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11/12 - Como ir além das boas intenções? Tenha um plano
Existem várias áreas da nossa vida em que um abismo separa a intenção e o ato de fazermos algo positivo. Isso inclui tomar remédios, se alimentar melhor, poupar dinheiro, fazer exercícios e até um seguro de vida. A ciência comportamental é uma aliada neste caso e uma ferramenta eficiente é também simples: ter um plano. O planejamento ajuda que a intenção se transforme em um ato, recomendam Todd Rogers, Katherine L. Milkman, Leslie K. John e Michael I. Norton. Os quatro revisaram 60 estudos sobre como estímulos ajudaram pessoas a seguir comportamentos positivos, desde comer mais frutas a fazer exames médicos importantes e também reciclar lixo. Por exemplo: uma decisão simples de enviar mensagens a três mil empregados de uma empresa informando os horários e locais de vacinação gratuita contra a gripe e pedindo que marcassem dia e hora para ir aumentou em 4% a quantidade de pessoas imunizadas. Outro “empurrão” levou a um aumento entre 2 a 4% na participação de um grupo na eleição nos Estados Unidos em 2008. O voto não obrigatório no país e a eleição costuma acontecer no meio da semana. Isso leva muitas pessoas, que gostariam de votar, a deixar de comparecer às urnas. Para estimular a participação, os responsáveis pelo estudo telefonaram para os eleitores dias antes da votação perguntando como seria sua rotina para poder votar. A lembrança dos obstáculos que teriam ajudou as pessoas a se preparar, evitando que faltassem. A maneira como fazemos planos tem sido estudada por décadas, produzindo um campo robusto de pesquisa. O planejamento parece funcionar porque agendar tarefas torna as pessoas mais propensas a seguir um comportamento positivo. E nem mesmo precisa ser algo muito elaborado. O estudo aponta que apenas fazer as pessoas lembrarem de um compromisso futuro já torna mais provável que vão mesmo seguir o combinado. Por exemplo, apenas perguntar como seria caso se inscrevessem numa academia levou participantes de outro estudo a realmente se matricular, adotando uma rotina de exercícios. Fazer planos, indicam os trabalhos analisados, é ainda mais efetivo se você, por exemplo, compartilhar uma meta pessoal com uma pessoa amiga ou parente. Isso adiciona pressão social, já que não cumprir a tarefa é capaz de gerar algum constrangimento ou pelo menos um desconforto. Mas por que a maioria das pessoas não consegue alcançar suas metas sozinha? Em geral, explicam os pesquisadores, elas acreditam que suas boas intenções bastam, dando mais peso à decisão de cumprir uma meta do que à preocupação de criar um plano Os resultados, publicados em 2015 no Behavioral Science & Policy Journal, ressaltam a importância de políticas públicas para ajudar as pessoas a cumprirem suas próprias metas, seja na vida privada ou mesmo metas empresas. Não quer dizer que planejar resolva tudo na vida. Na verdade, ter muitos planos em paralelo pode atrapalhar. Mas o trabalho, partindo da incapacidade de muitas pessoas de ajudar a si mesmas, sugere um caminho: é só seguir o plano.
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11/12 - Prefeitura de Nova Monte Verde (MT) abre processo seletivo com salário de até R$ 12,6 mil
Inscrições podem ser feitas entre os dias 2 e 10 de janeiro. As vagas são para profissionais de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Prova de concurso Divulgação A Prefeitura de Nova Monte Verde, 920 km de Cuiabá, divulgou um processo seletivo com 56 vagas para profissionais de todos os níveis de escolaridade. De acordo com a prefeitura, as inscrições podem ser feitas entre os dias 2 e 10 de janeiro. Os salários vão de R$ 1.065,21 e R$ R$ 12.649,35. O edital foi publicado no site da prefeitura. Os interessados devem procurar a prefeitura no prazo da inscrição no horário das 8h ao meio-dia. A sede da prefeitura fica no Centro de Nova Monte Verde. As vagas são para profissionais de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Vagas Confira a lista de vagas: médico, odontólogo, fonoaudiólogo, farmacêutico, engenheiro ambiental, médico veterinário, professor, auxiliar administrativo, técnico em laboratório, fiscal de vigilância sanitária, técnico em enfermagem, auxiliar administrativo, motorista de ambulância, zeladora, auxiliar de serviços gerais, motorista, operador de escavadeira hidráulica, operador de máquinas pesadas e borracheiro. A prova objetiva será realizada no dia 20 de janeiro de 2018, na Escola Municipal Roberto José Ferreira.
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11/12 - Idosos estão assumindo mais contas de casa e ficando mais endividados
Samy Dana comenta o peso da participação dos idosos no orçamento familiar A combinação de dois fatores, desemprego e maior expectativa de vida, fez com que quase metade da população idosa se tornasse esteio do orçamento familiar. Veja o meu comentário para o Jornal da Globo no vídeo acima.
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11/12 - Temer diz que 'tranquilizou' líderes do Brics sobre Bolsonaro
Presidente concedeu entrevista à GloboNews e comentou encontro com líderes do Brics na Argentina. Na entrevista, disse que foi questionado sobre política externa do presidente eleito. O presidente Michel Temer Marcos Corrêa/PR O presidente Michel Temer afirmou em entrevista exibida nesta segunda-feira (10) pela GloboNews que "tranquilizou" os líderes do Brics sobre o presidente eleito Jair Bolsonaro. Além do Brasil, o grupo reúne Rússia, Índia, China e África do Sul. Os líderes do Brics se reuniram no mês passado na Argentina, durante a cúpula do G20 (que reúne as 20 principais economias do mundo). Segundo Temer, ele foi questionado por líderes do Brics sobre como Bolsonaro pretende lidar com a política econômica e com a política externa. "Eu os tranquilizei [líderes do Brics] pautado pela ideia de conversa que eu tive com o presidente eleito Bolsonaro. Verifiquei que uma coisa, na verdade, era a campanha eleitoral. Outra coisa é o exercício da Presidência, do governo. Eu disse: 'Olha, a primeira coisa que eu posso lhes dizer é que eu creio que, no panorama econômico, não haverá modificações'", afirmou Temer na entrevista. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro afirmou reiteradas vezes que, se eleito, a China poderia "comprar no Brasil, não comprar o Brasil". Diante dessas e de outras declarações, o governo chinês chegou a pedir a Bolsonaro em editorial para não agir como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que decidiu sobretaxar os produtos chineses, criando uma guerra comercial entre os dois países. Bolsonaro disse também na campanha que o comércio exterior não teria "viés ideológico"; que iria retirar o Brasil da Organização das Nações Unidas (ONU); e que iria sair do Acordo do Clima de Paris, mas depois voltou atrás. O presidente eleito foi diplomado nesta segunda-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tomará posse em 1º de janeiro. No discurso de diplomação, afirmou que "o poder popular não precisa mais de intermediação" porque as novas tecnologias, na opinião dele, criaram uma relação direta entre eleitor e representantes. Outros temas Saiba outros temas abordados por Temer na entrevista à GloboNews: Intervenção federal em Roraima: "Não havia solução. Não havia outra hipótese senão intervenção. [...] Na verdade, a intervenção, embora prevista na Constituição, é excepcional. Aliás, o texto constitucional diz: 'A União não intervirá nos estados, salvo para excepcionalidades'. Nós decretamos a intervenção para pôr fim a um grave comprometimento da ordem pública". Indulto natalino: "Eu sou muito atento à institucionalidade, coisa que hoje, [Fernando] Gabeira, as pessoas não levam em conta porque a desinstitucionalização do país é uma coisa preocupante. Eu sou atento a isso, então, você me pergunta e eu digo. Eu vou esperar a decisão do Supremo. Quando o Supremo decidir, eu vou pensar o que é que eu faço". Delações da J&F: "Me preocupou muito o aspecto moral, tanto que eu tenho muito combatido isso acentuadamente e vou fazê-lo permanentemente, porque, afinal, eu tive uma vida exitosa na universidade, na profissão, na vida pública, mas quando chegou esse episódio tentaram imputar-me a pecha de imoral, de corrupto e etc. Então, digo eu, atrapalhou a mim, mas, mais do que a mim [...], atrapalhou o Brasil porque o Brasil estava num crescimento extraordinário e aquilo embaraçou". O que fazer após deixar a Presidência: "No plano pessoal, eu devo dizer que o que eu tinha que fazer na vida eu já fiz. Então, eu volto para São Paulo. Vou voltar para o meu escritório de advocacia. Se me convidarem para umas palestras, eu dei muitas aulas ao longo do tempo, eu faço umas palestras, mas vai ser essa uma vida talvez mais tranquila".
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10/12 - Câmara aprova MP que permite criação de fundos patrimoniais
Proposta prevê que fundos sejam usados para administrar doações a projetos de educação e cultura. Medida foi editada pelo governo dias depois do incêndio do Museu Nacional. A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (10) a medida provisória que prevê a criação dos chamados fundos patrimoniais, usados para administrar doações destinadas a projetos nas áreas de educação, ciência, tecnologia, inovação e cultura, entre outras atividades. A proposta segue agora para votação no Senado. A medida provisória analisada pelos deputados foi editada pelo presidente Michel Temer em setembro, dias após o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Naquela ocasião, o governo federal também editou a MP que criou a Agência Brasileira de Museus (Abram), instituição que vai atuar na reconstrução do Museu. A criação desses fundos patrimoniais tem como objetivo estimular as doações privadas para projetos públicos. Por meio destes fundos, será possível garantir o aporte de recursos de empresas estatais e privadas, além das doações de cidadãos interessados em ajudar na recuperação do Museu Nacional ou em projetos de melhorias de outros museus no país. O incêndio que destruiu o Museu Nacional ocorreu no dia 2 de setembro deste ano. A instituição completou 200 anos em 2018 e já foi a residência oficial de um rei e dois imperadores do Brasil. A maior parte do acervo da instituição, de cerca de 20 milhões de itens, foi totalmente destruída. Pontos em debate Na votação dos destaques, foi aprovada uma sugestão de mudança no texto para permitir que fundações de apoio ligadas à instituições de ensino e pesquisa atuem como gestoras dos fundos patrimoniais. Os deputados mantiveram, na proposta, um trecho que gerou debate em Plenário: a possibilidade de dedução, no Imposto de Renda, dos valores doados a fundos patrimoniais. A MP estabelece que essa medida vai produzir efeitos no ano de 2021. A relatora Bruna Furlan (PSDB-SP) afirmou, em seu parecer, que a medida não leva a impacto fiscal. “Essa MP ela não tem adequação financeira e orçamentária. Como ela não tem adequação, ela fere a Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou o vice-líder do PSL, deputado Delegado Waldir (PSL-GO). “Nós não podemos aceitar a votação, aos 48 do segundo tempo, encerrando o jogo, de qualquer medida provisória ou qualquer outro tipo de legislação que traga impacto financeiro”, disse. O deputado Alex Canziani (PTB-PR) defendeu a medida, argumentando que o texto não amplia o percentual de incentivos fiscais. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) também discursou a favor da MP. “As deduções já existem. O que se faz aqui é ampliar o escopo das deduções dentro do mesmo percentual”, avaliou.
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10/12 - Justiça do RJ ordena redução do pedágio da Via Dutra; concessionária vai recorrer
A decisão acatou ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que questionava reajustes aplicados pela concessionária nos anos 2010 e 2011. A Justiça Federal no Rio de Janeiro anulou nesta segunda-feira (10) os efeitos de reajustes das tarifas de pedágio cobrados na rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro e é administrada pelo grupo CCR. A decisão acatou ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que questionava reajustes aplicados pela concessionária nos anos 2010 e 2011. A medida determina a imediata redução das tarifas de todas as praças de pedágio da Novadutra. Segundo o MPF, a concessionária Novadutra, controlada pela CCR, e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foram condenadas a recalcular os reajustes de 2010 e 2011 considerando a aplicação da cláusula 57 do Contrato de Concessão, mantendo a aplicação do IPCA a partir de 2012, bem como a implementar imediatamente as tarifas de 2018 resultantes dos recálculos. O órgão não informou para quanto os valores de pedágio devem ser reduzidos. Para o MPF, desde 2010 a tarifa dos pedágios na via tem sido indevidamente majorada. Os procuradores defendem que após obras de recuperação feitas pela ANTT naquele ano, as cláusulas de reajuste de pedágio deveriam ter mudado, o que não aconteceu. Segundo a Justiça Federal, ANTT e concessionária entenderam equivocadamente pela manutenção da fórmula de reajuste. "Esta conduta causou consideráveis prejuízos aos usuários, que foram onerados por estas resoluções que não atendem aos limites contratuais e nem à forma necessária para a alteração". Procurada, a ANTT não se manifestou de imediato. Em nota, a CCR Novadutra afirmou que a NovaDutra vai apresentar recurso contra a decisão, que deve ser suspensa até que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região aprecie a questão.
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10/12 - Huawei oferece pagamento de vigilância para executiva deixar cadeia
Defesa tenta liberdade para a executiva mediante fiança. Meng está presa desde a última quarta-feira, no Canadá, a pedido do governo americano. Huawei pede liberdade de executiva presa por meio de pagamento de fiança Stringer/Reuters Advogados da diretora financeira da Huawei, Wanzhou Meng, disseram nesta segunda-feira (10) que a empresária chinesa, presa no Canadá, pode pagar pela vigilância que garantiria sua permanência no país se a Justiça a libertar mediante pagamento de fiança. A oferta foi feita durante audiência em um tribunal canadense, que julga se ela poderá ser esperar em liberdade a análise do pedido de extradição feito pelos Estados Unidos. Meng, de 46 anos, foi presa pelo Canadá a pedido do governo americano no último dia 1º, em Vancouver. Na sexta-feira (7), os promotores pediram ao Tribunal Supremo de Columbia Britânica que Meng permaneça presa até que o pedido de extradição americano seja julgado, por considerarem que a executiva chinesa pode fugir do Canadá. No entanto, os advogados de Meng afirmaram que a diretora da Huawei e filha do fundador da empresa tem intenção de permanecer no Canadá. Caso o juiz do caso estabeleça uma fiança para libertá-la, ela permaneceria em uma das duas mansões que possui em Vancouver. A defesa da executiva da Huawei também ofereceu pagar as despesas de duas empresas de vigilância que garantiriam sua permanência no país: uma de segurança para executivos e outra de controle eletrônico, para acompanhar seus passos fora da prisão. Meng também afirmou em uma declaração juramentada que teme por sua saúde. Desde que foi presa, a executiva precisou ser hospitalizada uma vez para tratar de uma crise de hipertensão. Initial plugin text
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10/12 - Gabaritos preliminares do concurso da Prefeitura de Patos são divulgados
Seleção oferece 298 vagas de emprego e teve provas objetivas realizadas no domingo (9). Concurso da Prefeitura de Patos, na Paraíba, oferece 298 vagas de emprego Leonardo Silva/Jornal da Paraíba Gabaritos preliminares do concurso público da Prefeitura de Patos, no Sertão da Paraíba, foram publicados nesta segunda-feira (10) pela organizadora. A seleção oferece 298 vagas de emprego e teve provas objetivas realizadas no domingo (9). A Educa-PB, responsável pelo concurso público, afirmou que o certame transcorreu normalmente, sendo registradas apenas ocorrências de rotina. O prazo para o candidato interpor recurso à empresa Educa-PB é de dois dias úteis após a publicação dos gabaritos das provas. Veja gabaritos preliminares do concurso da Prefeitura de Patos. Confira os gabaritos de nível básico, nível médio e nível superior. Confira o edital do concurso de Patos. O concurso vai acontecer em quatro etapas. A primeira fase é a prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos. A segunda etapa será a avaliação de títulos, de caráter classificatório para cargos específicos, de acordo com o previsto no edital. A terceira etapa é a prova prática, também de caráter classificatório e eliminatório para cargos específicos. A quarta e última etapa é o curso de qualificação, de caráter classificatório e eliminatório para cargos também específicos. As remunerações variam de R$ 954 a R$ 2,5 mil, além das gratificações, para o cargo de procurador municipal. As taxas variam de R$ 40 a R$ 80 dependendo do nível escolhido pelo candidato. Segundo o edital, as vagas são para condutor socorrista, dentista, técnico de enfrmagem, recepcionista, psicólogo, auxiliar de saúde bucal, educador físico, médico, nutricionista, advogado, assistente social, cuidador social, terapeuta ocupacional, agente comunitário de saúde, agente comunitário de endemias, professor de nível fundamental para disciplinas específicas, intérprete de libras, professor de libras, contador, procurador, fiscal de obras, pedreiro servente de pedreiro, motorista, músico, operador de máquinas, pintor, topógrafo, vigilante, auxiliar de serviços gerais e guarda municipal.
