa. Adirceu Moreira, marido de Regina, era pedreiro. Roseli e Adenilson de Souza, são ex-sitiantes. Socialmente, todos foram uma espécie de agrovila. "Se eles não conseguem se relacionar, não vão conseguir conviver. E a gente tem regras claras e rígidas. Se houver agressão física, mesmo entre o casal, o casal está fora", afirma Vilmar. O condomínio oferece a moradia, incluindo água, luz e manutenção, além de um intensivo treinamento. E o casal entra com o serviço. As atividades do casal que toma conta de um aviário são muitas. Maria levanta às 5h30 para aprontar as filhas para ir para a escola e já vai para o aviário. Quando chega perto do horário de almoço, ela vai para casa e Marcelo cuida das aves. As tarefas variam conforme a idade do lote. A fase pintinho exige muito, porque eles podem morrer de frio. É preciso manter viva a fornalha da caldeira para conseguir a temperatura ideal na pinteira, entre 33 e 34 graus. Há ainda aulas de orientação técnica. 2,8 quilos em 6 meses Para quem não é do ramo, é espantoso como o frango de hoje cresce rápido. Praticamente todo dia é preciso mexer na altura dos comedouros e bebedouros. A evolução das linhagens permitiu que hoje o frango atinja o peso de abate de 2,8 quilos em apenas seis semanas. Marcelo leva amostras para a balança diariamente para ver se os animais estão se desenvolvendo dentro do planejado. No escritório, Maria anota as informações de tudo que é observado para passar para o abatedouro. Não é possível monitorar cada frango e muita coisa escapa aos olhos do casal. Por isso, os galpões contam um sistema de alarme. Se ele toca (porque a temperatura subiu, por exemplo), o parceiro que estiver mais próximo, corre para a sala de comando. Lá, um potente computador analisa as informações do criatório em tempo real. Como um corpo inteiro sendo rastreado por eletrogramas, cardiograma, encefalograma, o galpão de frango tem centenas de sensores que mandam sinais eletrônicos de tudo o que acontece lá dentro. É um aparato inteligente para liberar, por exemplo, água e comida, ou mexer na temperatura. A ave crescida demanda um ambiente de 22, 23 graus, um desafio para o clima tropical do país. Vilmar diz que só foi possível chegar a esse ambiente adequado graças a um detalhe: a escuridão, ou quase. "As aves têm uma sensibilidade muito grande no olho, que é 100 vezes mais sensível do que o olho humano", explica. A lâmpada incandescente comum era inconveniente, trazia muita luz, excesso de calor. A de led, com dimmer regulando a intensidade, ajudava a criar o semiescuro ideal. Mas ela pifava com facilidade com a umidade do resfriamento e faltava o produto certo. Os investidores então foram à China e fizeram uma parceria para desenvolver essa lâmpada "blindada", que não estraga com a umidade. Ela custa 10 vezes mais, mas virou referência para criar o ambiente que permite a ocupação recorde, de 13 frangos por metro quadrado, em baixo estresse, segundo o veterinário Andreo Eckel. "Você só consegue colocar esse número de aves por metro quadrado porque você tem uma boa ambiência. Porque senão essas aves vão sofrer por estresse calórico e vão acabar morrendo, ou tendo um baixíssimo desempenho." Impactos da criação em escala O setor do frango suscita aplausos ao transformar soja e milho em uma importante proteína animal mais barata. Porém, é alvo também de críticas, principalmente daqueles que advogam um novo tipo de relacionamento entre o homem e animal. O frango é a principal proteína consumida pelo brasileiro. São 45 quilos por pessoa por ano. Considerando essa base, o condomínio de granjas abastece anualmente cerca de 500 mil pessoas. E isso tem impactos diversos. Se a criação é em escala, as perdas também. Os parceiros do condomínio recolhem, em média de dez a doze aves por dia. A causa da morte é variada, pode ir de origem genética a susto. "A gente vive uma cadeia. Porque aqui a gente não cria frango, a gente cria alimento", diz a parceira Maria Aparecida da Penha. A cada lote são cerca de oitocentas carcaças destinadas imediatamente destinadas à compostagem para que não haja resíduo contaminante. "Quanto maior a densidade dentro de um aviário e quanto maior o número de aviários, o risco com certeza vai ser maior", explica o veterinário Jacquiel Banpi. Ele esclarece que, embora o volume impressione, o índice de mortalidade do condomínio está bem abaixo da média nacional: entre 2% e 2,5%. “Um parceiro nosso ganha, líquido, o equivalente a um aviário de 12 mil frangos”, diz Vilmar Sebold, idealizador e um dos nove donos do condomínio. Como sócios cujo investimento é mão de obra, Maria e seu marido, Marcelo da Silva, têm retorno quando se dedicam ao negócio. A Aurora dá a ave, a ração, a assistência. O dono do aviário, as instalações, a casa, a manutenção. A cooperativa Cocari, o suporte técnico-administrativo. Pelos serviços, o casal recebe uma porcentagem da engorda, emitindo a própria nota fiscal. O ganho fica em torno de R$ 5 mil por mês – mais ou menos o dobro do que ganhavam na cidade. "Ele (o parceiro) recebe como produtor e ele participa da cooperativa, é um associado. No fim do ano, se a cooperativa deu resultado e vai distribuir sobras, na proporção dos frangos que ele entregou, ele vai ter a participação no resultado", explica Vilmar. Investimento alto, lucro por vir Curiosamente, o ganho social, por enquanto, é o único lucro palpável para os investidores do condomínio. É um grupo de nove pessoas que aportaram perto de R$ 30 milhões. Gente do ramo, a fazendeira Helenita Salas, e principiantes, como o advogado José Marcos Carrasco. O grupo hipotecou o patrimônio particular para financiar o projeto e, até 2024, tudo o que tiram do negócio é para pagar o banco. O empreendimento é montado sobre desafios, e ainda está cercado deles. Uma das críticas é quanto ao impacto da atividade para o meio ambiente, inclusive as pessoas. Só desse condomínio, saem 7 milhões de frango por ano. "A gente tem consciência de que quando a gente aglomera muitos aviários próximos, a gente aumenta o risco", diz o veterinário Jacquiel Banpi. Por isso, os protocolos de segurança geral, que em granjas isoladas já são rigorosos, foram redobrados. Desde o rodolúvio para desinfetar veículos que possam transmitir doenças até a vassoura de fogo para queimar penas e descontaminar o remonte de palha que serve de cama para os frangos. Regularmente, a palha é trocada. Uma empresa terceirizada que trabalha com um composto orgânico retirou do local 500 caminhões de esterco no último ano. As carcaças das aves que morrem também vão para a compostagem, ou produção de farinha de osso. A saída de frangos prontos para o abate e a entrada de novos lotes é feita de trás para frente, criteriosamente programada para que pintinhos não passem perto de aves mais velhas. As instalações estão protegidas por quebra-vento e toda a água é tratada tanto na entrada quanto na saída dos aviários. Além disso, a poluição provocada pelos dejetos das aves que sempre fizeram dos galpões um lugar repulsivo pelo cheiro fétido de amônia e microrganismos de decomposição também foi amenizada. Os aviários são de pressão negativa, equipados com exaustores que puxam o ar. Eles ficam equipados no fundo do barracão e a sucção é calibrada de acordo com a idade das aves. O ar entra por placas que ficam nas laterais e percorre todo o espaço a uma velocidade constante, fazendo uma espécie de varrição que tira a sujeira do ambiente e a expele para uma área onde não há casas nem movimentação humana ou de animais. "Isso faz com que o ar fique limpe o tempo inteiro, não tem aquela questão de gases que nós tínhamos", diz Vilmar. O túnel de vento cria zona de conforto para as aves. "Evita de se arranhar, levar dermatoses ou outras lesões de carcaça e também tem um ganho de desempenho", explica o veterinário Andreo Eckel. Vilmar, sócio gestor do condomínio, se iniciou na lida de frango ainda na adolescência com a então namorada, e há 38 anos esposa Maacje Boot. Ela morava numa colônia holandesa e aviário da família ficava no fundo do quintal. O casal diz que nunca pensou em realizar tamanho empreendimento. Embora ainda tenham dívidas por mais 5 anos, se dizem gratificados. Em fevereiro deste ano, faltou energia no condomínio. E justo nos galpões da família do Adirceu Moreira, o gerador pifou. Morreram 65 mil frangos. Foi um baque. Os donos do empreendimento assumiram o prejuízo para o Adirceu não ficar sem receber e estão processando a companhia de luz. Mas a lembrança do episódio foi a pronta ajuda que todos deram. "Desde a hora que acabou a energia já vim para cá, porque uma mão lava a outra, um ajuda o outro", diz a produtora rural Elisângela Rossi. "Considero eles como a minha família. Sei que posso contar com eles num momento difícil. Então a gente tem que ser assim, um pelo outro". Veja a matéria completa no vídeo.
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19/05 - Café de menor qualidade preocupa produtores do Sul de MG
Ano ruim para a colheita e floragem irregular dos grãos não ajudaram este ano. Café de menor qualidade preocupa produtores do Sul de MG Com o começo da colheita da safra de café, agricultores de Minas Gerais estão preocupados com o volume menor previsto para a safra deste ano e com a qualidade dos grãos. É esperada uma queda de 19% na produção, cerca de 15 milhões de sacas, por conta da chamada bienalidade, que faz com que um ano de bons resultados seja seguido por outro mais fraco. Além da colheita menor, os cafeicultores observam também uma florada irregular. Isso significa que, em plena época de colheita, alguns grãos estão maduros e prontos, enquanto outros estão pequenos. Isso é prejudicial porque leva o produtor a ter que usar mais grãos para encher uma saca. Na fazenda do Paulo Enídio Crabi, que tem cerca de 400 hectares em Elói Mendes, o número de sacas vai ter queda de 21 mil, no ano passado, para 18 mil este ano. O preço também não ajuda. A saca do café tipo 6 está cotada em média a R$ 373, o pior começo de safra desde 2013.
