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18/02 - Xiaomi anuncia lançamento de dois smartphones no Brasil
Após homologação na Anatel, Grupo DL, que fará a distribuição dos aparelhos, confirmou a chegada do Redmi Note 6 Pro e do Pocophone F1 ao mercado brasileiro. Último lançamento da Xiaomi no país foi em 2015. Em retorno da Xiaomi, Pocophone F1 estará disponível no Brasil. Divulgação Depois de uma tentativa em 2015, a fabricante de smartphones e eletrônicos Xiaomi anunciou novos lançamentos no Brasil. Desta vez, a empresa chega ao varejo físico com dois modelos de smartphone, Redmi Note 6 Pro e PocoPhone F1. Segundo a distribuidora DL, que foi quem realizou a homologação dos modelos junto à Anatel, os aparelhos serão vendidos pela rede Ricardo Eletro, da Máquina de Vendas. O preço dos aparelhos está sendo debatido com a varejista e por isso não foi anunciado um valor oficial. Depois que um aparelho é homologado pela agência significa que ele tem autorização para ser vendido no país. Quando veio ao Brasil pela pela primeira vez em 2015, a Xiaomi vendia o modelo Redmi 2 por R$ 500 no comércio online, uma forma de evitar a distribuição e reduzir custos ao consumidor. A empresa diminuiu sua presença no país no ano seguinte, deixando de fazer novos lançamentos por aqui. Os aparelhos Conhecido pelo custo-benefício e pela velocidade para games, o Pocophone F1 foi lançado em 2018 por um preço na faixa dos US$ 300. Ele conta com o processador Snapdragon 845, com oito núcleos de processamento, 6GB de memória RAM e 128GB de armazenamento. O aparelho também tem câmera frontal de 20MP e câmeras traseiras de 12MP e 5MP. Já o Redmi Note 6 Pro vem com sistema operacional MIUI, versão que a Xiaomi faz baseada no Android. O smartphone tem processador Snapdragon 636, também com oito núcleos, além de 4GB de memória RAM e 64GB de armazenamento. Com duas câmeras frontais, uma de 20MP e uma de 2MP, o aparelho consegue garantir o modo retrato na hora da selfie.
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18/02 - Empresa norueguesa compra 51% da brasileira Climatempo
Em comunicado, companhia diz que união vai criar líder latino-americana em inteligência climática. Carlos Magno do Nascimento, CEO da Climatempo Divulgação A empresa norueguesa StormGeo e a Climatempo assinaram, nesta segunda-feira (18), a compra de 51% da companhia brasileira pela europeia. O negócio foi anunciado como uma parceria estratégica, para criar a líder latino-americana em inteligência climática. Carlos Magno do Nascimento, fundador e presidente do Grupo Climatempo, permanece no comando da empresa como CEO. "A transação completa a transformação da Climatempo que, nos últimos anos, expandiu seu foco para o consumidor final em vários segmentos, apostando na inovação e em tecnologia. Unindo-se à StormGeo, a Climatempo ganha acesso a novos produtos e sistemas que irão fortalecer ainda mais suas competências e alcance, incluindo serviços e soluções focados nos setores de energia e energia renovável", afirma a Climatempo em nota. Com o negócio, a StormGeo também comprou 30% do canal de meteorologia TV Climatempo. Segundo o comunicado, a StormGeo é líder global em serviços de inteligência meteorológica e suporte à decisão, com soluções líderes em transporte marítimo, petróleo e gás, energia renovável e serviços públicos. A empresa opera com 27 escritórios em 15 países.
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18/02 - Bolsonaro levará pessoalmente ao Congresso proposta de reforma da Previdência, diz secretário
Proposta prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres; texto deve ser entregue na quarta e será analisado inicialmente pela CCJ da Câmara. Bolsonaro levará pessoalmente ao Congresso PEC da reforma da Previdência, diz secretário O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta segunda-feira (18) que o presidente Jair Bolsonaro entregará pessoalmente ao Congresso a proposta de reforma da Previdência Social. De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), o presidente também avalia se fará um pronunciamento à nação para dar explicações iniciais sobre a proposta do governo. A expectativa é de que a proposta seja assinada e entregue ao Congresso na próxima quarta (20). "Vai, ele vai levar [a proposta ao Congresso. [...] Ele vai entregar", disse ao ser questionado por jornalistas depois de uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Até o momento, o governo confirmou que a proposta vai prever idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres ao final de um período de transição de 12 anos. O texto de reforma da Previdência será uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e começará a tramitar pela Câmara dos Deputados. Chegando ao Congresso, caberá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidir o caminho que o texto vai seguir: se terá tramitação própria, independente, ou se vai ser processada em conjunto com a proposta de reforma que já tinha sido enviada pelo governo do presidente Michel Temer em 2016. Em entrevistas recentes, Maia sinalizou que não deve apensar (juntar) as duas propostas. Portanto, a expectativa é de que a tramitação da PEC se dará de forma independente. Veja as etapas que a PEC deverá percorrer para ser aprovada: Inicialmente, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), formada por 66 deputados, analisará a admissibilidade do texto e verificará se a proposta está de acordo com a Constituição e com as leis do país. Neste ponto, não há análise do conteúdo da PEC, apenas de seus aspectos formais. A CCJ tem cinco sessões para votar o texto. Concluída a etapa na CCJ, o presidente da Câmara terá de criar uma comissão especial, que se destina exclusivamente a analisar a PEC. No colegiado, osdeputados podem propor mudanças no conteúdo por meio de emendas. O próprio relator pode apresentar um novo texto (chamado de substitutivo), com alterações na proposta. A comissão especial tem 40 sessões para formular um parecer. Nas dez primeiras sessões, os deputados podem apresentar emendas à PEC, mas precisam ter assinaturas de, no mínimo, 171 deputados (1/3 da Câmara). O prazo de 40 sessões não precisa ser necessariamente esgotado. Na 11ª sessão, logo depois de encerrado o prazo de emendas, o relator já pode trazer seu parecer. Encerrada essa etapa, o parecer é publicado e, depois de duas sessões no plenário, pode ser incluído na pauta para votação. No plenário, são dois turnos de discussão e votação. Nas duas votações, a PEC precisa ser aprovada por, no mínimo, 308 deputados, 3/5 da composição da Casa. A votação é nominal, com registro eletrônico do voto. Entre os dois turnos, há um intervalo de cinco sessões. Caso o texto não alcance o número mínimo necessário, a PEC é considerada arquivada. Aprovada nos dois turnos, o texto segue para o Senado. Se for alterada em plenário pelos senadores, voltará para a Câmara. O texto só é considerado aprovado pelas duas Casas quando deputados e senadores chegam a uma proposta em comum – até lá, é enviado para uma e outra Casa depois das alterações. Com um texto em comum, a PEC segue para promulgação do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Tramitação em conjunto - caso Rodrigo Maia decida pela tramitação única com a proposta enviada pelo governo Temer, a nova PEC já iniciaria a tramitação do ponto onde o texto antigo parou, ou seja, já estaria pronta para ir ao plenário, sem passar por comissões. Mas, por outro lado, só poderia ser modificada pelo conjunto de 164 emendas já apresentadas à proposta da gestão Temer.
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18/02 - Consumo total de combustíveis se mantém estável em 2018, informa ANP
Ao todo, foram vendidos no mercado nacional 136,1 bilhões de litros no ano passado. O consumo de combustíveis se manteve estável em 2018, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ao todo, foram vendidos, no mercado nacional, 136,1 bilhões de litros no ano passado, o que representa uma alta de 0,03% frente ao ano anterior. Em 2017, a alta havia sido de 0,44%. Mesmo num ano marcado pela greve dos caminhoneiros, a comercialização de diesel fechou o ano com alta de 1,6%, para 55,6 bilhões de litros. Já as vendas de gasolina comum recuaram 13,1%, para 38,3 bilhões de litros. Diante do aumento do dólar e dos preços do petróleo no mercado internacional, a gasolina perdeu competitividade para o etanol hidratado. As vendas do biocombustível subiram 42,1%, para 19,3 bilhões de litros. Esse aumento, contudo, não foi suficiente para sustentar o crescimento do mercado do Ciclo Otto (veículos leves cujos motores operam com etanol e/ou gasolina), tradicionalmente vinculado ao consumo das famílias. O consumo de gás liquefeito de petróleo fechou 2018 com queda de 1%, para 13,2 bilhões de litros. O mercado de GLP é associado, sobretudo, ao segmento residencial, embora também seja vendido para comércio e indústrias. Outra queda relevante foi registrada no mercado de óleo combustível. Tradicionalmente vinculado ao comportamento do despacho das termelétricas, o derivado fechou 2018 com retração de 31,6%. Embalado pelo reaquecimento do mercado de aviação, as vendas de querosene de aviação (QAV) cresceram 6,7%. A comercialização de gasolina de aviação, no entanto, caiu 5,6%.
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18/02 - Drones não deixarão uma pizza na sua casa, mas devem revolucionar as entregas
Densidade populacional e quantidade de prédios ainda são impeditivos nas grandes cidades. Indústria deve ser a primeira grande usuária das aeronaves não tripuladas, dizem especialistas. Prime Air, novo drone da Amazon para realizar entregas de produtos. Divulgação/Amazon Provavelmente você já ouviu falar do uso de drones para entregas, principalmente por conta da Amazon. No entanto, suas funcionalidades vão muito além da ideia de receber, na porta de casa, uma pizza deixada por um desses veículos. Na 12ª edição da Campus Party, que terminou no último sábado (16), foram discutidas diversas outras aplicações para as entregas feitas por aeronaves não tripuladas. Aliás, muito antes do público comum receber qualquer encomenda em casa, os drones já estarão voando por aí entregando coisas em outras áreas. Uso industrial A indústria deve ser a primeira e maior beneficiária dos drones de entrega, segundo especialistas. Além da diversidade de aplicações e do maior investimento, o uso industrial também sai na frente por outra razão: a regulamentação. Atualmente, há restrições de uso de drones em centros urbanos por questões de segurança. A enorme quantidade de gente nas metrópoles, o excesso de construções, e a circulação de outros veículos ainda geram insegurança nas autoridades que comandam o espaço aéreo. “A regulamentação vem sendo pressionada pelo avanço da tecnologia”, afirmou Emerson Granemann, diretor da MundoGeo e organizador da DroneShow, feira de drones que acontece anualmente em São Paulo. Enquanto a legislação não avança, no sentido oposto, indústrias se beneficiam com a versatilidade dos drones e já tem utilização permitida aqui no Brasil. A maior vantagem é possuir grandes terrenos, com tráfego aéreo e circulação de pessoas reduzidos, deixando o ambiente mais seguro. Neste caso, as aeronaves não tripuladas podem ser usadas para otimizar a logística, transportando peças entre galpões, e evitando, por exemplo, que máquinas fiquem paradas de forma desnecessária. Drones da JD.com usados para entregar produtos na China. Divulgação/JD.com “Nas petrolíferas, em vez de levar uma peça de 1 kg de helicóptero entre as plataformas, vai ser possível fazer a entrega usando um drone”, diz Samuel Salomão, fundador da SMX, empresa brasileira especializada em transporte com drones. O custo é outra questão bastante relevante. De acordo com a consultoria NewtonX, o custo de uma entrega de 8 km é de US$ 13 com uma bicicleta, US$ 10 com um carro e US$ 0,80 com drone. Este último valor ainda deve cair pela metade até 2025. Até lá, os drones já devem ter se popularizado. “A partir do ano que vem já devemos ter aplicação privada nas cidades”, conta Salomão. Corrida contra o tempo De acordo com especialistas, a principal vantagem dos drones é a agilidade. Enquanto carro ou moto levam horas para atravessar uma cidade em horário de pico, as aeronaves podem fazer isso em pouco minutos. Em muitos casos, minutos a mais em uma entrega pode ser a diferença entre a vida e a morte. Por isso, outra aplicação que deve se popularizar é na área da saúde, com transporte de medicamentos, vacinas e até sangue. Drone da empresa Zipline usado para entregas na África Cyril Ndegeya/AFP É o caso da Zipline, uma empresa americana que atua em Ruanda e Gana, ambos países na África. Utilizando drones, a companhia transporta insumos médicos para locais onde é praticamente impossível chegar de forma rápida com outro tipo de veículo. Desde 2016, já foram realizadas cerca de 10 mil entregas, percorrendo mais de 1 milhão de km. Segundo a empresa, o tempo médio de entrega é de 30 minutos, contra 5 horas que um caminhão levaria para realizar o mesmo serviço. No Brasil, a SMX, empresa de Salomão, já fez mais de 30 entregas de medicamentos usando drones no interior de São Paulo. A primeira delas foi em agosto do ano passado. O próximo passo para Salomão é começar os testes em áreas com maiores desafios geográficos, como a transposição de rios e ilhas. "No momento, as entregas em grandes cidades não são possíveis pela regulamentação. Vamos acumulando horas de voo no interior, e provando que é seguro", disse. Entrega de medicamentos realizada por drone no Brasil Reprodução Drones serão complementares Com tantas utilizações, pode surgir um receio de que motoristas e entregadores percam seus empregos, e carros, motos e utilitários deixem de ser usados. “Não vamos boicotar carros e motos”, afirmou Pedro Curcio, diretor de uma empresa de entregas que utiliza motos e veículos utilitários, mas que já projeta o uso de drones para os próximos anos. A fala de Curcio mostra que drones de entrega não irão substituir outros tipos de modais. Eles serão complementares, já que, muitas vezes, as distâncias e o tamanho das encomendas são incompatíveis com as aeronaves. Ainda que não substitua totalmente os meios de transporte considerados convencionais, a retirada de veículos das ruas será inevitável. “O uso de drone nas cidades vai ajudar a desafogar o trânsito”, comentou Salomão. Questionado se a mudança no modo de realizar entregas pode causar demissões entre motoristas e entregadores, Curcio foi enfático. “Vamos transformar o motorista em operador de drone”. Pontos de coleta Entrega de medicamentos realizada por drone no Brasil Reprodução Ainda que a pizza não chegue na porta de casa, os especialistas acreditam que diversos outros produtos poderão ser entregues aos clientes de forma mais rápida e barata usando drones. As entregas deverão ser feitas em áreas específicas. “A partir daí, o cliente pode retirar no local, que pode ser um prédio comercial, ou o estacionamento de um shopping, por exemplo”, completa Curcio. Outra possibilidade é combinar o drone com algum outro modal, como motos e bicicletas, por exemplo.