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10/12 - Preços do petróleo recuam 3% acompanhando fraqueza de mercados acionários globais
Na semana passada, Opep decidiu reduzir a produção. Os preços do petróleo caíram quase 3% nesta segunda-feira (10), ecoando a fraqueza do mercados acionários globais, conforme o foco retornou aos receios sobre o crescimento da demanda e os preços apagavam os ganhos da semana passada, após a decisão da Opep de cortar a oferta. Preços do petróleo caíram quase 3% nesta segunda Getty Images Uma série de índices acionários globais caiu nesta segunda-feira, com as perdas dos mercados europeus e asiáticos se estendendo para Wall Street, por novos sinais de que a disputa comercial entre os Estados Unidos e a China está impactando o crescimento econômico global. Porém os índices norte-americanos se recuperaram com o avanço das ações da Apple, depois de uma queda inicial. O mercado de petróleo também foi pressionado pelo adiamento do voto do Parlamento britânico sobre o acordo do Brexit e fracos dados das maiores economias mundiais, incluindo os EUA, a China, o Japão e a Alemanha, divulgados nos últimos dias. "A correlação entre os mercados acionários e o de petróleo está de volta hoje", disse John Kilduff, sócio na Again Capital Management. "Essas preocupações sobre a economia global e a projeção para a demanda são fatores cada vez mais negativos para o petróleo." Os futuros do petróleo Brent perdeu US$ 1,70, ou 2,76%, a US$ 59,97 por barril. Em negociações pós-fechamento, o Brent estendeu o movimento negativo para uma mínima da sessão de US$ 59,61. Os futuros do petróleo dos EUA (WTI) caíram US$ 1,61, ou 3,06%, para US$ 51 o barril. Após o fechamento do mercado, o WTI chegou a US$ 50,53.
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10/12 - Huawei: Por que os EUA consideram a gigante chinesa de tecnologia uma ameaça à segurança nacional
Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia bloquearam a Huawei alegando 'motivos de segurança nacional'; a empresa afirma que são interesses comerciais que estão em jogo. A pedido dos EUA, polícia do Canadá prendeu executiva chinesa Reprodução/JN A prisão de Meng Wanzhou, filha do fundador da gigante de tecnologia Huawei e diretora financeira da companhia, aprofundou o mal-estar entre Washingon e Pequim. Meng foi presa no Canadá, na semana passada, a pedido dos Estados Unidos, que acusam a Huawei de ter usado uma subsidiária, a Skycom, para burlar as sanções ao Irã. Enquanto a Huawei insiste que a Skycom é uma empresa independente, a China exige a liberação imediata da executiva e classifica a detenção como uma "violação de direitos humanos". A acusação pediu à Justiça canadense que Meng não tenha a liberdade condicional concedida enquanto o pedido de extradição por parte dos Estados Unidos estiver em tramitação. A executiva fez um pedido de liberdade condicional por questões de saúde após sua prisão. Se for de fato extraditada, Meng enfrentará acusações de usar o seu cargo para criar uma conspiração e fraudar várias instituições financeiras. Cada um dos crimes de que ela é acusada tem uma pena de até 30 anos. A Huawei tem 15% do mercado mundial de telefones celulares e é, atualmente, a segunda maior produtora. A empresa tem sido alvo de proibições em vários países ocidentais, que temem que Pequim obrigue a companhia a revelar segredos industriais e outras informações que poderiam colocar em risco a segurança nacional de terceiros. O receio é de que o governo chinês tenha acesso à rede móvel de quinta geração (5G) e a outras redes de comunicação da Huawei para ampliar sua capacidade de espionagem. Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália proibiram o uso de tecnologia e equipamentos da empresa por razões de segurança. Canadá, Alemanha, Japão e Coreia do Sul colocaram a empresa sob avaliação. A Huawei nega as acusações e insiste que é uma empresa privada, não havendo controle do governo chinês sobre suas operações. Huawei quer ser um dos maiores fabricantes de celulares em dois anos Stringer/Reuters A Huawei é uma ameaça à segurança nacional? O vínculo do fundador da empresa, Ren Zhengfei, com o Exército chinês (ele é um ex-oficial do Exército Popular de Libertação da China) é um dos argumentos usados pelos EUA para defender a ideia de que a Huawei é uma ameaça à segurança nacional. O país também vê com preocupação a crescente importância que a empresa tem obtido no mercado global. A Huawei cresceu rapidamente no mercado de equipamentos que fazem as redes de celulares funcionarem. Atualmente, é o maior provedor de equipamentos de telecomunicações do mundo. Teoricamente, o controle da tecnologia que está no centro das mais importantes redes de comunicação dá à empresa a capacidade de vigiar e interferir em comunicações em qualquer eventual conflito. Os EUA se preocupam especialmente com uma norma aprovada em 2017 pela Agência Nacional de Inteligência da China que estabelece que as empresas do país devem "apoiar, cooperar e colaborar com o trabalho de inteligência nacional." Foi depois da aprovação dessa norma que os EUA, a Austrália e a Nova Zelândia proibiram o uso de tecnologia da Huawei para criação de redes 5G. Os países são três dos cinco membros da aliança conhecida como "Five Eyes" (Cinco Olhos, em inglês), feita para cooperação em inteligência. Os outros membros da aliança são o Canadá, que está revisando sua relação com a empresa, e o Reino Unido, que ainda não tomou nenhuma atitude contra a empresa – apenas pediu que que ela resolva problemas que representem "novos riscos" para a rede. O que diz a Huawei A companhia se apresenta como uma empresa privada, cujos donos e funcionários não têm nenhum vínculo com o governo chinês. A Huawei afirma que a segurança de seus produtos é uma de suas prioridades e que parte da "hostilidade" de que "está sendo vítima" se deve ao fato da empresa estar sendo vista como uma ameaça comercial. No passado, o próprio governo chinês declarou que o bloqueio a produtos da Huawei se deve a "práticas protecionistas e discriminatórias". Os episódios de hostilidade contra a empresa começaram em um contexto de guerra comercial entre Washington e Pequim, com o presidente Donald Trump acusando a China de práticas comerciais injustas e de facilitar o roubo de propriedade intelectual das empresas americanas, e impondo novas tarifas de importação sobre produtos chineses. Vários outros países, no entanto, já planejam introduzir as redes de comunicação 5G simultaneamente, e o cenário se tornou mais competitivo para as empresas que querem conseguir contratos. "Há uma guerra de regulação", afirma Emily Taylor, do centro de estudos britânico Chatham House. "Creio que a vantagem comercial de definir normas que favorecem as empresas tecnológicas locais também é algo que está em jogo." Initial plugin text
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10/12 - Decisão suspende efeitos do leilão da Amazonas Energia
Leilão foi vencido nesta segunda-feira pelo Consórcio Oliveira Energia Atem. Uma decisão suspendeu os efeitos do leilão da Amazonas Energia, penúltima das seis distribuidoras da Eletrobras, realizado nesta segunda-feira (10), e o da Companhia Energética de Alagoas (Ceal), previsto para ocorrer na próxima semana. A decisão foi concedida pelo desembargador Marcos de Oliveira Cavalcante, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª região. "Foram suspensos os efeitos do leilão da Amazonas Energia, e do leilão da Ceal, se ocorrer, até decisão do colegiado do órgão especial do TRT da 1ª região", explicou o advogado Felipe Vasconcellos, um dos responsáveis pela Ação Civil Pública. "O juiz concedeu parcialmente a liminar suspendendo os efeitos dos leilões remanescentes até que a decisão possa ser discutida pelo colegiado. Nesse caso, foi dos leilões remanescentes (Amazonas Energia e Ceal)", afirmou Vasconcellos. A decisão foi tomada após uma ação movida por vários sindicatos de trabalhadores. De acordo com eles, antes do leilão, deveriam ter sido realizados estudos dos impactos da venda sobre as condições funcionários. "(...) É certo que o objetivo do pedido formulado em tutela antecedente era evitar que fosse feita alteração acionária na empresa sem que fossem apresentados os estudos pertinentes à condição dos empregados, o que foi confirmado em sentença", escreveu o desembargador na decisão. O leilão foi vencido pelo Consórcio Oliveira Energia Atem. O consórcio foi o único a apresentar proposta e arrematou a distribuidora sem oferecer deságio. Após a realização do leilão, o superintendente da área de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres, disse que o órgão "não foi intimado nessa ação, então não tem eficácia". "Não tem leilão suspenso, não tem nada disso. O leilão foi realizado com a grata vitória do proponente. Está válido o leilão." O consultor jurícido da Eletrobras, Ricardo Brandão, disse que a empresa está tranquila sobre leilão de distribuidora no Amazonas, e lembrou outras ações contra privatizações. Governo fez leilão da Amazonas Energia nesta segunda-feira Alexandre Mauro/G1 A venda da Amazonas Energia tem efrentado uma batalha judicial nos últimos dias. Na sexta-feira, Justiça Federal do Amazonas concedeu uma liminar que suspendeu o leilão, mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região cassou a liminar. Adiamentos O leilão da Amazonas Energia ocorreu após uma série de adiamentos. A data inicial para a venda era 26 de julho. Mas a demora em aprovar um projeto que facilitava a venda de distribuidoras, seguida de uma série de decisões judiciais, levou a adiamentos seguidos. O governo defende a privatização das distribuidoras como alternativa para melhorar a prestação de serviço. Também faz parte da estratégia do governo privatizar a Eletrobras. Porém, por falta de apoio no Congresso, o projeto sobre o tema não foi adiante. Privatização Com a decisão da Eletrobras de não renovar a concessão das distribuidoras em 2016, o governo resolveu privatizar seis empresas. Desde então, a Eletrobras tem operado as companhias temporariamente. Em fevereiro, a assembleia da Eletrobras aprovou a venda das distribuidoras. Decidiu, ainda, assumir R$ 11,2 bilhões em dívidas das empresas. Em setembro, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, afirmou que se a privatização não acontecesse até 31 de dezembro, a Amazonas Energia seria liquidada, ou seja, a Eletrobras fecharia a subsidiária e a União teria que assumir a prestação de serviço.