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19/05 - Quer fabricar sua máquina de torrar castanhas de caju? Saiba como
Embrapa Agroindústria Tropical tem instruções para montar o aparelho. Torra da castanha de caju exige cuidados do produtor O Globo Rural deste domingo (19) mostrou uma máquina para fazer a torra da castanha de caju sem que ela fique com gosto estranho – algo que acontece quando se usa o forno de farinha, por exemplo. O aparelho foi desenvolvido pela Embrapa Agroindústria Tropical. Você pode obter mais informações sobre como fabricar a sua própria máquina no site da empresa ou pelo telefone (85) 33917110.
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19/05 - Na contramão do país, Centro-Oeste gera empregos no campo
Nos últimos 6 anos, vagas do agronegócio caíram 7% no Brasil enquanto na região houve aumento de 11%. Em Goiás, contratações são motivadas por integração lavoura-pecuária. Na contramão do país, Centro-Oeste gera empregos no campo Em 2018, o Brasil tinha 18 milhões de trabalhadores rurais, número que vem caindo nos últimos anos. De 2012 para cá, a redução foi de 7%. Mas o Centro-Oeste caminha na contramão do país. Na região, 1,7 milhão de pessoas ganham a vida no campo, crescimento de 11% no período, segundo dados do Cepea. Em uma fazenda em Cristalina, em Goiás, por exemplo, mais de 170 funcionários cuidam dos 5 mil hectares de lavoura durante todo o ano. Alex Costa, que chegou há seis meses, é um deles. É uma espécie de faz tudo por lá. “Para mim é uma gratificação estar trabalhando aqui na fazenda”, diz. Ele é funcionário de Alexandre Cenci. A propriedade está na família dele há mais 4 décadas e os últimos anos foram de contratações, uma consequência na prosperidade dos negócios. "A gente vem crescendo em média 10% ao ano. Ano retrasado a gente contratou 25 pessoas, ano passado, 24." Na fazenda, existe uma integração entre agricultura e pecuária. E essa é uma das explicações para o aumento do trabalho no campo em Goiás. Nos últimos 7 anos, o abate de animais gerou 30 mil novos empregos no estado. A agricultura, mais 19 mil. O cuidado com esses animais trouxe mais serviço para a fazenda, e mais oportunidade. O técnico agropecuário Walter Dantas foi contratado no ano passado só para cuidar dos 2 mil animais de corte. Aos 28, ele tira R$ 2 mil por mês e economia cada centavo que pode para pagar uma faculdade para se tornar, no futuro, o médico veterinário da fazenda. "É a vontade de todo dia estar crescendo, estar se atualizando no mercado, esse é meu diferencial. É a vontade de crescer". O Cepea é um centro de estudos de economia da USP. Segundo a entidade, o principal motivo para a redução geral de vagas de trabalho no campo é a mecanização das lavouras.
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19/05 - Agronegócio gera riqueza e faz girar economia de Sidrolândia, em MS
Região Centro-Oeste concentra boa parte da produção de grãos e gado do país, e renda gerada no campo ajuda a movimentar as cidades da região. Agronegócio gera riqueza e faz girar economia de Sidrolândia, em MS No centro de Mato Grosso do Sul, Sidrolândia é uma cidade cuja riqueza passa pelo campo. Segundo o IBGE, dos R$ 1,5 bilhão que compõem o PIB anual do município, um terço é injetado na economia pelo campo. “Boa parte da população, 30%, está na zona rural e a produção local na indústria, comércio e serviços está ligada ao agronegócio também”, afirma Elaine Brito, secretária de desenvolvimento de Sidrolândia. Parte dessa economia é produzida por agricultores como Antenor Caríssimi, um gaúcho que migrou para a região e trabalhou durante 20 anos no campo, economizando para ter a própria terra. “Fui guardando até que nos possuímos a nossa propriedade”, conta. Ele e a família começaram com 100 hectares e hoje já plantam em 950. Os tempos de economia ficaram para trás e agora Caríssimi investe em maquinário e conta com a ajuda do filho Afonso, formado em agronomia, para tomar as decisões no campo. Os efeitos se espalham também no comércio local e nas cooperativas agrícolas, que geram emprego na região. Na loja de móveis de Aleandro Hernandes, entre 60% e 70% dos clientes trabalham com agronegócio. Em uma cooperativa de grãos, Mariana Silveira começou a trabalhar com menor aprendiz e foi efetividade. “Me sinto privilegiada por estar aqui. Tenho a ajuda de grandes profissionais, posso tirar dúvidas com agrônomos”, explica ela, que descobriu a faculdade de agronomia com a oportunidade de emprego.
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19/05 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 19/05/2019
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Ex-boia fria cria uma das vinícolas mais conhecidas de São Roque QUINTA DO OLIVARDO Estrada do Vinho, KM 4 São Roque / SP – CEP: 18145-002 Telefone: (11) 4711-1100 / 4711-1923 Site: www.quintadoolivardo.com.br E-mail: contato@quintadoolivardo.com.br Veja a reportagem: Como controlar as cobranças do cartão de crédito da sua empresa Instituto Salamacha Consultor Luciano Salamacha Telefone: (42) 99119-5250 Site: www.salamacha.com.br Email: contato@salamacha.com.br Fanpage: facebook.com/lucianosalamacha Instagram: salamacha LinkedIn: Luciano Salamacha Trampolim Start Up Café Rua da Consolação, 2303 - Consolação São Paulo/SP – CEP: 01301-100 Telefone: 3123-7755 Site: www.cafetrampolim.com.br Veja a reportagem: Como montar um salão de beleza? PERFIL ESPAÇO DA BELEZA Alameda Jauaperi, 419 - Moema São Paulo / SP - CEP: 04523-010 Telefone: (11) 5052-0360 Site: www.espacoperfil.com INSTITUTO EMBELLEZE Av. Roque Petroni Junior, 850 - Jd. das Acacias - Torre Bacaetava - Cj. 113 Site: www.institutoembelleze.com/portal/ Veja a reportagem: Veja dicas de como criar um aplicativo para smartphone FACULDADE DE TECNOLOGIA FIAP Telefone: (11) 3385-8010 Site: www.fiap.com.br Email: helpcenter@fiap.com.br CUBO ITAÚ Alameda Vicente Pinzon, 54 - Vila Olímpia São Paulo /SP –CEP: 04547-130 Site: https://cubo.network/ Fanpage: https://www.facebook.com/cubo.network Instagram: https://www.instagram.com/cubo.network/ LinkedIn: https://br.linkedin.com/company/cubo-network Veja a reportagem: Casal monta ateliê em casa com produtos para o mercado de casamento ATELIÊ SIMONE ALMEIDA Rua das Palmeiras, 32 – Veloso Osasco / SP – CEP: 06144-200 Telefone: (11) 94717-2530 Loja Virtual: https://www.elo7.com.br/ateliesimonealmeida Facebook: https://www.facebook.com/at.simonealmeida/ Veja a reportagem: Empresários de SP criam robôs de LED que animam festas de casamento ROBOZÃO DE LED Rua Andréa Paulinetti, 172 - Cidade Monções São Paulo / SP – CEP: 04707-050 Telefones: (11) 94159-0066 / 2306-4362 Site: www.robozaodeled.com.br
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19/05 - 2ª safra deve representar 60% da produção de feijão no Paraná
Depois de problemas na 1ª safra, melhores condições climáticas e maior área de plantio favoreceram alta para a colheita. 2ª safra deve representar 60% da produção de feijão no Paraná Depois de problemas na primeira safra de 2019, os produtores estão otimistas com o desempenho para a próxima colheita no Paraná. A estimativa é que a segunda safra represente 60% de toda a produção no estado. A expectativa é colher 429 mil toneladas de feijão na segunda safra, quase 200 mil a mais que na primeira. "Devido a melhor condição climática, sol, luz e temperatura, a safra foi melhor do que a primeira. Na primeira, nós tivemos problema com o frio", explica o produtor João Francisco de Lima. Após colher 33 sacas por hectare na primeira safra, ele espera que o volume alcance 40 sacas na segunda safra. Além das melhores condições climáticas, o crescimento da produção foi impulsionado pela maior área de plantio. Ela passou de 161 mil hectares, na primeira safra, para os 229 mil atuais. 'Muito feijão' Em relação aos valores, a expectativa dos produtores é manter na mesma faixa negociada da segunda safra do ano passado. "Na faixa de R$ 120 a saca do feijão preto, que é o feijão mais plantado aqui na nossa região", afirma Felipe Cruz, empresário. No entanto, a alta produção pode fazer o valor oscilar. "Acredito que no pico da 'safrinha', o preço real vai ficar na faixa de uns R$ 100 a saca. A curto prazo acho que não levanta tanto, porque é muito feijão", acrescenta Cruz.