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18/02 - Balança comercial registra saldo positivo de US$ 3,8 bi na parcial deste ano; queda é de 39,1%
Resultado foi divulgado nesta segunda-feira (18) pelo Ministério da Economia. No mesmo período do ano passado, resultado positivo da balança foi de US$ 6,2 bilhões. O Ministério da Economia informou nesta segunda-feira (18) que a balança comercial registrou superávit de US$ 3,805 bilhões na parcial deste ano, até este domingo (17). Quando as exportações superam as importações, o resultado é de superávit. Quando acontece o contrário, o resultado é de déficit. Embora o saldo acumulado do ano seja positivo, houve queda de 39,1% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o superávit chegou a US$ 6,256 bilhões. De acordo com o governo federal, no acumulado de 2019, as exportações somaram US$ 27,327 bilhões, com média diária de US$ 828 milhões (queda de 3,2% sobre o mesmo período do ano passado). Ainda segundo o ministério, as importações somaram US$ 23,522 bilhões no acumulado de 2019, com US$ 712 milhões por dia útil (aumento de 8% em relação ao mesmo período de 2018). Mês de fevereiro Somente em fevereiro, até este domingo (17), a balança comercial registrou superávit de US$ 1,613 bilhão. De acordo com o governo federal, na parcial de fevereiro, as exportações somaram US$ 8,748 bilhões (queda de 17,8% na comparação com fevereiro de 2018). As importações, ainda segundo o governo, totalizaram US$ 7,135 bilhões (queda de 19% na mesma comparação). Nas exportações, houve recuo nas vendas de produtos manufaturados (-29,9%) e semimanufaturados (-18%). Já as exportações de produtos básicos cresceram 1,2%. Nas importações, recuaram os gastos com veículos automóveis e partes (-26,1%), combustíveis e lubrificantes (-16,4%), farmacêuticos (-14,1%), equipamentos eletroeletrônicos (-11%), equipamentos mecânicos (-8,6%). Resultados e previsões No ano passado, a balança comercial registrou superávit de US$ 58,3 bilhões. Com isso, o saldo positivo, assegurado principalmente pela exportação de produtos básicos, ficou 13% abaixo do de 2017. A expectativa do mercado financeiro para este ano é de nova queda do saldo comercial. Segundo pesquisa realizada pelo Banco Central na semana passada, a previsão para 2019 é de um saldo positivo de US$ 50,5 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior. O Banco Central, por sua vez, prevê um superávit da balança comercial de US$ 38 bilhões para este ano, com exportações em US$ 250 bilhões e importações no valor de US$ 212 bilhões. Para a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), o superávit da balança comercial será menor ainda neste ano: de US$ 32 bilhões.
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18/02 - Receita alerta para falso e-mail sobre malha fina do Imposto de Renda
Órgão pediu que destinatários não cliquem em link enviado e reforçou que não envia mensagens por e-mail aos contribuintes. A Receita Federal divulgou uma nota nesta segunda-feira (18) alertando que contribuintes têm recebido mensagens falsas por e-mail informando que eles teriam caído na malha fina do Imposto de Renda 2018. Caiu na malha fina? Veja o que fazer No ano passado, o órgão havia alertado para mensagens sobre uma falsa suspeita de sonegação fiscal pedindo que os usuários preenchessem um formulário. Prédio da Receita Federal em Piracicaba. Marco Guarizzo/G1 Segundo o fisco, a mensagem informa que o destinatário deve clicar em um link que supostamente levaria a um relatório da declaração. "A Receita Federal ressalta que não envia e-mails para informar se o contribuinte está ou não em malha fiscal. Tampouco autoriza outras instituições a enviarem e-mails em seu nome", informou em comunicado. Riscos O órgão pede ao destinatário que apague a mensagem, pois pode conter "vírus ou qualquer outro software malicioso", podendo causar danos ao computador. "Como o e-mail abre a possibilidade de 'entrega de documentação', há ainda o risco de exposição de dados pessoais do cidadão, o que pode facilitar o cometimento dos mais diversos tipos de fraudes", informou a Receita. Malha fina Para saber se sua declaração está na malha fina, o contribuinte deve acessar o Extrato de Processamento da DIRPF via e-CAC, no site da Receita Federal. Para acessar o extrato da declaração, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Na seção "Pendências de malha" do extrato, o contribuinte pode identificar se a declaração está retida em malha fiscal ou se há alguma outra pendência que possa ser regularizada por ele mesmo
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18/02 - Facebook quebrou as regras e deve ser regulado, dizem parlamentares do Reino Unido
A empresa de Mark Zuckerberg teria violado as leis de privacidade e anticoncorrência de forma intencional. Parlamentares britânicos acusam Facebook de priorizar lucro em vez de segurança de dados O Facebook teria violado as leis de privacidade e concorrência de dados intencionalmente e deve, juntamente com outras grandes empresas de tecnologia, estar sujeito a um novo regulador para proteger a democracia e os direitos dos cidadãos, segundo disseram parlamentares britânicos nesta segunda-feira (18). Em um relatório condenatório que destacou o presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, pelo que disse ser um fracasso de liderança e responsabilidade pessoal, o Comitê Digital, de Cultura, Mídia e Esporte do parlamento britânico disse que as empresas de tecnologia se mostraram ineficazes em interromper o conteúdo prejudicial em suas plataformas. Isso incluiu desinformação, tentativas de países estrangeiros de influenciar eleições e riscos para dados pessoais. "Precisamos de uma mudança radical no equilíbrio de poder entre as plataformas e as pessoas", disse o presidente do comitê, Damian Collins. Collins disse que a era da inadequada autorregulação deve terminar, após uma investigação de 18 meses que concluiu que o Facebook "violou intencionalmente e conscientemente tanto a privacidade dos dados quanto as leis anticoncorrência". "Os direitos do cidadão precisam ser estabelecidos em estatuto, exigindo que as empresas de tecnologia adotem um código de conduta escrito em lei pelo Parlamento e supervisionado por um regulador independente", disse ele. O Facebook rejeitou a sugestão de que violou as leis de proteção de dados e de concorrência, e disse que compartilha as preocupações do comitê sobre notícias falsas e integridade nas eleições. "Estamos abertos a uma regulamentação significativa e apoiamos a recomendação do comitê para a reforma da lei eleitoral", disse Karim Palant, gerente de políticas públicas do Facebook no Reino Unido. "Também apoiamos uma legislação de privacidade eficaz que imponha às empresas altos padrões no uso de dados e transparência para os usuários." Parlamentares da Europa e dos Estados Unidos estão lutando para enfrentar os riscos impostos pelas grandes empresas de tecnologia que regulam as plataformas usadas por bilhões de pessoas.
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18/02 - Dona da rede Centauro retoma planos para abrir capital
Primeiro pedido para entrar na bolsa foi rejeitado pela CVM em junho do ano passado. O Grupo SBF, dono da rede de lojas de produtos esportivos Centauro, retomou os planos de abertura de capital com listagem de ações na bolsa paulista. Centauro Divulgação Segundo dados disponibilizados no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira, a companhia pediu registro de companhia aberta e autorização para realizar uma oferta inicial de ações, em operação que será coordenada por Bradesco BBI, Itaú BBA, BTG Pactual, Goldman Sachs, BB Investimentos e Credit Suisse. No prospecto preliminar, Grupo SBF diz que usará os recursos da oferta de ações para abertura de novas lojas e reformas, bem como para reforçar capital de giro, amortizar dívida e investimentos. A companhia, tendo como sócia a Naomi Participações, do grupo GP Investments, havia submetido em novembro de 2017 um pedido para IPO, mas o pedido foi indeferido pela CVM em junho passado, porque a SBF não atendeu exigências da autarquia.