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10/12 - Os poloneses, japoneses e alemães que ajudaram o Brasil a virar o 2º maior produtor mundial de soja
No início do século 20, em diferentes regiões do país, comunidades estrangeiras que vieram tentar a vida no país introduziram o cultivo por motivações culturais e econômicas - inicialmente, apenas em pequena escala. Como o Brasil se tornou o segundo maior produtor de soja do mundo? A história desse cultivo, que com seus prós e contras é hoje um dos principais motores econômicos do País, se cruza com a da imigração de japoneses, poloneses e alemães. Para estes imigrantes, a terra brasileira foi literalmente, no início do século 20, fonte de novas riquezas - que transformaram de forma definitiva os rumos do país. Originária da Ásia, a soja começou a ser plantada experimentalmente em pontos diversos do território brasileiro. Em São Paulo, por exemplo, imigrantes nipônicos cultivavam o grão em pequena escala, para consumo familiar de alimentos derivados deste elemento fundamental na culinária japonesa. No Rio Grande do Sul, alemães e poloneses fizeram experimentos com a planta vislumbrando o potencial econômico da soja - que só se engataria, no entanto, algumas décadas depois. No início da imigração japonesa, soja não era produto prioritário em termos econômicos - mas teve cultivo em pequena escala para consumo familiar Acervo do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil O encontro da planta com a trajetória dos poloneses em particular é parte de uma pesquisa em curso do historiador Rhuan Trindade, doutorando na UFPR (Universidade Federal do Paraná). Inspirada neste estudo, a BBC News Brasil buscou pesquisadores que se debruçaram também na conexão da soja com as imigrações japonesa e alemã. Confira abaixo. Um intelectual para uma nova pátria Ceslau Biezanko em foto de 1920; intelectual veio ao Brasil enviado pelo governo polonês Rhuan Trindade/Acervo de Edmundo Gardolinski No mestrado, Trindade estudou especificamente a trajetória do agrônomo polonês Ceslau Biezanko (1895-1986). O intelectual foi enviado ao Brasil pelo governo polonês na década de 1930 e, anos depois, em 1963, foi reconhecido pelo governo brasileiro como o introdutor de sementes de soja no Rio Grande do Sul - mais precisamente na cidade de Guarani das Missões, hoje com cerca de 7.600 moradores e conhecida por ter sido um destino importante para imigrantes poloneses no Sul. Neste meio tempo, Biezanko trabalhou em parceria com párocos, escolas, associações e agrícolas de origem polonesa, buscando melhorar a vida dos colonos. Nesse projeto, a soja era vista como "importante fonte de novas receitas e prosperidade futura" pelo intelectual, conforme registra um de seus artigos, escrito em 1958. "Ele partia de um pressuposto iluminista de associar a melhoria da sociedade à educação e à técnica", explicou Trindade à BBC News Brasil por telefone. "Biezanko tem o perfil do intelectual do século 19 que acaba versando sobre várias áreas: ele caminhava por sete ciências distintas; escreveu artigos que vão da botânica à química e à economia. Além dessa amplitude de formação, o ideal iluminista coloca o intelectual também como aquele que intervém na realidade da sociedade por meio de ações políticas e sociais". A vinda do agrônomo ao Brasil, como para muitos de seus conterrâneos, tem conexão direta com a história polonesa naquele período. A partir do final do século 18, o país deixou de existir e teve seu território dominado em diferentes momentos pela Rússia, a extinta Prússia e a Áustria. Foi um intervalo marcado por conflitos e pobreza, o que estimulou ondas migratórias. O Brasil, por sua vez, estimulava a colonização por estrangeiros europeus como forma de incentivar a produção de alimentos para o mercado interno. A partir dos anos 1870, famílias de camponeses poloneses passaram a ocupar os Estados da região Sul, algo intensificado em 1890 no período denominado a "goraczka brazijliska", ou a "febre brasileira". Enquanto isso, com o domínio russo, muitas pessoas originadas no território da atual Polônia foram enviadas para lutar na Guerra Russo-Japonesa (1904-1905). O conflito disputava áreas chinesas, o que, provavelmente, pôs europeus em contato com a soja - posteriormente levada à Europa. Segundo Trindade, com a independência da Polônia em 1918, o país recuperado passa a tentar fortalecer seus emigrados com, por exemplo, o envio de intelectuais. Potencial não cumprido Em sua missão, Ceslau Biezanko apostou principalmente na introdução, em Guarani das Missões, do bicho-da-seda, que também é um produto chinês. Mas há relatos de que o agrônomo introduziu ali também outras 12 variedades de soja. "Uma entrevistada, já idosa na época de nossa conversa, contou que sua irmã recebeu na escola um punhado de sementes de soja para levar para casa. Era uma distribuição de pequeno alcance, essa produção nunca passou dos quintais. Era algo mais ensaístico", conta Rhuan Trindade. "Inicialmente, essa introdução da soja foi precária, não havia linhas de comunicação para o comércio e nem compradores. Então, ela foi usada para ração, principalmente suína. Só que a soja em excesso na ração causava uma descalcificação óssea nos suínos". Monumento em homenagem a Ceslau Biezanko em Guarani das Missões; memória do polonês foi retomada com o boom da soja Rhuan Trindade/Acervo de Edmundo Gardolinski É possível que essa experiência malsucedida tenha contribuído, em 1934, com a saída de Biezanko de Guarani das Missões. Outro motivo pode ter sido a escalada de conflitos internos na comunidade polonesa. Nos anos seguintes, o agrônomo se dedicou à vida acadêmica em Pelotas (RS), local de seu falecimento. Nas décadas seguintes, o alcance da soja permanece restrito, ainda que surjam, por exemplo, empresas familiares que começam a trabalhar com o processamento de grãos - transformando-os, por exemplo, em farelos e óleos. Tudo muda entre as décadas de 60 e 70 - mas antes de chegar lá, é preciso voltar no tempo para conhecer como os japoneses tratavam a soja no Brasil. Um alimento fundamental A partir de 1908, o Brasil recebeu tamanha população de imigrantes japoneses que tem hoje estimados 1,5 milhão de cidadãos com essa ascendência, segundo o Consulado Geral do Japão em São Paulo. Em grande parte, eles vieram com vistas ao trabalho em lavouras de café no Estado de São Paulo. Mas, se do café tiravam meios de sobrevivência, as primeiras levas de famílias nipônicas já plantavam a soja em casa para consumo próprio - afinal, o grão é componente fundamental da culinária japonesa, para alimentos como shoyu, tofu e missô. Só que, do ponto de vista econômico, em São Paulo, o café tinha mais demanda de mercado e um solo e clima mais propícios do que a soja. Agrônomo formado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, Isidoro Yamanaka, filho de japoneses, conta porém que essa produção caseira só daria o salto para o agronegócio na década de 70. E Yamanaka, hoje com 83 anos, foi testemunha ocular dessa trajetória - ele mediou diversos acordos entre governos e cooperativas de agricultores do Brasil e Japão e, nas décadas de 70 e 80, coordenou programas no Ministério da Agricultura e Fazenda. O presidente Ernesto Geisel visita uma lavoura em Minas Gerais em meio a projeto de exploração do Cerrado Acervo do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil Era 1973 e o então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, tinha imposto temporariamente um embargo à exportação de grãos dos Estados Unidos, inclusive para o Japão. O objetivo era garantir o abastecimento interno dos EUA e controlar a inflação de preços. "O japonês depende da soja. Foi um desespero. Em 75, enviaram imediatamente 29 missões, com mais de dez pessoas cada, do Japão para Brasília para a cooperação na produção de soja. Aí, começou o Prodecer (Programa de Desenvolvimento da Agricultura do Cerrado)", diz Yamanaka, que acompanhou algumas dessas missões como assessor do gabinete da Secretaria de Agricultura de São Paulo. Depois de percorrer o Brasil de Norte a Sul, as missões decidiram pelo Cerrado como região prioritária para o plantio da soja e outros alimentos. Paracatu, em Minas Gerais, foi cenário para o projeto piloto do Prodecer - que, além de mobilizar produtores de origem japonesa, também acabou por atrair agricultores do Rio Grande do Sul. O boom da soja O Cerrado é um dos palcos principais, até hoje, do plantio da soja. Mas, na década de 60, outros fatores contribuíram para que o Sul despontasse neste setor. Além da demanda externa, contribuíram também para o avanço desse cultivo no país programas de melhoramento genético e a mecanização na agricultura. Como resultado, na média anual, a produção só fez crescer: saiu de 206 mil toneladas em 1960 para 1,5 milhão de toneladas em 1970. Na safra de 2017/2018, o Brasil produziu 117 milhões de toneladas de soja. "É no Noroeste gaúcho que se inicia o grande boom da soja: isso é inegável. A região se torna uma grande monocultura de soja em propriedades pequenas, que produzem para o mercado externo. É a famosa 'revolução verde', com consumo de insumos, mecanização da lavoura e correção da calcário no solo", aponta Rhuan Trindade. "O boom da soja nos anos 60 e 70 está diretamente ligado à imigração europeia". Esse momento de ouro para a soja coloca, no entanto, duas origens europeias em disputa pela "paternidade" da imersão do grão no Brasil - parte fundamental da pesquisa do historiador. Ao lado dos poloneses de Guarani das Missões, se colocam os alemães de Santa Rosa, também no Rio Grande do Sul. Com um roteiro parecido ao das primeiras experiências com a soja em Guarani, em Santa Rosa, foi o pastor luterano e americano Alberto Lehenbauer quem introduziu o grão no pequeno vilarejo. "O pastor viajou na década de 20 para os Estados Unidos e a soja estava fazendo o maior sucesso por lá", explica a historiadora Teresa Neumann Christensen, que há anos estuda o cultivo de soja, sobretudo na região de Santa Rosa. "A situação era tão triste, de uma pobreza de marré, com crianças subnutridas. O pastor avaliou que a soja poderia resolver essa questão, então publicava em periódicos receitas com o grão, ajudava na organização do plantio". "Ele pedia que, quem colhesse soja, que levasse uma porção nos cultos de domingo. É importante não só como a soja chegou a Santa Rosa, mas a socialização que ela promoveu. A região tinha um luteranismo muito forte, então a figura deste pastor teve uma importância imensa. Ele promoveu a solidariedade e a prevenção à desnutrição". Segundo a historiadora, Lehenbauer era americano mas filho de alemães. Depois de sua missão em Santa Rosa, ele foi transferido para a Argentina. Enquanto isso, em Santa Rosa, o crescimento da soja foi modesto mas constante com o passar dos anos - sendo acompanhado, progressivamente, da chegada de equipamentos como semeadeiras e empilhadeiras, além da formação de novas cadeias, como a de beneficiamento de grãos. Na década de 70, veio finalmente o boom da soja. Santa Rosa e Guarani das Missões passam, então, a disputar o título da "Berço Nacional da Soja" - a primeira acaba vencendo a queda de braço apenas em 2009, com a sanção de um projeto do legislativo estadual gaúcho oficializando o título. Já em 1966, outro marco na disputa foi a criação, em Santa Rosa, da Feira Nacional da Soja (Fenasoja), que acontece periodicamente desde então. Memorial da Soja em Santa Rosa; cidade gaúcha ganhou o título de 'Berço Nacional da Soja' Prefeitura de Santa Rosa/Divulgação Em paralelo, Guarani das Missões também passa a se voltar para sua história com a soja - e, nisso, a figura de Ceslau Biezanko volta a ser rememorada. Trindade lembra que a origem da introdução do grão não é fácil de ser rastreada e, mesmo entre poloneses, há também pelo menos outros três candidatos a introdutores da soja no Paraná. E o quanto destas primeiras experiências contribuiu para a lucrativa fase que chegaria décadas depois? "Cientificamente falando, não há uma resposta elaborada. Mas a experiência obtida anteriormente pode ter ajudado a geração seguinte, porque é bem a região de Guarani das Missões que vai viver essa expansão nos anos 70. É uma coincidência bastante grande", opina Trindade. Das cidades gaúchas, segundo os pesquisadores que estudaram o tema, saíram famílias que conduziram o avanço da soja em direção ao Centro-Oeste brasileiro e, mais recentemente, às bordas da Amazônia. "Onde você for neste Brasil, encontra alguém de origem alemã que planta soja", resume Teresa Christensen. "Hoje, em Santa Rosa, já tem produção de leite, milho e outros, mas a soja ainda é a rainha". Outros lados da história O avanço da soja pelo Brasil coloca em evidência outra faceta desta história: o da degradação do meio ambiente. Esse cultivo é frequentemente associado por ambientalistas ao desmatamento que marca o Cerrado e rasteja em direção à Amazônia. "Nós, historiadores e acadêmicos do Rio Grande do Sul, temos um embate grande contra pesquisas mais apologéticas, laudatórias dos antepassados. Temos que tentar ir além dessa visão de que o imigrante é o grande pioneiro: esta também é uma história de desmatamento da Mata Atlântica, uma exploração que prejudicou muito o solo da região. É uma história que continua", destaca Trindade. Se o passado deixa marcas no presente, certas ausências também dizem coisas. O nome de Guarani das Missões, por exemplo, remete às missões jesuíticas que, nos séculos 17 e 18, forçavam à catequização índios guaranis. Mas onde estão estes povos nos episódios posteriores, do século 20? "A imigração europeia no Sul, ao mesmo tempo que é uma história de valorização dos grupos europeus, é uma história de apagamento das comunidades indígenas e dos grupos conhecidos como os caboclos", aponta o historiador. "Não podemos deixar de ver isso como um colonialismo interno brasileiro, que via o imigrante europeu como sinônimo de progresso, e a presença indígena e negra como de atraso".
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10/12 - Abiove eleva previsão de exportação de soja para recorde de 82,7 milhões de toneladas
Expectativa anterior era de que o Brasil embarcaria 79 milhões de toneladas do grão em 2018.  Expectativa para a safra de soja não foi alterada. Reprodução/TV Morena O Brasil deverá exportar um recorde de 82,7 milhões de toneladas de soja em 2018, diante da forte demanda da China, estimou nesta segunda-feira (10) a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), ante 79 milhões de toneladas na previsão de novembro. O aumento na previsão da exportação foi realizado sem a Abiove alterar a estimativa de safra, esperada em 120,5 milhões de toneladas. Mas a associação que reúne as principais companhias do setor elevou os números de estoques iniciais de 2018 em cerca de 5 milhões de toneladas, na comparação com novembro, para 10,3 milhões de toneladas. O economista-chefe da Abiove, Daniel Amaral, explicou que isso ocorreu após uma revisão de todos os valores do item "sementes e outros usos" retroativa a 1999. "Como houve redução do volume neste item, desde 1999, o estoque final de cada ano aumentou. Portanto, o estoque inicial também, até que chegamos a um estoque inicial maior do que o previsto inicialmente em 2018", afirmou Amaral. "Esse item foi escolhido com base na experiência dos últimos anos (relativa ao) uso de sementes e perdas ao longo do processo. Percebemos que este é um item que tem parâmetros técnicos que respaldam uma revisão", explicou.
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10/12 - Consórcio Oliveira Energia Atem arremata Amazonas Energia
Houve apenas uma oferta pela distribuidora, sem ágio. Ministro considerou resultado 'extremamente positivo'. O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., o superintendente da área de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres, e Thais Prandini, diretora executiva da Thymos Energia, representante do Consórcio Oliveira Energia Atem Karina Trevizan/G1 O governo levou a leilão nesta segunda-feira (10) a Amazonas Energia, penúltima das seis distribuidoras da Eletrobras cujo leilão estava previsto para acontecer este ano. A disputa aconteceu na sede da B3, antiga BM&FBovespa, em São Paulo. O Consórcio Oliveira Energia Atem foi o único a apresentar proposta, e arrematou a distribuidora sem oferecer deságio. O consórcio, que opera nos Sistemas Isolados no Norte do país, já havia vencido o leilão pela Boa Vista Energia, realizado em agosto, também sem oferecer deságio. O leilão havia sido suspenso por uma decisão judicial na sexta-feira (7), mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região cassou a liminar. Ainda na tarde desta segunda-feira, no entanto, uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região suspendeu os efeitos do leilão. O superintendente da área de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres, disse que o órgão "não foi intimado nessa ação, então não tem eficácia. "Não tem leilão suspenso, não tem nada disso. O leilão foi realizado com a grata vitória do proponente. Está válido o leilão." O consultor jurícido da Eletrobras, Ricardo Brandão, disse que a empresa está tranquila sobre leilão de distribuidora no Amazonas, e lembrou outras ações contra privatizações. Governo leiloa Amazonas Energia nesta segunda-feira Alexandre Mauro/G1 Pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), a expectativa era de que a disputa garantisse uma redução de até 11,36% nas tarifas ao consumidor. Isso porque uma das regras do leilão favorecia as empresas que se comprometerem com descontos na tarifa. A Amazonas Energia atende 897.041 consumidores em 62 municípios do estado. Pela regra, venceria o leilão quem ofertasse o maior desconto de tarifa, em cima de um reajuste concedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Esse desconto é conhecido como deságio. Se os concorrentes abrissem mão de todo o reajuste, ganharia a disputa quem pagasse o maior valor de outorga para a União. A empresa vencedora tem que cumprir obrigações de investimentos. Em julho, o governo vendeu a Companhia Energética do Piauí (Cepisa) para a Equatorial Energia. Em agosto, foram três em um único leilão: Eletroacre e Ceron foram arrematadas pela Energisa, enquanto a Boa Vista Energia ficou com o consórcio Oliveira Energia, empresa que opera nos Sistemas Isolados do Norte do País. Com o leilão da Amazonas Energia, resta apenas a Companhia Energética de Alagoas (CEAL) para ser licitada. A Ceal está com o leilão marcado para 19 de dezembro. 'Extremamente positivo' O ministro de Minas e Energia, Wellington Moreira Franco, falou com jornalistas após o leilão e disse que considerou o resultado "extremamente positivo", visto que, segundo ele, a distribuidora do Amazonas era o maior desafio. "De fato, o maior desafio que todos nós tínhamos com relação a essas distribuidoras era exatamente a do Amazonas. A que dá mais prejuízo, é a que dá mais problema, é a que presta o serviço de pior qualidade", afirmou. "É um retrato de tudo aquilo que nós não queremos no Brasil", continuou. Para o leilão da Ceal, marcado para a próxima semana, Moreira Franco disse que a expectativa é de que seja "mais fácil". O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., disse que "a privatização da Amazonas era de fato emblemática". "Era aquela que tinha o conjunto maior de dívidas", destacou. Mas ressaltou que, apesar das dificuldades, "é uma companhia de muito potencial". De 2012 a 2016, a distribuidora acumulou prejuízo de R$ 10,18 bilhões. O superintendente da área de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres, afirma que a dívida da empresa arrematada é de R$ 2,2 bilhões. "Essa dívida nao é de curto prazo, é um pouco mais alongada, vai se encaixando no fluxo de caixa da empresa", diz Thais Prandini, diretora executiva da Thymos Energia, representante do Consórcio Oliveira Energia Atem. Investimentos Segundo Torres, do BNDES, a previsão de investimento na companhia é de R$ 2,7 bilhões nos primeiros cinco anos. "Tem uma série de investimentos que serão feitos para melhorar a qualidade da energia da população", diz Prandini. De acordo com ela, as empresas vencedoras "conhecem bastante a região" amazônica. Sobre a privatização da quinta distribuidora, o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, disse em nota que, "de início, serão aportados R$ 491 milhões de reais". "As cinco distribuidoras vendidas pelo governo receberão no total R$ 5,8 bilhões de investimentos no período (de 5 anos) e beneficiarão 10 milhões de consumidores." Adiamentos O leilão da Amazonas Energia acontece nesta segunda após uma série de adiamentos. A data inicial para a venda era 26 de julho. Mas a demora em aprovar um projeto que facilitava a venda de distribuidoras, seguida de uma série de decisões judiciais, levou a adiamentos seguidos. O governo defende a privatização das distribuidoras como alternativa para melhorar a prestação de serviço. Também faz parte da estratégia do governo privatizar a Eletrobras. Porém, por falta de apoio no Congresso, o projeto sobre o tema não foi adiante. Privatização Com a decisão da Eletrobras de não renovar a concessão das distribuidoras em 2016, o governo resolveu privatizar seis empresas. Desde então, a Eletrobras tem operado as companhias temporariamente. Em fevereiro, a assembleia da Eletrobras aprovou a venda das distribuidoras. Decidiu, ainda, assumir R$ 11,2 bilhões em dívidas das empresas. Em setembro, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, afirmou que se a privatização não acontecesse até 31 de dezembro, a Amazonas Energia seria liquidada, ou seja, a Eletrobras fecharia a subsidiária e a União teria que assumir a prestação de serviço.