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19/05 - Empresários de SP criam robôs de LED que animam festas de casamento
Empresário que atua no ramo há mais de dez anos, decidiu investir neste segmento. A empresa faz uma média de 60 apresentações por mês. Empresários de SP criam robôs de LED que animam festas de casamento No mês das noivas, o PEGN mostra mais uma novidade desse mercado: um robô de led que anima festas de casamento. Eles foram criados por um casal de empresários de São Paulo, que atua há mais de 10 anos na área de eventos. “Tinha visto isso já em outras festas, uma coisa um pouco mais simples, e eu decidi então investir no mercado”, fala o empresário Anderson Morales. Os robôs são fabricados numa oficina em São Paulo. O custo de produção varia de R$ 25 mil a R$ 50 mil, dependendo do material usado. “É uma composição de materiais. Hoje a gente trabalha muito com borracha EVA. Eu tenho robôs em aço inox, robôs em metal, tem robôs em borracha fixa, mas a base de tudo é o EVA que é o melhor material para se trabalhar, moldar, pintar”, explica Anderson. Para dar mais segurança e conforto ao operador dos robôs, Anderson importou pernas mecânicas com amortecedores e molas. Antes de ir para eventos todos os robôs são testados. Um técnico acompanha a equipe para fazer possíveis reparos. A luz de LED tem autonomia de 45 minutos a uma hora. E o preço por apresentação varia de R$ 750 para festas infantis a R$ 5 mil para eventos corporativos. A empresa faz uma média de 60 apresentações por mês. Nenhum robô faz mais de uma festa por dia. ROBOZÃO DE LED Rua Andréa Paulinetti, 172 - Cidade Monções São Paulo / SP – CEP: 04707-050 Telefones: (11) 94159-0066 / 2306-4362 Site: www.robozaodeled.com.br
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19/05 - Veja dicas de como criar um aplicativo para smartphone
Tem ideias para criar aplicativos, mas precisa de dicas para dar o primeiro passo? Nós te ajudamos. Veja dicas de como criar um aplicativo para smartphone Ninguém mais vive sem smartphone e seus aplicativos. São tantos que a gente se perde na hora de baixar. Mais complicado é como criar um. Sergio Oliveira, por exemplo, é de Joinville e mora na Califórnia. Ele mandou mensagem pela #QueroVerNoPEGN dizendo que tem ideias para criar aplicativos e que precisa de dicas. Para começar, o gasto para desenvolver um app varia de R$ 20 mil a R$ 100 mil. Por isso, é bom planejar. Para explicar esse passo a passo, o consultor Renato Kimura explica que o aplicativo não é só aquele programinha no smartphone. "Ele é mais do que isso tem que ser um negócio sustentável e escalável.” O primeiro passo é entender o modelo de negócio: como planejar e monetizar o serviço que se quer presto pelo aplicativo. O segundo passo é fazer um protótipo do app, desenhando no papel, telinha por telinha. E o terceiro passo: mostrar o protótipo para pessoas que usariam o serviço. Depois do teste, vem a parte de tecnologia, a criação do app. É possível aprender a fazer isso sozinho ou contratar um desenvolvedor. O desenvolvimento do app não acaba quando ele é lançado nas lojas. É preciso fazer atualizações constantes no sistema inclusive acrescentando novas ferramentas e novas informações. Para mandar a sua sugestão para o Pequenas Empresas, use nas redes sociais também a #QueroVerNoPEGN! FACULDADE DE TECNOLOGIA FIAP Telefone: (11) 3385-8010 Site: www.fiap.com.br Email: helpcenter@fiap.com.br CUBO ITAÚ Alameda Vicente Pinzon, 54 - Vila Olímpia São Paulo /SP –CEP: 04547-130 Site: https://cubo.network/ Fanpage: https://www.facebook.com/cubo.network Instagram: https://www.instagram.com/cubo.network/ LinkedIn: https://br.linkedin.com/company/cubo-network
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19/05 - Como montar um salão de beleza?
Pequenas Empresas & Grandes Negócios dá dicas de gastos, cuidados e experiências para você fazer a diferença com o seu empreendimento. Como montar um salão de beleza? Hoje, quase toda rua tem pelo menos um salão de beleza. O Brasil tem mais de um milhão desses estabelecimentos, entre formais e informais. O especialista em beleza, Douglas Baptista, explica que a área da beleza não para, é uma área em contínuo crescimento, mas que muita gente fecha nesse setor e só ficam os bons. A Kariny Pereira e a irmã Anadja estão nesse mercado há 18 anos. Há 10 anos, elas têm o próprio salão que atende 280 clientes por semana. “Eu sou administradora, fiz faculdade, sou formada nisso. Isso foi essencial, é um diferencial comparado com muitos salões que a pessoa que administra as vezes é o cabeleireiro", conta Kariny. Veja algumas dicas para montar o salão de beleza: Capital de giro: É possível abrir um salão de beleza com investimento de R$ 50 mil a R$ 150 mil, dependendo do público que quer atingir. Esse dinheiro é para reforma do espaço, equipamentos e mobiliário. E é preciso reservar o capital de giro, por pelo menos 6 meses para pagar as contas se não faturar. Cuidados: Também é preciso seguir as normas da Vigilância Sanitária, como usar lâminas e lixas descartáveis e esterilizar instrumentos. Para fazer sucesso: Outra dica é para divulgar o negócio: usar as redes sociais e contratar profissionais que já tenham a clientela formada e tragam para o salão. Localização: A escolha do ponto também é essencial. Uma maneira de otimizar é escolhendo um ponto comercial misto: com empresas e residências. Quem trabalha na região vai frequentar o salão na hora do almoço e final de expediente. Já quem mora no bairro vem ao longo do dia e nos finais de semana. Preço e experiência: Para formatar o preço, vai depender dos custos e do poder aquisitivo do público. É preciso lembrar que cliente de salão busca experiência. Então, uniforme, postura, simpatia da profissional, mimos como uma massagem nas costas, um cafezinho, decoração, pontualidade e até o atendimento na recepção fazem a diferença. O especialista Douglas Baptista diz que é um conjunto de ações que pode até dar trabalho para organizar, mas que às vezes custa pouco, e convence o cliente de que o serviço naquele lugar vale mais. É preciso se manter atualizado, já que o mercado tem sempre novidades, com técnicas, equipamentos ou produtos. A Kariny e Anadja faturam R$ 90 mil por mês com o salão. E mesmo com a economia do país parada, cresceram 15% no último ano. PERFIL ESPAÇO DA BELEZA Alameda Jauaperi, 419 - Moema São Paulo / SP - CEP: 04523-010 Telefone: (11) 5052-0360 Site: www.espacoperfil.com INSTITUTO EMBELLEZE Av. Roque Petroni Junior, 850 - Jd. das Acacias - Torre Bacaetava - Cj. 113 Site: www.institutoembelleze.com/portal/
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19/05 - Ex-boia fria cria uma das vinícolas mais conhecidas de São Roque
Além do vinho e boa comida, empresário passou a oferecer também história, aventura e experiências. Ex-boia fria cria uma das vinícolas mais conhecidas de São Roque Na cidade de São Roque, a 70 quilômetros da capital de São Paulo, conhecida pela produção de vinho, um empresário que começou com uma pequena vinícola, hoje administra um espaço com restaurante e área de recreação. Há 12 anos, quando ficou desempregado, Olivardo Saqui investiu nesse mercado. Ele começou a plantar uvas para produzir sucos e vinhos. Mas até o negócio vingar, ele passou a comercializar queijos e bebidas de outros produtores. Muito rapidamente o local transformou-se na primeira casa de gastronomia portuguesa da região. Hoje, o restaurante é disputado por turistas principalmente nos finais de semana. E o empresário foi além da venda só de vinho e do bacalhau. Para crescer e se tornar referência em São Roque, passou a oferecer também história, aventura e experiência. O espaço tem 9 hectares e recebe de 5 mil a 7 mil pessoas por final de semana. Tem recreação para crianças, degustação de queijos e vinhos e até uma vila portuguesa, com todos os clássicos da gastronomia lusitana. Uma das atrações é outra tradição portuguesa: o vinho enterrado, conhecido como vinho dos mortos. “Essa é uma história que nos leva a 1807 quando Portugal foi invadido por franceses", conta Olivardo, "quando tropas de Napoleão chegaram nas regiões vinícolas enterraram o que tinha de mais precioso: as garrafas de vinho.” Esse ritual na vinícola do empresário acontece todo terceiro sábado do mês. As pessoas podem enterrar sua própria garrafa e voltar depois de 6 meses para desenterrá-la. Em média, são enterradas de 200 a 300 garrafas. Olivardo produz 20 mil litros de vinho por mês. É pouco comparado a outras vinícolas da região. O mais barato custa R$ 20 . O mais caro é o vinho dos mortos, que sai por R$ 72 e é responsável por 70% do faturamento. O empresário não revela o quanto ganha por mês. QUINTA DO OLIVARDO Estrada do Vinho, KM 4 São Roque / SP – CEP: 18145-002 Telefone: (11) 4711-1100 / 4711-1923 Site: www.quintadoolivardo.com.br E-mail: contato@quintadoolivardo.com.br
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19/05 - Seleiros valorizam tradição do tropeirismo no Estado de SP