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18/02 - Projeto anticrime e reforma da Previdência serão entregues ao Congresso nesta semana
Texto que endurece combate à corrupção e crime organizado será enviado terça-feira (19). Proposta com mudanças na aposentadoria deve ser encaminhada na quarta (20). Governo deve enviar ao Congresso propostas da Reforma da Previdência e o pacote anticrime O governo federal vai entregar nesta semana ao Congresso Nacional o projeto de lei anticrime, elaborado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e a proposta de reforma da Previdência, prioridade da equipe econômica. Segundo o Ministério da Justiça, o pacote de medidas de combate à corrupção, ao crime organizado e a crimes violentos será enviado na terça-feira (19). O que prevê o projeto anticrime de Sérgio Moro Plenário da Câmara dos Deputados onde acontecem as sessões do Congresso Nacional Saulo Cruz/Câmara Federal No dia seguinte, quarta-feira (20), o Palácio do Planalto deverá encaminhar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê mudanças nas regras de aposentadoria. Entenda como funciona a Previdência e as regras que estão em jogo Previdência: proposta é de idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), o presidente Jair Bolsonaro ainda discute com auxiliares se levará pessoalmente o texto da reforma ao Congresso Nacional. O presidente também avalia com o titular da Secom, Floriano Barbosa, se fará um pronunciamento à nação gravado ou se optará por uma "live" (transmissão ao vivo) nas redes sociais. A intenção é dar explicações iniciais sobre a proposta do governo. A Secom ainda informou que o presidente poderá se encontrar com governadores e com bancadas de partidos nesta semana para iniciar a articulação da votação da reforma da Previdência. A tarefa de esclarecer dúvidas sobre a proposta, segundo a Secom, ficará com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Na quinta, segundo o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), o secretário Rogério Marinho receberá os parlamentares do PSL, legenda de Bolsonaro, na primeira rodada de conversas com as siglas. Anticrime As duas matérias começarão a tramitar na Câmara dos Deputados. No caso do pacote anticrime, o mais provável é que seja criada uma comissão especial para analisar a proposta. O texto prevê alterações em 14 leis, como o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei de Crimes Hediondos e o Código Eleitoral. Entre os itens de destaque estão a criminalização do caixa 2; a prisão após condenação em segunda instância como regra no processo penal; e o endurecimento de penas para crimes graves. Uma versão inicial chegou a ser discutida com governadores e secretários de segurança pública, que fizeram sugestões de mudança no texto. O ministro Sérgio Moro também já se reuniu com parlamentares na Câmara e outros setores, como juízes federais, para apresentar o teor do projeto. Texto da reforma da Previdência recebe últimos ajustes Previdência Já a reforma da Previdência, por se tratar de uma mudança na Constituição, passará primeiro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que avaliará a constitucionalidade da proposta. Depois, deverá ser apreciada por uma comissão especial antes de seguir para a votação no plenário principal da Câmara. Para ser aprovada precisará dos votos de ao menos 308 deputados em dois turnos antes de seguir para o Senado. A proposta de reforma da Previdência Social vai prever idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres ao final de um período de transição de 12 anos. Na semana passada, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, apresentou alguns pontos da reforma, mas o texto final só deverá ser conhecido na quarta-feira. A medida é a principal aposta do governo Bolsonaro para ajustar as contas públicas do país. Bolsonaro apresenta proposta da reforma da Previdência ao Congresso nesta quarta (20)
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18/02 - Hopi Hari prevê reativar 'La Tour Eiffel' e diz tentar acordo com BNDES para evitar leilão de bens
Brinquedo está fechado desde acidente que resultou em morte, há sete anos, e retorno é estimado para agosto. Banco foi à Justiça no fim de 2018 para cobrar pagamentos de dívidas. Imagem registrada em 2017 mostra área do brinquedo elevador, no Hopi Hari César Crocco O parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo (SP), planeja recolocar o brinquedo "La Tour Eiffel" entre as atrações disponíveis ao público até agosto, após mantê-lo fechado por sete anos, segundo a assessoria do empreendimento. Além disso, a gestão afirma que, em meio à recuperação judicial, trabalha para repactuar um acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e, com isso, evitar possível leilão de terreno e bens para pagamento de dívidas com a financeira. Ela cobra R$ 229,4 milhões e, por outro lado, nega negociações. Veja abaixo detalhes. O "elevador" está fechado desde a morte da adolescente Gabriela Nichimura, em fevereiro de 2012. À época, a garota de 14 anos morava no Japão e veio ao Brasil para férias com os pais e a irmã. De acordo com o Hopi Hari, um engenheiro da empresa responsável pela fabricação do brinquedo esteve no parque, entre segunda e sexta-feira (15), e "elogiou o excelente estado de conservação e manutenção das atrações [...], sobretudo da La Tour Eiffel". O estabelecimento, às margens da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), completa 20 anos de inauguração em novembro. "Estamos trabalhando para o retorno da La Tour Eiffel nos próximos seis meses, dependendo apenas dos prazos de entrega de alguns componentes da Suíça", informa texto. Por outro lado, a assessoria não confirmou, até esta publicação, se características do brinquedo serão alteradas. O empreendimento destacou que, embora tenha permissão para receber até 26 mil visitantes por dia, mantém limitação em 10 mil com objetivo de oferecer "a melhor experiência aos visitantes" por registrar filas menores nas atrações. "Estamos com 98% das atrações em operação [...] apenas La Tour Eiffel ainda não foi reinaugurada, mas seu processo de reativação já foi iniciado", diz nota ao lembrar que, no atual momento, a nota de avaliação concedida pelos visitantes está em 9,2. Planejamento Em abril do ano passado, o juiz Fábio Marcelo Holanda, da 1ª Vara de Vinhedo (SP), aprovou a proposta de recuperação do parque na qual são contemplados os pagamentos de fornecedores, prestadores de serviços, funcionários e ex-funcionários, mas excluiu os quatro maiores credores do parque de diversões, entre eles, o BNDES. A assessoria destaca que planeja zerar as dívidas. "Estamos cumprindo o plano aprovado e trabalhando para a geração da receita necessária para efetuarmos propostas para os credores que ficaram de fora", informa texto. Ao ser questionada sobre o processo movido pela financeira, que tem a receber 57,3% da dívida total de R$ 400 milhões, a assessoria informou que o Hopi Hari trabalha para repactuar um acordo que já teria sido feito em período anterior, mas não concretizado. Detalhes não foram informados. Parque Hopi Hari, em Vinhedo, foi reaberto em 2017 Fernando Evans / G1 À espera Em nota, o BNDES informou que apresentou duas petições à Justiça Federal, entre novembro e dezembro do ano passado, para que bens como terreno, benfeitorias e equipamentos sejam levados a leilão. "As petições aguardam análise e decisão do Juízo", diz texto. Sobre o suposto acordo que o parque Hopi Hari planeja repactuar para pagar as dívidas, a assessoria do banco destacou que não há negociações em andamento. "O acordo anterior não foi cumprido e a devedora é executada na Justiça Federal". Plano de recuperação judicial foi aprovado em 2018 Patrícia Teixeira/G1 Histórico O pedido de recuperação judicial foi feito em 2016 e a reabertura do parque ocorreu em 2017. O plano foi aprovado com aval da maioria dos credores das classes I (trabalhistas), II (quirografários) e IV (EPP e Microempresas), mas eliminou os que têm "garantia real", incluindo o BNDES. Juntos, os quatro reúnem 90% dos valores e têm autonomia para decidir a forma de cobrança das dívidas. O juiz à frente do processo em Vinhedo, Fábio Marcelo Holanda, frisou que os artigos 45 e 49, ambos da Lei nº 11.101/2005 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), "permitem que as devedoras não incluam determinados credores entre os afetados pelo plano, desde que preservados os direitos daqueles credores nas condições originalmente contratadas." À época, a defesa do parque destacou possibilidade dos quatro maiores credores aderirem ao plano e serem contemplados na regra para credores acima de R$ 1 milhão, "desde que haja ratificação da Justiça". Além disso, citou hipótese de discutir um plano de quitação paralelamente. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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18/02 - Economia perde ritmo e deve ter desempenho fraco neste ano, dizem analistas
Com dados fracos de dezembro, bancos e consultorias começam a consolidar a avaliação de que o PIB de 2019 ficará próximo de 2%. O desempenho esperado para a economia neste ano deve frustrar as expectativas mais otimistas. Se no fim de 2018 uma parte das projeções indicava um crescimento de 3% em 2019, por ora, está se consolidando a avaliação entre os analistas de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país deve avançar apenas 2% depois dos últimos indicadores divulgados. A safra dos números do fim de 2018 revelou uma perda de ritmo da economia e um desempenho mais fraco da atividade do que o esperado para boa parte dos analistas. E essa decepção ocorreu em todos os setores: no varejo, no serviços e, sobretudo, na indústria. O resultado do mercado de trabalho também foi considerado fraco. No ano passado, a taxa média de desocupação foi de 12,3%, pouco inferior aos 12,7% de 2017. Na esteira desses números, nos últimos dias, bancos e consultorias começaram a revisar para baixo a previsão para o PIB de 2018 e deste ano. Indústria foi a grande decepção da atividade no quarto trimestre Pexels Embora os dados decepcionantes tenham sido colhidos no fim do ano passado, a revisão no cenário de 2019 se dá pelo chamado carrego estatístico, a influência que o fraco desempenho econômico do ano passado vai exercer sobre a atividade em 2019. "Creio que haverá revisões gerais para quem estava mais otimista antes", afirma o economista-chefe da consultoria MB Associados, Sergio Vale. Na semana passada, o banco Itaú reduziu a previsão de crescimento de 1,3% para 1,1% para 2018 e baixou a projeção deste ano de 2,5% para 2%. O Santander ainda projeta crescimento de 1,3% e 3%, respectivamente, mas já vê coloca viés de baixa nesses números. Já banco Fator estima avanço de 2% em 2019 – antes previa alta de 2,8%. A prévia do Banco Central, o IBC-Br, indicou um crescimento de 1,15% no ano passado. Nesta segunda-feira, o boletim Focus, do BC, mostrou que o mercado reduziu de 2,5% para 2,48% a expectativa de alta para o PIB deste ano. Os dados oficiais serão divulgados pelo IBGE em 28 de fevereiro. "Eu acho que claramente que o fim do ano teve cara de fim de feira. A economia perdeu o ímpeto", afirma o economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. A piora das projeções para a economia ocorre mesmo com o avanço da confiança entre consumidores e empresários e a avaliação, entre economistas, de que o governo de Jair Bolsonaro vai ser capaz de levar aprovar a reforma da Previdência, considerada fundamental para que os investidores mantenham confiança na trajetória das contas públicas do país. Indústria, a vilã O cenário dos economistas começou a mudar com o resultado da indústria. Em 2018, a produção do setor encerrou com alta de 1,1%, uma desaceleração em relação a 2017, quando cresceu 2,5%. "Houve uma frustração forte na indústria de transformação por causa da crise na Argentina", diz Giulia Coelho, economista da consultoria 4E. Com os dados de dezembro, ela revisou a projeção de PIB deste ano para 1,9%, de 2,3%. Veja 11 perguntas e respostas sobre a crise na Argentina A Argentina é o principal destino do produtos manufaturados do País. No setor automotivo, tradicionalmente, o país vizinho era responsável por cerca de 70% das exportações. Em janeiro deste ano, no entanto, essa fatia caiu para 56% por causa da crise local. A perda de participação argentina nas exportações fica evidente pela queda de unidades vendidas. Em janeiro de 2018, foram exportadas 30,8 mil unidades para o país vizinho. No mês passado, apenas 15,6 mil unidades foram vendidas. "Houve um efeito da Argentina importante, mas não dá para falar que foi só isso. Outras linhas (da indústria) mostraram uma perda de tração, em especial no último trimestre", diz a economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada, Alessandra Ribeiro. Com o resultado da indústria, a Tendências, que espera esperava uma estabilidade do PIB no quarto trimestre, passou a prever uma ligeira queda da atividade nos últimos três meses do ano. "Além da indústria de transformação, a construção civil decepcionou. Isso está puxando a nossa revisão", afirma Alessandra.