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10/12 - Polícia Civil do DF investiga possível fraude em concurso da AGU
Um dos pacotes com prova para analista técnico-administrativo teria sido rasgado. Empresa responsável pelo concurso afirma que havia 'uma pequena fissura' e que pacotes são invioláveis. Advocacia Geral da União - GNews Reprodução GloboNews A Polícia Civil do Distrito Federal investiga uma denúncia de fraude em uma prova do concurso público para a Advocacia-Geral da União (AGU), realizado durante a tarde deste domingo (9) em Brasília. Pelo menos quatro pessoas registraram boletim de ocorrência até esta segunda (10). De acordo com candidatos, um envelope contendo as provas para o cargo de analista técnico-administrativo apresentava um corte de aproximadamente 15 centímetros e um dos cadernos de prova, de cor azul, estava com um “vinco”. Segundo a deúncia feita à polícia, "o pacote foi violado e havia sinais de que a prova teria sido manuseada ou dobrada" (veja detalhes mais abaixo). Provas realizadas pela manhã foram anuladas O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), responsável pelo concurso, confirmou ao G1 que "o pacote chegou com uma pequena fissura" no local da prova, em Brasília. Mas garantiu que os sacos com as provas são "invioláveis". "O que é difícil, mas não impossível, é que os sacos acondicionados nos malotes, face ao peso de uns sobre os outros e ao próprio manuseio dos malotes, sofram algum tipo de fissura ou mesmo rasgos, mas isso não compromete o sigilo, pois, mesmo assim, chegam em malotes lacrados e, por consequência, inviolados", explicou o Idecan (leia íntegra da nota ao final da reportagem). Durante a tarde desta segunda, o Idecan informou que a prova de Técnico em Comunicação Social, que aconteceu à tarde, foi cancelada. Inscritos receberam a informação por e-mail. O motivo, seria um problema na aplicação das provas no Rio de Janeiro. Comunicado do Idecan sobre cancelamento de prova de concurso da AGU Reprodução Em Brasília, 'pacote milimetricamento cortado' Na Polícia Civil do Distrito Federal, um dos boletins de ocorrência sobre suposta violação no pacote de provas foi registrado por Maurício Junior, de 42 anos. Ele disse que estuda para o concurso há cinco anos e se recusou a fazer a prova. O candidato esperou 1h30 para sair da sala – que é o tempo mínimo estabelecido – e foi direto para a delegacia registrar um boletim de ocorrência. Segundo Maurício, o pacote chegou na sala “milimetricamente cortado” e o coordenador-geral, responsável pelo concurso, informou que “o envelope havia sido aberto por acidente ou incidente e que era um fato normal.” “Eu solicitei a presença da Polícia Federal e o coordenador se identificou como Major Melo, da PMDF. Nesta ocasião, ordenei ao mesmo que agisse de ofício diante do crime e ele ordenou aos fiscais que rasgassem o envelope e distribuíssem as provas", disse Maurício. "O último caderno de provas estava com um vinco e aí a ficha caiu pra todo mundo.” Polícia Civil investiga denúncia de fraude na prova de concurso da AGU Arquivo pessoal A estudante Maurikeila Teles, de 29 anos, também procurou a Polícia Civil para denunciar a suposta violação do pacote de provas. Ela disse que estuda para concurso há quase quatro anos e estava dentro da sala quando o saco com os cadernos de prova chegou rasgado. Segundo Maurikeila, os candidatos tentaram tomar as providências necessárias, mas foram impedidos. "Como os celulares estavam nos saquinhos, pedidos que algum de nós pudesse pegar o celular para tirar foto, eles não deixaram". "Pedimos para ligar para a polícia, ele [o fiscal] também não deixou. Pedimos para que o fiscal mesmo ligasse para a polícia, ele também não o fez.” Provas feitas pela manhã foram canceladas No domingo à noite, a AGU publicou uma nota dizendo que as provas realizadas durante a manhã foram canceladas porque houve problemas na distribuição do material em Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA). No comunicado, a AGU diz que “lamenta os incidentes que ocorreram neste domingo (9) durante a aplicação das provas do concurso para preenchimento de vagas das carreiras de apoio da instituição.” Mas afirma que "as provas do período vespertino, para os cargos de analista técnico administrativo e bibliotecário, transcorreram sem incidentes graves e deverão ser consideradas válidas para o certame". Representantes da Advocacia-Geral da União vão se reunir com o Idecan nesta terça (11) "para discutir uma nova data de realização do concurso para os cargos de administrador, arquivista, contador, técnico em comunicação social e técnico em assuntos educacionais" (que foram feitas pela manhã). O que diz o Idecan "Quanto ao caso levantando de um suposto pacote de prova que chegou em sala de aula aberto, isso não se configura como a verdade dos fatos. O que de fato ocorreu é que, em uma única sala, das centenas aplicadas em todo país, um saco de material de execução aparentemente chegou com uma pequena fissura. Os sacos são invioláveis, lacrados e ainda são acondicionados dentro de malotes que, também, contêm lacres e cadeados e esses chegaram intactos ao local de prova. Tiveram seus respectivos termos de abertura acompanhados de forma pública e vistoriados pela organização e com presença testemunhal de candidatos, tudo transcrito em termo assinado aferindo que se encontravam lacrados, conforme procedimento repassado à equipe de fiscais e organizadores. O que é difícil, mas não impossível, é que os sacos acondicionados nos malotes, face ao peso de uns sobre os outros e ao próprio manuseio dos malotes, sofram algum tipo de fissura ou mesmo rasgos, mas isso não compromete o sigilo, pois, mesmo assim, chegam em malotes lacrados e, por consequência, inviolados. O procedimento adotado para abertura desses pacotes de prova, como de fato foi, é a abertura na presença de candidatos; procedimento esses realizado não só para os sacos de provas, como para os malotes que os acondicionam, que também são e estavam lacrados e inviolados. Tanto os fiscais quantos os organizadores têm a recomendação de se ater a todas as regras pertinentes ao Edital, e de serem extremamente solícitos e educados com os candidatos, visando à execução do certame. A equipe de fiscais e coordenadores são orientados a manter a tranquilidade e a boa ordem nos locais de prova, visando a permitir que os candidatos realizem suas provas, para assim não terem nenhum prejuízo. Na ocorrência de quaisquer questionamentos, também orientam os candidatos no sentido de que executem suas provas e utilizem os meios próprios que acharem convenientes em momento oportuno. A Organizadora, até o momento, ainda não foi comunicada oficialmente sobre os boletins registrados. Tão logo seja, tomará as medidas necessárias para esclarecer por fim essa questão, de forma tão farta quanto a ora narrada. Por fim, enfatizamos que fora um caso pontual, não restando dúvida de que não foi quebrado o sigilo e a segurança do processo, muito embora, alguns candidatos possam, se sentirem por bem, questionar esse fato pontual, que não configura, ressaltamos, nenhum tipo de ilegalidade que desabone o processo." O concurso O concurso da AGU recebeu 62.151 inscrições para 100 vagas em sete cargos. O mais concorrido foi o de analista-técnico administrativo, para candidatos com nível superior em qualquer área: 26.494 inscritos para 7 vagas, ou 3.784 candidatos/vaga. O edital é para 48 vagas de administrador, 10 de analista técnico-administrativo, 2 de arquivista, 1 de bibliotecário, 32 de contador, 2 de técnico em assuntos educacionais e 5 de técnico em comunicação social. O salário é de R$ 6.203,34. *Sob supervisão de Maria Helena Martinho Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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10/12 - Divulgado edital e abertas inscrições no concurso da prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro, PB
Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro, PB Reprodução/Site da Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro Foi divulgado o edital do concurso da prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro, no Cariri paraibano, com 42 vagas de emprego em cargos de todos os níveis de escolaridade. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas até 10 de janeiro de 2019, exclusivamente pela internet, no site da organizadora. Veja o edital do concurso da prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro De acordo com o edital, os salários variam de R$ 954 a R$ 4.368 mais gratificações. O cargo com maior salário é o de médico, com uma vaga. O cargo exige curso superior em medicina e registro no respectivo conselho de classe. O cargo com o maior número de vagas é o de professor A, com 10 oportunidades. O cargo exige licenciatura em pedagogia e tem salário de R$ 1.815,64. Também há vagas para os cargos de agente administrativo, agente comunitário de combate a endemias, agente comunitário de saúde, assistente social, auxiliar de serviços gerais, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, motorista, motorista categoria D, nutricionista, odontólogo, professor de ciências, professor de educação física, professor de geografia, professor de história, professor de inglês, professor de matemática, professor de português, psicólogo, técnico de saúde bucal, técnico em agropecuária e técnico em enfermagem. As taxas de inscrição custam R$ 70 para cargos de nível fundamental, R$ 75 para cargos de níveis médio e técnico e R$ 100 para cargos de nível superior. As provas escritas do concurso estão previstas para acontecer no dia 17 de março de 2019, na cidade de São Sebastião do Umbuzeiro O concurso tem validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. Concurso da Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro Vagas: 42 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 954 a R$ 4.368 Prazo de inscrição: até 10 de janeiro de 2019 Local de inscrição: site da organizadora, Consulpam Taxas de inscrição: R$ 70 (nível fundamental), R$ 75 (nível médio/técnico) e R$ 100 (nível superior) Provas: 17 de março de 2019 Edital do concurso da Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro
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10/12 - Crise na Venezuela: Por que sanções econômicas de Trump desagradam investidores de Wall Street
Desde o ano passado, a Venezuela tem deixado de pagar títulos das dívidas do país, cuja maioria dos portadores são investidores e fundos do coração do capitalismo, nos Estados Unidos. As sanções econômicas são contra a Venezuela, mas elas também afetam Wall Street, coração financeiro dos Estados Unidos. O presidente americano, Donald Trump, ordenou uma série de medidas para pressionar o governo de Nicolás Maduro e assim tentar provocar uma mudança política no país latino-americano. Inflação em 12 meses da Venezuela supera 1.000.000% em novembro, diz Assembleia Historicamente, essas sanções econômicas são ferramentas usadas por Washington para pressionar países considerados um problema para os americanos. Elas já foram utilizadas contra Cuba de Fidel Castro, que há décadas sofre com embargo econômico dos EUA, e também contra a Coreia do Norte, de Kim Jong-un. Assim como Maduro, os dois países são acusados de violações de direitos humanos e de não respeitarem as regras democráticas. Maduro, no entanto, diz que as sanções fazem parte de uma "guerra econômica" empreendida pelo "imperialismo americano" contra o povo venezuelano. Críticos da estratégia de Trump concordam que as medidas que restringem a atividade econômica da Venezuela apenas aumentam o sofrimento da população. Há anos, o país sofre com uma crise econômica e política no seio do governo chavista, o que se reflete em hiperinflação, desemprego, aumento da pobreza e da fome, além de uma fuga de milhões de refugiados para países vizinhos, como o Brasil. Porém, alguns bancos e fundos de investimento americanos também estão sentindo os efeitos da crise venezuelana. Em colapso econômico, a Venezuela parou de pagar alguns de seus títulos em novembro de 2017, o que levou algumas agências de classificação de risco, como a Standard & Poor's, a falar em "calote seletivo". Grande parte desses títulos estão em posse de fundos de investimentos que operam em Wall Street, a grande praça do capitalismo global. Portanto, as sanções econômicas impostas à Venezuela têm impedido que os investidores recebam parte do que aplicaram. Por que as sanções à Venezuela prejudicam os credores? Especialistas ouvidos pela BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, concordam que a dívida venezuelana é insustentável. Luis Vicente León, economista e diretor do instituto de pesquisa Datánalisis, diz ser "impossível para a Venezuela pagar sua dívida tal como ela está posta hoje". Já Francisco Rodríguez, da consultoria Torino Capital, explica que, quando países entram em calote, "é normal que credores procurem as autoridades para negociar termos mais razoáveis de pagamento e, assim, evitar uma inadimplência definitiva". Ou seja, é possível alongar os prazos de pagamento ou, em casos extremos, até concordar em reduzir os valores devidos. Em novembro do ano passado, Maduro anunciou uma "reestruturação da dívida venezuelana". Recentemente, afirmou que "o processo está ocorrendo muito bem", embora não tenha entrado em detalhes. A BBC questionou o governo de Caracas a respeito das dívidas, mas não obteve resposta. Essa reestruturação da dívida entre a Venezuela e seus credores americanos é considerada impossível no momento. Eles não cobram e a Venezuela continua incapaz de se financiar nos mercados globais de dívida. Por que isso ocorre? Por causa das sanções. A Ordem Executiva 13.835 assinada por Trump em 21 de maio proíbe que cidadãos e entidades com presença nos Estados Unidos comprem novos títulos da dívida venezuelana. A ordem não impede a compra nem a venda nos mercados secundários para títulos já emitidos, mas qualquer refinanciamento necessita da emissão de novos títulos que substituam os já expirados. E os investidores americanos não podem negociar a transação sem infringir as disposições do OFAC (Agência de Controle de Ativos Estrangeiros), órgão do Departamento do Tesouro americano encarregado de fiscalizar as sanções. "Isso complica dramaticamente o problema", diz León. As sanções, que apontam diretamente para o vice-presidente Tareck El Aissami e a outros dirigente chavistas da área econômica, impedem acordos com as autoridades que manejam as contas públicas da Venezuela. "Chegamos a uma situação em que a dívida venezuelana não é paga nem reestruturada, de modo que os detentores de títulos ficam, ao final, com um instrumento de pouco valor", diz Rodríguez. Tudo isso explica por que os títulos que podem ser trocados perderam até 80% de seu valor inicial. Muita gente de Wall Street está perdendo muito dinheiro. Qual o valor da dívida da Venezuela? Como as autoridade venezuelanas há tempos não divulgam as estatísticas macroeconômicas, é impossível precisar o montante total da dívida do país. Em 2015, a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) calculou que a dívida externa bruta da Venezuela chegaria a U$ 139 bilhões (cerca de R$ 544 bilhões, em valores atuais). León eleva essa cifra para U$ 175 bilhões (R$ 685 bilhões) somente em