Peças são feitas de maneira artesanal e são procuradas, principalmente, por muladeiros. Seleiros valorizam tradição do tropeirismo Reprodução/TV TEM João Elias Leme trabalha em um quartinho, no quintal da casa onde mora, em Cerquilho (SP). Ele mantém viva uma profissão que só veio conhecer depois dos 40 anos de idade: a selaria. Essa arte de fabricar peças usadas pelos tropeiros surgiu na vida do aposentado meio por acaso. Ele foi observando como um amigo seleiro trabalhava e, com o tempo, acabou aprendendo o ofício. O trabalho rústico, que preenche as paredes da oficina, é feito com muita precisão. Couros, linhas e argolas ganham diferentes formas. Algumas peças levam muitas vezes mais de uma semana para ficarem prontas. João faz desde os consertos mais simples a peças mais trabalhadas. Tropeiros de toda a região estão entre os clientes. As vendas aumentam em épocas de cavalgadas. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 19/05/2019) Seleiros valorizam tradição do tropeirismo Em outro sítio, também em Cerquilho, integrantes da Associação Cultural Tropeira fazem do local um ponto de encontro para valorizar as tradições. Ede Grando, que preside a associação, diz que a paixão pelo tropeirismo surgiu em 2009 depois de participar de uma cavalgada. Ede pode ser considerado um muleiro ou muladeiro. O termo é para definir as pessoas que gostam de ter e usar a mula como meio de transporte. Há sete anos ele cuida da 'garota', a mula que é filha da primeira égua que o Ede comprou, aos 13 anos de idade. José Maria Gome, mais conhecido como Juka, é avô de Lucas, de 10 anos. Eles passam o tempo trocando experiências sobre a cultura tropeira. Para Juka, é importante mostrar um pouco da tradição às gerações mais novas para que essa cultura não seja esquecida. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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19/05 - Safra de cana deve manter mesmo volume da anterior
Produtividade aumentou, mas área destinada à colheita ficou menor. Safra de cana deve manter mesmo volume da anterior Reprodução/TV TEM A safra de cana-de-açúcar começou bem melhor do que Valdinei Dezordi esperava. A chuva dos últimos meses fez muito bem. Os caminhões estão saindo carregados da plantação em Guapiaçu (SP). Valdinei diz que, no ano passado, nessa época, a cana estava bem mais baixa. Agora, o visual é outro, com boa distância entre os gomos. Ele tem três mil hectares de canaviais e aposta que este ano a produtividade aumenta uns 10%. O preço, segundo o produtor, também vem evoluindo. Em uma usina de Olímpia (SP), a qualidade da cana está surpreendendo. A indústria prevê moer este ano quase 20 milhões de toneladas. Em 2018, a produção foi 12% menor. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 19/05/2019) Safra de cana deve manter mesmo volume da anterior O gerente agroindustrial da empresa, Éverton Carpanezi, diz que as chuvas a partir de dezembro favoreceram o aumento de produtividade. Além do clima, que está ajudando, a usina espera aproveitar os resultados do investimento em tecnologia e melhoramento do canavial. Embora algumas usinas estejam esperando uma safra melhor do que a do ano passado, a Única, organização que representa as usinas do Centro-Sul do Brasil, estima que a moagem deva atingir o mesmo volume de 2018, em torno de 575 milhões de toneladas. É que, embora a produtividade fique um pouco melhor do que o esperado, a área de colheita diminuiu. Canaviais velhos pararam de reproduzir. Isso deve representar em torno de oito milhões de hectares a menos que na safra de 2019. É um reflexo da crise que o mercado sucroalcooleiro viveu nos últimos anos, que afetou o campo e a indústria, mas que, na opinião do diretor da Única, Antônio de Pádua Rodrigues, não abalou quem estava mais preparado. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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19/05 - Furtos de gado preocupam pecuaristas do Centro-Oeste de SP
Casos têm sido frequentes na região. Furtos de gado preocupam pecuaristas Reprodução/TV TEM Se não bastasse a preocupação com o manejo do gado, pecuaristas do Centro-Oeste Paulista também estão tendo de lidar com a insegurança no campo. Luiz Geraldo Menegazzo já foi furtado três vezes. Os ladrões levaram o gado de caminhão. Em apenas uma vez ele conseguiu recuperar parte dos animais. Na maioria dos casos, os bandidos agem da mesma forma. Eles invadem a propriedade à noite, quando não tem ninguém, arrombam as porteiras e levam todo o gado. Só nas regiões de Marília e Ourinhos (SP) já foram registradas 14 ocorrências desde janeiro, segundo a Polícia Ambiental. Os furtos também ocorrem em outras propriedades do Centro-Oeste Paulista. Do começo do ano até agora, pelo menos 500 cabeças de gado teriam sido levadas pelos criminosos. O prejuízo é estimado em mais de meio milhão de reais. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 19/05/2019) Furtos de gado preocupam pecuaristas O tenente Leonardo Lopes, da Polícia Ambiental, orienta o pecuarista a tentar sempre manter o gado próximo da sede da fazenda, principalmente no período noturno. Outra dica é evitar passar informações sobre a rotina da propriedade. Com a insegurança, muitos criadores começaram a participar de grupos de troca de mensagens. É um espaço em que eles compartilham sugestões e alertas. No ano passado, Milton Bardi da Fonseca perdeu 22 bois. Depois do furto, ele passou a investir em monitoramento e usa os aplicativos do celular como apoio. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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19/05 - Aprenda a fazer focaccia italiana
Saiba como deixar a massa bem fofinha e não errar na hora de rechear. Aprenda a fazer uma legítima focaccia italiana Saiba como deixar a massa da focaccia bem fofinha e não errar na hora de rechear. Quem ensina a receita é cozinheiro Elton Alves, de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. Massa Ingredientes: 500 g de farinha de trigo 300 ml de água 5 g de sal 15 g de fermento 50 ml de azeite de oliva Recheio: Sal grosso Alecrim fresco Tomate cereja a gosto Modo de fazer Em uma vasilha coloque a farinha, faça um buraco no meio dela e acrescente todos os ingredientes. A água deve ser colocada aos poucos. Misture bem. Coloque a massa em uma bancada e amasse com as mãos até a massa ficar lisa e desgrudar da bancada. Deixe a massa descansar até dobrar de tamanho. Em uma forma untada com azeite estique a massa, coloque mais azeite. Espalhe o alecrim, o tomate e o sal grosso. A Focaccia assa em meia hora. Veja mais notícias no G1 Caminhos do Campo.
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19/05 - Investimento em melhoramento genético amplia mercado de gado Nelore no Paraná
No estado, já são mais de 4,6 milhões animais desta raça. Investimento em melhoramento genético amplia o mercado do gado Nelore O investimento em melhoramento genético ampliou o mercado do gado Nelore no Paraná. No estado, já são mais de 4,6 milhões animais desta raça. No Brasil, o número passa de 138 milhões. Assista à reportagem no vídeo acima. Veja mais notícias no G1 Caminhos do Campo.
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19/05 - Produtores do Noroeste Paulista apostam no cultivo de pupunha
Atividade tem custo alto na implantação e manejo considerado fácil. Produtores do Noroeste Paulista apostam no cultivo de pupunha Reprodução/TV TEM Não há tempo ruim para a produção de pupunha. O melhor período para extrair esse tipo de palmito é de janeiro a maio, mas se a área for irrigada dá para ter o ano todo. José Guilherme de Castro é responsável por uma propriedade em Cajobi (SP), que é pioneira nesse tipo de cultivo na região de São José do Rio Preto (SP). Ele diz que as palmeiras são bem adaptadas ao clima local e que o manejo não é dos mais difíceis. Além disso, não há preocupação com a renovação da área. Uma das plantações da fazenda foi formada em 1994 e produz até hoje. O custo maior é na hora de começar a atividade. É grande a quantidade de mudas por área, mas o retorno costuma vir a médio/longo prazo. A propriedade tem 30 hectares cultivados e produz cerca de 50 toneladas por ano. Depois de extraído, o palmito vai para a indústria, que pertence ao mesmo dono da fazenda. A unidade existe desde 1999, quando a produção chegava a aproximadamente 40 mil plantas. Hoje são 180 mil plantas, cerca de 20% de tudo que a indústria processa. Os outros 80% são de pequenos produtores. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 19/05/2019) Produtores do Noroeste Paulista apostam no cultivo de pupunha Cada haste rende, em média, 400 gramas de pupunha. Depois de envasado, o palmito ainda é cozido. A produção do Noroeste do Estado é destinada ao mercado paulista e mineiro. O gerente da indústria, Bruno Alberto Nicola, conta que a produção é de 12 mil quilos por mês e de 3 mil a 3,5 mil potes por dia. Segundo ele, a intenção é crescer ainda mais nos próximos anos. Só na região dos municípios de Olímpia e Catiguá (SP) são cerca de 30 produtores. Por ser rentável e ter alta produtividade, o plantio tem chamado a atenção. O engenheiro agrônomo André Fiorotto, da Cati de Olímpia, lembra que o avanço da pupunha segue contínuo, estimulado pelos comentários dos pequenos produtores. O agricultor Antonio José Néspolo, que já cultivou café e laranja, decidiu há cinco anos investir na pupunha. Ele já tem 17 mil plantas e, agora, o cultivo de pupunha é a principal atividade da família. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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19/05 - Plantio do trigo avança no Paraná, e agricultores plantam 46% dos grãos
Apesar de o Deral prever uma área menor, a estimativa é para uma produção maior. Agricultores plantam 46% do trigo no Paraná O plantio do trigo avançou no Paraná e, até agora, os agricultores plantaram 46% dos grãos. Apesar de o Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, prever uma área menor, a estimativa é para uma produção maior. Confira a reportagem no vídeo acima. Veja mais notícias no G1 Caminhos do Campo.
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19/05 - Por que há tão poucas mulheres economistas?