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18/02 - Veja as 137 vagas de emprego do Sine Paraíba para esta semana de 18 a 22 de fevereiro
Maioria das vagas está concentrada em João Pessoa, com 94 oportunidades de emprego. Carteira de Trabalho Claudio Vieira/Prefeitura SJC O Sistema Nacional de Empregos da Paraíba (Sine-PB) oferece 137 vagas de emprego a partir desta segunda-feira (18), distribuídas em seis municípios paraibanos. A maioria das vagas está concentrada na cidade de João Pessoa, com 94 oportunidades de emprego, sendo 30 para Instalador-reparador de linhas e aparelhos de telecomunicações. As demais vagas estão distribuídas nos municípios de Campina Grande, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita e Guarabira. Há oportunidades para nutricionista, chefe de cozinha, mecânico de manutenção de ônibus, operador de caixa, vendedor pracista, auxiliar de linha de produção, engenheiro de alimentos, auxiliar de limpeza, entre outras. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (83) 3218-6619, 3218-6618 ou 3218-6624, em João Pessoa, e (83) 3310-9412, em Campina Grande. Em João Pessoa, a sede do Sine-PB está localizada na rua Duque de Caxias, 305, no Centro de João Pessoa (próximo ao Shopping Terceirão). Vagas de emprego em João Pessoa (94 vagas) 20 - Agente de coleta supervisor 7 - Almoxarife 3 - Barman 1 - Chefe de cozinha 3 - Churrasqueiro 1 - Colador de cartazes 1 - Consultor de vendas 1 - Cozinheiro do serviço doméstico 7 - Cumim 1 - Gerente comercial 30 - Instalador-reparador de linhas e aparelhos de telecomunicações 2 - Maître 2 - Mecânico de manutenção de ônibus 2 - Monitor de recreação 2 - Montador de elevadores e similares 2 - Motofretista 2 - Nutricionista 1 - Operador de caixa 1 - Padeiro 1 - Subchefe de cozinha 1 - Subgerente de loja 1 - Técnico de enfermagem do trabalho 1 - Técnico de refrigeração 1 - Torneiro mecânico 5 - Vendedor de consórcio 4 - Vendedor pracista 1 - Visual merchandiser Vagas de emprego em Bayeux (4) 1 - Auxiliar de limpeza 2 - Auxiliar de linha de produção 1 - Engenheiro de alimentos Vagas de emprego em Campina Grande (20) 2 - Cabeleireiro 1 - Costureira de máquinas industriais 1 - Cozinheiro de restaurante 1 - Manicure 2 - Motofretista 1 - Saladeiro 2 - Técnico em eletromecânica 10 - Vendedor pracista Vagas de emprego em Cabedelo (4) 1 - Estoquista 3 - Instalador-reparador de linhas e aparelhos de telecomunicações Vagas de emprego em Santa Rita (8) 1 - Auxiliar contábil 2 - Borracheiro 1 - Comprador 4 - Mecânico de manutenção de tratores Vagas de emprego em Guarabira (7) 1 - Motorista de automóveis 4 - Vendedor interno 2 - Vendedor pracista
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18/02 - Após Brumadinho, governo determina que mineradoras retirem trabalhadores de área perto de barragens até agosto
Agência Nacional de Mineração (ANM) proibiu mineradoras de manter instalação, fazer obra ou realizar serviço em uma região a até 10 km abaixo das barragens. Resolução proíbe construção de barragens como as de Mariana e Brumadinho Resolução da Agência Nacional de Mineração (ANM) publicada nesta segunda-feira (18) proíbe as mineradoras de manter e construir qualquer instalação, fazer obra ou realizar serviço em uma região a até 10 km abaixo das barragens ou que pode ser atingida por eventual inundação em até 30 minutos. A resolução dá como exemplo finalidades de vivência, de alimentação, de saúde ou de recreação que tenham "presença humana". No caso de Brumadinho (MG), o refeitório dos funcionários da empresa estava próximo à barragem. O rompimento deixou 169 mortos e 141 pessoas desaparecidas até último balanço divulgado domingo (17). As instalações, obras e serviços existentes na área da barragem deverão ser desativados até 15 de agosto deste ano. A determinação vale para as barragens de mineração de todos os métodos de construção. As barragens da Vale que se romperam em Mariana, em 2015, e Brumadinho, este ano, foram construídas pelo método a montante, considerado menos seguro por especialistas. Os outros tipos de construção, considerados mais seguros, são alteamento a jusante, linha de centro e etapa única. Entenda como funcionam as barragens por alteamento a montante Descomissionamento: conheça o processo para acabar com barragens iguais às de Mariana e Brumadinho Como funcionam as barragens de mineração Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1 A ANM não tem o número de minas no país que poderão ser afetadas com essa resolução, mas informou que todas as mineradoras são obrigadas a implantar a zona de autossalvamento perto das barragens. A agência esclareceu ao G1 que os serviços proibidos citados na resolução são os fixos. Portanto, a restrição não inclui, por exemplo, trânsito de funcionários a pé ou em veículos. Questionada se a resolução abrange moradores das cidades próximas às barragens, a ANM esclareceu que não pode interferir no âmbito do município. Portanto, a resolução vale apenas para as instalações das mineradoras. A ANM ressalta que existe uma lei nacional que proíbe moradores em áreas de risco. Portanto, se houver possibilidade de inundação que leve risco às áreas devido ao rompimento de barragem, a prefeitura terá o dever de não deixar que os moradores permaneçam ali. Eliminação de barragens a montante A resolução determina ainda a eliminação de todas as barragens do tipo "alteamento a montante", como as que romperam em Brumadinho e Mariana. De acordo com o texto publicado, as barragens a montante ou método desconhecido que estão desativadas, como a de Brumadinho, deverão ser eliminadas até 15 de agosto de 2021. As que estão em funcionamento têm prazo até 15 de agosto de 2023 para serem extintas. Em uma lista com 717 barragens de rejeitos de mineração no Brasil, pelo menos 88 têm método de construção de "alteamento a montante ou desconhecido", segundo a Agência Nacional de Mineração. Entre elas, 43 são classificadas como barragens de alto dano potencial associado. A resolução publicada nesta segunda, no entanto, abrange 84 barragens com método a montante – 4 estão fora da lista porque são de pequeno porte, segundo a ANM. Cerca de 30 empresas cuidam dessas 84 barragens, ainda de acordo com a agência. Além da Vale, outras grandes empresas que têm as barragens a montante que devem ser desativadas estão Gerdau, AcelorMittal e Usiminas, de acordo com a ANM. Procurada pelo G1, a Mineração Usiminas informou que conta com três barragens de rejeitos: Somisa e Central, que são estruturas mais antigas e estão desativadas, e Samambaia, única estrutura que recebe rejeitos atualmente – esta última, construída pelo método de alteamento a jusante. A companhia não informou o método de construção das outras duas, mas afirmou que vai apresentar projeto de descomissionamento no prazo estipulado pela ANM. A ArcelorMittal informou que a única barragem que a companhia possui no Brasil é a de rejeitos de Serra Azul, em Itatiaiuçu (MG), construída pelo método à montante, mas que já se encontra em fase de descomissionamento desde 2018 e sem receber rejeitos desde outubro de 2012. Segundo a empresa, o cumprimento do prazo da ANM vai depender de avaliações técnicas complementares. O G1 entrou em contato também com a Gerdau e aguarda resposta. Consulta pública A agência abre, a partir desta segunda-feira, consulta pública por 30 dias para avaliar os impactos e receber sugestões que podem levar a modificações da resolução. Segundo a ANM, o fechamento das barragens a montante pode impactar principalmente mineradoras de pequeno porte. A resolução já está valendo, mas paralelamente haverá a consulta pública também para evitar sanções por parte das empresas, segundo a agência. Ainda segundo o texto da resolução, o empreendedor responsável por barragem de mineração considerada de alto risco terá até 15 de fevereiro de 2020 para instalar sistema de monitoramento com acompanhamento em tempo integral. No caso das barragens para disposição de rejeitos ainda em operação, independente do método construtivo, foi estabelecido prazo até 15 de agosto de 2019 para que sejam concluídos estudos para redução do aporte de água nas barragens. Já as barragens de mineração pelo método a montante, em operação ou inativas, deverão, até 15 de agosto de 2019, ter canais laterais instalados ou implantar outra solução técnica para minimizar a descarga de água de outra origem no reservatório. No começo deste mês, a ANM passou a exigir inspeções diárias em barragens como as de Brumadinho e a de Mariana. A determinação vale para todo o Brasil. As mineradoras responsáveis por 88 barragens a montante vão receber um ofício que altera as regras para divulgação dos resultados das inspeções nas estruturas. Governo de MG também deu prazo O governo de Minas Gerais já havia determinado em janeiro que fossem descaracterizadas as barragens construídas no estado pelo método de alteamento a montante dentro de 3 anos. As empresas responsáveis terão 360 dias para apresentar a tecnologia a ser adotada e o plano de trabalho com cronograma. A partir daí, terão dois anos para implantar essa nova tecnologia. Pela determinação, as estruturas deverão deixar de possuir características de barragem, ou seja, deixar de realizar contenção de rejeitos, sendo destinadas a outra finalidade. Existem atualmente 50 barragens por alteamento a montante em MG. Do total, 27 estão em operação, 22 paralisadas, além da que rompeu em Brumadinho. Saiba onde estão as barragens: Ouro Preto: 10 Itabira: 8 Itatiaiuçu: 6 Itabirito: 4 Nova Lima: 4 Brumadinho: 3 Rio Acima: 3 Igarapé: 2 Mariana: 2 Nazareno: 2 Barão de Cocais: 1 Caeté: 1 Congonhas: 1 Fortaleza de Minas: 1 Itapecerica: 1 São Tiago: 1 A Vale anunciou que eliminará as 10 barragens construídas com método semelhante que possui no país. Segundo a empresa, elas estão nas cidades de Ouro Preto, Belo Vale, Congonhas, Brumadinho e Nova Lima, todas em Minas Gerais, nas unidades de Abóboras, Vargem Grande, Capitão do Mato e Tamanduá, no complexo Vargem Grande, e de Jangada, Fábrica, Segredo, João Pereira e Alto Bandeira, no complexo Paraopebas. Veja na reportagem a localização de cada uma. Evacuação em Nova Lima No sábado (16), a Vale retirou cerca de 200 pessoas de suas casas por precaução devido à Barragem B3/B4, da Mar Azul, da Vale, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Defesa Civil, auditores que fazem a leitura da barragem atestaram para instabilidade. Ela tem aproximadamente 3 milhões de m³ de rejeito. A estrutura é a montante, mesmo modelo das de Brumadinho e de Mariana. Segundo os bombeiros, o plano de emergência prevê retirada de moradores de 49 casas. Initial plugin text
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18/02 - Oliveira Energia tem aval do Cade para comprar distribuidora da Eletrobras no Amazonas
Distribuidora de Eletrobras foi arrematada pela empresa em leilão em dezembro. Um consórcio entre as empresas Oliveira Energia e Atem's Distribuidora de Petróleo recebeu autorização do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aquisição da distribuidora de energia da estatal Eletrobras no Amazonas, privatizada em dezembro. Segundo despacho do órgão antitruste no Diário Oficial da União desta segunda-feira, a operação foi aprovada sem restrições. O consórcio entre as empresas também já teve aprovada anteriormente a compra da distribuidora da Eletrobras em Roraima, a Boa Vista Energia, privatizada em leilão no final de agosto. Consórcio Oliveira Energia Atem arremata Amazonas Energia em leilão na B3 Divulgação/B3 O negócio pela Amazonas Energia chegou a ser alvo de questionamento no Cade pela empresa de locação de geradores de energia Gopower, que apontou preocupação com a concorrência em seu mercado, uma vez que a Oliveira Energia atua com a geração termelétrica no Norte do país. "A manifestação da Gopower expressou a preocupação da empresa com o potencial fechamento do mercado de locação de geradores que atendem a sistemas isolados, que poderia acarretar em prejuízos não só aos concorrentes da Oliveira Energia no mercado de locação de geradores... mas também aos consumidores de energia elétrica da Amazonas, que poderiam sofrer um aumento em suas tarifas", aponta o Cade, em parecer sobre a transação. Após análise, no entanto, o órgão de defesa da concorrência defendeu que "eventual tentativa de abuso da posição dominante... seria prontamente barrada pela regulamentação do setor em vigor" e decidiu aprovar a aquisição. Antes, a compra da Boa Vista Energia pelo consórcio entre Oliveira Energia e Atem's também havia levantado preocupações quanto à concorrência por parte da Petróleo Sabbá, empresa do Grupo Raízen que fornece combustíveis na região Norte e temia que o negócio pudesse favorecer a Atem's no mercado local. A operação de compra da Boa Vista Energia foi aprovada sem restrições pelo Cade em meados de outubro passado.
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18/02 - Empresas buscaram menos crédito pelo 4º ano seguido em 2018
Pequenas e médias empresas buscaram menos crédito, enquanto a demanda avançou entre as grandes, segundo indicador da Serasa Experian. A demanda das empresas por crédito recuou 3,5% em 2018 na comparação com o ano anterior, mostram dados do Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, divulgados nesta segunda-feira (18). Foi o quarto ano seguido de queda na busca das empresas por crédito. Entre as micro e pequenas, a procura por empréstimos e financiamentos caiu 3,6% em 2018, enquanto nas médias houve retração de 0,7%. Já nas grandes empresas, a busca por crédito avançou 4,2%. As empresas de serviços retraíram suas demandas por crédito em 1,6%. Nas empresas industriais houve recuo de 4,5%, e nas empresas comerciais a queda na demanda por crédito no ano passado foi de 5,3%. Nas regiões Norte e Nordeste, no ano passado, a procura empresarial por crédito caiu 4%, segundo a Serasa. No Sudeste, a queda de 4,2%. Na direção contrária, as empresas da região Centro-Oeste expandiram suas demandas por crédito em 1,1% durante 2018 e as da Região Sul em 0,4%. Ano de incertezas De acordo com a Serasa, a busca das empresas por crédito foi afetada negativamente em 2018 pelas incertezas associadas à paralisação dos caminhoneiros, à interrupção do processo de aprovação de reformas estruturais no Congresso e às eleições presidenciais. "Tudo isto acabou diminuindo a confiança empresarial durante vários meses de 2018, impactando a busca por crédito relacionada tanto a capital de giro quanto a investimentos", apontou a empresa em nota. O indicador tem base em uma amostra de 1,2 milhão de CNPJs consultados mensalmente, segmentado por região geográfica, setor e porte.