dívidas soberanas, aquelas emitidas pelo Estado. Esse valor não inclui as dívidas da petroleira estatal PDVSA nem empréstimos bilaterais com países como China e Rússia. Os pagamentos atrasados podem ser calculados com maior exatidão, pois quase sempre são registrados nos Estados Unidos, onde ocorre a maioria das transações. Desde o primeiro calote, no final do ano passado, a Venezuela deixou de pagar cerca de U$ 9 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões, em valor atualizado). Segundo economistas próximos ao governo de Maduro, como Óscar Forero, esse montante deve aumentar em 2019, à medida que se acumulam mais vencimentos. Forero tem um prognóstico: "Não haverá mais escolha a não ser vender ativos no exterior". O mais estratégico desses ativos é a Citgo, uma filial da PDVSA nos Estados Unidos. A empresa está ameaçada de ser anexada pela mineradora canadense Crystallex. A empresa do Canadá solicita o controle da Citigo caso a Venezuela não pague o que lhe deve. A Crystallex já conseguiu uma série de posicionamentos favoráveis a sua demanda em tribunais americanos. Até agora, porém, a Venezuela tem pago os vencimentos que poderiam comprometer seu controle sobre a Citgo. Recentemente, o país também chegou a um acordo provisório com a Crystallex em uma corte do Canadá. Esse termo prevê que o governo venezuelano cumpra um rígido cronograma de pagamentos caso não queira entrar em uma batalha judicial pelo controle da empresa nos EUA. Se reestruturar a dívida é impossível, o que os credores podem fazer? Os credores da dívida venezuelana podem recorrer a um mecanismo legal conhecido como aceleração da dívida, estratégia reconhecidamente dura com o devedor. Essa aceleração implica que, se um país não cumprir com suas obrigações, toda a dívida deve ser liquidada sumariamente. Rodríguez, da Torino Capital, resume: "Se em uma emissão de dívida de U$ 1 bilhão a Venezuela deixasse de pagar os U$ 100 milhões de juros, toda a dívida de U$ 1 bilhão e mais os U$ 100 milhões de juros seriam cobrados de uma vez". O calote também pode levar à tomada de ativos no exterior, como plataformas e navios petroleiros da PDVSA. Mas, na prática, esse é um precedimento muito caro e que não garante ao credores a devolução de todo seu capital investido, nem os juros. "Talvez os investidores recebam uns 5% dos valor investido, o que não dá para pagar nem os advogados", explica León. Segundo ele, navios petroleiros não seduzem os credores. "Se a Venezuela perder seus barcos, não vai conseguir exportar seu petróleo. Se não exportar, como vai conseguir dinheiro para pagar suas dívidas?", questiona o analista. Os numerosos investidores afetados pela crise venezuelana, entre eles algumas das maiores empresas de capital do mundo, como as americanas Blackrock e Contrarian Capital Management, têm se reunido em diversas instâncias para defender seus interesses. Em muitos casos, é necessário que ao menos 25% dos donos de um título concordem entre si para que haja uma ação judicial de aceleração da dívida. Esses processos, no entanto, ficam meses em discussão. Por enquanto, esse mecanismo não está sendo utilizado. Rodríguez acredita que essa espera aconteceu porque investidores aguardaram a evolução dos acontecimentos de 2017, quando houve uma série de protestos exigindo a saída de Maduro do poder. O presidente resistiu e as expectativas de mudança evaporaram. "Acredito que devem ocorrer ações judiciais significativas nas próximas semanas", diz Rodríguez. Lee Buchheit, especialista do escritório de advocacia americano Cleary Gottlieb, considera que os credores, sem mudanças na Venezuela, "tentam fazer movimentos de lobby para que o governo Trump elimine as sanções". Mas ele acredita que, no cenário atual, é pouco provável que o presidente dos Estados Unidos mude de ideia. Já Rodríguez não descarta que esse movimentos estejam ocorrendo nos corredores de Washington, mas adverte que o lobby teria um alto custo. "Ninguém quer aparecer como alguém que está pedindo o fim das sanções contra Maduro." Em 2017, o gigante financeiro Goldman Sachs foi criticado por adquirir U$ 3 bilhões (cerca de R$ 11,3 bilhões) em títulos da PDVSA, pejorativamente batizados de "bônus da fome", em alusão à situação humanitária caótica vivida pelos venezuelanos. Há uma última brecha que pode ser utilizada pelos credores da Venezuela, artifício conhecido como "licenças". São autorizações excepcionais que o Departamento do Tesouro americano pode dar a indivíduos ou entidades para renegociar suas dívidas diretamente, mesmo se isso contrariar o plano geral das sanções. Rodríguez acredita que, com o passar do tempo e o acúmulo de dívidas da Venezuela, "os argumentos dos investidores serão mais fortes".
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10/12 - Inflação da Venezuela supera 1.000.000% em 12 meses
Dados são da Assembleia Nacional, que tornou-se a única fonte confiável sobre preços ao consumidor desde que o governo parou de publicar indicadores econômicos. Os preços ao consumidor da Venezuela subiram 1,3 milhão por cento no ano nos últimos 12 meses até novembro, informou nesta segunda-feira (10) a Assembleia Nacional, que é controlada pela oposição, à medida que a hiperinflação e a recessão econômica vêm pressionando o país-membro da Opep. O que levou a Venezuela ao colapso econômico e à maior crise de sua história O Fundo Monetário Internacional (FMI) previu, no início deste ano, que a inflação superaria 1 milhão por cento em 2018 e 10 milhões no próximo ano. A inflação mensal desacelerou para 144% em novembro, de 148% no mês anterior e 233% em setembro, informou a Assembleia Nacional em um relatório. Um homem mostra novas notas de bolívares no centro de Caracas, na Venezuela Federico Parra/AFP O presidente socialista Nicolas Maduro aumentou no mês passado o salário mínimo mensal em 150%, para 4,5 bolívares, menos de US$ 10 na taxa de câmbio do mercado negro. Os cidadãos reclamaram que não podiam pagar itens básicos, apesar de um aumento de 60 vezes no valor do salário mínimo em agosto. A Assembleia Nacional tornou-se a única fonte confiável de dados sobre preços ao consumidor desde que o governo parou de publicar indicadores econômicos anos atrás, já que a queda dos preços do petróleo causou um recuo na atividade. O FMI tem pressionado a Venezuela para fornecer dados econômicos oficiais, disseram fontes no mês passado. Maduro culpa uma "guerra econômica" travada por interesses comerciais domésticos e os Estados Unidos pelos problemas da Venezuela. Os críticos apontam para suas políticas intervencionistas e impressão de dinheiro para financiar um amplo déficit fiscal como as causas da hiperinflação e escassez de produtos básicos. Pessoas fazem compras usando notas de cem bolívares em um mercado de San Cristóbal, na Venezuela, em imagem de arquivo. Reuters/Carlos Eduardo Ramirez
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10/12 - Estão abertas as inscrições para o concurso de Olivença, AL; salários vão até R$ 2.034,85
Vagas são para cargos de níveis fundamental, médio e superior. São 107 vagas disponíveis na prefeitura de Olivença, Alagoas Celso Tavares/G1 A Prefeitura de Olivença, no Sertão de Alagoas, abriu 107 vagas para concurso público. As inscrições estão abertas e vão até o dia 7 de janeiro de 2019. Os salários variam de R$ 954 a R$ 2.034,85. As vagas são para cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet atráves do site da organizadora do concurso. As taxas variam entre R$ 80, R$ 100 e R$ 120 e a inscrição somente será confirmada mediante pagamento destes valores. Entre os cargos disponíveis estão: Auxiliar de serviços gerais; Eletricista; Gari; Guarda municipal; Merendeiro (a) escolar; Motorista; Condutor de ambulância; Vigia; Agente arrecadador; Agente comunitário de saúde; Agente de combate às endemias; Assistente administrativo; Auxiliar contábil; Auxiliar de saúde bucal; Cadastrador do programa Bolsa Família; Fiscal de obra; Orientador social; Técnico de enfermagem; Técnico em laboratório de análises; Médico (diversas especialidades); Biomédico; Nutricionista; Odontólogo; Enfermeiro; Engenheiro(a) civil; Fisioterapeuta; Contador; Assistente Social; Analista de sistema; Analista de controle interno; Informática; Gestor municipal de convênios; Professor; Secretário escolar. Após as inscrições, os candidatos irão se submeter a uma prova objetiva no dia 27 de janeiro de 2019. Os candidatos aos cargos de professor irão para a segunda fase, que é a avaliação de títulos. A previsão de divulgação do resultado final de todo o concurso é no dia 4 de junho de 2019. Para mais detalhes, os candidatos devem acessar o edital do concurso disponível neste link. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
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10/12 - Balança comercial registra superávit de US$ 53,6 bilhões no acumulado de 2018
Informação foi divulgada nesta segunda (10) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Na primeira semana de dezembro, saldo positivo soma US$ 2 bilhões. A balança comercial registra superávit de US$ 53,677 bilhões na parcial de 2018, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira (10). Isso significa que, de janeiro até este domingo (9), as exportações superam as importações neste valor. O resultado é 13,5% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo da balança foi registrado em US$ 62,083 bilhões. No acumulado deste ano, informou o MDIC, as exportações somaram US$ 225,635 bilhões, com média diária de US$ 960 milhões (alta de 9,9% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 171,957 bilhões, ou US$ 731 milhões por dia útil (aumento de 21,2% em relação ao mesmo período de 2017). Em todo ano passado, a balança comercial registrou saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o início da série histórica do ministério, em 1989. Primeira semana de dezembro Na primeira semana de dezembro, o governo informou que as exportações superaram as importações em US$ 2,019 bilhões. Segundo o governo, as exportações somaram, na parcial deste mês, US$ 5,667 bilhões (crescimento de 28,8% na comparação com o mesmo período do ano passado) e, as importações, US$ 3,649 bilhões (alta de 15,9%). Contra dezembro de 2017, aumentaram as exportações de produtos básicos (+46,1%) e de produtos manufaturados (+17,2%) e de produtos semimanufaturados (+33,3%). Do lado das importações, cresceram as compras de adubos e fertilizantes (+120,2%), bebidas e álcool (+74,2%), alumínio e suas obras (+59,2%), leite e derivados (+58,6%) e siderúrgicos (+52%). Previsões para 2018 A expectativa do mercado financeiro para este ano é de piora do saldo comercial na comparação com 2017, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 58 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior. O Ministério da Indústria e Comércio Exterior, por sua vez, prevê saldo positivo de US$ 50 bilhões, o Banco Central prevê superávit de US$ 55,3 bilhões para este ano.
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10/12 - Itália multa Facebook em € 10 milhões por vender dados de usuários
Punição é a mais alta aplicada contra a empresa na Europa até agora por conta do escândalo Cambridge Analytica, em que dados de milhões de usuários foram cedidos a empresas sem autorização. Laptop com o logo do Facebook em frente a letreiro do prédio da Cambridge Analytica, em Londres. Daniel Leal-Olivas/France Presse A Autoridade de Concorrência e Garantia do Mercado (AGCM) da Itália comunicou que impôs duas multas ao Facebook, com valor total de 10 milhões de euros, por fornecer os dados dos seus usuários para fins comerciais e sem informá-los. O órgão divulgou em comunicado as conclusões das investigações que começaram em abril de 2018 sobre a subsidiária Facebook Ireland e sua matriz, Facebook Inc., por "supostas violações do Código do Consumidor". Esta é a multa mais alta imposta até agora na Europa contra o Facebook por conta do escândalo Cambridge Analytica, em que dados de milhões de usuários foram cedidos a diferentes empresas sem o seu consentimento, já que até agora a empresa tinha sido multada no Reino Unido em 500 mil libras (565 mil euros). Entenda o escândalo de uso político de dados de usuários do Facebook "A AGCM comprovou que o Facebook induz ao erro os usuários que se inscrevem na plataforma, sem informá-los de maneira adequada e imediata, durante a ativação da conta, que usam, com fins comerciais, os dados fornecidos por eles e, mais em geral, sobre os fins rentáveis que fundamentam a prestação do serviço de redes sociais, destacando só o serviço gratuito", diz a nota. A companhia também foi multada por "implementar uma prática agressiva" com a qual se "exerce uma influência indevida nos consumidores inscritos, que sofrem, sem o consentimento expresso e prévio, portanto, de forma inconsciente e automática, a transmissão dos seus dados do Facebook a sites e aplicativos de terceiros com fins comerciais". Facebook é multado no Reino Unido por violação de dados de usuários EUA confirmam que Facebook é investigado por acesso não consentido a dados de usuários
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10/12 - Inflação em 12 meses da Venezuela supera 1.000.000% em novembro, diz Assembleia
Nos acumulado em 12 meses, inflação foi de 1.300.000%. Em 2019, deve chegar a 10.000.000%. Nicolás Maduro mostra nota de bolívar soberano, moeda que passa a valer na Venezuela nesta segunda-feira (20) Miraflores Palace/Handout via REUTERS Os preços ao consumidor da Venezuela subiram 1.300.000% nos 12 meses até novembro, informou nesta segunda-feira (10) a Assembleia Nacional, que é controlada pela oposição, à medida que a hiperinflação e a recessão econômica vêm pressionando o país-membro da Opep. O Fundo Monetário Internacional (FMI) previu, no início deste ano, que a inflação superaria 1.000.000% em 2018 e 10.000.000% no próximo ano. A inflação mensal desacelerou para 144% em novembro, de 148% no mês anterior e 233% em setembro, informou a Assembleia Nacional em um relatório. Bolívar soberano passa a ser única moeda da Venezuela na próxima semana Plano econômico de Maduro entra em vigor na Venezuela; moeda tem corte de cinco zeros Fotógrafo mostra montanha de dinheiro necessária para comprar itens básicos na Venezuela O presidente socialista Nicolas Maduro aumentou no mês passado o salário mínimo mensal em 150%, para 4,5 bolívares, menos de US$ 10 na taxa de câmbio do mercado negro. Os cidadãos reclamaram que não podiam pagar itens básicos, apesar de um aumento de 60 vezes no valor do salário mínimo em agosto. A Assembleia Nacional tornou-se a única fonte confiável de dados sobre preços ao consumidor desde que o governo parou de publicar indicadores econômicos anos atrás, já que a queda dos preços do petróleo causou um recuo na atividade. O FMI tem pressionado a Venezuela para fornecer dados econômicos oficiais, disseram fontes no mês passado. Venezuela tem nova moeda com cinco zeros a menos, o bolívar soberano Reprodução/JN Maduro culpa uma "guerra econômica" travada por interesses comerciais domésticos e os Estados Unidos pelos problemas da Venezuela. Os críticos apontam as suas políticas intervencionistas e a impressão de dinheiro para financiar um amplo déficit fiscal como as causas da hiperinflação e escassez de produtos básicos.