No rescaldo da crise financeira de 2008 nos EUA, alguns observadores questionaram – brincando – se a crise, que começou com a quebra do Banco Lehman Brothers (Irmãos Lehman), teria acontecido se o banco tivesse sido o “Lehman Sisters” (Irmãs Lehman). Para além do tom provocativo, a questão desnuda uma disparidade de gêneros. No Brasil e no mundo, existem poucas mulheres economistas. E o Prêmio Nobel de Economia ter sido concedido desde sua instituição apenas uma vez a uma economista, Elinor Ostrom, em 2009, ressalta esse desequilíbrio. Uma lacuna tão grande na área de economia e a importância de uma mudança ganharam novamente foco esse ano, no Encontro Anual da Associação Americana de Economia (AEA), e em uma edição especial do periódico Journal of Economic Perspectives. Mas por que o gap existe? Para Shelly Lundberg e Jenny Stearns, é um mito que as mulheres desistem da economia por aversão à matemática na economia. Ciências exatas (matemática, engenharia, tecnologia) atraem mais alunas na graduação e pós-graduação do que a ciência econômica. Em um artigo publicado em fevereiro no Journal of Economic Perspective, elas apontam dois mecanismos que funcionam como barreiras contra as mulheres: aqueles que impactam negativamente sua produtividade e aqueles que impactam negativamente suas avaliações. A diferença na produtividade, medida no mundo acadêmico em quantidade de artigos publicados anualmente, é explicada apenas parcialmente pela diferença nas horas semanais que as mulheres gastam para cuidar do lar e de seus filhos. Outra explicação é que as mulheres são pressionadas a fazer mais trabalhos administrativos nas faculdades do que seus colegas-homens, deixando relativamente menos tempo disponível para dedicar às pesquisas. Como consequência elas acabam publicando menos. Nas avaliações docentes, a produção acadêmica (artigos) têm um peso muito maior de que as contribuições administrativas, trabalho necessário mas pouco valorizado. A assimetria nas avaliações também aparece de forma mais sutil. Apesar de ser muito comum que economistas (homens e mulheres) escrevam artigos em coautoria com outros pesquisadores, as economistas-mulheres tendem a receber menos créditos por um artigo coautorado em comparação com os economistas-homens. Existe um viés que elas são mais frequentemente consideradas – por mera suposição – autoras secundárias. Alguém pode argumentar: mas por que os departamentos de economia não poderiam simplesmente ser redutos masculinos e a profissão de economista praticada só por homens? Nos modelos econômicos, afinal, homens e mulheres são considerados substitutos perfeitos, não importa o gênero. Shelly Lundberg e Jenny Stearns respondem: primeiro, tirar as barreiras que impedem a entrada e a ascensão das mulheres na carreira de economista é uma questão de justiça. Mas a diversificação dos pontos de vista também pode levar a mudanças no próprio estudo de economia e afetar a discussão sobre políticas econômicas. Christine Lagarde, diretora-geral, e Jonathan Ostry defendem em um artigo publicado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em novembro que homens e mulheres não são substitutos um do outro no trabalho, mas complementares. Ambos contribuem com habilidades e perspectivas diferentes. Fechar a lacuna aumentará a produtividade. Voltando à questão intrigante do início, se existissem mais economistas mulheres e um banco chamado “Lehman Sisters” fosse algo natural, a quebra poderia ter sido evitada? Obviamente, é impossível dizer com certeza porque é impossível voltar atrás no tempo. Porém existe sim a grande probabilidade de que a presença de mais mulheres no setor financeiro mudará a análise e percepção de risco, justamente por trazer outras perspectivas e outros questionamentos. Post em parceria com Bruno Ygosse Battisti, graduando em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas e trainee da Consultoria Júnior de Economia da EESP-FGV.
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19/05 - Concursos: 13 órgãos abrem inscrições para 400 vagas na segunda
Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Pelo menos 12 órgãos abrem inscrições nesta segunda-feira (200) para 400 vagas disponíveis em concursos públicos. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Na prefeitura Santa Maria da Boa Vista, Pernambuco, os salários chegam a R$ 9 mil. CONFIRA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 Veja abaixo os concursos que vão abrir inscrições: Câmara de Parnamirim (RN) Inscrições: até 17/06/19 44 vagas Salários de até R$ 2.500 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Bela Vista do Toldo (SC) Inscrições: até 22/05/19 7 vagas Salários de até R$ 4.218,00 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Grajaú (MA) Inscrições: até 06/06/19 86 vagas Salários de até R$ 2.110,33 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Universidade Estadual de Montes Claros (MG) Inscrições: até 19/06/19 96 vagas Salários de até R$ 1.719,07 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Inscrições: até 13/06/19 33 vagas Salários de até R$ 9.600,92 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Serviço Municipal de Transportes Coletivos de Araras Inscrições: até 06/06/19 15 vagas Salários de até R$ 2.163,78 Cargos de nível fundamental Veja o edital Consórcio Intermunicipal de Saúde da Nova Alta Paulista Inscrições: até 30/05/19 3 vagas Salários de até R$ 2.257,57 Cargos de nível técnico e superior Veja o edital Prefeitura Municipal de Santa Maria da Boa Vista (PE) Inscrições: até 24/05/19 78 vagas Salários de até R$ 9.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura Municipal de Itapoá (SC) Inscrições: até 21/05/19 1 vaga Salários de até R$ 4.939,88 Cargo de nível superior Veja o edital Prefeitura Municipal de Sete Quedas (MS) Inscrições: até 24/05/19 2 vagas Salários de até R$ 3.200,00 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura Municipal de Delta (MG) Inscrições: até 24/05/19 2 vagas Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura Municipal de Orleans (SC) Inscrições: até 19/06/19 4 vagas Salários de até R$ 1.244,80 Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura Municipal de Resende (RJ) Inscrições: até 12/06/19 28 vagas Salários de até R$ 1.014,80 Cargos de nível fundamental Veja o edital
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19/05 - Boeing reconhece pela primeira vez defeitos no software do simulador de voo do 737 MAX
Esse modelo de aeronave causou duas tragédias que deixaram mais de 300 mortos. Três aviões Boeing 737 Max são vistos do alto, estacionados no tarmac da fábrica da marca em Renton, Washington (EUA) Lindsey Wasson/Reuters A fabricante de aviões norte-americana Boeing admitiu, neste sábado (18), que teve de corrigir falhas no software dos simuladores de voo destinados a formar os pilotos do 737 MAX, o modelo de aeronave envolvido em duas tragédias que deixaram mais de 300 mortos. É a primeira vez que a Boeing admite um defeito de concepção do equipamento do 737 MAX. Esse modelo teve seu sistema de estabilização MCAS posto em xeque após tragédia da Ethiopian Airlines em 10 de março passado, em Adis Abeba. "A Boeing fez correções no software do simulador de voo do 737 MAX e deu informações complementares aos operadores da aeronave para se assegurar de que a experiência no simulador seja representativa das diferentes condições de voo", afirmou a companhia em um comunicado. Boeing sabia de falha no 737 MAX um ano antes de tragédia A Boeing não especificou a data em que observou os defeitos do programa nem se havia informado os reguladores do setor a esse respeito. Segundo a empresa, o software usado nos simuladores era incapaz de reproduzir algumas condições de voo - em especial, aquelas que levaram ao acidente do 737 MAX da Ethiopian Airlines, apenas alguns minutos depois da decolagem. Foram 157 mortos. As mudanças feitas vão melhorar a formação dos pilotos, afirmou a companhia. "A Boeing está trabalhando estreitamente com os fabricantes do sistema e com os reguladores nestas modificações e em melhorias para garantir que a formação (dos pilotos) por parte (das empresas) clientes não seja perturbada", acrescentou o grupo. Cliente de peso do 737 MAX, com 34 aparelhos em serviço, a companhia aérea americana Southwest disse à AFP que deve receber um simulador específico do MAX "no fim do ano". Pilotos exigem treinamentos melhores em aeronave 737 MAX Segundo a Boeing, software usado nos simuladores era incapaz de reproduzir algumas condições de voo Reprodução/JN
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18/05 - BNDES afasta chefe do departamento responsável por gerir recursos do Fundo Amazônia
Decisão foi tomada depois de o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) apontar indícios de irregularidades e 'inconsistências' em contratos do fundo, que financia projetos ambientais. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que afastou temporariamente a chefe do departamento responsável pelo Fundo Amazônia na instituição, Daniela Baccas. A decisão foi tomada depois de o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, anunciar nesta sexta-feira (17) que a pasta encontrou indícios de irregularidades e “inconsistências” em contratos de projetos que recebem apoio do fundo. Financiadores internacionais desaprovam anúncio de ministro sobre 'irregularidades' no Fundo Amazônia O Fundo Amazônia é gerido pelo BNDES e tem R$ 1,9 bilhão em projetos sobre redução de emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal. O fundo tem contratos com ONGs e entes governamentais, como estados e municípios. Procurado pelo G1, o BNDES confirmou por meio da assessoria o afastamento de Baccas e explicou que a medida visa preservar a funcionária, enquanto são analisados os fatos apontados pelo Ministério do Meio Ambiente. O banco informou que a medida é praxe em casos como esse, mas não informou quem substituirá a funcionária durante o período de afastamento. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ao anunciar indícios de irregularidades na gestão de recursos do Fundo Amazônia Patrícia Figueiredo/G1 TCU e CGU O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, informou na sexta-feira (18) que a pasta analisou cerca de um quarto dos 103 projetos apoiados pelo fundo, dos quais, cerca de 30 contratos foram verificados "a fundo". Não foi divulgado o teor dos contratos que suscitaram suspeitas. A pasta também não informou a proporção exata de contratos de ONGs e de entes governamentais nem os critérios para a seleção dos contratos verificados. De acordo com Salles, entre os indícios de irregularidades encontrados, estão casos de contratos com ONGs nos quais até 70% dos recursos teriam sido empregados no pagamento de funcionários próprios da organização ou terceirizados. Em média, de 40% a 60% das verbas teriam sido gastas no pagamento de pessoal. A análise preliminar feita pelo ministério será enviada ao BNDES, responsável pela execução dos contratos do Fundo Amazônia, ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Controladoria Geral da União (CGU). Anualmente, o fundo passa por dois processos de auditoria, feitos por empresas privadas. A primeira analisa o aspecto contábil enquanto a segunda auditoria verifica o cumprimento de exigências contratuais. Em 2018, as auditorias não encontraram irregularidades. Fundo Amazônia Criado em 2008, o Fundo Amazônia é gerido pelo BNDES, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente. Considerado o principal mecanismo internacional de pagamentos por resultados de REDD+ (redução de emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal), o fundo tem em carteira 103 projetos, no valor total de aproximadamente R$ 1,9 bilhão. O fundo recebeu doações voluntárias do governo da Noruega, principal doador, do banco de desenvolvimento da Alemanha (KfW) e da Petrobras. Em junho de 2017, no governo de Michel Temer, a Noruega anunciou o corte de 50% dos repasses ao Fundo Amazônia a partir de 2018. A medida foi motivada pelo aumento nos índices de desmatamento registrados no Brasil.