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18/02 - PAT de Mogi Guaçu está com vagas de emprego abertas para cinco funções; veja a lista
Interessados devem comparecer à unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. PAT de Mogi Guaçu oferece vagas para cinco funções nesta segunda-feira (18). Magda Oliveira/G1 O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Mogi Guaçu (SP) divulgou cinco vagas de emprego nesta segunda-feira (18). As oportunidades são para todos os gêneros e exigem experiência de, no mínimo, seis meses na função. Os interessados em se candidatar devem comparecer à unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS em mãos. O PAT fica na Rua São José, nº49, no Bairro Vila Júlia. A unidade abre de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Mais informações nos telefones: (19) 3841-7323 ou 3851-5300. O PAT ressalta que as vagas podem expirar no decorrer do dia. Confira a lista de vagas Costureira (o) industrial Gerente de loja Técnico (a) de fundição Técnico (a) de qualidade Vendedor (a) externo Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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18/02 - CPAT oferece 11 vagas de emprego para região de Campinas; salários vão até R$ 2 mil
Interessados devem comparecer a uma das unidades do CPAT para análise de perfil e cadastro, levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. CPAT concentra oportunidades de emprego em Campinas Murillo Gomes/G1 O Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT) de Campinas (SP) está com 11 vagas de emprego para a região nesta segunda-feira (18). Os salários chegam a R$ 2 mil, sendo a maior remuneração para o cargo de vendedor de serviços. As vagas são para todos os gêneros e exigem experiência de seis meses, e há oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência (PCD). Veja a lista completa de vagas abaixo. Para se candidatar, é necessário comparecer a uma das unidades do CPAT para análise de perfil e cadastro, levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. O CPAT avisa que as vagas estão sujeitas a alterações ao longo do dia. Para mais informações, acesse o site do órgão. Confira as vagas Ajudante de carga e descarga - 1 vaga Auxiliar de escritório - 1 vaga Cozinheiro (a) - 1 vaga Embalador (a) - 1 vaga Motorista de caminhão-guincho - 1 vaga Operador (a) de caixa lotérico - 1 vaga Recepcionista - 1 vaga Vendedor (a) de serviços - 4 vagas Endereço CPAT Unidade Centro Avenida Campos Sales, 427, Centro De segunda a sexta-feira - Das 7h30 às 17h30 O atendimento na última sexta-feira do mês é encerrado às 12h. Unidade Ouro Verde Avenida Ruy Rodriguez, 3.900, Parque Universitário (Shopping Spazio Ouro Verde, 1º andar) De segunda a sexta-feira - Das 8h às 16h O atendimento na última sexta-feira do mês é encerrado às 11h. Unidade Campo Grande Rua Manoel Machado Pereira, 902 (em frente à Praça da Concórdia) De segunda a sexta-feira - Das 8h às 16h O atendimento na última sexta-feira do mês é encerrado às 11h. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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18/02 - Bovespa fecha em queda de mais de 1%, de olho em cenário político
O Ibovespa caiu 1,04%, a 96.509 pontos. Homem passa por gráfico de cotações na Bovespa, em foto de agosto de 2015 Paulo Whitaker/Reuters O principal indicador da bolsa paulista, a B3, fechou em queda nesta segunda-feira (18), em dia sem referência externa com o feriado nos Estados Unidos, que manteve fechados os negócios em Wall Street. Com isso, os investidores se voltaram ao cenário político interno, com preocupações que puxaram a queda do mercado de ações. O Ibovespa caiu 1,04%, a 96.509 pontos. Veja mais cotações. A apreensão no mercado é atribuída a incertezas sobre os efeitos da crise em torno do ministro Gustavo Bebianno destaca o Valor Online. Parte dos investidores teme que, com a demissão, o governo perca poder de articulação em negociações de pautas junto ao Congresso. Por outro lado, existe o argumento de que o governo se livra de uma pessoa acusada de irregularidades, que deixava a administração vulnerável a ataques da oposição, principalmente, diante da necessidade de se aprovar medidas importantes no Legislativo. "Acredito que este evento seja apenas um ruído de curto-prazo. Ainda não vejo este evento como um divisor de águas no governo. De qualquer forma, precisaremos estar atentos a condução política de Bolsonaro e companhia. O risco interno para o país continua a ser de implementação da agenda de reformas econômicas e a ala política é figura central nesta agenda", afirma em nota o estrategista e gestor da TAG Investimentos, Dan Kawa. Para o economista Silvio Campos Neto, da Tendências, fica a percepção de que o governo tem grandes dificuldades para se articular com a base aliada, assim como o próprio presidente Jair Bolsonaro não encontra saídas mais tranquilas para conflitos internos. "Fica uma preocupação mais ampla de que o governo Bolsonaro tem dificuldade para contribuir uma base de apoio, minimamente, sólida, que possa sustentar uma agenda econômica tão relevante", disse o especialista ao Valor Online. Para o economista-chefe da GO Associados, Eduardo Velho, a crise envolvendo Bebianno é algo que "desgasta um pouco o governo" e pode até influenciar um viés negativo nas tratativas com o Congresso. “Mas, na prática, acho que é um evento isolado. Enquanto o presidente estiver ‘descolado’ dessas acusações, isso não prejudica a legitimidade da negociação e do próprio Bolsonaro no processo de tramitação da reforma da Previdência”, disse, também ao Valor Online.
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18/02 - Google pagou R$ 12,6 milhões em recompensas por informações sobre falhas de segurança em 2018
Foi o dobro da média dos 8 anos anteriores. Iniciativa criada em 2010 já deu R$ 55,5 milhões a pesquisadores que relatam brechas em serviços da empresa. Programa do Google recompensa pesquisadores para que falhas sejam corrigidas antes que hackers possam explorá-las em ataques Armin Hanisch/Freeimages.com O Google publicou os números consolidados da sua iniciativa de recompensa por informações sobre falhas de segurança em 2018. Segundo a empresa, foram pagos US$ 3,4 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para 317 colaboradores de 78 países. O volume foi mais que o dobro da média (US$ 1,45 milhão ou R$ 6,2 milhões) dos 8 anos anteriores e se refere a 1.319 relatos de falhas. O programa de recompensas engloba diversos serviços da companhia, incluindo a pesquisa, o Gmail e o YouTube. Do montante de 2018, metade foi para premiar a caça de falhas no sistema de celular Android e no Chrome. Como funciona O Google é pioneiro em recompensar pesquisadores independentes por falhas de segurança em seus próprios produtos. Desde a sua criação em 2010, a iniciativa já fez US$ 15 milhões (cerca de R$ 55,5 milhões) em pagamentos para pesquisadores. A ideia é que eles comuniquem o problema de maneira discreta e não levem essas informações a público. Assim, a empresa pode corrigir qualquer erro antes de hackers tomarem conhecimento da falha e a utilizarem para atacar internautas. Além de manter detalhes técnicos das falhas em sigilo, as recompensas servem como mais um incentivo para que pesquisadores dediquem seu tempo para encontrar essas vulnerabilidades. O Google destacou que o público do programa é diverso: desde um jovem uruguaio de 19 anos a um polonês que utilizou o dinheiro recebido para abrir um restaurante. Embora a empresa determine valores estimados para cada tipo de problema, é ela quem bate o martelo sobre o valor a ser pago em cada caso específico. Prática comum A maior recompensa em 2018 foi de US$ 41 mil (cerca de R$ 152 mil). Esse número já não é muito impressionante – o Facebook, por exemplo, pagou US$ 50 mil em sua maior recompensa no mesmo ano, que também foi a mais alta já paga pela rede social. Até a Microsoft, que demonstrou resistência em adotar essa prática, já fez pagamentos de US$ 100 mil. O próprio Google ofereceu valores semelhantes para certos tipos de falhas. A Comissão Europeia adotou a prática como política pública, abrindo diversos programas de recompensa por falhas em softwares de código aberto que são usados nos sistemas públicos. A Apple é uma exceção nessa questão entre as gigantes de tecnologia. A empresa liderada por Tim Cook ainda não oferece recompensas a quem relatar falhas em seus produtos. Excepcionalmente, a companhia decidiu oferecer um auxílio de custo a um estudante de 14 anos que relatou uma brecha no FaceTime, corrigida recentemente no iOS 12.1.4. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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18/02 - Americana abre inscrições para cursos gratuitos de patchwork e corte e costura
Período de inscrições vai até a próxima sexta-feira (22); saiba como participar. Aulas gratuitas de corte e costura estão com inscrições abertas em Americana (SP). Leandro J. Nascimento/G1 O Centro da Universidade do Conhecimento de Americana (Cuca), ligado à Unidade de Desenvolvimento Econômico da Secretaria de Planejamento da Prefeitura, abriu inscrições nesta segunda-feira (18) para cursos gratuitos de corte e costura (máquina industrial) e de patchwork. O período para se inscrever se encerra na próxima sexta-feira (22), e as aulas começam no dia 18 de março. O objetivo dos cursos é oferecer capacitação profissional. As atividades serão ministradas por professoras com mais de 30 anos de experiência. As inscrições podem ser realizadas na sede do Cuca, que fica na Rua Anhanguera, em frente ao Mercado Municipal. O atendimento funciona de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13 às 16h. O curso de corte e costura terá duas turmas com 12 vagas cada. As aulas ocorrerão às segundas e quartas ou terças e quintas, das 8 às 12h. A duração é de 160 horas (cerca de cinco meses), divididas em três módulos: treinamento em máquina industrial, overloque, interloque e galoneira, e corte e costura - confecção de peças. Já o curso de patchwork abrirá duas turmas de oito alunos cada, com aulas às segundas e quartas ou terças e quintas, das 13 às 17 horas. Serão dois meses de aulas. Serviço Cursos gratuitos de corte e costura e patchwork Inscrições: Rua Anhanguera, em frente ao Mercado Municipal, de segunda a sexta, das 8 às 12h e das 13 às 16h, até sexta-feira (22). Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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18/02 - Veja 60 vagas de emprego no Sine João Pessoa nesta semana de 18 a 22 de fevereiro
Cargo com maior número de vagas é o de motofretista. Há vagas para candidatos de todos os níveis de escolaridade. Motofretista é o cargo com mais vagas Reprodução / EPTV O Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) oferece, a partir desta segunda-feira (18) e até o próxima sexta-feira (22), 60 novas vagas de emprego. Há oferta de vagas para candidatos de todos os níveis de escolaridade e que tenham ou não experiência prévia na função. Do total de vagas oferecidas, cinco são para motofretista e quatro para estágio de auxiliar de almoxarifado. Também há vagas para adesivador, analista de estoque, artesão, atendente de lojas, auxiliar administrativo, entre outras. O Sine-JP funciona na Avenida Cardoso Vieira, 85, Varadouro, e atende das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. O trabalhador deve apresentar RG, CPF e carteira de trabalho. Para concorrer às oportunidades em que o empregador exige apenas o currículo, o interessado deve enviá-lo para o endereço sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br . As empresas que desejam anunciar vagas de empregos devem informar seus dados e as exigências das funções para o e-mail sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br. Os telefones para contato do setor de captação de vagas são: 3214-1712; 3214-3214 ou 3214-1809. O serviço é gratuito. Vagas de emprego em João Pessoa 1 - Adesivador 1 - Analista de estoque 1 - Artesão moveleiro / marceneiro 1 - Atendente de lojas 1- Auxiliar administrativo 4 - Auxiliar de almoxarifado (estágio) 4 - Auxiliar de cozinha 1 - Auxiliar de faturamento 2 - Auxiliar de limpeza 1 - Auxiliar de pintor automotivo 1 - Auxiliar de portaria 1 - Carregador (armazém) 1 - Cobrador externo / office boy 1 - Confeiteiro 2 - Costureira de máquina reta 2 - Cozinheiro de restaurante 1 - Cozinheiro geral 2 - Empregado doméstico nos serviços gerais 1 - Encanador hidráulico 1 - Gerente de restaurante 1 - Guia turístico 1 - Jardineiro 1 - Lanterneiro 1 - Marceneiro 1 - Mecânico de auto em geral 1 - Mecânico de automóvel 1 - Médico do trabalho 5 - Motofretista 1 - Operador de empilhadeira 1 - Padeiro 1 - Pintor automotivo 1 - Pintor de metais a pistola 1 - Polidor de automóveis 2 - Professor de ensino fundamental (séries iniciais) 1 - Recepcionista atendente 2 - Representante comercial 1 - Técnico de enfermagem 1 - Tosador 3 - Vendedor interno 2 - Vendedor pracista 1 - Vendedora interna
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18/02 - BR Distribuidora anuncia renúncia de diretor de Mercado Corporativo e Lubrificantes
Empresa informou que iniciou processo seletivo para escolher novo executivo. A BR Distribuidora, da Petrobras, informou que recebeu pedido de renúncia do diretor de Mercado Corporativo e Lubrificantes, Gustavo Henrique Braga Couto, e que já iniciou processo seletivo para a escolha de um novo executivo para a área, conforme fato relevante nesta segunda-feira (18). "O conselho de administração registra seu agradecimento a Gustavo Couto pela sua dedicação e competência à frente da Diretoria de Mercado Corporativo e Lubrificantes", afirma o comunicado, não detalhando o motivo da renúncia. BR Distribuidora Divulgação/Petrobras
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18/02 - Dólar fecha em alta nesta segunda, de olho na reforma da Previdência
Moeda norte-americana subiu 0,79%, a R$ 3,7318. Dólar Reprodução/TV Globo O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (18), à espera do anúncio da proposta da reforma da Previdência pelo governo, e com investidores monitorando a crise política envolvendo o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. A moeda norte-americana subiu 0,79%, vendida a R$ 3,7318. Veja mais cotações. No mês, o dólar já avançou 2,02%. Em 2019, no entanto, acumula queda de 3,68% Com os mercados norte-americanos fechados pelo feriado do Dia do Presidente, a liquidez foi reduzida domesticamente. O mercado monitorou nesta segunda-feira possível desfecho para a crise política no governo, que tem ao centro Gustavo Bebianno, um dos principais articuladores da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, após denúncias de um esquema de candidaturas laranjas dentro do PSL. Saiba quem é Gustavo Bebianno e entenda a crise gerada no governo de Jair Bolsonaro Há preocupação de que a demora em solucionar a situação do ministro possa ter impacto negativo sobre a tramitação da reforma da Previdência, que deve ser enviada ao Congresso na quarta-feira. "Existe uma preocupação justamente pelo governo estar enviando essa semana a Previdência, pode ser que alguns deputados queiram alguns esclarecimentos dependendo da declaração dele (Bebianno), pode ser que alguns fiquem com pé atrás com o governo", afirmou à Reuters o diretor de câmbio da Ourominas, Mauriciano Cavalcante, acrescentando que há uma cautela no mercado mais ligada à velocidade de aprovação do que à aprovação propriamente. Participantes do mercado acompanharam também articulações do governo para formar uma base sólida que garanta aprovação da Previdência. No entanto, começa a surgir certa resistência entre parlamentares após o governo detalhar que submeterá ao Congresso um texto duro em termos fiscais. "Não haverá 'vida fácil' para o governo, embora a propositura seja fundamental para o país e meritória em seus propósitos, mas a sua aprovação final, neste momento, agravado pelo fato de ainda ser desconhecida, certamente demandará muito mais tempo do que a urgência que o país requer", afirmou o diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Nehme, em nota. Bolsonaro levará pessoalmente ao Congresso proposta de reforma da Previdência Cena externa China e Estados Unidos terão mais uma rodada de negociações nesta semana, desta vez em Washington, e, após progressos e consenso na semana passada, há expectativa de que as duas maiores economias globais cheguem a um acordo que encerre a guerra comercial. Na sexta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que poderá prorrogar o prazo de 1º de março para que os países selem acordo. Está previsto um aumento das tarifas dos EUA sobre produtos chineses se nenhum acordo for alcançado até a data. Também está no radar do mercado a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve, na quarta-feira. O BC vendeu 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalente à venda futura de dólares. Assim rolou US$ 6,198 bilhões dos US$ 9,811 bilhões que vencem em março.