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10/12 - TRF derruba liminar que suspendia acordo entre Boeing e Embraer
Decisão desta segunda-feira (10) é assinada pelo desembargador Luiz Alberto de Souza Ribeiro. Embraer e Boeing negociam criação de joint venture Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters Uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região derrubou a liminar que suspendia o acordo entre as empresas Boeing e Embraer para criação de uma joint venture (nova empresa). A decisão desta segunda-feira (10) é do desembargador Luiz Alberto de Souza Ribeiro. Na última semana, o juiz Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, havia concedido uma liminar (decisão provisória) para suspender o acordo entre as fabricantes de aviões. Em julho, a Boeing e a Embraer assinaram um acordo de intenções para formar uma "joint venture" (nova empresa) na área de aviação comercial, avaliada em US$ 4,75 bilhões. Nos termos do acordo, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes. Entenda por que gigantes da aviação estão se unindo Na decisão para derrubar a liminar que suspendia o acordo, o desembargador Luiz Alberto de Souza Ribeiro afirma que trata-se de uma operação entre empresas de natureza privada que operam em condições de livre comércio. "A invasão do Judiciário na autonomia privada das partes causa insegurança jurídica, o que gera, no contexto do caso em análise, reflexos no mercado nacional e internacional". Ele ainda acrescentou que "independentemente de a operação ser positiva ou não para a Embraer, o fato é que não cabe ao Judiciário, não existindo ilegalidade a ser sanada, interferir na viabilidade e regular curso das tratativas, sob pena de injusta usurpação da autonomia da vontade das partes". O desembargador ainda classificou a ação popular, movida pelos deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS) e Carlos Zaratini (PT-SP) para suspender o acordo entre as empresas, como "evidentemente precipitada,infundada e carente de demonstração de qualquer vício de legalidade da operação negocial em andamento e muito menos risco a quaisquer interesses públicos" . E acrescentou que "esta ação apenas estaria a basear-se em meras cogitações de supostas violações a interesses públicos, sem base concreta, talvez movidas apenas por motivações meramente ideológicas". O que dizem AGU e Embraer A Advogacia Geral da União (AGU) informou que "o momento para qualquer manifestação da acionista União somente ocorrerá quando for efetivamente submetida a proposta de eventual fusão, e segundo os termos do que vier estipulado na dita proposta, ao Conselho de Administração da Embraer”. Além disso, acrescentou que a "liminar também afrontava o princípio constitucional da livre iniciativa (ao interferir na negociação entre duas empresas privadas) e colocava em risco a ordem econômica, como demonstra a queda verificada no valor das ações da Embraer após a decisão". A Embraer informou em nota assinada pelo vice-presidente executivo financeiro, Nelson Krahenbuhl Salgado, que 'manterá seus acionistas e mercado informados acerca de quaisquer desdobramentos relevantes relativos à ação popular'. Recurso O deputado Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados, informou que vai recorrer da decisão por considerar que faltou ao desembargador informações sobre economia internacional. Na nota ao G1, ele citou exemplos de negociações que foram barradas pelo governo norte-americano. "O presidente [dos EUA] Donald Trump, em março desse ano, impediu a compra da Qualcomm (empresa norte-americana) pela Broadcom, companhia sediada em Cingapura. Trump usou um dispositivo que impede a venda de empresas norte-americanas a companhias estrangeiras em caso de risco à segurança nacional", disse. Ele citou ainda outros exemplos em que o governo norte americano protegeu os interesses nacionais. "Em setembro do ano passado, Donald Trump impediu a tentativa de uma estatal chinesa (Canyon Bridge Fund) de adquirir a empresa Lattice, de semicondutores, afirmando que isso representaria uma ameaça à segurança dos Estados Unidos", afirmou.
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10/12 - Eletrobras prevê economizar R$ 2,2 milhões mensais em novo escritório
Estatal deixou o tradicional endereço na avenida Presidente Vargas e passou a funcionar no edifício Mario Bhering, antiga sede do ONS. A Eletrobras calcula economizar R$ 2,2 milhões mensais com custos de aluguel, com a mudança de endereço do escritório central no Rio de Janeiro, informou a estatal nesta segunda-feira (10). De acordo com a empresa, a concentração de empregados no novo endereço estava previsto no Plano de Negócios e Gestão 2018-2022. A companhia deixou o tradicional endereço na avenida Presidente Vargas e passou a funcionar no novo escritório central, no edifício Mario Bhering, antiga sede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), na rua da Quitanda, no Centro do Rio. Em comunicado, a Eletrobras destacou que, em 2017, possuía escritórios em seis prédios do centro do Rio, com gastos de aluguel de R$ 3,3 milhões ao mês. Em 2019, este custo mensal será de R$ 1,1 milhão. “O prédio [do novo escritório central] pertence à Fundação Eletros e sua locação contribuirá para os planos de benefícios da entidade. Além da racionalização do espaço físico ocupado e da otimização de serviços, a iniciativa cria condições para a desmobilização de capital, que poderá ser aplicado no 'core business' da empresa”, afirmou estatal no comunicado.
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10/12 - Número de brasileiros inadimplentes cresce em novembro e volta a superar 63 milhões
Volume de brasileiros com nome sujo teve alta de 6,03% em novembro, a maior alta em 7 anos, segundo levantamento da CNDL e SPC. O número de brasileiros com nome sujo em razão de atrasos no pagamento de contas teve alta de 6,03% em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. É o que aponta o levantamento divulgado nesta segunda-feira (10) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Segundo o SPC, trata-se da maior alta para meses de novembro desde 2011, quando o avanço foi de 8,10%. Com o avanço da inadimplência, o país encerrou novembro com aproximadamente 63,1 milhões de brasileiros com o CPF negativado, segundo estimativa da CNDL e SPC. Apesar da alta, o número de inadimplentes segue abaixo do recorde de 63,6 milhões registrados em junho. Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a inadimplência do consumidor continua elevada pois a recuperação econômica segue lenta e ainda não se refletiu em melhora nos níveis de renda e nem em queda considerável do desemprego. “Os dois pilares fundamentais, que são emprego e renda, ainda enfrentam percalços. Por isso que o fim da recessão não foi o suficiente para melhorar as finanças do brasileiro. O ambiente econômico vem esboçando uma retomada gradual e bastante lenta e frustrou as expectativas de que o ano de 2018 seria o da consolidação dessa recuperação”, afirma. Inadimplência cresce mais entre idosos Segundo o levantamento, o crescimento da inadimplência é mais expressivo conforme aumenta a idade do consumidor. Em novembro, aumentou em 11,8% o número de inadimplentes com idade entre 65 e 84. As altas também foram acima da média nas faixas etárias entre 50 e 64 anos (8,5%), acima de 85 anos (7,7%) e dos 40 aos 49 anos (7,1%). Entre os brasileiros entre 30 e 39 anos, a alta foi menor, de 3,9%. Já entre a população mais jovem, a inadimplência apresentou queda de 22,3%, na faixa etária de 18 a 24 anos, e recuo de 4% levando em conta os consumidores de 25 a 29 anos. Dívidas bancárias lideram ranking As dívidas bancárias, que englobam cartão de crédito, cheque especial, financiamentos e empréstimos, foi a líder no ranking de crescimento, com alta de 10% em novembro. Em seguida ficaram os atrasos com serviços de internet, TV por assinatura e telefonia, cuja alta foi de 9%. Já as contas básicas para o funcionamento da residência, como água e luz, cresceram 7,1% no volume de atrasos. O único setor a apresentar queda na quantidade de dívidas não pagas foi o comércio, que teve recuo de 6,6%. De modo geral, as dívidas com instituições financeiras continuam ocupando a maior fatia do total de dívidas que estão em atraso no país: 51% das pendências são devidas a essas empresas. Na sequência, estão os serviços de comunicação (15%), crediário no comércio (17%) e contas de água e luz (9%).
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10/12 - Bovespa fecha em queda com exterior desfavorável
Nesta segunda-feira, índice da bolsa paulista caiu 2,50%, a 85.914 pontos. Bovespa - Operadores acompanham as cotações do índice de ações da Bovespa Rafael Matsunaga/ (Arquivo) – Wikipédia A bolsa paulista recuou nesta segunda-feira (10), tendo como pano de fundo a cautela no exterior por preocupações sobre o crescimento econômico. O Ibovespa caiu 2,50%, a 85.914 pontos, na mínima da dessão. Na máxima, a bolsa chegou a 88.384 pontos. Veja mais cotações No exterior, prevaleceu a cautela, dada a preocupação de uma diminuição no ritmo de crescimento mais acentuada ou prolongada das principais economias. Dados sobre o comércio exterior chinês referendaram o quadro de desaceleração da economia da China e do mundo, bem como o ambiente de fragilidade da economia chinesa diante do embate comercial com os Estados Unidos, destacou a Reuters. Conforme números conhecidos no sábado na China, as exportações denominadas em dólar em novembro cresceram 5,4% em relação a um ano antes, enquanto as importações avançaram 3%, ambas muito abaixo das expectativas dos analistas e com expansão na base anual menor do que apurado um mês antes. A ação preferencial da Petrobras recuou 5,37%, em meio ao declínio nos preços do petróleo, enquanto os bloqueios de caminhoneiros também causaram certa apreensão e endossaram movimentos de realização de lucros nos papéis. O papel preferencial do Bradesco caiu 1,93%, e a ação do Itaú Unibanco perdeu 2,67%, com a piora do apetite a risco generalizada. Já a Vale encerrou em baixa de 2,13%, alinhada ao desempenho de suas pares na Europa, além da queda dos preços do minério de ferro na China.
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10/12 - PAT de Americana divulga 44 vagas de emprego; veja lista
Interessados devem cadastrar o currículo no site da Prefeitura. Candidatos na recepção do PAT de Americana (SP), que tem 44 vagas de emprego em diversas áreas. Marília Pierre/Prefeitura de Americana/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Americana (SP) está com 44 vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (10) em várias áreas de atuação. As oportunidades são para todos os gêneros e a lista inclui oportunidades para pessoas com deficiência (PCD). Os interessados devem cadastrar o currículo no site da Prefeitura de Americana. O PAT fica localizado na Rua Anhanguera, nº 16, Centro. O atendimento é realizado de segunda a sexta, das 8h ao meio-dia, e das 13h às 16h. O PAT avisa que as vagas estão sujeitas a alterações. Para mais informações sobre as ocupações acesse o site do órgão. Confira a lista completa de vagas Atendente de lavanderia - 1 vaga Auxiliar administrativo (a) - 1 vaga Auxiliar de lavanderia - 1 vaga Auxiliar de limpeza - 10 vagas Auxiliar de limpeza (PCD) - 2 vagas Auxiliar de produção - 2 vagas Borracheiro (a) - 1 vaga Costureira (o) - 1 vaga Eletricista - 1 vaga Eletrônico (a) de manutenção - 1 vaga Hidrojatista - 4 vagas Instrutor (a) de informática - 1 vaga Mecânico (a) de carretas - 1 vaga Mecânico (a) pleno - 1 vaga Operador (a) de caixa (PCD) - 1 vaga Pintor (a) - 5 vagas Pintor (a) de obras (PCD) - 2 vagas Programador (a) de centro de usinagem - 1 vaga Revisor (a)/enfestador (a) de tecidos acabados - 1 vaga Serralheiro (a) - 1 vaga Vendedor (a) - 5 vagas Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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10/12 - De esteticista a manobrista: PAT Indaiatuba oferece 20 vagas de emprego
Interessados devem comparecer ao posto para análise de perfil e cadastro. Salários chegam a R$ 1,9 mil. PAT de Indaiatuba (SP) oferece 20 vagas de emprego com salários de até R$ 1,9 mil. Claudio Vieira/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) em Indaiatuba (SP) está com 20 vagas de emprego nesta segunda-feira (10). Os salários anunciados vão de R$ 1,2 mil a R$ 1,9 mil. As vagas são para candidatos de todos os gêneros. Segundo a unidade, há cargos para os níveis de ensino fundamental, médio e superior. As oportunidades exigem experiência de seis meses na função, exceto para os cargos de controlador (a) de entrada e saída e motorista entregador (a). Os interessados devem comparecer ao PAT para análise de perfil e cadastro, com RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. A unidade fica na Rua Jacob Lyra, nº 344, no Parque das Nações, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h. Mais informações pelo telefone: (19) 3825-6622. Confira a lista completa de vagas Ajudante de carga e descarga - 1 vaga Assistente de vagas - 1 vaga Auxiliar de escrituração fiscal - 1 vaga Auxiliar de expedição - 1 vaga Auxiliar de limpeza - 1 vaga Auxiliar de manutenção predial - 1 vaga Controlador (a) de entrada e saída - 1 vaga Empregada (o) doméstica (o) - 1 vaga Esteticista - 1 vaga Manobrista - 1 vaga Mecânico (a) de automóveis - 2 vagas Mecânico (a) de refrigeração - 1 vaga Motorista de caminhão - 1 vaga Motorista entregador - 1 vaga Operador (a) de máquinas de construção civil e mineração - 1 vaga Operador (a) de máquinas de empacotar - 1 vaga Pedreiro (a) - 1 vaga Servente de pedreiro - 1 vaga Técnico (a) químico de laboratório - 1 vaga Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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10/12 - Banco central da França reduz estimativa de crescimento para o 4º tri por protestos
Projeção recuou de alta de 0,4%, em relação aos três meses anteriores, para apenas 0,2%. Polícia atira bombas de gás lacrimogêneo em manifestantes na Champs Elysees, em Paris, durante protesto no sábado (8) Benoit Tessier/Reuters O crescimento da França deve desacelerar no último trimestre do ano, com uma onda de protestos contra o governo afetando a atividade empresarial, estimou o banco central nesta segunda-feira (10), rebaixando sua perspectiva. O banco central da França projetou que a segunda maior economia da zona do euro deve registrar um crescimento de apenas 0,2% no trimestre em relação aos três meses anteriores, ante 0,4% na estimativa anterior e a partir dessa taxa no terceiro trimestre. Executivos entrevistados para a composição do indicador mensal de clima de negócios do banco central disseram que os protestos, que atingiram as cadeias de oferta e as vendas no varejo, pesaram sobre a atividade em novembro. Seu indicador de clima de negócios para o setor industrial caiu para uma mínima de quatro meses de 101 em novembro, contra 102 em outubro, com as empresas da indústria automobilística e de alimentos anunciando um impacto proveniente dos protestos. A utilização da capacidade da indústria caiu para o ponto mais baixo desde maio, enquanto o crescimento da produção, fornecimento e contratação estagnou, segundo a pesquisa. Enquanto isso, o indicador para o setor de serviços ficou estável em 102, embora as empresas tenham dito que a demanda geral foi a mais fraca desde agosto de 2016, com restaurantes, empresas de transporte e veículos reportando negócios particularmente fracos.