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18/05 - Troca de chutes: como vai ser a quinta rodada do Brasileirão
Samy Dana no Troca de Chutes do Sportv Reprodução O nosso modelo decolou no meu desafio com o Thiago Maranhão no Troca de Chutes, quadro que vai ao ar sempre na véspera de cada rodada do Campeonato Brasileiro no programa Trocas de Passes do Sportv. Tanto eu como Tiago acertamos quatro vencedores da quarta rodada, mas também cravei a vitória do Sao Paulo sobre o Fortaleza por 1 a 0. Com isso, a vantagem, que era de três pontos, passou a oito, 33 a 25. Nessa nossa divertida brincadeira que mistura futebol e probabilidades, quem acerta o vencedor ganha 1 ponto e quem acerta o placar, ganha 5. O Tiago passou a contar com um apoio considerável, dos colegas Grafite e Ana Thaís, mas até agora o algoritmo da Futscience acertou 20 (50%) os resultados e três vezes o placar (7,5%) dos 40 jogos já realizados. Na rodada, o algoritmo atribui ao Palmeiras contra o Santos e ao Athletico-PR contra o Corinthians as maiores chances de vitória: 73%. O Inter também conta com boas probabilidades, 70%, para vencer o CSA. troca de chutes rodada 5 Samy Dana/FutScience E também os placares: troca de chutes rodada 5 Samy Dana/FutScience Vale lembrar que o algoritmo da Futscience usa machine learning, ou seja, aprende sobre cada equipe analisando as estatísticas dos quatro primeiros jogos e de que maneira estiveram ligadas ao placar. Com isso, imagina como o time vai se comportar. Vai dar certo? É conferir.
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18/05 - Países emergentes investiram o dobro do Brasil em 2018
Segundo levantamento do Ibre/FGV com dados do FMI, 90 dos países apresentaram uma taxa de crescimento maior do que a brasileira no ano passado Países emergentes investiram o dobro do Brasil em 2018 Um dos principais entraves para o Brasil voltar a crescer é o baixo nível de investimento. Em 2018, os países emergentes investiram o dobro do Brasil. Estamos na lanterna mundial – no ano passado, mais de 90% dos países investiram mais que o Brasil. Os dados são do World Economic Outlook, do FMI, e foram compilados em um levantamento do economista Marcel Balassiano, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da FGV. Foram considerados 172 países – e apenas 16 apresentaram um desempenho inferior ao brasileiro, entre eles Venezuela, Nigéria, Guatemala e Grécia. "O Brasil investe menos do que quando a gente compara com os nossos pares latinoamericanos aqui próximos, como Chile, Peru e Colômbia, e como os emergentes, os Brics também", diz Balassiano. "Além de a recessão ter sido muito forte, a recuperação tem sido lenta e gradual", afirma, pontuando que o crescimento do PIB de 2019 deve, se muito, ficar na ordem de 1,5%. Ele observa que a taxa de investimentos no País desabou com a crise econômica. De 2010 a 2014, a taxa média de investimento foi de 21,5% do PIB; já no ano passado, foi de 15,8% do PIB. Isso significa que empresas diminuíram as compras de máquinas, equipamentos e os aportes em pesquisa. "Reverter esse quadro é de fundamental importância para o País crescer mais e com isso gerar mais empregos, principalmente empregos formais", aponta Balassiano. Comparação da taxa de investimentos (em % do PIB) entre Brasil, América Latina, países emergentes e mundo Reprodução Incertezas Porém, a retomada dos investimentos, apontam especialistas, esbarra na incerteza de que o Brasil conseguirá resolver os problemas estruturais e encaminhar as reformas, como a da Previdência. "A reforma da Previdência, sendo aprovada, vai criar o espaço que nós precisamos para o investimento voltar a aparecer e a aparecer crescendo de forma significativa", aponta o especialista em contas públicas Raul Velloso. "E o investimento, não podemos esquecer, é o único caminho no curto prazo para nos tirar do marasmo econômico em que nós nos encontramos."
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18/05 - Nível de emprego na indústria de Americana tem recorde negativo pelo 2º ano seguido em abril
Regional do município fechou o mês com perda de 100 postos de trabalho e igualou o índice do mesmo período do ano passado. Número é o pior desde 2006. Indústrias têxteis de Americana têm perda de vagas de emprego. Reprodução/ EPTV A indústria da região de Americana (SP) bateu recorde negativo de geração de emprego pelo segundo ano consecutivo em abril. De acordo com dados do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp-SP), a regional do município fechou o mês com perda de 100 postos de trabalho e igualou o índice do mesmo período do ano passado. O número é o pior desde 2006, primeiro ano que o órgão estadual disponibilizou os números. O índice representa uma variação negativa de 0,36%. Ainda segundo o balanço do Ciesp, a geração de emprego de janeiro a abril deste ano também apresentou queda com o fechamento de 50 vagas. Já no acumulado dos últimos 12 meses (de maio de 2018 a abril de 2019), a diminuição foi ainda maior com a demissão de 4,8 mil funcionários. Enquanto 2018 e 2019 foram os piores anos na geração de emprego da indústria do município em abril, 2007 está na outra ponta da lista com a abertura de 600 vagas no setor. Confira no gráfico abaixo os números de todos os meses de abril na regional de Americana nos últimos 14 anos. Os setores que mais contribuíram para o fechamento de postos de trabalho em abril foram produtos têxteis (-1,92%), metalurgia (-1,81%), veículos automotores e autopeças (0,76%), além de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-0,20%). As mesmas áreas também foram as que mais contribuíram para a perda de vagas no acumulado de janeiro a abril, liderada pelo setor de produtos têxteis, que tem presença muito forte em Americana, com queda de 4,69%. A regional de Americana do Ciesp ainda contempla os municípios de Nova Odessa (SP) e Cosmópolis (SP). Campinas Já a indústria da região de Campinas (SP) teve a pior geração de emprego dos últimos três anos em um 1º quadrimestre. De acordo com dados do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp-SP), de janeiro a abril, a regional da entidade fechou 700 postos de trabalho, pior índice desde 2016, quando as empresas demitiram 1,8 mil funcionários. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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18/05 - Nível de água em hidrelétricas de Sudeste e Centro-Oeste fica abaixo da média pelo 5º ano consecutivo
Período é o mais longo desde os anos 1950, segundo dados do Operador Nacional do Sistema. Com isso, termelétricas são acionadas com mais frequência, e contas de luz ficam mais caras. O volume de água que chega aos reservatórios das hidrelétricas instaladas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste ficou abaixo da média histórica nos últimos cinco anos, apontam dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Isso é relevante porque as duas regiões são responsáveis por cerca de 70% de toda a energia produzida no país. De acordo com o ONS e com especialista ouvido pelo G1, ainda não há risco de falta de energia mas a situação vem deixando as contas de luz mais caras (leia mais abaixo). Esse período de cinco anos com volume de água abaixo da média é o mais longo, para as hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, desde a década de 1950, e o segundo mais longo de toda a série histórica do ONS, que começa em 1932. Arte/G1 Menos chuva A redução no volume de água começou em 2014 e é reflexo direto das chuvas abaixo do normal nas duas regiões. Naquele ano, os reservatórios receberam água equivalente a 67% da média histórica e chegaram a ficar com nível de armazenamento mais baixo que em 2001, quando o país passou por um racionamento de energia. O racionamento só não ocorreu em 2014 porque o Brasil contava então com um número maior de termelétricas (usinas geradoras de energia a partir da queima de combustível, como óleo e gás natural), que substituíram parte da geração hidrelétrica. Nos anos seguintes, o volume de água que chegou aos reservatórios aumentou um pouco, mas se manteve, até 2018, abaixo da média histórica. Os dados do ONS apontam para o risco de que o problema volte a se repetir em 2019: os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste receberam água abaixo da média entre janeiro e abril, período de chuva mais abundante nas duas regiões – o período seco vai de maio a outubro. Reservatório da hidrelétrica de Serra da Mesa, em Goiás Divulgação Furnas/AC Junior Situação 'incomoda', diz ONS O diretor geral do ONS, Luiz Eduardo Barata, disse que os cinco anos de água abaixo da média histórica nas usinas do Sudeste e Centro-Oeste não geram risco de falta de energia neste momento. Mas, segundo ele, a situação "incomoda" porque reflete no bolso dos consumidores. "Não passa por risco de desabastecimento, mas sim por risco de se ter energia mais cara", disse Barata. "Estamos gerando [energia nas hidrelétrica] bem abaixo da capacidade", declarou. De acordo com o diretor do ONS, a energia gerada na região Norte do país, pelas usinas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia, e Belo Monte, no Pará, tem ajudado a atender a uma parte da demanda do Sudeste, principal mercado consumidor. Além disso, afirmou, o país tem ampliado a geração por fontes alternativas, como eólica e solar. Isso, entretanto, não vem sendo suficiente para impedir que as termelétricas, que geram energia mais cara, sejam acionadas com mais frequência. O uso das térmicas faz as contas de luz subirem. Apesar de os reservatórios de Sudeste e Centro-Oeste continuarem a registrar chegada de água abaixo da média em 2019, o diretor geral do ONS afirmou que não há preocupação com problemas de abastecimento neste ano. "Para 2019, as avaliações nos deixam com conforto. Nossa expectativa é chegar ao final do ano sem grandes problemas", afirmou. O G1 também tentou ouvir o Ministério de Minas e Energia e questionou, por exemplo, o que está sendo feito para evitar que a situação provoque risco de falta de energia no país. O ministério respondeu que o ONS deveria ser procurado. Para Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, que acompanha o setor elétrico brasileiro, a situação nos reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste não chega a ser preocupante, mas "relevante". "Os reservatórios estão trabalhando em níveis mais baixos que o desejado, e a produtividade de uma hidrelétrica está ligada ao nível do seu reservatório", apontou. "Isso resulta num acionamento mais frequente de usinas com custo operacional mais caro, como as termelétricas", afirmou. Para Sales, as autoridades do setor elétrico precisam considerar essa realidade ao planejar a expansão da estrutura de geração de energia no país. "O governo deve definir critérios para os leilões de energia que valorizem os atributos das diferentes fontes, não somente o preço", disse. "A evolução da matriz deve ser para uma maior eficiência, para evitar o encarecimento [das contas de luz]."