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18/02 - Santa Bárbara d'Oeste inicia semana com 156 vagas de emprego abertas
Oportunidades são para carteira assinada. Confira a relação e as exigências. Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste possui 156 vagas de emprego nesta segunda Comunicação/Santa Bárbara d'Oeste A Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d’Oeste (SP) possui 156 vagas de emprego abertas a partir desta segunda-feira (18). Os interessados devem levar RG, CPF e Carteira de Trabalho no local. Confira, abaixo, a lista de oportunidades. Segundo a prefeitura, as vagas podem ser encerradas sem aviso prévio. A Casa do Trabalhador fica no Desenvolve S.Bárbara, no VIC Center, na Avenida Santa Bárbara, e atende de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. O telefone da unidade é (19) 3499-1015. A lista das vagas Vagas para alfabetizado: Ajudante de marcenaria caseiro confeiteiro padeiro contra mestre controlador de acesso extrusor (filme) instalador/vidraceiro meio oficial marceneiro motorista carreteiro safrista serralheiro tapeceiro/ajudante de tapeceiro, vendedor externo (autônomo) Vagas para ensino fundamental (1º grau): Colorista fresador ferramenteiro marceneiro vendedor externo Vagas para ensino médio (2º grau): Analista de vendas assistente administrativo auxiliar montador de móveis consultor comercial I ferramenteiro de moldes mecânico de empilhadeiras montador de andaimes motorista munck/prancha operador de máquina CNC Vagas que exigem cursos: Ajudante de mecânico automotivo: curso de mecânica automotiva Auxiliar de enfermagem: curso de enfermagem e COREN ativo Cabeleireiro: curso de cabeleireiro Corretor de imóveis: curso de transações imobiliárias Mecânico de manutenção automotiva: curso de mecânica automotiva Operador de escavadeira: curso de escavadeira hidráulica Operador de máquina corte Fru Têxtil: curso de mecânica Técnico eletrônico: curso técnico eletrônico Torneiro ferramenteiro: curso de ferramenteiro Tosador (a): curso profissionalizante na área Vagas para graduação: Chapeiro Gourmet educador físico enfermeiro estágio de programador de DELPHI técnico em elétrica e automação Vagas para pessoas com deficiência (PCD): Auxiliar administrativo cozinheiro escolar eletricista encanador jardineiro repositor/ajudante de entrega Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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18/02 - Mu Hak You deixa presidência do conselho da Gafisa
Ele foi substituído por Augusto Marques da Cruz, depois que sua companhia de investimentos GWI vendeu participação na empresa. A Gafisa informou na noite de domingo que o presidente do conselho de administração da construtora Mu Hak You foi substituído por Augusto Marques da Cruz, durante reunião do conselho do colegiado depois que sua companhia de investimentos GWI vendeu participação na empresa na quinta-feira (14). Mu Hak You renunciou ao posto de membro do conselho junto com Thiago Hi Joon You e, além de Cruz, foi eleito Oscar Segall. Reestruturação O conselho também aprovou a criação de um comitê de reestruturação da companhia que será formado por Cruz, Segall e Ana Maria Loureiro Recart, que já integrava o colegiado. Na quinta-feira, o controle da Gafisa passou para um grupo de investidores financeiros locais, após leilão de ações detidas pela GWI, afirmou uma fonte próxima da operação à Reuters. O leilão ocorreu depois que a GWI informou que estava negociando alternativas para seus investimentos na Gafisa, incluindo a venda de até toda sua participação na companhia.
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18/02 - Mercado baixa estimativa de crescimento do PIB em 2019
Previsão de expansão da economia neste ano recuou de 2,50% para 2,48% em pesquisa da semana passada. Expectativa dos analistas para o IPCA deste ano permaneceu em 3,47%. Os analistas do mercado financeiro reduziram sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 2,50% para 2,48%. A informação consta no boletim de mercado, conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (18). O boletim é resultado de levantamento feito na última semana com mais de 100 instituições financeiras. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Na semana passada, o BC informou que a "prévia" do PIB indica uma alta de 1,15% em 2018. Para o ano que vem, entretanto, a expectativa do mercado financeiro para expansão da economia subiu de 2,50% para 2,58%. Os economistas dos bancos não alteraram a previsão de expansão da economia para 2021 e para 2022 – que seguiu em 2,50% para os dois anos. Inflação No caso da inflação, os economistas do mercado financeiro mantiveram sua previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2019 estável em 3,87%. Com isso, a expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação fixada para este ano, de 4,25%. A meta tem um intervalo de tolerância que vai de 2,75% a 5,75%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% sua estimativa de inflação – em linha com a meta central, que também é de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%. Outras estimativas Taxa de juros - O mercado manteve em 6,5% ao ano a previsão para a taxa de juros, a Selic, no fim de 2019. Atualmente, o juro básico da economia está neste patamar, que também é a mínima histórica. Com isso, o mercado segue prevendo juros estáveis neste ano. Para o fim de 2020, a previsão continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas continuam prevendo alta dos juros no ano que vem. Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 permaneceu estável em R$ 3,70 por dólar. Para o fechamento de 2020, ficou inalterada em R$ 3,75 por dólar. Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 recuou de US$ 51 bilhões para US$ 50,50 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu em US$ 48 bilhões. Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, caiu de US$ 80 bilhões para US$ 79,5 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas avançou de US$ 82,44 bilhões para US$ 82,52 bilhões.
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18/02 - Governo determina eliminação de barragens como a de Brumadinho até 2021
Resolução determina ainda que as mineradoras deverão desativar qualquer instalação e deixar de fazer obra ou realizar serviço em áreas próximas à barragem. Resolução proíbe construção de barragens como as de Mariana e Brumadinho A Agência Nacional de Mineração (ANM) determinou a eliminação de todas as barragens do tipo "alteamento a montante", como a que rompeu em Brumadinho (MG) e deixou 169 mortos e 141 pessoas desaparecidas. A resolução do governo foi publicada no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (18). De acordo com o texto publicado, as barragens a montante ou método desconhecido que estão desativadas deverão ser eliminadas até 15 de agosto de 2021 e as que estão em funcionamento, até 15 de agosto de 2023. De forma geral, a resolução determina a desativação de todas as barragens a montante até 2021. E proíbe definitivamente a construção de barragens de mineração nesse método, já que em 2016 foi proibida a construção de novas barragens nesse método. A resolução determina ainda que as empresas responsáveis por barragens de mineração ficam proibidas de manter e construir qualquer instalação, fazer obra ou realizar serviço na zona de autossalvamento da barragem, seja permanente ou temporário, que inclua presença humana. A resolução dá como exemplo finalidades de vivência, de alimentação, de saúde ou de recreação. No caso da barragem da Vale, o refeitório dos funcionários da empresa estava próximo à barragem. A zona de autossalvamento é a região que está a 10 km das barragens ou que pode ser atingida por eventual inundação em até 30 minutos. As instalações, obras e serviços existentes na área da barragem deverão ser desativados até 15 de agosto de 2019. Essa determinação vale para as barragens de mineração independente do método construtivo adotado. Questionada se a resolução abrangia moradores das cidades próximas às barragens, a ANM esclareceu que não poderia interferir no âmbito do município. Portanto, a resolução vale apenas para as instalações das mineradoras. A ANM esclarece que existe uma lei nacional que proíbe moradores em áreas de risco. Portanto, se houver possibilidade de inundação que leve risco às áreas devido ao rompimento de barragem, a prefeitura terá o dever de não deixar que os moradores permaneçam ali. A agência abre, a partir desta segunda-feira, consulta pública por 30 dias para avaliar os impactos e receber sugestões que podem levar a modificações da resolução. Segundo a ANM, o fechamento das barragens a montante pode impactar principalmente mineradoras de pequeno porte. A resolução já está valendo, mas paralelamente haverá a consulta pública também para evitar sanções por parte das empresas, segundo a agência. Ainda segundo o texto da resolução, o empreendedor responsável por barragem de mineração considerada de alto risco terá até 15 de fevereiro de 2020 para instalar sistema de monitoramento com acompanhamento em tempo integral. Entenda como funcionam as barragens por alteamento a montante Descomissionamento: conheça o processo para acabar com barragens iguais às de Mariana e Brumadinho No caso das barragens para disposição de rejeitos ainda em operação, independente do método construtivo, foi estabelecido prazo até 15 de agosto de 2019 para que sejam concluídos estudos para redução do aporte de água nas barragens. Já as barragens de mineração pelo método a montante, em operação ou inativas, deverão, até 15 de agosto de 2019, ter canais laterais instalados ou implantar outra solução técnica para minimizar a descarga de água de outra origem no reservatório. Resolução abrange 84 barragens a montante Em uma lista com 717 barragens de rejeitos de mineração no Brasil, pelo menos 88 têm método de construção de "alteamento a montante ou desconhecido", segundo a Agência Nacional de Mineração. Entre elas, 43 são classificadas como barragens de alto dano potencial associado. A resolução publicada nesta segunda, no entanto, abrange 84 barragens com método a montante- 4 estão fora da lista porque são de pequeno porte, segundo a ANM. Cerca de 30 empresas cuidam dessas 84 barragens, de acordo com a agência. O método a montante é o mesmo das barragens da Vale que se romperam em Mariana, em 2015, e Brumadinho, em 2019, e é considerado menos seguro por especialistas. Os outros tipos de construção, considerados mais seguros, são alteamento a jusante, linha de centro e etapa única. No começo deste mês, a ANM passou a exigir inspeções diárias em barragens como as de Brumadinho e a de Mariana. A determinação vale para todo o Brasil. As mineradoras responsáveis por 88 barragens a montante vão receber um ofício que altera as regras para divulgação dos resultados das inspeções nas estruturas. Governo de MG também deu prazo O governo de Minas Gerais já havia determinado em janeiro que fossem descaracterizadas as barragens construídas no estado pelo método de alteamento a montante dentro de 3 anos. As empresas responsáveis terão 360 dias para apresentar a tecnologia a ser adotada e o plano de trabalho com cronograma. A partir daí, terão dois anos para implantar essa nova tecnologia. Pela determinação, as estruturas deverão deixar de possuir características de barragem, ou seja, deixar de realizar contenção de rejeitos, sendo destinadas a outra finalidade. Existem atualmente 50 barragens por alteamento a montante em MG. Do total, 27 estão em operação, 22 paralisadas, além da que rompeu em Brumadinho. Saiba onde estão as barragens: Ouro Preto: 10 Itabira: 8 Itatiaiuçu: 6 Itabirito: 4 Nova Lima: 4 Brumadinho: 3 Rio Acima: 3 Igarapé: 2 Mariana: 2 Nazareno: 2 Barão de Cocais: 1 Caeté: 1 Congonhas: 1 Fortaleza de Minas: 1 Itapecerica: 1 São Tiago: 1 A Vale anunciou que eliminará as 10 barragens construídas com método semelhante que possui no país. Segundo a empresa, elas estão nas cidades de Ouro Preto, Belo Vale, Congonhas, Brumadinho e Nova Lima, todas em Minas Gerais, nas unidades de Abóboras, Vargem Grande, Capitão do Mato e Tamanduá, no complexo Vargem Grande, e de Jangada, Fábrica, Segredo, João Pereira e Alto Bandeira, no complexo Paraopebas. Veja na reportagem a localização de cada uma. Selo como funciona a barragem de Brumadinho - montante Editoria de Arte/G1 Evacuação em Nova Lima No sábado (16), a Vale retirou cerca de 200 pessoas de suas casas por precaução devido à Barragem B3/B4, da Mar Azul, da Vale, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Defesa Civil, auditores que fazem a leitura da barragem atestaram para instabilidade. Ela tem aproximadamente 3 milhões de m³ de rejeito. A estrutura é a montante, mesmo modelo das de Brumadinho e de Mariana. Segundo os bombeiros, o plano de emergência prevê retirada de moradores de 49 casas. Initial plugin text
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18/02 - 160 concursos têm inscrições abertas com mais de 15,4 mil vagas
Há oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade, e postos em diversos estados pelo país. 160 concursos públicos estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (18) para preencher mais de 15,4 mil vagas. Há oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade, e postos em diversos estados pelo país. VEJA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Somente na Prefeitura de Vespasiano (MG), há 1.877 vagas, com salários que podem chegar a R$ 3.787,36. Os postos são para todos os níveis de escolaridade, e as inscrições terminam no dia 22. Veja mais informações no site da prefeitura. Os salários chegam a R$ 30.404,41 no Tribunal de Justiça do Acre, que tem 15 vagas para profissionais de nível superior. As inscrições terminam no dia 20. Veja mais informações no site da organizadora. Somente nesta segunda, 14 órgãos abrem inscrições de concursos públicos para preencher 995 vagas. Veja quais são: Aeronáutica Veja mais informações. Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete (MG) Veja mais informações. Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE - MA) Veja mais informações. Prefeitura de Baliza (GO) Veja mais informações. Prefeitura de Benjamim Constant (AM) Veja mais informações. Prefeitura de Beruri (AM) Veja mais informações. Prefeitura de Boa Vista (RR) Veja mais informações. Prefeitura de Campo Grande (MS) Veja mais informações. Prefeitura de Candeias (MG) Veja mais informações. Prefeitura de Guarulhos (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Itaquaquecetuba (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Jambeiro (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Mineiros do Tietê (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Mombaça (CE) Veja mais informações.