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10/12 - Odebrecht fecha acordo de leniência com Ministério Público do Peru
Empresa pagará US$ 182 milhões como reparação civil ao Peru. Logo da Odebrecht Paulo Whitaker/Reuters O Ministério Público do Peru e a construtora brasileira Odebrecht selaram um acordo de cooperação em casos de supostos subornos que podem levar à justiça até quatro ex-presidentes peruanos, informou a empresa no domingo (9). "O acordo, celebrado com o Ministério Público e a Procuradoria Pública, é o marco mais importante de um amplo e profundo processo de colaboração com as autoridades do Peru", destacou a Odebrecht em um comunicado. "A empresa reconheceu responsabilidades, pediu desculpas à sociedade e se dispôs a reparar o Estado pelos danos civis sofridos", acrescentou a empresa. De acordo com o portal IDL Repórteres, a empresa pagará US$ 182 milhões (o equivalente a R$ 709 milhões) como reparação civil ao Peru, mas em seu comunicado a Odebrecht não mencionou valores. Procurada pelo G1, a companhia confirmou o valor. "Pela primeira vez desde o início do caso, as autoridades do Estado - procuradores e advogados - chegaram a um acordo abrangente de colaboração efetiva que, se não for sabotado por comparsas entranhados no sistema fiscal e judicial, permitirá que o caso Lava Jato seja resolvido no Peru ", disse o portal de jornalismo investigativo IDL Reporteros, que publicou um resumo do documento. Por meio do acordo, o Ministério Público do Peru compromete-se a "não usar as informações confessadas para iniciar ações contra a Odebrecht ou seus funcionários". Entenda o caso A indenização foi baseada em quatro licitações que a Odebrecht venceu no Peru, pagando propinas a autoridades peruanas. Os projetos envolvidos nos escândalos são uma linha de metrô em Lima; trechos 2 e 3 da Rodovia Interoceânica Sul, que liga o Peru ao Brasil; a rodovia urbana entre Lima e Callao; e uma rodovia em Cusco. A Odebrecht pagará o valor em 15 parcelas anuais, conforme acordado com autoridades dos Estados Unidos e do Brasil. O caso da Odebrecht no Peru já atingiu desde então os presidentes Alejandro Toledo (2001-2006), Alan García (2006-2011), Ollanta Humala (2011-2016) e Pedro Pablo Kuczynski (2016-2018). De todos eles estão sob investigação do Ministério Público e o único formalmente acusado é Toledo, suspeito de ter recebido US$ 20 milhões em propinas da Odebrecht. O Peru pediu aos Estados Unidos a extradição de Toledo, que reside na Califórnia. Os casos de García, Humala e Kuczynski estão na fase de investigação da procuradoria. Presume-se que o acordo firmado com a Odebrecht permitirá determinar se eles estão envolvidos em operações ilícitas. A Odebrecht admitiu em 2016 nos Estados Unidos, que pagou subornos no Peru por US$ 29 milhões entre 2005 e 2014. Além do Peru, a empresa também firmou acordo de leniência com autoridades de 6 países: Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Panamá, Equador e Guatemala, e está em negociações nos demais mercados em que atua. A Odebrecht Engenharia e Construção atualmente emprega 19 mil trabalhadores, de 27 diferentes nacionalidades, em 18 obras espalhadas no Brasil e no mundo.
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10/12 - Governo leva Amazonas Energia a leilão nesta segunda-feira
Leilão faz parte da estratégia do governo de vender seis distribuidoras da estatal. Quatro já foram leiloadas. Unidade de energia da Eletrobras no Amazonas. Divulgação/Eletrobras O governo realiza nesta segunda-feira (10) o leilão da penúltima das seis distribuidoras da Eletrobras cujas privatizações estavam previstas para acontecer este ano. O leilão da Amazonas Energia está marcado para começar às 17h na seda da B3, antiga BM&FBovespa, em São Paulo. A disputa havia sido suspensa por uma decisão judicial na sexta-feira (7), mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região cassou a liminar e o leilão deve acontecer conforme o previsto. Em comunicado, a Eletrobras confirmou a decisão e acrescentou que, nesta data, não há nenhum impedimento para a realização da sessão pública do Leilão de venda da Amazonas Energia, que ocorrerá nesta data. Segundo o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), o leilão desta segunda-feira pode garantir uma redução de até 11,36% nas tarifas de energia. Isso porque uma das regras do leilão favorece as empresas que se comprometerem com descontos na tarifa. A Amazonas Energia atende 897.041 consumidores em 62 municípios do estado. Governo leiloa Amazonas Energia nesta segunda-feira Alexandre Mauro/G1 Em julho, o governo vendeu a Companhia Energética do Piauí (Cepisa) para a Equatorial Energia. Em agosto, foram três em um único leilão: Eletroacre e Ceron foram arrematadas pela Energisa, enquanto a Boa Vista Energia ficou com o consórcio Oliveira Energia, empresa que opera nos Sistemas Isolados do Norte do País. Caso o governo consiga vender a Amazonas Energia, restará apenas a Companhia Energética de Alagoas (CEAL) para ser licitada. A Ceal está com o leilão marcado para 19 de dezembro. Adiamentos O leilão da Amazonas Energia acontece nesta segunda após uma série de adiamentos. A data inicial para a venda era 26 de julho. Mas a demora em aprovar um projeto que facilitava a venda de distribuidoras, seguida de uma série de decisões judiciais, levou a adiamentos seguidos. O governo defende a privatização das distribuidoras como alternativa para melhorar a prestação de serviço. Também faz parte da estratégia do governo privatizar a Eletrobras. Porém, por falta de apoio no Congresso, o projeto sobre o tema não foi adiante. Regras Vencerá o leilão quem ofertar o maior desconto de tarifa, em cima de um reajuste concedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Esse desconto é conhecido como deságio. Se todos os concorrentes abrirem mão de todo o reajuste, ganhará a disputa quem pagar o maior valor de outorga para a União. A empresa que vencer terá que cumprir obrigações de investimentos. Privatização Com a decisão da Eletrobras de não renovar a concessão das distribuidoras em 2016, o governo resolveu privatizar seis empresas. Desde então, a Eletrobras tem operado as companhias temporariamente. Em fevereiro, a assembleia da Eletrobras aprovou a venda das distribuidoras. Decidiu, ainda, assumir R$ 11,2 bilhões em dívidas das empresas. Se as distribuidoras não forem vendidas, a Eletrobras fará a liquidação das empresas, ou seja, encerrará a operação, medida que custará pelo menos R$ 16,6 bilhões à estatal. Liquidação Em setembro, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, afirmou que se a privatização não acontecer até 31 de dezembro, a Amazonas Energia será liquidada, ou seja, a Eletrobras vai fechar a subsidiária e a União terá que assumir a prestação de serviço. Na ocasião, Moreira Franco afirmou acreditar que o leilão acontecerá. Mas, se não acontecer, o governo irá se preparar para assumir a prestação do serviço. "Nós temos até o dia 31 de dezembro e para isso, evidentemente, estamos procurando tomar todas as medidas para preservar a manutenção do serviço", disse.
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10/12 - Justiça derruba liminar que suspendia leilão da Amazonas Energia
Decisão na sexta-feira (7) havia impedido a realização do leilão marcado para esta segunda-feira (10). A liminar que impedia o leilão da distribuidora de energia da Eletrobras no Estado do Amazonas foi cassada pela Justiça na véspera, dando condições de realização do certame nesta segunda-feira (10). Em comunicado, a Eletrobras confirmou a decisão e acrescentou que, nesta data, não há nenhum impedimento para a realização da sessão pública do Leilão de venda da Amazonas Energia, que ocorrerá nesta data. "A Eletrobras manterá o mercado informado acerca do assunto tratado neste comunicado ao Mercado", informou. A decisão que liberou a realização do leilão é do desembargador federal Kassio Marques, vice-presidente do Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Em sua decisão, Marques afirmou que a decisão liminar que suspendia o leilão não comprova a ilegalidade do ato administrativo da Aneel. O desembargador federal disse ainda que vislumbrou “grave violação às ordens pública e jurídica causada pela decisão que, em caráter liminar, suspendeu a realização de ato administrativo – leilão – que se demonstra de essencial interesse público”. Sistema da Eletrobras no Amazonas Divulgação/Eletrobras A liminar que suspendia o certame havia sido concedida na última sexta-feira pela Justiça Federal do Amazonas. A ação popular contra a privatização questionava a autorização dada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para transferir o contrato de compra de combustíveis para geração de energia da Amazonas D para a Amazonas GT, sem a anuência da distribuidora de gás do Amazonas, a Cigas. Na decisão, o juiz Ricardo A. De Sales citou o "aparente açodamento dos agentes da administração federal em pretender alienar patrimônio público, sem as cautelas necessárias à segurança jurídica –e salvaguarda dos direitos do consumidor, especialmente do consumidor de baixa renda". Com a cassação da liminar, a expectativa é de que o leilão da Amazonas Energia ocorra no final da tarde desta segunda-feira. Governo leiloa Amazonas Energia nesta segunda-feira Alexandre Mauro/G1
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10/12 - Dólar fecha em alta e sobe a R$ 3,92, com temores de desaceleração global
Moeda norte-americana avançou 0,64% e registrou a quinta alta seguida; na máxima da sessão, dólar chegou a R$ 3,9453. Cédulas de dólar e real. Reuters O dólar subiu nesta segunda-feira (10) e superou o patamar de R$ 3,90, em meio à continuidade da tensão entre Estados Unidos e China e diante de preocupações com o enfraquecimento econômico global. No cenário local, o mercado acompanhou denúncias envolvendo um ex-assessor do filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro. A moeda norte-americana avançou 0,64%, vendida a R$ 3,920. Veja mais cotações. Foi o quinto avanço seguido do dólar e o maior patamar desde 2 de outubro (R$ 3,9333). Na máxima da sessão, a moeda dos EUA foi a R$ 3,9453 e, na mínima, a R$ 3,8921. "Dado que não temos muito o que esperar no curto prazo (no mercado local), estamos ligados ao externo. E não acredito que o investidor esteja colocando muito prêmio", disse à Reuters o operador de câmbio da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado ao destacar que pontos importantes, como a reforma da Previdência, só devem ocorrer no próximo ano. Os investidores seguiram cautelosos com a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que ganhou um adicional com a prisão de executiva da empresa chinesa Huawei, o que levanta preocupações de que a trégua acertada entre os presidentes das duas nações no G20 não sirva para se chegar de fato a um acordo. Há ainda a preocupação sobre a desaceleração econômica mundial, sobretudo depois que a China mostrou exportações e importações crescendo muito menos do que se esperava em novembro, já refletindo o desaquecimento gerado pela briga comercial e que tem o agravante de que o país registrou maior superávit com os Estados Unidos no mês passado. "Não é apenas a China, os EUA e o Japão, vamos adicionar a Europa e a Austrália também. Os dados são muito, muito ruins em todos os lugares e não são dados retroativos", disse à Reuters Stephen Innes, diretor de negociações da região Ásia-Pacífico da OANDA. "O sentimento é ruim para as ações em geral. Eu não vejo nenhuma esperança. Vai ser uma péssima temporada de férias pelo que parece", acrescentou. Internamente, o foco se voltou para as denúncias envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito e filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, que podem impactar o futuro governo. O Banco Central vendeu nesta sessão 13,83 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou US$ 4,149 bilhões do total de US$ 10,373 bilhões que vence em janeiro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.
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10/12 - Prova do concurso da AGU será remarcada para 5 cargos
O motivo alegado é o atraso na entrega das provas nas cidades de Cuiabá, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Luís, o que impediu a realização dos exames. PM foi acionada por confusão em frente a local de prova da AGU em Florianópolis Divulgação A Advocacia Geral da União (AGU) informou em comunicado que as provas do concurso aplicadas para cinco cargos no domingo (9) foram canceladas e serão remarcadas. O motivo alegado é o atraso na entrega das provas nas cidades de Cuiabá, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Luís, o que impediu a realização dos exames. Concurso da AGU tem provas canceladas por problemas de logística e candidatos acionam a polícia em SC Candidatos não recebem caderno de prova e prestam queixa por não conseguirem fazer concurso da AGU em Cuiabá De acordo com a AGU, a comissão organizadora da instituição se reunirá na próxima terça-feira (11) com representantes do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural, e Assistencial Nacional (Idecan), empresa organizadora do concurso público, para discutir nova data da prova para os cargos de administrador, arquivista, contador, técnico em comunicação social e técnico em assuntos educacionais. "A medida é necessária para assegurar a lisura do certame e para que nenhum candidato seja prejudicado, visto que a referida banca examinadora teve problemas logísticos que impossibilitaram a entrega de provas", informou em nota. As provas para os cargos de analista técnico-administrativo e bibliotecário transcorreram sem incidentes graves e deverão ser consideradas válidas. Segundo a AGU, os problemas ocorridos são de total responsabilidade do Idecan, que deverá arcar com os custos de aplicação da nova prova, cuja data de realização será divulgada tão logo seja definida. Em nota, o Idecan informou que "o planejamento logístico, assim como todas as etapas do certame, foi realizado minuciosamente por uma equipe altamente qualificada. Entretanto, os malotes de provas foram entregues com atraso pelo operador logístico responsável pelo transporte aéreo". O concurso O concurso da AGU recebeu 62.151 inscrições para 100 vagas em sete cargos. O mais concorrido foi o de analista-técnico administrativo, para candidatos com nível superior em qualquer área: 26.494 inscritos para 7 vagas de ampla concorrência, ou 3.784 candidatos/vaga. No site do Idecan, é possível acompanhar o concurso O edital é para 48 vagas de administrador, 10 de analista técnico-administrativo, 2 de arquivista, 1 de bibliotecário, 32 de contador, 2 de técnico em assuntos educacionais e 5 de técnico em comunicação social. O salário é de R$ 6.203,34.