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18/05 - Executivos ajudam ONGs a melhorar gestão de negócios
Programa de mentoria da Ambev, que começou no ano passado, coloca executivos da cervejaria como voluntários que ajudam as entidades a elaborar e atingir as metas estabelecidas. Instituto Pró-Saber, em Paraisópolis, que ficou em 1º lugar no programa de mentoria da Ambev em 2018 Fábio Tito/G1 Quando Maria Cecília Lins fundou sua ONG, o Instituto Pró-Saber, há 16 anos, seu sonho era diminuir a desigualdade por meio da educação. Mas o domínio que ela tinha na área pedagógica precisava ser estendido para a gestão dos negócios da entidade. Quando foi lançado o projeto VOA, que ajuda ONGs a administrarem melhor seus processos, orçamentos e funcionários, ela viu ali uma oportunidade para melhorar seus resultados e chegar mais perto do seu objetivo. O programa foi lançado em 2018 pela cervejaria Ambev – empresa que, há alguns anos, chegou a sofrer uma série de processos trabalhistas por práticas consideradas vexatórias. Maria Cecília contou com a ajuda de Felipe Cerchiari, diretor de Inovações da companhia, que se dedicou o ano todo a orientá-la em como traçar as metas e os passos necessários para atingi-las. O projeto da ONG de Maria Cecília foi considerado o melhor do VOA 2018. “A gente queria juntar a capacidade pedagógica com a excelência na área de gestão, e o programa trouxe as ferramentas necessárias, com uma pessoa te acompanhando ao longo do processo, um aprendizado mútuo”, diz Maria Cecília. Ela se inscreveu no ano passado e concorreu com mais de 2 mil ONGs para ser uma das 185 selecionadas. Elas se encaixaram nos critérios do programa como existência mínima de dois anos, forte engajamento do responsável pela ONG, potencial de impacto social nas novas gerações, visão de futuro e comprometimento. Maria Cecília Lins teve aulas e orientação de um executivo da Ambev para colocar programa de metas e melhoria de gestão em sua ONG Fábio Tito/G1 Por se tratar de um programa voluntário de mentoria em gestão, funcionários da Ambev, que são executivos em diferentes áreas de atuação, ficam responsáveis por auxiliar de forma personalizada as ONGs, atuando como “padrinhos” de cada uma, acompanhando a evolução ao longo do programa. No ano passado foram 200 voluntários. Para o programa deste ano, são 108 funcionários da empresa para atender a 54 ONGs, selecionadas entre mais de 330 candidatas. Cada organização não governamental terá a mentoria de dois voluntários. A redução no número de ONGs de um ano para o outro é devido a uma melhor estruturação do programa para poder se expandir. “Nós só vamos aumentar quando tivermos condições para isso”, diz Bernardo Paiva, presidente da cervejaria. O time de voluntários tem em sua maior parte funcionários com cargos de liderança. A área corporativa tem o maior número, mas há também executivos dos setores de marketing, financeiro, vendas e logística. Os voluntários se organizam dentro de sua disponibilidade para fazer os encontros no decorrer do ano com as ONGs. Na conclusão do programa, as ONGs apresentam um projeto prático realizado com base no que aprenderam ao longo dos meses, sendo que o mais bem avaliado recebe um auxílio financeiro. De acordo com cálculo da Ambev, em 2018, as organizações participantes puderam impactar cerca de 2 milhões de pessoas após a participação no programa. As ONGs participam ainda de aulas sobre gestão de orçamento, gerenciamento de projetos, elaboração de metas, planos de carreira, entre outros assuntos. E têm encontros presenciais e online com os mentores voluntários. “A população tende a enxergar esses dois universos como muito distantes, mas na verdade existem mais coisas em comum do que se imagina. Muitas ferramentas de gestão podem ser aplicadas em ambos os casos, tendo sempre em mente que adaptações devem ser feitas com base na realidade de cada organização”, explica Bernardo Paiva. Bernardo Paiva, presidente da Ambev, durante aula inaugural do VOA 2019, em maio deste ano Divulgação/Ambev Paiva ressalta que não só as ONGs ganham com o projeto. “O VOA humaniza a companhia. Além de nos aproximar ainda mais do terceiro setor, o programa nos traz uma nova visão sobre diversos aspectos e incentiva a reflexão sobre melhorias no nosso próprio negócio. A experiência une os funcionários, que se sentem mais motivados ao saberem que fazem parte da construção de um mundo melhor, afirma. O programa, segundo Paiva, utiliza indicadores que medem o desempenho das ONGs, como impacto nas famílias, na sociedade e no número de alunos. Biblioteca com 14 mil títulos em Paraisópolis Maria Cecília Lins na biblioteca ampliada que conta com 14 mil títulos Fábio Tito/G1 A ONG de Maria Cecília está localizada na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, e atende a 120 crianças de 4 a 8 anos e a 40 adolescentes de 15 a 18 anos, que estudam na rede escolar, mas frequentam a ONG como trabalho complementar, enfocando o hábito da leitura. “A leitura é uma ferramenta para diminuir a desigualdade social por meio da educação”, defende Maria Cecília. Com a participação no programa, a diretora executiva da ONG conseguiu alguns resultados práticos: contratou mais funcionários - oito jovens aprendizes, aumentou a estrutura do local alugando o imóvel ao lado e ampliou a biblioteca que é aberta a toda a comunidade e conta atualmente com 14 mil títulos infanto-juvenis. Segundo Cecília, a biblioteca tinha 32 m², e o novo espaço, inaugurado em março, ficou quatro vezes maior. Além disso, a biblioteca passou a ter entrada de frente para a rua - antes ficava dentro da ONG. Há 2 mil moradores cadastrados na biblioteca, e no ano passado foram emprestados mais de 17 mil livros, destaca a diretora da ONG. Durante o programa, Maria Cecília teve que estabelecer metas e os passos para alcançá-las. Entre elas estão conseguir atender a metade das 5 mil crianças de 4 a 8 anos da comunidade em um período de 3 anos e levar o trabalho da ONG para outros lugares, com a ajuda principalmente dos adolescentes que são atendidos na ONG e passam por formação para se tornarem jovens multiplicadores. “O impacto será muito maior se atuarmos nas escolas da região do que apenas na ONG”, diz. Cecília conta que o que mais estimulou durante o processo foi o fato de o mentor fazer muitos questionamentos, mirando principalmente os objetivos da ONG. ONG em Paraisópolis tem como missão diminuir a desigualdade por meio do hábito da leitura Fábio Tito/G1 A diretora-executiva da ONG conta que a participação no programa de mentoria melhorou a entrada de doações, principalmente com o aumento de doadores pessoas físicas, o que possibilitará ainda a implantação de um fundo de reserva para a ONG. “Quando você capta recursos tem que mostrar ao doador qual o ganho do que você quer transformar e o VOA trouxe ferramentas de planejamento estratégico que deram mais segurança na hora de expor ao doador os critérios transparentes de trabalho”, explica. Segundo Maria Cecília, o programa de mentoria foi baseado em questões reais e encontrou respostas simples para os problemas, como nas áreas financeira e administrativa. “A gente olhou para os problemas, pegou a ferramenta de gestão e aplicou nas metas que a gente tinha. A gente sonhou muito alto e criou respostas para nossas dificuldades”, conta. Mesmas ferramentas de gestão da Ambev Felipe Cerchiari, de 34 anos, entrou como trainee na Ambev e está há 12 anos na empresa. Seu contato com o terceiro setor havia sido só na universidade. Ele conta que decidiu se candidatar a ser voluntário assim que o programa foi anunciado. Cerchiari foi direcionado para a Pró-Saber após análise do perfil dele e da ONG. “Nesse caso, havia demandas por gestão, marketing e captação de pessoas físicas, e houve o match”, conta. Felipe Cerchiari, diretor de Inovações da Ambev, ajudou ONG a ter melhor desempenho em programa de mentoria em 2018 Divulgação/Ambev Segundo Cerchiari, seu principal papel foi ajudar Maria Cecília a estabelecer as metas, os prazos e a estrutura organizacional. “Ela queria transformar Paraisópolis num paraíso de leitura, mas atendia pouco mais de 100 crianças e jovens de um universo de 5 mil. Foi aí que quantificamos as ações para atingir mais gente”. O diretor de Inovações conta que aplicou exatamente a mesma metodologia e ferramentas de gestão de negócios da cervejaria na ONG. “Viabilizar um sonho foi inspirador, uma troca desde o primeiro dia. Eu adequava as ferramentas para os desafios dela”, diz. O executivo afirma que a captação de recursos para a ONG subiu 50% durante 2018 com a mentoria em gestão. “Vimos quanto precisa de caixa por ano e quanto precisa arrecadar para chegar num plano de curto e longo de prazo para mudar de patamar financeiro”, explica. Cerchiari diz que, por não ter todas as respostas para Maria Cecília, acabou aprendendo muito ao longo do processo. Eles se encontravam uma vez por mês, na ONG ou na própria empresa, dentro do horário de expediente dele, e havia orientações pelo WhatsApp e e-mail. Questionado sobre as razões de a ONG que ele orientou ter sido a “campeã” do programa de 2018, Cerchiari diz que o mérito foi todo de Maria Cecília. “Pode fazer a consultoria que for, se você não estiver pronto para a transformação nada vai acontecer”, diz. De sua parte, o diretor de Inovações considera que fez as perguntas certas de como alcançar o sonho lá na frente. “Ela estava disposta a transformar, mas sempre com pé no chão. Ela sabia das dificuldades, sempre consciente do tamanho dos passos que podia dar, nunca fazia nada sem ter o caixa e recursos disponíveis”, diz. Cerchiari se orgulha ao dizer que em três meses a nova biblioteca já estava de pé. “Reformaram o local e o acervo aumentou muito. Tem títulos de edição limitada, todos de doações”. A mentoria de Cerchiari continua este ano no Instituto Pró-Saber. E Maria Cecília está participando do programa deste ano passando seu exemplo para as ONGs participantes. Neste ano, as ONGs participantes de 2018 seguirão acompanhando as aulas e encontros e poderão trocar experiências com as novas selecionadas. Aula inaugural do programa VOA 2019 com as ONGs selecionadas em maio deste ano Divulgação/Ambev