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17/02 - Aumento na conta de luz pode causar demissão de 5 mil trabalhadores em Rondônia, diz Fecomércio
Elevação de custo fará empresas demitirem no estado. Energisa diz que cobrança é em cumprimento à decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Cobrança está sendo feita desde janeiro Reprodução/G1 O reajuste na conta de energia elétrica, feito em Rondônia desde janeiro, pode prejudicar o nível do crescimento econômico de Rondônia e causar a demissão de 5 mil trabalhadores, segundo estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO). Em um comunicado, a Fecomércio afirmou que está vendo com preocupação o reajuste de 24,75% para residências e de 27,12% para o consumidor que usa alta tensão. Desde o começo do reajuste, a federação diz ter recebido reclamações de comerciantes que alegam uma cobrança superior aos 27% na tarifa elétrica. "A questão principal, que faz com que a Fecomércio considere o tema importante, são os impactos sobre a vida econômica do estado", afirma a entidade. Segundo a Fecomércio, a elevação dos custos de energia para micros e pequenas empresas pode causar desemprego de mais de 5 mil pessoas. Essas demissões podem impedir a "melhoria do nível da atividade econômica que era esperado pelo comércio". A Federação do Comércio também reitera que o reajuste na energia "pode criar uma expectativa ruim aos negócios". Segundo a Energisa, que comprou a Ceron em 2018, a cobrança da tarifa é em cumprimento à decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) "apenas nesta fatura está contabilizado o consumo referente ao período em que a liminar esteve em vigor". Ao todo, o estado tem 641 mil unidades consumidoras de energia. Protestos Na sexta-feira (15), consumidores fizeram um protesto em frente da sede da Eletrobras Rondônia (Ceron) em Porto Velho, na Avenida Sete de Setembro. O trânsito chegou a ser fechado e os manifestantes pediram a derrubada da cobrança do reajuste na energia. Protesto é feito em frente da Ceron em Porto Velho Toni Francis/G1 Um protesto contra a Ceron/Energisa também foi feito em Nova Mamoré. Neste mês de fevereiro, uma família contou ao G1 que a conta de energia subiu 31%. Isso porque o Kwh antes do reajuste estava cotado a R$ 0,64 e passou para R$ 0,84. No entanto, ao levar em conta esses valores o aumento é de 31,25%, contrapondo aos 24,75% prometidos. Como foi definido o reajuste? Segundo divulgou a Energisa, o aumento é resultado do gasto com a geração de energia e com o pagamento de dívidas acumuladas com a compra de energia nos últimos dois anos. Depois de anunciar o reajuste no fim do ano, a Justiça Estadual e Federal em Rondônia barraram a cobrança da Energisa ao consumidor, mas a empresa conseguiu obter uma liminar favorável da 1ª Vara Federal (TRF-1) e, desde meados de janeiro, o reajuste passou a vir na conta do consumidor do estado. Clientes da baixa tensão (residencial e comercial), a correção é de 24,75%. Já os de alta tensão, 27,12%. O aumento da tarifa foi autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
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17/02 - Veja concursos abertos na Paraíba de 17 a 24 de fevereiro
Nove editais de prefeituras, câmara e instituições de ensino oferecem 589 vagas de emprego. Nove editais de concursos abertos para prefeituras, câmara municipal e instituições de ensino superior oferecem 589 vagas de emprego na Paraíba de 17 a 24 de fevereiro. Confira. Editoria de arte/G1 Concurso da Prefeitura de Pedra Branca Vagas: 47 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 998 a R$ 7.500 Prazo de inscrição: até sexta-feira (22) Local de inscrição: site da organizadora, Consulpam Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 90 (médio) e R$ 150 (superior) Provas: 24 de março Edital do concurso da Prefeitura de Pedra Branca Concurso do IFPB para técnico-administrativo Vagas: 36 Níveis: médio; médio e técnico; e superior Salários: de R$ 1.945,07 a R$ 4.180,66 Prazo de inscrição: até 25 de fevereiro Local de inscrição: página do IFPB na internet Taxas de inscrição: R$ 100 (nível médio) R$ 130 (médio e técnico) e R$ 150 (superior) Provas: 31 de março de 2019 Edital do concurso para técnico-administrativo do IFPB Concurso do IFPB para técnico-administrativos (tradutor e intérprete) Vagas: 2 Nível: médio completo e proficiência em libras Salário: R$ 2.446,96 Prazo de inscrição: até 25 de fevereiro Local de inscrição: página do IFPB na internet Taxas de inscrição: R$ 130 Provas: 14 de abril Edital do concurso para técnico-administrativos (tradutor linguagem de sinais) do IFPB Concurso da UFPB para técnico-administrativo Vagas: 131 Níveis: médio, médio e técnico e superior Salários: R$ 1.945,06 a R$ 4.180,66 mais auxílio Prazo de inscrição: até 25 de fevereiro Local de inscrição: site da organizadora, Instituto AOCP Taxas de inscrição: R$ 45 (nível intermediário), R$ 60 (nível médio) e R$ 85 (nível superior) Provas: 7 de abril de 2019 Edital do concurso para técnico-administrativo da UFPB Concurso da Prefeitura de São José de Caiana Vagas: 52, sendo 14 para pessoas com deficiência Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 998 a R$ 12 mil Prazo de inscrição: até 28 de fevereiro Local de inscrição: site da organizadora, Funvapi Taxas de inscrição: R$ 50 (nível fundamental), R$ 70 (médio/técnico), R$ 100 (superior) Provas: 31 de março Edital do concurso da Prefeitura de São José de Caiana Concurso do IFPB para professores Vagas: 90 Nível: superior Salário: de R$ 4.892,44 a R$ 9.600,92 Prazo de inscrição: até 7 de março Local de inscrição: página do IFPB na internet Taxas de inscrição: R$ 150 Provas: 2 de junho Edital do concurso para professor do IFPB Concurso da Prefeitura e da Câmara de Curral Velho Vagas: 33 | 4 Níveis: alfabetizado, fundamental, médio, técnico e superior | fundamental e médio Salários: R$ 998 a R$ 8 mil | R$ 998 Prazo de inscrição: até 10 de março Local de inscrição: site da organizadora, Conpass Taxas de inscrição: R$ 60 (alfabetizado e nível fundamental) R$ 80 (médio e técnico) e R$ 100 (superior) Provas: 14 de abril de 2019 Editais: Prefeitura e Câmara Concurso e seleção da Prefeitura de Cajazeiras Vagas: 193 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 998 a R$ 3.850,95 Prazo de inscrição: até 17 de março Local de inscrição: site da organizadora, Idib Taxas de inscrição: R$ 70 (fundamental), R$ 100 (médio), R$ 130 (superior) Provas: 28 de abril Edital do concurso da Prefeitura de Cajazeiras
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17/02 - Vice-presidente da Airbus diz que Brexit sem acordo é 'catastrófico' para a empresa
Katherine Bennett afirmou à 'BBC' que companhia gastou dezenas de milhões de euros em preparativos para a saída do Reino Unido da União Europeia. A Airbus disse neste domingo (17) que terá que tomar "difíceis decisões" sobre investimentos futuros caso os britânicos deixem a União Europeia sem um acordo, acrescentando que a empresa já gastou dezenas de milhões de euros em preparativos. "Não há como sair "sem acordo" e de forma negociada, isso é absolutamente catastrófico para nós", afirmou a vice-presidente sênior Katherine Bennett à BBC. Um Airbus A380 se prepara para decolar durante um evento de aviação em Paris, na França, em junho de 2009. Eric Piermont/AFP "Algumas difíceis decisões terão de ser tomadas se não houver um acordo...nós teremos que avaliar nossos investimentos futuros." Ela disse que a Airbus já gastou "dezenas de milhões de euros" se preparando para o chamado "Brexit", como com estocagem de peças e segurança de sistemas de TI. Nova derrota de May Na quinta-feira (14), a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, saiu derrotada de uma votação simbólica sobre a estratégia dela em barganhar o acordo do Brexit com a União Europeia. A emenda rejeitada pelos parlamentares diminuiu o poder de barganha da premiê. May tenta convencer a liderança do bloco de que o acordo – rejeitado em 29 de janeiro no Parlamento – pode ser aprovado caso a União Europeia renegocie alguns pontos do plano. May pretende conversar com cada líder da União Europeia e com o chefe da Comissão Europeia para buscar mudanças em seu acordo de retirada da UE, dias após outra derrota de seus legisladores e conforme empresas se preparam para um Brexit sem acordo, em 29 de março.
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17/02 - O que acontece com app usado para localizar o celular roubado quando o aparelho é 'formatado'?