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10/12 - Caiu na malha fina do IR 2018? Veja o que fazer
Contribuinte pode enviar declaração retificadora; quando a situação for resolvida, ele sai da malha fina e, caso tenha direito, a restituição será incluída nos lotes residuais. A Secretaria da Receita Federal liberou nesta segunda-feira (10) as consultas ao 7º e último lote de restituição do Imposto de Renda 2018. Quem não apareceu em nenhum dos lotes está entre as 628 mil declarações retidas na malha fina. O contribuinte que caiu na malha, ou seja, teve sua declaração retida para verificação de eventuais pendências ou omissões, pode tomar providências para regularizar a situação. As restituições são pagas somente após a questão ter sido resolvida. Veja o que fazer se a sua declaração do IR 2018 ficou retida na malha fina: Descubra o problema Por meio do chamado "extrato" do Imposto de Renda – disponível por meio do site da Receita Federal – o contribuinte consegue saber quais pendências ou inconsistências foram encontradas pelo Fisco na sua declaração do IR. Clique aqui para acessar o extrato. Para acessar o extrato do IR é preciso usar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Clique aqui para gerar o código de acesso de pessoa física. Vale lembrar que para gerar o código de acesso, a Receita solicita os recibos de entrega das duas últimas declarações do IR. A Receita aponta que, ao acessar o extrato, é importante prestar atenção na seção "Pendências de malha". "É nessa seção que o contribuinte pode identificar se a declaração está retida em malha fiscal, ou se há alguma outra pendência que possa ser regularizada por ele mesmo", diz o fisco. Nesta seção, o contribuinte encontrará links para verificar com detalhes o motivo da retenção e consultar orientações de procedimentos. Veja principais razões pelas quais as declarações foram retidas: Omissão de rendimentos do titular ou seus dependentes: 379.547 Divergências entre o IRRF informado na declaração e o informado em DIRF: 183.274 Despesas médicas: 163.594 Dedução de previdência oficial ou privada, dependentes, pensão alimentícia e outras: 128.536 Retificação Depois de descobrir quais inconsistências foram encontradas pela Receita Federal na declaração do Imposto de Renda, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora ao Fisco e, deste modo, sair da malha fina. Nesse caso, como é fora do período normal de entrega, a declaração retificadora deve ser feita no mesmo modelo utilizado na declaração a ser retificada, não sendo permitida a troca de modelo – ou seja, se foi na simplificada, deve ser feita novamente na simplificada. A declaração retificadora equivale à declaração originalmente apresentada e a substitui integralmente. Portanto, a Receita alerta que a retificação deve conter todas as informações anteriormente declaradas com as alterações e exclusões necessárias, bem como as informações adicionadas, se for o caso. Para fazer a declaração retificadora, será necessário informar o número do recibo da declaração original. Quando a situação for resolvida, caso tenha direito à restituição, ela será incluída nos lotes residuais do IR. A retificação não pode ser feita quando a declaração do exercício já estiver sob procedimento de fiscalização ou quando o contribuinte tem declaração retida em malha e já tenha agendado atendimento no Fisco. Chamado do Fisco e agendamento A Receita Federal informa que o contribuinte que caiu na malha fina, e, mesmo assim, entende que não há inconsistências ou omissões em sua declaração do IR, pode aguardar ser chamado pelo Fisco para apresentar os documentos que comprovem que a declaração foi feita corretamente. Nesse caso, não é necessário enviar uma declaração retificadora do IR. Os contribuintes também podem agendar seu atendimento no Fisco, sem ter a necessidade de aguardar a notificação pelo órgão, pela internet - o agendamento para declarações do exercício 2018 começa a partir de janeiro de 2019. Entretanto, caso a Receita julgue que o contribuinte não tem razão, cobrará o imposto devido com uma multa de 75%, além dos juros (taxa Selic). Quando a declaração é liberada? Quando caem em malha, as declarações são liberadas somente após o contribuinte sanar as dúvidas do Fisco, o que pode ser feito nas unidades da Receita Federal com "documentação comprobatória". "Se não houver erro na declaração apresentada e o contribuinte tiver todos os documentos que possam comprovar os valores declarados, apontados como pendências, pode agendar uma data para comparecer à Receita Federal e apresentar a documentação", explicou o órgão. A declaração também pode ser retirada da malha fina após o contribuinte admitir que há pendências, ou inconsistências no documento, e enviar uma declaração retificadora do Imposto de Renda. Quando a situação for resolvida, caso tenha direito à restituição, ela será incluída nos lotes residuais do IR - que começam a ser pagos em janeiro do ano que vem.
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10/12 - Mercado financeiro reduz expectativa de inflação e de crescimento do PIB para 2018
Na sétima queda consecutiva, estimativa de inflação para 2018 passa de 3,89% para 3,71%. Previsão de alta do PIB neste ano recua de 1,32% para 1,30%. Os economistas do mercado financeiro baixaram a expectativa de inflação para 2018 e também reduziram a previsão de crescimento da economia para este ano. As estimativas constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o mercado financeiro reduziu a previsão de 3,89% para 3,71% para este ano. Foi a sétima queda seguida deste indicador. A expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2019, os economistas das instituições financeiras diminuíram sua expectativa de inflação de 4,11% para 4,07%, na sétima queda seguida do indicador. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%. ESTIMATIVAS DO RELATÓRIO FOCUS Produto Interno Bruto Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, a previsão do mercado financeiro recuou de 1,32% para 1,30% na semana passada. Foi a segunda queda seguida do indicador. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. A queda na previsão de alta do PIB para este ano aconteceu após a divulgação do resultado do terceiro trimestre – que apontou crescimento de 0,8% contra os três meses anteriores. Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro para expansão da economia permaneceu em 2,53%. Os economistas dos bancos também não alteraram a previsão de expansão da economia para 2020 e para 2021 – que continuou em 2,5%. Outras estimativas Taxa de juros - O mercado manteve estável em 6,50% ao ano a estimativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018 – atual patamar e piso histórico. Para o fim de 2019, a expectativa do mercado financeiro recuou de 7,75% para 7,50% ao ano. Mesmo assim, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem. Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 por dólar. Para o fechamento de 2019, continuou R$ 3,80 por dólar. Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2018 ficou estável em US$ 58 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit subiu de US$ 52,2 bilhões para US$ 53,4 bilhões. Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, continuou em US$ 70 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas avançou de US$ 76 bilhões para US$ 77,2 bilhões.
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10/12 - Executiva da Huawei presa no Canadá pede libertação por motivos de saúde
Meng Wanzhou, que enfrenta acusações por fraude para violar sanções ao Irã, afirmou que sofre de hipertensão grave. A pedido dos EUA, polícia do Canadá prende executiva chinesa Reprodução/JN A executiva do grupo chinês de telefonia Huawei presa no Canadá a pedido da justiça dos Estados Unidos solicitou a libertação por razões de saúde. Meng Wanzhou, diretora financeira da Huawei, afirmou que sofre de hipertensão grave, indica um documento apresentado no domingo. Meng foi detida em Vancouver no início do mês a pedido dos Estados Unidos, que deseja processá-la por permitir negócios com o Irã que são proibidos por Washington. Na sexta-feira, ela compareceu a uma audiência com um juiz canadense que deve decidir sobre uma eventual liberdade condicional. A audiência será retomada nesta segunda-feira. Meng informou no domingo que sofre de hipertensão grave há vários anos e que depois de sua detenção precisou de internação. Na sexta-feira, o Ministério Público canadense expressou oposição à liberdade sob fiança por considerar um possível risco de fuga à China para evitar a extradição aos Estados Unidos. A detenção de Meng provocou a revolta da China, que exige e libertação imediata da executiva e colocou em dúvida a trégua anunciada na semana passada entre Washington e Pequim para tentar solucionar o conflito comercial. Diretora-financeira grupo chinês Huawei comparece a um tribunal no Canadá Os EUA têm 60 dias para apresentar uma solicitação formal de extradição; se sua evidência convencer um juiz de que o caso tem mérito, o ministro da Justiça do Canadá decidirá se extraditará Meng. A China criticou fortemente sua detenção e exigiu sua libertação imediata, ameaçando "consequências" para o Canadá, se não o fizer. Falando em Pequim na segunda-feira, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, disse que "depende totalmente do Canadá" quais seriam essas consequências se "não manejarem corretamente" a situação com Meng. Initial plugin text
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10/12 - Protesto de caminhoneiros: quatro são detidos e um fica ferido na Dutra, em Barra Mansa
Na manhã desta segunda, congestionamento chegou a 6 km. Caminhões foram apedrejados e um agente da PRF agredido no trecho. Manifestação deixa trânsito lento na Dutra, em Barra Mansa, RJ Divulgação/PRF Uma manifestação de caminhoneiros interrompeu parcialmente o trânsito na manhã desta segunda-feira (10) na Via Dutra, em Barra Mansa, no Sul do Rio de Janeiro. Ao todo, quatro pessoas foram detidas, um caminhoneiro ficou ferido, cinco caminhões foram apedrejados e um agente da PRF foi agredido. A Polícia Rodoviária Federal informou que durante uma abordagem a dois manifestantes na Dutra, em Barra Mansa, um deles se recusou a apresentar a documentação e tentou fugir, mas foi detido. Com isso, outros manifestantes cercaram a equipe e agrediram um dos agentes. Dois foram levados para a 90ª Delegacia de Polícia (Barra Mansa), onde foram ouvidos e liberados. Ainda na manhã desta segunda, próximo ao km 265, dois homens foram presos por suspeita de apedrejar três caminhões. Os suspeitos, de 22 e 39 anos, foram levados para a delegacia, onde ficaram à disposição da Justiça. Ainda de acordo com a PRF, por volta das 10h, um caminhoneiro foi atingido por uma pedra no sentido São Paulo, por não querer aderir ao movimento. Ele foi atendido no local e liberado. O veículo teve o vidro dianteiro estilhaçado. Durante a madrugada desta segunda-feira, houve registro de quatro caminhões atingidos por pedras no para-brisa no mesmo trecho. Ninguém ficou ferido. Caminhão foi atingido por pedrada e motorista ficou ferido na Dutra, em Barra Mansa Divulgação/PRF Trânsito: congestionamento e interdições Por volta das 12h, o trânsito seguia sem retenções no trecho, assim como os acostamentos, que foram liberados em Barra Mansa, Piraí e Porto Real. Segundo a concessionária que administra a rodovia, a Nova Dutra, o protesto começou às 5h19. Pela manhã, o congestionamento chegou a 6 km no sentido Rio de Janeiro — do km 276, próximo a Bocaininha, chegando ao km 282. A faixa da direita também chegou a ficar interditada e apenas veículos leves e ônibus seguiam viagem. Os manifestantes impediam a passagem de outros caminhões, liberando os veículos que transportavam alimentos perecíveis. Até a atualização desta reportagem, uma equipe da PRF estava no local para auxiliar no trânsito. Os postos de combustíveis próximo ao trecho são ocupados por caminhões. A PRF não soube precisar quantos veículos estão estacionados, por causa da grande quantidade. A PRF informou que o motivo da manifestação seria contra a decisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que proibiu, na última quinta-feira (6), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de multar por descumprimento da tabela do frete as transportadoras e empresas. Esse foi um dos motivos que fez os manifestantes da greve de maio deste ano de suspender a paralisação. Questionada sobre os protestos desta segunda, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) informou que a categoria tem convocado assembleias, mas que ainda não há decisão sobre greve ou paralisações. A organização diz que "discorda e está indignada" com a decisão do ministro Luiz Fux. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) afirmou não participar dos protestos desta segunda-feira. Na sexta-feira (7), a organização divulgou nota emque se disse contrária a uma nova paralisação geral, mas que não poderia se opor à decisão dos caminhoneiros. Outros protestos Outros pontos da Rodovia Presidente Dutra foram ocupados por manifestantes na manhã desta segunda. Os protestos foram registrados no trecho do Vale do Paraíba e também no porto de Santos, em São Paulo, para evitar o acesso dos rodoviários aos terminais. Nos dois, os manifestantes ocuparam parcialmente a pista e o trânsito chegou a fica congestionado. Sentido Rio de Janeiro ficou congestionado na Dutra, em Barra Mansa Arquivo Pessoal/Diego Gavazzi Manifestação reflete no trânsito no sentido Rio da Dutra, em Barra Mansa Arquivo Pessoal/Diego Gavazzi Manifestação dos caminhoneiros afeta trânsito na Dutra, em Barra Mansa Arquivo Pessoal/Diego Gavazzi
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10/12 - Economia do Japão tem no 3º tri maior contração em 4 anos com redução de gastos pelas empresas
PIB encolheu a uma taxa anualizada de 2,5%, recuo mais forte do que a estimativa inicial de contração de 1,2%. Primeiro-ministro japonês Shinzo Abe Reuters A economia do Japão registrou a maior contração em mais de quatro anos no terceiro trimestre uma vez que as empresas reduziram os gastos, ameaçando refrear as perspectivas de investimento em 2019 conforme o país enfrenta a desaceleração do crescimento global e os atritos comerciais. O Produto Interno Bruto (PIB) do Japão encolheu a uma taxa anualizada de 2,5 por cento no trimestre entre julho e setembro, pior contração desde o segundo trimestre de 2014, ante crescimento de 2,8 por cento no segundo trimestre, mostraram dados revisados do Escritório do Gabinete. O recuo, em parte devido a uma série de desastres naturais que forçaram as fábricas a cortar a produção, foi mais forte do que a estimativa inicial de contração de 1,2% e contra a expectativa de economistas de declínio de 1,9%. O componente de gastos de capital do PIB caiu 2,8% ante o segundo trimestre, pior do que o declínio de 1,6% esperado e do que a preliminar de recuo de 0,2%. O número revisado do PIB se traduz em uma contração de 0,6% sobre o trimestre anterior em termos reais e ajustados aos preços, contra leitura preliminar de queda de 0,3% e estimativa de economistas de recuo de 0,5%.
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10/12 - Tenho uma previdência privada VGBL, mas posso poupar mais; onde investir?
"Possuo uma previdência privada VGBL na qual deposito R$ 150 mensais. Posso poupar outros R$ 300 mensais e gostaria de saber onde investir." Tenho uma previdência privada VGBL, mas posso poupar mais; onde investir?
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