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18/05 - Air Europa apresenta pedido para operar voos domésticos no Brasil
Empresa tem sede na Espanha e, em 2018, governo permitiu 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas. Segundo Anac, após autorização, Air Europa poderá operar voos. A companhia aérea Air Europa, com sede na Espanha, entregou nesta sexta-feira (17) à Junta Comercial do Estado de São Paulo um pedido para operar voos domésticos no Brasil. A empresa já opera voos no país, mas somente em rotas internacionais, ligando Madrid, capital espanhola, a cidades das regiões Nordeste e Sudeste. Em dezembro do ano passado, o então presidente Michel Temer editou uma medida provisória (MP) que liberou 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras. A medida provisória perderá validade na próxima semana, e o Congresso já discute um projeto com teor semelhante. A empresa é considerada brasileira se constituir sede no Brasil e for subordinada à lei brasileira, mesmo que o capital seja estrangeiro. Trâmite do pedido De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil, o pedido oficial da empresa ainda não chegou à Anac, mas a entrega do documento na junta comercial faz parte da constituição jurídica da companhia e é uma das fases necessárias no processo de outorga. "Ao se constituir no Brasil, e após a autorização da Anac, a empresa poderá operar rotas domésticas e seguirá a legislação brasileira, que inclui a obrigatoriedade de ter a tripulação brasileira, além do recolhimento de tributos", informou a agência.
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18/05 - Justiça dos EUA mantém sentença contra a Petrobras em disputa com norte-americana Vantage Drilling
Ação envolve corrupção em um contrato de serviços de perfuração, conforme revelado pela Lava Jato. A Justiça dos Estados Unidos negou um pedido da Petrobras para anular uma sentença na ação por corrupção em um contrato de serviços de perfuração movida pelas empresas norte-americanas Vantage Deepwater Company e Vantage Deepwater Drilling. A informação foi divulgada pela petroleira em comunicado nesta sexta-feira (17). As irregularidades no contrato de serviços de perfuração foram reveladas pela Operação Lava Jato. No final de 2018, a Petrobras fez uma provisão para cobrir os custos dessa disputa. O valor alcança US$ 720 milhões. Segundo a Petrobras, a decisão desta sexta "está sujeita a recurso". A empresa diz ainda que "seguirá adotando todas as medidas destinadas a resguardar os seus interesses". Sentença de 2018 Em julho do ano passado, a Petrobras perdeu um processo de US$ 622 milhões, movido pela norte-americana Vantage Drilling International. À época, o tribunal considerou que a Petrobras America (PAI) e Petrobras Venezuela Investments and Services (PVIS), subsidiárias da Petrobras, violaram um contrato de perfuração com a Vantage Deepwater. Após a sentença, a Petrobras disse que questionaria a decisão. O contrato entre as duas empresas que gerou a disputa é de 2009. Em 2015, a A Petrobras notificou a Vantage que havia encerrado o contrato, alegando que a empresa norte-americana havia violado seus termos. A Vantage, então, entrou com a ação alegando rescisão injusta. A Vantage Drilling International foi envolvida em uma denúncia em 2015 do Ministério Público Federal no Paraná, em uma investigação da Lava Jato sobre evasão de divisas decorrente de um contrato de afretamento de um navio sonda. A recisão do contrato aconteceu no mesmo ano. Segundo a acusação, em troca de dinheiro, em 2009, o ex-executivo da petroleira Jorge Zelada e o ex-diretor geral da área internacional da Petrobras Eduardo Vaz da Costa Musa favoreceram a Vantage Drilling em um contrato com várias irregularidades. Em 2016, Zelada foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Musa foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 11 anos e 8 meses de reclusão. Por causa do acordo de delação premiada, a pena foi reduzida para 10 anos. TRF-4 decide não analisar recurso do ex-diretor da Petrobras Jorge Luiz Zelada contra condenação
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18/05 - Preço da gasolina termina semana em queda após 5 altas seguidas, diz ANP
Já o valor médio do diesel nas bombas fechou a semana em alta. Posto de gasolina em Manaus Adneison Severiano/G1 AM O preço médio da gasolina nas bombas terminou a semana em queda, após subir por 5 semanas consecutivas, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Segundo o levantamento semanal, o valor médio por litro passou de R$ 4,566 para R$ 4,558 - uma queda de 0,18%. No ano, a alta acumulada do preço da gasolina é de 4,9%. De janeiro a abril, a inflação foi de 2,09% no mesmo período, considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O valor da gasolina divulgado pela pesquisa semanal representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Já o diesel terminou a semana subiu 0,22%, de R$ 3,644 por litro para R$ 3,652. No ano, o valor médio do combustível acumula alta de 5,8%. Da mesma maneira que a gasolina, o valor é a média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos. A ANP também monitora os valores médios do etanol e do gás de cozinha. Nesta semana, o preço médio do etanol caiu 1,8%, de R$ 3,060 por litro para R$ 3,005. Foi a terceira queda semanal seguida. No ano, porém, o valor do combustível acumula avanço de 6%. O preço médio do gás de cozinha também terminou a semana em queda. O recuo foi de 0,36%, para de R$ 69,2 para R$ 68,95.
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18/05 - Em dia de greve de tripulantes, Avianca cancela 31 dos 42 voos
Número equivale a 74% de todos os voos previstos pela companhia aérea, em recuperação judicial. Paralisação vai continuar por tempo indeterminado, diz Sindicato Nacional dos Aeronautas. Pilotos e comissários de bordo da Avianca entram em greve e voos são cancelados A Avianca Brasil cancelou 31 dos 42 voos que previa fazer nesta sexta-feira (17), quando tripulantes da companhia aérea entraram em greve. O número equivale a 74% dos voos previstos. Apenas 11 voos foram realizados. Sete dos cancelamentos se deveram ao mau tempo, informou a Avianca Brasil no início da tarde; os outros 24 não aconteceram em razão da greve. Uma assembleia à tarde decidiu manter a greve por tempo indeterminado, segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA). A empresa opera hoje apenas em quatro aeroportos, em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília. Há apenas seis aviões na frota --um deles está em manutenção. Em São Paulo, funcionários da Avianca Brasil protestaram no saguão principal do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, com placas que pediam a valorização do profissional e mais segurança. Paralisação de funcionários da Avianca em Congonhas Renato Franzini/G1 No Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, tripulantes da companhia aérea também fizeram uma paralisação. De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas, 900 funcionários foram demitidos nesta semana e não há "condições psicológicas" nem segurança para continuar os voos. Em nota, a Avianca Brasil disse que "Brasil entende e respeita a manifestação de parte de seus colaboradores e reforça que não está medindo esforços para cumprir as etapas de seu Plano de Recuperação Judicial e garantir suas obrigações com seus funcionários". Sentados no chão, funcionários da empresa aérea Avianca fazem protesto no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, em meio ao processo de recuperação judicial que a empresa enfrenta Pilar Olivares/Reuters A Avianca Brasil vive uma crise e está em processo de recuperação judicial. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou nesta quinta-feira (16) que 60% dos pilotos e comissários da companhia aérea Avianca de quatro aeroportos mantivessem a operação durante a greve. A companhia aérea disse esperar que os aeronautas cumpram a decisão da Justiça e "que os colaboradores que estão se apresentando para trabalhar sejam respeitados e não impedidos de assumir suas funções". "A Avianca Brasil esclarece ainda que a segurança operacional de seus voos continua sendo sua principal prioridade é está totalmente mantida", informou a empresa.
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