Blog também tira dúvidas sobre como redefinir as configurações originais de fábrica no Samsung J1 e o bloqueio do número do IMEI. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Cerberus no celular 'formatado' Olá, Ronaldo! Eu tenho uma dúvida sobre o aplicativo para rastrear o celular roubado, chamado Cerberus. Quando o aparelho é "formatado", o aplicativo deixa de funcionar? Leonardo Olá, Leonardo! Sim, quando é realizada a redefinição das configurações originais de fábrica, qualquer aplicativo instalado pelo usuário é apagado. Após a realização desse procedimento, o aparelho deixa de ser rastreado. Tecnicamente é possível impedir que o Cerberus seja apagado para garantir o monitoramento, porém é um procedimento complexo onde o aplicativo é introduzido manualmente no kernel do Android, sendo transformado em app do sistema. Aplicativo para localizar celular roubado deixa de funcionar quando o aparelho tem as suas configurações originais de fábrica redefinidas Reprodução Como formatar sem o 'root'? Olá, Ronaldo! Como formatar Samsung J1 sem precisar fazer o root? Memba Vilanculos Olá, Memba! A redefinição das configurações originais de fábrica não requer que antes tenha sido liberado o usuário "root" no celular. Para realizar o procedimento, você deve seguir os passos descritos abaixo: Carregue completamente a bateria do celular; Desligue o aparelho; Pressione e segure os botões de Volume para cima (+), o botão Menu/Home e o botão de Ligar/Desligar; Quando o aparelho vibrar pare de pressionar o botão de Ligar/Desligar, mas continue pressionando os outros; Agora irá aparecer uma lista de procedimentos na tela; Pressione o botão de Volume para baixo (-), mova até a opção wipe data / factory reset e confirme com o botão de Ligar/Desligar; Pressione novamente com o botão de Volume para baixo (-), mova até a opção yes -- delete all user data e confirme com o botão Ligar/Desligar; Selecione a opção Reboot system now e confirme com o botão de Ligar/Desligar; Pronto! Após o aparelho reiniciar ele já poderá ser usado. Confirmação do bloqueio do IMEI Eu solicitei o bloqueio do número de IMEI logo após ter o celular roubado. Existe alguma maneira de saber se ele realmente foi bloqueado pela operadora? Filipe Olá, Filipe! O bloqueio do número de IMEI (o "RG" do celular) só pode ser confirmado se você tiver acesso ao aparelho. A inutilização do aparelho não é imediata, em média, esse processo leva 24 horas até que o celular deixe de funcionar na rede de telefonia.
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17/02 - Agricultores de Itanhaém mudam de vida com selo de qualidade
Na cidade do litoral de SP vivem as primeiras 15 produtoras do país a receberem a certificação "Mulher Rural". Agricultores de Itanhaém mudam de vida com selo de qualidade O Globo Rural está reapresentando algumas das melhores reportagens de 2018. Neste domingo (17), o programa relembra a conquista de 15 produtoras de Itanhaém, as primeiras a receberem o selo "Mulher Rural". Agricultores do litoral de São Paulo estão conquistando qualidade de vida com a certificação de produtos. Tem até um deles que valoriza o trabalho das mulheres do campo. Leia mais.
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17/02 - Produtores comemoram alta do preço do leite e aumento de imposto de importação
Em 2018, setor enfrentou dificuldades, mas valor pago por litro subiu em janeiro. Governo diz que vai subir imposto sobre produto estrangeiro para compensar retirada de tarifa antidumping. Produtores comemoram alta do preço do leite e aumento de imposto de importação A notícia do aumento do imposto de importação de leite estrangeiro, nesta semana, deu um alívio aos produtores, que já estavam um pouco mais animados com a alta dos preços em janeiro. Na propriedade de Lélis da Silva, em Prata, no Triângulo Mineiro, a produção é de 650 litros de leite por dia. São 35 vacas na ordenha. Para ele, 2018 não foi um ano fácil. "A margem de lucro era muito pequena, era muito difícil, o leite teve uma queda muito grande. Os insumos não tiveram queda, não estavam com preço acessível, então estava tudo muito difícil", diz. O leite que ele armazena no tanque vai três vezes por semana para a cooperativa da cidade. No momento mais difícil, Lélis recebeu só R$ 1,06 por litro. Situação bem diferente de agora. Neste mês, ele vendeu leite a R$ 1,38. Essa diferença significa cerca de R$ 6 mil a mais no mês. "E a gente está na expectativa que aumente mais um pouco, para poder ser mais viável a produção do leite." Gelder de Moura, presidente interino da Cooperativa, explica que a queda das importações em dezembro permitiu uma reação do mercado. “Possibilitou que a gente conseguisse o melhor preço na venda do nosso produto”. Na média nacional, o litro foi vendido a R$ 1,28, em janeiro. Em Minas, ficou em R$ 1,28, R$ 0,25 a mais que no mesmo mês do ano passado. O estado é o principal produtor de leite do país e foi justamente a grande oferta que fez os preços despencarem em 2018. "Eu acredito que se esse preço retornasse aos patamares de R$ 1,50, R$ 1,65, R$ 1,70, nós retornaríamos ao que o produtor já tinha adquirido como preço padrão", diz o consultor de pecuária Marco Aurélio Nunes. Thiago Fonseca produz 10 mil litros de leite por dia em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ele diz que, com preços melhores, fica mais fácil se planejar. "Isso significa resultado, investimento, geração de emprego. É tudo o que o produtor precisa", afirma. Em janeiro, o preço médio do leite no Brasil subiu 4% em relação a dezembro. Em um ano, o aumento foi de 30%.
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17/02 - Setor de cana se recupera em AL depois de registrar pior safra da história devido à seca
Estado deve moer cerca de 16 milhões de toneladas nesta safra, 16% mais que na anterior. Setor de cana se recupera em AL depois de registrar pior safra da história devido à seca A seca dos últimos anos afetou a produção de cana-de-açúcar em Alagoas. É a principal cultura do estado. Mas, agora, produtores e usinas registram uma recuperação. A Associação dos Plantadores de Cana de Alagoas estima que devem ser moídas cerca de 16 milhões de toneladas de cana nesta safra. Um crescimento de 16% em relação à anterior. Esse acréscimo representa um aumento de 1,2 milhão de toneladas de açúcar e quase 500 milhões de litros de etanol. A cana responde por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) alagoano. Com a estiagem prolongada, a última safra foi considerada a pior da história. Foram moídas apenas 13 milhões de toneladas, prejudicando a economia local. Os fatores climáticos contribuíram para a recuperação do setor e as 15 usinas do estado participaram da moagem deste ciclo. Em uma delas, em Coruripe, litoral Sul, devem ser beneficiadas 900 mil toneladas, um crescimento de quase 30%. A usina funciona em sistema de cooperativa. "Nós contamos com um clima melhor. A cooperativa também estimulou o cooperado a renovar o canavial, e ele tem respondido a isso. Este ano, a gente deve fechar a safra com uma média em torno de 60 toneladas por hectare. Isso, anos atrás, ficava abaixo de 50 toneladas", diz Klécio Santos, presidente da cooperativa. "A gente só tinha tido índices negativos nos últimos anos. Agora, nós estamos numa curva de ascendência. Nós estamos numa recuperação. Nós ainda somos o maior produtor de cana do Nordeste", afirma Edgar Filho, presidente da associação. A moagem de cana no Nordeste termina em abril.
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17/02 - Agricultores do DF colhem pimentões; preços sobem após perdas em 2018
Distrito tem 183 produtores do fruto. No ano passado, excesso de chuva prejudicou plantações. Agricultores do DF colhem pimentões; preços sobem após perdas em 2018 Agricultores do Distrito Federal estão colhendo pimentão. Hoje, o distrito tem 183 produtores do fruto e, segundo a Emater, a expectativa é colher em torno de 15 mil toneladas este ano. Os frutos estão vistosos e o preço, dentro do esperado. Na fazenda de Maurício Rezende, que planta pimentão há quatro décadas, fazia tempo que não se via uma produção tão boa. "A gente percebe pelo brilho, e porque não tem nenhum tipo de mancha", conta. Em Planaltina, onde fica a lavoura, as plantações de pimentão sofreram com doenças no campo por conta do excesso de chuvas em 2018. E, no mercado, o preço ficou abaixo do esperado. "Ano passado nós chegamos a jogar mais de mil caixas de pimentão foram por não conseguir vender. Então começamos a vender a R$ 10 a caixa, R$ 1 quilo. Depois caiu para R$ 7 a caixa, R$ 5. E aí o cliente não quis nem buscar", conta Maurício. Com os problemas da safra passada, ele decidiu diminuir de 60 para 22 estufas de pimentão. Mas, neste ano, o clima ajudou e a produtividade deve dobrar. Mesmo com uma área menor, o agricultor espera colher 110 toneladas, como na safra passada. "Este ano está bom, nosso planejamento é 500 caixas por mil plantas. Eu acho que, se não houver contratempo, a gente vai atingir." Fabiano Carvalho, engenheiro agrônomo da Emater-DF estima que a área plantada caia 5%, mas que produção total cresça de 5% a 10% em relação à safra passada. O produtor Jairo Bezerra está otimista com a colheita. "Este ano começamos a vender a R$ 30. Espero que se sustente a R$ 25, R$ 20. Ainda está bom. Aí dá para ter um lucro e investir." No Distrito Federal tem pimentão o ano inteiro, mas a maior parte é colhida até maio.
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17/02 - Família faz sítio quase falido virar negócio moderno e lucrativo
Com tecnologia e área de produção maior, propriedade produz cafés especiais. Família faz sítio quase falido virar negócio moderno e lucrativo O Globo Rural está reapresentando algumas das melhores reportagens de 2018. Neste domingo (17), o programa relembra a história de uma família que fez um sítio quase falido virar uma propriedade lucrativa onde são produzidos cafés especiais. Viver com a renda de uma pequena propriedade não é tarefa fácil, especialmente quando os filhos crescem e decidem permanecer na terra. Uma família de Minas Gerais venceu esse desafio e transformou uma propriedade modesta, que estava à beira da falência, em um negócio moderno e que rende um bom dinheiro. Leia mais.
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17/02 - Safra de soja do Brasil deve ser menor por conta da seca; PR é estado que mais sofreu
Estimativa da Conab é de que colheita diminua 3,3% em relação ao ciclo passado. Safra de soja do Brasil deve ser menor por conta da seca A safra de soja do Brasil deve cair 3,3%. Em alguns estados, a colheita vai ser bem maior mas, em outros, houve queda. O Paraná é o estado com as maiores perdas na safra. A redução, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deve chegar a quase 10%: de 19,1 milhões de toneladas de soja previstas no início do plantio, para 17,2 milhões. A falta de chuvas e as altas temperaturas em dezembro prejudicaram a formação do grão. Na fazenda de Eduardo Lange, em Cascavel, Oeste do estado, ainda falta colher um terço dos 200 hectares plantados, mas a média de produtividade até agora é 15% menor do que ele esperava para a safra. Segundo ele, a expectativa era de colher 65 sacas por hectare, mas só está conseguindo 55. As perdas também se espalharam por outras regiões e a safra deve ser menor em todo o país. São esperadas 115 milhões de toneladas, segundo a Conab, queda de 3,3%. Em alguns estados como o Rio Grande do Sul, porém, a produção deve crescer. Por lá, o clima tem levado otimismo aos produtores, principalmente na região Norte do estado. As chuvas frequentes, associadas ao calor, estão garantindo o desenvolvimento das lavouras. O Rio Grande do Sul deve colher mais de 18,5 milhões de toneladas do grão, 9% mais que na safra passada. Até o começo da colheita, ainda leva cerca de 1 mês. “Este ano está muito bom. O clima para nós aqui ocorreu bem, por enquanto. A expectativa é boa, mas temos ainda muito para a frente. Tem mais 40 dias aí, que o tempo corra bem e que não dê um atrapalho meio”, diz o agricultor Jolderio Moresco. Se a previsão se confirmar, o Rio Grande do Sul deverá se tornar o segundo maior produtor de soja do país, tomando o lugar do Paraná. Mato Grosso é o primeiro.
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17/02 - Safra de algodão deve ser recorde no Brasil
Expectativa é de colher 6,4 milhões de toneladas da fibra no país, sendo 4,3 milhões só em Mato Grosso. Safra de algodão deve ser recorde no Brasil O algodão é uma das lavouras que mais cresceram no Brasil e esta safra deve ser recorde. A expectativa é de que os agricultores colham cerca de 6,4 milhões de toneladas de algodão em caroço. Mato Grosso é disparado o maior produtor da fibra no país. A área plantada no estado, que era de 777 mil hectares, agora em 2019 passou de 1 milhão de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento. Área maior significa aumento na produção. Em todo o estado, a previsão é de que sejam colhidas 4,3 milhões de toneladas, volume 33% maior do que no ano passado. Mesmo com a lavoura ainda em desenvolvimento, o agricultor Vitor Vesz faz boas apostas para a safra. Em sua propriedade, em Campo Verde, no sudeste de Mato Grosso, a área está 25% maior que na safra passada. A motivação para aumentar a produção é a renda. Ele fechou negócios a R$ 100 a arroba do algodão, em média. "Os preços estão bons até agora, o milho sempre correndo um pouco baixo. Aí a gente fica avaliando e decidimos nos aventurar no algodão, que pode dar um pouco mais de retorno", diz.
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